10,120 research outputs found

    [David Mitchell and Descendants]

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    Copy of "David Mitchell and Descendants" originally written by Thomas Mitchell, Jr. The manuscript starts with David Mitchell, possibly a Revolutionary soldier, and details what is known about his life and those of his descendants. The record ends with the marriage of his widow, Sarah Patterson Mitchell Frear, to Abraham Frear. It states that she was the mother and grandmother of many Frears and Mitchells in the family. After the record, there is a note about the original manuscript's author; it was then copied by Ora Osterhout

    Laura Mitchell Eaton

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    Solomon Rapids, Mitchell County

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    Laura Thiessen, “Solomon Rapids, Mitchell County,” Chapman Center Research Collections, https://ccrsresearchcollections.omeka.net/items/show/85.In this paper you will see how twin town rivalry can lead to the death of a town. This will be done using the case study of Solomon Rapids located in Mitchell County Kansas. This study includes recent photographs of the Solomon Rapids town site

    In the Garden, Danielle Mitchell, Spring 2020

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    Danielle Mitchell is a rising senior from Compton, California majoring in anthropology and sociology. She is a gifted writer who conducted very special interviews in SIS Seminar

    Hall Street, Danielle Mitchell, Spring 2020

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    Danielle Mitchell is a rising senior from Compton, California majoring in anthropology and sociology. She is a gifted writer who conducted very special interviews in SIS Seminar

    Peer Interview Script, Danielle Mitchell, Spring 2020

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    Danielle Mitchell is a rising senior from Compton, California majoring in anthropology and sociology. She is a gifted writer who conducted very special interviews in SIS Seminar

    Mindscapes: Laura Riding's poetry and poetics /

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão.Esta tese propõe uma leitura revisionista da poesia contemporânea através do exame do caso de um dos mais esquecidos escritores norte-americanos do século XX: Laura (Riding) Jackson (1901-1991). O objetivo é demonstrar que Riding não apenas possuía uma poética definida e singular, mas que ela permanece uma das instâncias mais extremas e paradoxais do modernismo anglo-americano, a ponto de Riding abandonar a escrita da poesia em 1938. Recorrendo a conceitos de "formação do cânone" bem como às noções de "discurso" e "função do autor", em Foucault, investigo a construção do cânone da poesia moderna anglo-americana, recuperando o contexto e as circunstâncias da ocultação de Riding. Enquanto cubro os "discursos" poéticos em circulação na primeira metade do século XX-o "imagismo" de Pound, a "dissociação da sensibilidade", "impersonalidade" e "tradição" de Eliot, a "unidade orgância" e "ambigüidade" da Nova Crítica-ofereço um panorama crítico de modernismos alternativos sendo articulados à época. Minha intenção é demonstrar que os poemas de Riding são expressões vigorosas de um escritor para quem "a mente pensando se torna a força ativa do poema", para usar a apta formulação de Charles Bernstein. Entre minhas descobertas sobre as várias e complexas razões que levaram à não-canonização de Riding estão a hegemonia da Nova Crítica, o exílio voluntário de Riding da cena literária (onde são feitas ou desfeitas as reputações), sua recusa em ser antologiada, bem como em ser explicada em termos críticos que não os dela. Todos esses fatores, mais a "dificuldade" de sua poesia, contribuíram para fazer de Riding "a maior poeta esquecida da poesia norte-americana", como escreveu Kenneth Rexroth. Ajudado pelos insights de dois importantes críticos de poesia norte-americana, Charles Bernstein e Marjorie Perloff, defendo que a "poesia da mente" de Riding-onde o que está em jogo é que o que pensamos ser a nossa realidade-representa uma mudança radical no paradigma da poética modernista: de uma poesia centrada na imagem para uma poesia centrada na linguagem. Focalizando a experiência consciente e o tempo duracional do pensamento presente em seus poemas, concluo que as "pensagens" de Riding têm o objetivo preciso de constatar um fato universal: enquanto seres humanos e pensantes, estamos numa condição permanente chamada linguagem
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