229 research outputs found
Representing Roomates' Preferences with Symmetric Utilities
In the context of the stable roommates problem, it is shown that acyclicity of preferences is equivalent to the existence of symmetric utility functions, i.e. the utility of agent i when matched with j is the same as j 's utility when matched with i .
CETICISMO E CRENÇA NO SÉCULO XVII
O artigo se contrapõe a estudos recentes sobre o ceticismo seiscentista ao sustentar que ao invés de romper com a épochè (suspensão do juízo) este ceticismo de fato a fortalece. O artigo sugere duas razões para esta interpretação equivocada do ceticismo do século dezessete: uma influência das visões cartesiana e pascaliana do ceticismo nestes estudos e a suposição que o ceticismo mais relevante no período é mais pirrônico do que acadêmico
Deus e a física mecanicista como desafios a questão da liberdade em Descartes
Quando nos perguntarmos se é possível falar em liberdade humana considerando a forma como R. Descartes concebe Deus cuja onipotência dispõe todos os acontecimentos no mundo e o mundo submetido ao mais rígido determinismo , não estaremos nos perguntado apenas pelo poder de escolha do homem, mas, também, em que medida essas escolhas se relacionam com o mundo, ou seja, como atuamos no mundo. Para tanto, apesar de reconhecermos a importância da Quarta Meditação - talvez o primeiro momento em que o filósofo trata o tema de maneira mais sistemática - e, portanto, dedicaremos especial atenção a ela, nossa investigação acerca das condições de possibilidade da liberdade humana na filosofia de Descartes não se limitará a um discurso acerca do poder de julgar da vontade. É também uma investigação em busca de momentos em que podemos encontrar atos livres. Ou seja, o que buscamos é por todo e qualquer tipo de manifestação ou ato que caracterize a liberdade do sujeito. Nossa questão é anterior à pergunta o que é liberdade em Descartes?, trata-se antes da busca por fundamentos que asseguram a afirmação da liberdade no mundo tal qual ele propôs. Para tanto nosso objetivos consistem em primeiro lugar, em destacar nos escritos cartesianos os momentos em que pode-se notar a liberdade entendida no contexto do sujeito, em seguida iremos nos dedicar a analisar cada momento em separado, investigando possíveis problemas ou contradições com outras doutrinas do filósofo, a fim de examinar a coerência da concepção cartesiana de liberdade. Ou seja, trata-se de examinar a possibilidade de se falar em liberdade do sujeito na obra de René Descartes considerando a forma como o filósofo concebe Deus e o mundo. A análise se constituirá de dois momentos: no primeiro, a liberdade será tomada como independência da vontade do sujeito e como auto-suficiência do sujeito frente ao outro; no segundo, a liberdade será buscada nas ações humanas considerando a dualidade do homem cartesiano (corpo e alma). Em ambos os momentos Deus e a física se imporão como desafios. Ao final desta análise, somadas as conclusões a que chegamos em cada momento, pudemos perceber, com base nos elementos textuais disponíveis, que a espontaneidade da alma não é capaz de vencer o determinismo físico ao qual está submetido o corpo e seus movimentos e, portanto, não há como afirmarmos com segurança a liberdade nas ações do composto humano sem cairmos em contradição com as leis da física cartesiana
Deus e a física mecanicista como desafios a questão da liberdade em Descartes
Quando nos perguntarmos se é possível falar em liberdade humana considerando a forma como R. Descartes concebe Deus cuja onipotência dispõe todos os acontecimentos no mundo e o mundo submetido ao mais rígido determinismo , não estaremos nos perguntado apenas pelo poder de escolha do homem, mas, também, em que medida essas escolhas se relacionam com o mundo, ou seja, como atuamos no mundo. Para tanto, apesar de reconhecermos a importância da Quarta Meditação - talvez o primeiro momento em que o filósofo trata o tema de maneira mais sistemática - e, portanto, dedicaremos especial atenção a ela, nossa investigação acerca das condições de possibilidade da liberdade humana na filosofia de Descartes não se limitará a um discurso acerca do poder de julgar da vontade. É também uma investigação em busca de momentos em que podemos encontrar atos livres. Ou seja, o que buscamos é por todo e qualquer tipo de manifestação ou ato que caracterize a liberdade do sujeito. Nossa questão é anterior à pergunta o que é liberdade em Descartes?, trata-se antes da busca por fundamentos que asseguram a afirmação da liberdade no mundo tal qual ele propôs. Para tanto nosso objetivos consistem em primeiro lugar, em destacar nos escritos cartesianos os momentos em que pode-se notar a liberdade entendida no contexto do sujeito, em seguida iremos nos dedicar a analisar cada momento em separado, investigando possíveis problemas ou contradições com outras doutrinas do filósofo, a fim de examinar a coerência da concepção cartesiana de liberdade. Ou seja, trata-se de examinar a possibilidade de se falar em liberdade do sujeito na obra de René Descartes considerando a forma como o filósofo concebe Deus e o mundo. A análise se constituirá de dois momentos: no primeiro, a liberdade será tomada como independência da vontade do sujeito e como auto-suficiência do sujeito frente ao outro; no segundo, a liberdade será buscada nas ações humanas considerando a dualidade do homem cartesiano (corpo e alma). Em ambos os momentos Deus e a física se imporão como desafios. Ao final desta análise, somadas as conclusões a que chegamos em cada momento, pudemos perceber, com base nos elementos textuais disponíveis, que a espontaneidade da alma não é capaz de vencer o determinismo físico ao qual está submetido o corpo e seus movimentos e, portanto, não há como afirmarmos com segurança a liberdade nas ações do composto humano sem cairmos em contradição com as leis da física cartesiana
Enterobacterial presence in cloacae of scorpion mud turtles (Kinosternon scorpioides) bred in captivity.
Out-Of-The_Money Monte Carlo Simulation Option Pricing: the join use of Importance Sampling and Descriptive Sampling
As in any Monte Carlo application, simulation option valuation produces imprecise estimates. In such an application, Descriptive Sampling (DS) has proven to be a powerful Variance Reduction Technique. However, this performance deteriorates as the probability of exercising an option decreases. In the case of out of the money options, the solution is to use Importance Sampling (IS). Following this track, the joint use of IS and DS is deserving of attention. Here, we evaluate and compare the benefits of using standard IS method with the joint use of IS and DS. We also investigate the influence of the problem dimensionality in the variance reduction achieved. Although the combination IS+DS showed gains over the standard IS implementation, the benefits in the case of out-of-the-money options were mainly due to the IS effect. On the other hand, the problem dimensionality did not affect the gains. Possible reasons for such results are discussed.
Interdependence and Contagion: an Analysis of Information Transmission in Latin America's Stock Markets
This paper brings evidences about the hypotheses of financial crisis contagion over Latin American stock markets in the 90's using a multivariate GARCH model. Beside the traditional volatility structure, we added a leverage term like GJR framework in order to avoid problems due to the use of conditional correlation as a measure of relationship between stock markets. The results show the existence of contagion only during the Asian (1997) and the Russian (1998) crises. The consequences of the Brazilian crisis (1999) can be identified as a result of interdependence among Latin American markets, while the crises of Mexico (1994) and Argentina (2001) show a specific mechanism of propagation. This result raises questions about the "contagion" and "interdependence" concepts' adequacy for the analysis of information transmission among stock markets.
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