7,085 research outputs found

    Conservação in vitro de mangabeira da região nordeste do Brasil.

    No full text
    A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes) é uma espécie cujas regiões de ocorrência natural vêm sofrendo grande pressão antrópica, a qual está provocando erosão genética em muitas populações nativas, principalmente da região Nordeste. Em virtude da existência de poucas coleções de mangabeira conservadas ex situ, evidencia-se a importância do desenvolvimento de um método alternativo e complementar para a conservação de germoplasma dessa espécie. A utilização de técnicas de cultura de tecidos de plantas para a conservação de recursos genéticos apresenta diversas vantagens sobre a conservação de germoplasma no campo, destacando-se a economia de recursos financeiros para a manutenção das coleções, redução de riscos fitossanitários e intempéries climáticas. Por esse motivo, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a eficiência de regulador osmótico (manitol) e inibidor de crescimento (ácido abscísico) na conservação in vitro de microestacas de mangabeira por crescimento lento. As culturas foram mantidas em meio MS com 3% de sacarose e 0,6% de agar. Os experimentos foram conduzidos em delineamento inteiramente casualizado, em sala de crescimento com temperatura variando de 26+2°C, umidade relativa do ar média em torno de 70% e fotoperíodo de 12 horas de luz branca fria (52?mol m-2 s-1 de irradiância). Foram avaliadas cinco concentrações de manitol (0, 10, 15 e 20g L-1). Na presença de manitol, o comprimento da parte érea apresentou valores numéricos inferiores à testemunha, mas, aos 90 dias de cultivo in vitro, foi observado efeito deletério do manitol nas microestacas. Em relação ao ácido abscísico, foram testadas cinco concentrações (0; 0,5; 1; 2 e 4mg L-1) em interação com dois tipos de vedação de frascos (tampa plástica rosqueada e papel alumínio) e dois tipos de explantes (microestacas apicais e basais). O ácido abscísico (0,5mg L-1) apresentou melhores resultados para a conservação in vitro de microestacas de plântulas de mangabeira cultivadas em frascos vedados com papel alumínio. Não houve efeito significativo do tipo de explante

    Manejo da Sigatoka-Amarela da bananeira mediante consórcio de variedades resistente e suscetível.

    No full text
    A sigatoka-amarela, causada por Mycosphaerella musicola, é uma importante doença da bananeira e, como tal, requer ações de controle para garantir uma boa colheita. Para a produção em sistema orgânico, é importante o desenvolvimento de práticas de manejo adaptadas ao mesmo. O objetivo foi avaliar o efeito e definir a proporção ideal entre variedades resistentes e suscetíveis de forma a oferecer o melhor controle para a sigatoka-amarela na variedade suscetível. O trabalho foi conduzido no campo experimental da Embrapa Mandioca e Fruticultura (CNPMF), no período de abril de 2009 a abril de 2011, estabelecido em delineamento inteiramente casualizado, utilizando-se duas variedades de bananeira: ?BRS Tropical? (resistente à sigatoka-amarela) e ?Prata Anã? (suscetível à sigatoka-amarela), distribuídas ao acaso em seis parcelas com 30 plantas, representando seis tratamentos, sendo cinco com diferentes proporções de mistura da variedade resistente com a suscetível e um composto apenas de plantas da variedade suscetível, constituindo a testemunha. Foram coletadas informações de crescimento das plantas, número de folhas, produção e severidade da doença, convertido para índice de doença. As avaliações foram realizadas mensalmente, a partir do terceiro mês após o plantio, cobrindo o primeiro e o segundo ciclos de produção. Os resultados indicam que o sistema pode se Manejo da sigatoka-amarela da bananeira mediante consórcio de variedades resistente e suscetível Zilton José Maciel Cordeiro Rita de Cássia Cerqueira Melo Carlos Alberto da Silva Ledo constituir numa forma alternativa de manejo para a sigatoka-amarela da bananeira, útil especialmente para pequenas propriedades rurais e em sistemas orgânicos de produção. A recomendação para o melhor manejo da sigatoka-amarela na variedade suscetível é fazer o cultivo entre variedade resistente e suscetível na proporção 1:1 (uma planta suscetível para cada planta resistente)

    Efeito do tamanho da semente, do substrato e pré-tratamento na germinação de sementes de pupunha.

    No full text
    A germinação lenta e uniforme de sementes de pupunha (Bactris gasipaes Kunth) acarreta problemas na propagação dessa espécie, dificultando principalmente a produção de mudas em escala comercial. Esse trabalho objetivou determinar o efeito do tamanho da semente, de substrato e de pré-tratamentos na germinação de sementes de pupunha. As sementes foram submetidas aos tratamentos: substratos (areia de textura média e vermiculita), pré-tratamentos (imersão em ácido sulfúrico 98% por quatro minutos; imersão em água à temperatura ambiente (28°C) por 48 horas; remoção do endocarpo e testemunha; e tamanho de sementes (pequena, média e grande). Os tratamentos foram comparados quanto a percentagem de germinação avaliada aos 85 dias após a semeadura e índice de velocidade de emergência. As percentagens de germinação nas sementes grandes (46%) e médias (43%) não diferiram estatisticamente entre si e foram superiores às pequenas (25%), sendo verificado o mesmo comportamento para o índice velocidade de emergência. A areia proporcionou maior percentagem de germinação (53%) quando comparada com a vermiculita (23%). Não foi verificado efeito significativo dos pré-tratamentos na velocidade de emergência

    Avaliação de diferentes tipos de armadilhas no monitoramento da Broca da Bananeira (Cosmopolites sordidus) em cultivo de plátano na Região do Baixo Sul da Bahia.

    No full text
    O cultivo de plátanos, bananas da Terra, assume grande importância econômica e social na região do Baixo Sul baiano, destacando-se como principal cultivo sendo geralmente explorado por pequenos agricultores predominando a mão-de-obra familiar

    Adaptação de variedades de mandioca no Litoral Sul da Bahia.

    No full text
    Segundo o IBGE (2010) a cultura da mandioca é produzida em todos os Estados do Brasil. A Bahia, em 2010, ocupou o terceiro lugar com 3.211.278 t, produzidas em 262.025 ha e com o rendimento médio de 12,3 t/ha. Estes dados comparados com a média de 2000 a 2006, seis anos, (4.078.477 t, em 325.529 hectares colhidos e rendimento 12,5 t/ha) nota-se que a produção aumentou 1.269.494 t e manteve a mesma produtividade por hectare. Para elevar o rendimento desta lavoura é preciso melhorar as práticas agrícolas. Neste particular, a seleção de variedades adaptadas às regiões, com maiores produtividades e elevado teor de amido, pode contribuir bastante.Melhoramento genético. Resumo 132

    Efeito da concentração de sais MS e da sacarose na conservação in vitro de Genipa Americana L.

    No full text
    O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de variações do meio MS e da sacarose na redução do crescimento de plântulas de jenipapeiro para conservação in vitro. Foram utilizadas sementes de frutos maduros de jenipapeiro provenientes de Cruz das Almas- BA. O material foi inoculado em meio MS com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de phytagel®. Após 90 dias da germinação in vitro, as plântulas foram transferidas para o meio de conservação em que foram testadas diferentes variações de sais MS e sacarose: T1) Meio MS gelificado + 30 g L-1 de sacarose; T2) ½ MS + 15 g L-1 de sacarose; T3) ½ MS + 30 g L-1 de sacarose; T4) ¼ MS + 15 g L-1 de sacarose e T5) ¼ MS + 30 g L-1 de sacarose). Foi instalado um experimento em delineamento inteiramente casualizado com cinco tratamentos e cinco repetições. Todas as variáveis foram submetidas à análise de variância e comparadas pelo teste de Scott Knott a 5% de probabilidade. Houve diferença significativa no número de folhas e vigor das plântulas de jenipapeiro. Observou-se um acréscimo do número de folhas das plântulas de jenipapeiro à medida que diminuiu as concentrações do meio MS. Os tratamentos T1 e T2 são ideais para estabelecer um protocolo de conservação in vitro de jenipapeiro por promoverem redução no crescimento. Para as variáveis, comprimento da parte aérea e número de folhas com abscisão, não foi observado nenhum efeito

    A manipueira na adubação da mandioca.

    No full text
    A manipueira ou água da mandioca é o líquido extraído da massa da mandioca. Ela é considerada pura quando obtida na prensa e usada sem mistura com água. Torna-se impura ou diluída quando misturada com água no processo de extração de fécula ou simplesmente adicionando-se a água. Ambas podem ser usadas na adubação, devendo antes ser guardada em vasilha aberta para exalar o ácido cianídrico

    Efeito do tamanho da semente, substratos e métodos de superação de dormência na emergência de pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.).

    No full text
    Sementes de pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.) com diferentes classes de tamanho (pequena, média e grande) foram submetidas a diversos tratamentos: substratos (areia e "plantmax") e métodos de superação de dormência (imersão em ácido sulfúrico (H2SO4) 98% p.a. por quatro minutos; imersão em água à temperatura ambiente (28ºC) por 48 horas; remoção do tegumento e testemunha

    Uso de manipueira na compostagem na adubação da mandioca (Manihot esculenta Crantz).

    No full text
    Segundo Oliveira et al. (2005) as vantagens apresentadas pelo composto preparado com o lixo caseiro são as seguintes: melhora a qualidade do solo e reduz a contaminação e poluição ambiental; estimula o exercício à cidadania pela contribuição na diminuição do lixo destinado aos aterros sanitários; melhora a eficiência dos fertilizantes químicos; economiza espaços físicos em aterros sanitários; recicla os nutrientes e elimina agentes patogênicos dos resíduos domésticos. O que deve ser considerado pelo fato de que o lixo doméstico costuma ser mais problemático que os restos de culturas existentes no campo. Nas regiões mandioqueiras, além dos restos culturais, existe a manipueira ou água da mandioca, liberada pelas casas de farinhas e fecularias que passa a ser enorme poluidor, tanto pela presença do Ácido Cianídrico como o acúmulo de grande quantidade de matéria orgânica. Com o despertar das pessoas do campo para as utilidades deste líquido tóxico, uma pergunta muito frequente é: Como guardar a manipueira Sempre é explicado que não se deve acumular em excesso. Recomenda-se usá-la na alimentação dos ruminantes, controle das pragas e doenças e na adubação das lavouras. Uma das maneiras de usá-la na adubação é sob a forma de compostagem que é a transformação dos restos de cultura em adubo orgânico. Neste caso, ela auxilia o processo e passa a ser um componente. Caio Neves, pesquisador da Embrapa Solos, explica à jornalista Juliana Royo, do Portal Dia de Campo, que o adubo orgânico gerado pela mistura feita na leira é excelente para a agricultura. A primeira vantagem é a existência de intensa mistura orgânica, o adubo natural consegue devolver muitos nutrientes ao solo e suprir as necessidades naturais da planta, o que faz a produtividade aumentar em até 20%. O objetivo do trabalho foi avaliar o uso de manipueira na compostagem para a adubação da mandioca. Bem como, demonstrar os acréscimos obtidos e sua importância

    Prospecção de espécies silvestres de Manihot quanto à resistência à mosca branca.

    No full text
    As espécies silvestres de Manihot são importantes reservatório s de alelos úteis passíveis de transferência para a espécie comercial (Manihot esculenta Crantz)
    corecore