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As novas Tecnologias na Igreja Assembleia de Deus
O objetivo deste trabalho é apresentar alguns dados iniciais da pesquisa PIBIC que venho realizando a respeito da “conectividade evangélica2”. A metodologia utilizada foi o trabalho de campo que constou de entrevistas e de observação direta dos cultos da Assembleia de Deus em Toledo, no Paraná. Meu objetivo principal é compreender como os evangélicos das Assembleias de Deus estão aderindo às inovações tecnológicas tais como telefones celulares e telão multimídia durante o culto religioso. Ao longo da pesquisa verificamos a utilização da bíblia online e a transmissão ao vivo do culto como algo recente no espaço do sagrado e que está relacionado ao crescimento cada vez maior do uso da tecnologia no cotidiano contemporâneo
As deputadas federais eleitas por São Paulo, em 2018, são feministas ou antifeministas?
As lutas feministas pelos direitos civis, políticos e sociais para as mulheres foram responsáveis por conquistas, tais como a possibilidade de se candidatar, votar e exercer cargos eletivos no legislativo e executivo de vários países considerados democráticos, principalmente no Ocidente. As reivindicações por igualdade geraram políticas afirmativas que implicaram a obrigação – por parte dos partidos políticos – de apresentarem candidatas mulheres nos pleitos para os legislativos. Entretanto, o fato de uma candidata ser “mulher” não garante que terá uma atuação feminista – na defesa de pautas históricas e fundamentais para as mulheres – caso seja eleita. Inclusive, algumas candidatas podem se valer de sua postura antifeminista para se elegerem. Isso pode ser ilustrado por meio da análise de algumas postagens no Twitter, nos discursos de quatro deputadas federais, eleitas pelo estado de São Paulo, nas eleições de 2018: Joice Hasselmann (PSL), Tabata Amaral (PDT), Kátia Sastre (PL) e Sâmia Bomfim (PSOL). Os posicionamentos das deputadas eleitas permitem afirmar que poderiam ser classificadas como feministas ou antifeministas? Para responder essa questão, escolhemos caracterizar o que seria um discurso feminista ou antifeminista por meio da elaboração de dois “tipos ideais” no sentido weberiano – enfatizando posições altamente polarizadas – de modo a permitir localizar os discursos das deputadas dentro de um espectro ideológico que inicia em um extremo antifeminismo e termina em um extremo feminismo, passando por duas posições intermediárias: antifeminismo brando e feminismo brando
