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FELISBELA LOPES APONTADA PARA PROVEDORA DO TELESPECTADOR
Felisbela Lopes, docente da Universidade do Minho e pró-reitora daquela universidade, está apontada para suceder a José Manuel Paquete de Oliveira, que cessa agora as suas funções. De Felisbela Lopes, cuja obra no domínio da televisão é notável, tem-se escrito aqui no blogue.Votos de muito sucesso no novo cargo
AFINAL, FELISBELA LOPES NÃO SERÁ PROVEDORA
A mesma fonte, onde li ontem sobre a possível nomeação de Felisbela Lopes para provedora do telespectador da RTP, indica hoje que o Conselho de Opinião daquela estação pública rejeitou o nome. Agora, fala-se em José Rebelo, docente do ISCTE e membro do próprio Conselho de Opinião da RTP
O Governo em notícia - análise dos 100 primeiros dias do XXI Governo Constitucional
O desafio impunha-se numa Unidade Curricular de Jornalismo Especializado
que integra o módulo de Jornalismo Político. Atravessando o XXI
Governo Constitucional os primeiros 100 dias de governação e apresentando-se
o respetivo primeiro-ministro com um propósito de mudar o ciclo político,
era muito tentador seguir os passos dos governantes através daquilo
que os media refletiam. O melhor meio para isso era a imprensa generalista
portuguesa, editada ao ritmo diário. Por facilidade de acesso ao material,
por permitir olhar com calma os conteúdos produzidos. Decisão tomada:
seguiríamos a mediatização que os jornais diários fizeram nos 100 primeiros
dias de governação, um tempo sempre simbólico para se criar aí uma
marca daquilo que se quer ser. Seria um trabalho desenvolvido de forma partilhada.
Estudantes e respetiva docente trabalhariam lado a lado. E assim foi.
A análise integrou os quatro jornais diários generalistas portugueses:
Diário de Noticias, Público, Jornal de Notícias e Correio da Manhã. Os dois
primeiros são jornais de referência e os outros dois apresentam uma linha
mais popular. O nosso universo compôs-se apenas de artigos jornalísticos
que tinham como ângulo noticioso a ação dos membros do Governo,
excluindo-se os textos em que o Governo era apenas alvo da ação de outros
atores sociais. A análise compreendeu o período entre os dias 27 de
novembro de 2015 e 4 de março de 2016, totalizando 961 textos e 2165 cita-
ções de fontes de informação. A recolha de dados foi efetuada com recurso
às versões digitais dos periódicos em causa, selecionando-se os cadernos
principais desses títulos e excluindo-se as secções de Local (no Público) ou
Porto (no JN). O universo recolhido foi sujeito a uma análise quantitativa
dos textos, feita através do programa de análise estatística de dados Statistics
Package for Social Sciences (SPSS), centrada em dois eixos de análise
O Panorama Audiovisual Português. O passado recente e o futuro próximo
As três estações portuguesas de televisão com emissão em aberto (RTP, SIC e TVI) são o referente de uma comunicação que se propõe abordar aquilo que marcou o Panorama Audiovisual Português nos últimos
cinco anos ao nível dos seguintes pontos: - Situação financeira das empresas; - Estratégias de Programação; - Programas com maior audiência; - Emissões de informação mais marcantes. Esboçada a identidade que os canais construíram através das suas emissões, traçam-se algumas perspectivas de evolução de um sector a viver, neste momento, algumas mudanças
Felisbela Lopes apresenta livro sobre jornalismo em Lisboa
Foi hoje ao fim da tarde que Carlos Magno, presidente da ERC (à esquerda) apresentou o livro de Felisbela Lopes, docente da Universidade do Minho (ao centro), e com Zita Seabra, responsável pela editora Alêtheia. O livro chama-se Jornalista. Profissão Ameaçada. Começa do seguinte modo: "Os jornalistas vivem hoje sob permanente pressão. Pressão para ser rentável. Pressão para fazer a cobertura de determinado acontecimento. Pressão para ouvir este ou aquele interlocutor". Em poucas palavr..
A ASCENSÃO DA SIC VISTA NO LIVRO DE FELISBELA LOPES
Como aqui ontem referi, a SIC fez quinze anos de emissão televisiva. Para além de investigação que já conduzi [ver última mensagem em 11 de Maio de 2004], procurei encontrar pistas na leitura do livro de Felisbela Lopes, A TV das elites, editado em 2007 (Porto: Campo das Letras):"São anos de mudança, os de 1994 e 1995. A RTP muda de directores e de administração. A TVI, de chefias na Direcção de Informação. A SIC não substitui qualquer nome-chave da estação, sendo este período de fulcral impo..
“Big Brother”: um programa que mapeou a informação televisiva
(Excerto) Poder-se-á dizer que há uma informação televisiva “pré” e “pós” “Big Brother”?
Detendo-nos nos programas de informação não-diária dos canais generalistas portugueses,
procuraremos perceber de que forma o horário nobre, nomeadamente dos canais
privados, se esvaziou desse tipo de programação. Esta é uma pequena parte de uma
investigação que estamos a desenvolver no projecto de doutoramento e, por outro lado,
integra-se num trabalho do grupo Mediascópio que recentemente analisou casos que, no início deste século, alteraram o modo de encarar/fazer jornalismo. Tendo aqui como referência os anos de 1999 (altura em que
ainda não estavam no ar as chamadas “novelas da vida real”) e de 2003 (ano após o qual todos os canais generalistas já tinham emitido esse tipo de programas), procederemos a uma análise da informação não-diária
no segmento do “prime time”, salientando as tendências do jornalismo televisivo que, nos últimos anos, se vem desenhando no pequeno ecrã
“Pluralismo e liberdade dos media na transição digital: desafios das desordens informativas” (#Juniors2Seniors com Miguel Pereira, Felisbela Lopes e Francisco Pereira Coutinho)
Esta edição de #Juniors2Seniors intitula-se “Pluralismo e liberdade dos media na transição digital: desafios das desordens informativas”, sendo protagonizada por Miguel Pereira (Mestre em Direito da União Europeia pela Escola de Direito da Universidade do Minho). Este jovem investigador tem identificado os princípios emergentes do constitucionalismo digital, a fim de avaliar se o direito e a política da União Europeia sobre serviços digitais aderem àquela teoria – razão pela qual algumas das suas inquietações entroncam na problemática do pluralismo e liberdade dos media no ecossistema digital. Miguel Pereira tem como convidados Felisbela Lopes (Professora Catedrática do Instituto de Ciências Sociais da UMinho, ex-Pró-Reitora para a área da Comunicação) e Francisco Pereira Coutinho (Professor Associado com Agregação da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, Colaborador Externo da equipa do Centro de Excelência Jean Monnet CitDig da UMinho).
This edition of #Juniors2Seniors is entitled "Media pluralism and freedom in the digital transition: challenges of information disorders", and is led by Miguel Pereira (Master in European Union Law, School of Law, University of Minho). This young researcher has identified the emerging principles of digital constitutionalism, in order to assess whether the European Union's law and policy on digital services adhere to that theory – which is why some of his concerns are linked to the problem of media pluralism and freedom in the digital ecosystem. Miguel Pereira has as guests Felisbela Lopes (Full Professor at the Institute of Social Sciences of UMinho; former Pro-Rector for the area of Communication) and Francisco Pereira Coutinho [Associate Professor with Aggregation, Faculty of Law, Nova University of Lisbon; Collaborative (external) Staff Member, CitDig, UMinho]
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FELISBELA LOPES EM TESE DE DOUTORAMENTO Cito directamente o blogue Jornalismo e Comunicação de hoje, em texto de Manuel Pinto, acerca da tese de doutoramento de Felisbela Lopes sobre programação informativa não diária nas TV generalistas: "Tem lugar na próxima segunda-feira, dia 12, às 15 horas, na Universidade do Minho, a apresentação e discussão da tese de doutoramento apresentada por Felisbela Lopes, colaboradora deste blogue. A tese intitula-se «Uma década de televisão em Portugal, 1993-2..
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AINDA A TESE DE DOUTORAMENTO DE FELISBELA LOPES Para além da tese e das arguências, quero deixar aqui registadas algumas notas que tirei da argumentação de Manuel Pinto, orientador de tese de Felisbela Lopes. Na génese do trabalho defendido na segunda-feira em Braga, e que aqui esbocei uma síntese, disse, está o programa "Mediascópio" (que tive o prazer de colaborar este ano). Inicialmente, tal projecto desenrolou-se em termos de fontes de informação, caso das da televisão, marcando os estudo..
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