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    Politiche pubbliche per la biodiversità urbana: una storia recente

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    L'articolo esplora l'evoluzione delle politiche pubbliche per la biodiversità urbana nell'ultimo decennio, con particolare attenzione al contesto italiano e alle influenze delle strategie europee come l'EU Green Deal e la EU Biodiversity Strategy 2030. L'originalità dello studio risiede nell'analisi critica della frammentarietà e discontinuità delle politiche a livello locale, evidenziando come queste ostacolino l'attuazione degli obiettivi strategici europei. La ricerca adotta una metodologia rigorosa che combina una ricognizione sistematica delle politiche su tre livelli di governance (europeo, nazionale, locale) con una classificazione delle stesse in due famiglie: politiche con obiettivi diretti sulla biodiversità urbana e politiche consequenziali. Tra i risultati principali emerge il ruolo strategico della pianificazione urbanistica per affrontare la perdita di biodiversità e l'importanza di un approccio integrato che coinvolga attori locali. Vengono discussi tre aspetti critici che ostacolano l'efficacia delle politiche: la predominanza di strumenti procedurali rispetto a quelli sostantivi, il disallineamento tra livelli di governance e la debolezza dei meccanismi di attuazione. Si conclude proponendo il livello locale come dimensione chiave per l'implementazione efficace di politiche pubbliche

    Luigi Lapenna: crucial moments of political and life career

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    Autor analizira političke i životne „lomove“ koji su odredili nacionalni identitet dalmatinskog Talijana Luigija Lapenne u drugoj polovici 19. stoljeća u Kraljevini Dalmaciji i središnjim institucijama u Beču. U središtu pozornosti je nacionalna svijest ovog autonomističkog vođe koji je više volio Austriju od Italije i koji je taktizirao oko otvorenog prihvaćanja talijanskog identiteta i sve podredio političkom pragmatizmu. Zaključeno je da je Lapenna bio austrotalijan, koji se zbog svojih javnih i tajnih političkih ciljeva stavljao do kraja u službu austrijskih političkih vlasti.The objective of this paper is to represent the issue of the ideological transformation of certain individuals and the shaping of national identity. The paradigm of such transformation is Luigi Lapenna, a nationally conscious Italian, who chose to remain loyal to Austria. He adjusted his tactics of publicly accepting his Italian identity with regard to political opportunism. Lapenna isconsidered the political leader not only of autonomist bureaucracy in Dalmatia, but also of all autonomist representatives (vladinovci) in Dalmatian Parliament in the period 1861–1874. The text endeavours to explain the thesis that the national identity of this Dalmatian Italian was largely influenced by his political engagement. Hence, the main subject of the analysis is the role of Luigi Lapenna, the holder of Italian political and cultural programme of autonomist supporters in Vienna’s central institutions, which did not favour the formation of Italian Republic

    Plano de bairro Jardim Lapenna

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    O Plano de Bairro é um instrumento para planejar a cidade na escala local, criado pelo Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo (PDE – Lei 13.050/14). Seu objetivo é reunir as demandas do bairro e, a partir delas, desenvolver uma estratégica de transformação a partir da iniciativa da sociedade civil, mas com participação do poder público (especialmente o municipal) e do setor privado. De acordo com o PDE, o Plano de Bairro deve conter ações locais relacionadas à: mobilidade (com ênfase na circulação de pedestres, ciclistas e pessoas com deficiência); espaços públicos (áreas livres, áreas verdes e área de lazer); microdrenagem; iluminação pública; acessibilidade e equipamentos públicos. Em suma, trata-se de um instrumento de planejamento destinado a pensar a implementação de pequenas iniciativas e ações diretamente relacionadas com a qualidade de vida das pessoas no espaço mais próximo da vida cotidiana. O Jardim Lapenna é um bairro localizado na zona leste de São Paulo, mais especificamente na Distrito de São Miguel, situado entre a estação São Miguel Paulista e o antigo leito do Rio Tietê. O bairro é conhecido por ter uma ampla presença de instituições da sociedade civil e por ser um lugar que, por meio de lutas contínuas, conquistou uma boa oferta de equipamentos públicos: possui uma UBS, duas creches, uma escola estadual, um ponto de leitura e um Centro de Criança e Adolescente. Ao mesmo tempo, no entanto, sua localização atrativa (próxima à uma estação de Trem Metropolitano e com boa oferta de equipamentos), associada à sua condição de várzea, fez com que o Lapenna passasse por um intenso e rápido processo de crescimento populacional: passou de pouco mais de 5 mil habitantes em 2000 (Censo, IBGE) para cerca de 12 mil habitantes em 2017 de acordo com a estimativa da Unidade Básica de Saúde local. O Jardim Lapenna passou então a sofrer com alguns graves problemas sociais e ambientais tais como: falta de coleta de esgoto e acesso à água tratada, aumento da incidência de alagamentos, participação expressiva de população com alto índice de vulnerabilidade. A partir desse quadro de agravamento de problemas uma rede de organizações locais da sociedade civil iniciou a construção de um Plano de Bairro para o Jardim Lapenna, com apoio da Fundação Tide Setúbal e assessoria técnica do Centro de Política e Economia do Setor Público da Fundação Getúlio Vargas. Desde fevereiro de 2017 iniciou-se um processo participativo para discutir coletivamente os principais problemas, as soluções e as prioridades do bairro. Seus resultados criaram o Plano de Bairro do Jardim Lapenna: rota para um território de direitos. O Plano traz 48 ações para transformar o bairro, organizadas em 14 propostas e 4 grandes desafios. O primeiro desafio, visto como uma condição estrutural para a transformação do Jardim Lapenna, trata do fortalecimento da organização comunitária, que passa pela institucionalização do Colegiado de instituições e moradores (grupo que nasceu e tem se consolidado imbricado com a construção do Plano) e pela organização de um acompanhamento permanente para o monitoramento da implementação. As ações para promover qualidade ambiental ganham destaque no segundo desafio, com propostas relacionadas à microdrenagem (como a instalação de pisos permeáveis nas calçadas), instalação de pontos para coleta e reciclagem de resíduos sólidos e criação de hortas comunitárias. Outro aspecto central que surgiu no desenvolvimento das propostas está vinculado às ações que permitem melhorar a microacessibilidade, como o compartilhamento das vias (especialmente na principal rua do bairro) e medidas moderadoras de tráfego para melhorar a segurança de todos, presentes no terceiro desafio. O cuidado e apropriação dos espaços livres, em um território com alta proporção de crianças e adolescentes, surge dentro do processo do plano de bairro. Já aconteceram dois mutirões de requalificação das praças, que passaram a ser utilizadas com muito mais intensidade desde então. Finalmente, as ações relacionadas com infraestrutura (saneamento básico) e qualificação dos equipamentos públicos existentes (tornando seu entorno mais atraente e acessível) completam as propostas no sentido de conferir condições dignas de habitabilidade para seus moradores, detalhadas no quarto desafio. O resultado de um plano de bairro abrangente e participativo é a grande quantidade de propostas, condizentes com os principais desafios que o Jardim Lapenna apresenta. Porém, o contexto de escassez de recursos, bem como a preocupação com a viabilidade do Plano levou a um debate participativo em torno das prioridades e dos ciclos de implementação. Em função disso, o Plano de Bairro do Jardim Lapenna está articulado para ser desenvolvido em três períodos 2018-2021; 2022-2025; 2026-2029 que coincidem com a elaboração dos Planos Plurianuais. Ademais, as responsabilidades são compartilhadas. Em parte delas, o sucesso cabe essencialmente aos próprios moradores. Em outras, serão distribuídas pautas para diferentes órgãos públicos. Finalmente, existe, para algumas, potencial para parceria com outras organizações da sociedade civil e instituições de investimentos com impacto social. É dessa articulação que se pode aproveitar o potencial, a organização coletiva para transformar um bairro com muito potencial mas que precisa encarar sérios desafios e a precariedade na cidade de São Paulo.The Neighborhood Plan is an instrument for planning the city at the local scale, created by the Strategic Master Plan of the Municipality of São Paulo (PDE – Law 13.050/14). Its goal is to bring together the neighborhood’s demands and, from them, develop a transformation strategy initiated by civil society, but with the participation of the public sector (especially the municipal government) and the private sector. According to the PDE, the Neighborhood Plan must include local actions related to: mobility (with emphasis on pedestrian, cyclist, and accessibility circulation), public spaces (open areas, green areas, and recreational areas), micro-drainage, public lighting, accessibility, and public facilities. In short, it is a planning tool designed to consider the implementation of small initiatives and actions directly related to improving people’s quality of life in the space closest to their daily lives. Jardim Lapenna is a neighborhood located in the eastern zone of São Paulo, specifically in the district of São Miguel, situated between São Miguel Paulista station and the former bed of the Tietê River. The neighborhood is known for its strong presence of civil society organizations and for being a place that, through continuous struggles, has achieved a good supply of public facilities: it has a Basic Health Unit (UBS), two daycare centers, a state school, a reading point, and a Child and Adolescent Center. At the same time, however, its attractive location (close to a Metropolitan Train station and with a good supply of facilities), combined with its condition as a floodplain, has led Jardim Lapenna to experience an intense and rapid process of population growth: it went from just over 5,000 inhabitants in 2000 (Census, IBGE) to about 12,000 inhabitants in 2017, according to estimates from the local Health Unit. As a result, Jardim Lapenna began to face serious social and environmental problems such as a lack of sewage collection and access to treated water, an increase in flooding, and a significant portion of the population living in high vulnerability. Given this worsening situation, a network of local civil society organizations began developing a Neighborhood Plan for Jardim Lapenna, supported by the Tide Setúbal Foundation and with technical assistance from the Center for Public Sector Policy and Economics at Fundação Getúlio Vargas. Since February 2017, a participatory process has been underway to collectively discuss the neighborhood’s main problems, solutions, and priorities. The results created the Jardim Lapenna Neighborhood Plan: A Route Toward a Territory of Rights. The plan presents 48 actions to transform the neighborhood, organized into 14 proposals and 4 major challenges. The first challenge, seen as a structural condition for the neighborhood’s transformation, focuses on strengthening community organization, which involves institutionalizing the Council of Institutions and Residents (a group that emerged and consolidated through the development of the Plan) and organizing ongoing monitoring for implementation. Actions aimed at promoting environmental quality stand out in the second challenge, with proposals related to micro-drainage (such as installing permeable sidewalks), setting up points for solid waste collection and recycling, and creating community gardens. Another central aspect that emerged during the development of proposals concerns micro-accessibility improvements, such as shared street use (especially on the neighborhood’s main road) and traffic-calming measures to improve safety for everyone—these are part of the third challenge. The care and use of public spaces, in a territory with a high proportion of children and adolescents, also became an important part of the neighborhood plan process. Two collective efforts to revitalize public squares have already taken place, and these spaces have since been used much more frequently. Finally, actions related to infrastructure (basic sanitation) and the improvement of existing public facilities (making their surroundings more attractive and accessible) complete the proposals that aim to ensure dignified living conditions for residents, detailed in the fourth challenge. The result of a comprehensive and participatory neighborhood plan is a large number of proposals that reflect the main challenges Jardim Lapenna faces. However, the context of limited resources and the concern with the Plan’s feasibility led to a participatory debate around priorities and implementation cycles. Consequently, the Jardim Lapenna Neighborhood Plan was structured to be implemented in three periods—2018–2021, 2022–2025, and 2026–2029—which coincide with the elaboration of the Multi-Year Plans (PPAs). Moreover, responsibilities are shared. For some actions, success depends essentially on the residents themselves. Others are assigned to various public agencies. Finally, some have potential for partnerships with other civil society organizations and social impact investment institutions. It is through this articulation that the neighborhood’s collective organization and potential can be leveraged to transform a place full of promise, but one that still faces serious challenges and precarious conditions in the city of São Paulo.Fundação Tide Setúba

    I. Lapenna, State and Law : Soviet and Yugoslav Theory

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    I. Lapenna, State and Law : Soviet and Yugoslav Theory. In: Revue internationale de droit comparé. Vol. 17 N°2, Avril-juin 1965. pp. 537-538

    I. Lapenna, State and Law : Soviet and Yugoslav Theory

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    I. Lapenna, State and Law : Soviet and Yugoslav Theory. In: Revue internationale de droit comparé. Vol. 17 N°2, Avril-juin 1965. pp. 537-538

    Implementation of a Physical-Layer Message Authentication for OpenVLC

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    openIl presente documento descrive il lavoro svolto durante il periodo di stage, della durata di circa trecento ore, dal laureando Francesco Lapenna presso il Dipar- timento di Matematica dell’Università degli Studi di Padova. Gli obbiettivi da raggiungere erano molteplici. In primo luogo era richiesta la configurazione di due schede BeagleBone Black per consentire la comunicazione tramite luce visibile. In secondo luogo era richiesta l’implementazione di un modulo di autenticazione sulla piattaforma OpenVLC seguendo lo standard IEEE 802.15.7. Tale modulo permette di autenticare i mes- saggi con basso impatto sulla velocità di trasmissione e di individuare pacchetti non validi già al primo stadio della comunicazione. Infine era richiesto di testare il sistema in diverse condizioni ambientali.This document describes the work carried out during the internship period, lasting approximately three hundred hours, by the graduating student Francesco Lapenna at the Department of Mathematics of the University of Padua. The objectives to be achieved were multiple. First, the configuration of two BeagleBone Black boards was required to enable communication via visible light. Secondly, the implementation of an authentication module on the OpenVLC platform was requested, following the IEEE 802.15.7 standard. This module allows for message authentication with minimal impact on transmission speed and enables the detection of invalid packets at the very first stage of communication. Finally, the system was to be tested under different environmental conditions
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