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    Política e secularização em Carl Schmitt

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    O artigo visa examinar alguns aspectos da relação entre política e secularização em Carl Schmitt, partindo de sua análise da subjetividade romântica em Romantismo Político.The article's aim is to examine some aspects of the relation between politics and secularization in the thought of Carl Schmitt, departing of his analysis of the romantic subjectivity in his book Political Romanticism

    Apresentação

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    MAQUIAVEL: A FORÇA, O PODER E A RETÓRICA

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    &lt;p&gt;Resumo: O presente artigo visa examinar as relações entre poder, força e retórica no pensamento de Maquiavel. A obra do secretário florentino nos liberta da ilusão segundo a qual o poder é idêntico à força, nos mostrando que seu exercício é impossível sem a dimensão discursiva. Apenas levando esse fato em consideração, podemos apreender a realidade política em sua complexidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Palavras-chaves: Poder, retórica, força, Maquiavel. &lt;/p&gt;</jats:p

    APRESENTAÇÃO

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    Os textos que compõem esse número especial dos Caderno Arendt fazem mais do que evidenciar os pontos de contato – ou as interfaces – entre o pensamento de Arendt e a tradição republicana: eles abrem o caminho para que o leitor possa aceder ao núcleo republicano do pensamento de Arendt, o que é muito diferente de filiá-lo a uma “escola”. Neste núcleo está uma concepção de república, forjada graças à leitura dos escritores políticos

    ARENDT, HUMANISMO E REPUBLICANISMO

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    Neste artigo pretendemos abordar alguns aspectos da relação entre a tradição republicana e o pensamento de Hannah Arendt a partir do tema do “humanismo”. É possível ver convergências importantes entre o projeto de formação levado a cabo pelo humanistas do Renascimento italiano e as concepções arendtiana de cultura, república e também humanismo. Com esse expediente, acreditamos poder mostrar que faz sentido falar de uma “tradição republicana” na qual Arendt estaria inserida

    Claude Lefort e as origens do republicanismo moderno. O nascimento da ideologia

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    O objetivo deste artigo é mostrar que a crítica da ideologia, levada a cabo por Claude Lefort, é relevante para o pensamento republicano. Via de regra, a relação de Lefort com o republicanismo gravita em torno de sua interpretação da teoria do conflito de Maquiavel, o que nos parece perfeitamente justificado. Porém, acreditamos que seja igualmente necessário, para melhor compreender a contribuição de Lefort para o republicanismo, lembrar que sua leitura de Maquiavel também inclui a crítica daquilo que ele denominou de “ideologia florentina”, entendida como o discurso que visa ocultar a divisão social – difundindo a imagem de uma cidade harmônica – e a diferença no tempo – reivindicando a plena continuidade entre Florença e Roma

    Claude Lefort e a Liberdade Política

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    Arendt e a crítica ao romantismo na biografia de Rahel Varnhagen

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    ADVERSE, Helton. Arendt e a crítica ao romantismo na biografia de Rahel Varnhagen. Argumentos Revista de Filosofia, Fortaleza, ano 5, n. 9, p. 79-96, jan./jun. 2013.This paper aims to examine the criticism Arendt makes to the Romanticism in her biography of Rahel Varnhagen, written in the early thirties. The central hypothesis is that this criticism is a relevant element in the ulterior development of Arendt’s political thought. Besides that, this paper tries to demonstrate that there is an influence of Schmitt’s wok Political Romanticism on Arendt’s conception of Romanticism.Este artigo propõe fazer uma breve análise da crítica ao romantismo presente na biografia de Rahel Varnhagen escrita por Hannah Arendt no começo dos anos 1930. A hipótese central é a de que esta crítica é um dado relevante para o desenvolvimento ulterior do pensamento político arendtiano. Além disso, este artigo tenta mostrar a plausibilidade da sugestão de que há uma influência da obra de Carl Schmitt, Romantismo Político, sobre a concepção arendtiana do romantismo
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