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    CONTRATRANSFERÊNCIA EM FOCO: PANORAMA GERAL SOBRE AFETOS LATENTES NA PRÁTICA PROFISSIONAL EM SAÚDE MENTAL

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    Este artigo deriva de uma seção da dissertação intitulada "L\u27utilisation du contre-transfert culturel dans l\u27approche de groupes ethniques diasporiques: le cas des familles noires au Brésil", requisito para conclusão de curso de pós-graduação em Psiquiatria e Competências Transculturais da Université Paris Descartes, Faculté de Médecine e parte de um doutorado sanduíche em Psicologia Social da PUC-SP. O foco recai sobre o primeiro capítulo, que investiga os antecedentes teóricos do conceito de contratransferência e suas influências sobre o conceito etnopsiquiátrico de contratransferência cultural, que explora os meandros afetivos da relação entre profissionais de saúde mental e pacientes de diferentes origens culturais. Deste modo, busca-se apreender como questões de cultura, raça e etnia podem influenciar fenômenos contratransferenciais, engendrando vicissitudes na intersubjetividade e interfaces que instigam indagações científicas sobre práticas clínicas e pesquisas, assim como questionamentos da mesma ordem na contemporaneidade

    EFEITOS DO L-PRF NA REGENERAÇÃO ÓSSEA EM PACIENTES COM TRAUMA ZIGOMÁTICO SUBMETIDOS A CIRURGIA BUCOMAXILOFACIAL: REVISÃO DE LITERATURA

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    O Leucocyte and Platelet-Rich Fibrin (L-PRF) é uma biomembrana autóloga obtida a partir do sangue do paciente, amplamente utilizada em cirurgias regenerativas por suas propriedades cicatrizantes e osteoindutoras. Nos casos de trauma zigomático tem mostrado potencial significativo na regeneração óssea, pode acelerar o processo de cicatrização óssea e tecidual, promover uma melhor vascularização e estimular a formação de novo osso. Isso ocorre devido à liberação lenta e sustentada de fatores de crescimento, como TGF-β, PDGF, VEGF e outros mediadores que facilitam a proliferação celular e a diferenciação osteoblástica. Objetivo: Avaliar efeitos do LPRF na regeneração óssea em pacientes com trauma zigomático submetidos a cirurgia bucomaxilofacial. Metodologia: Esta revisão de literatura foi realizada com base em artigos científicos dispostos nas bases de dados MEDLINE via PubMed (Medical Literature Analysis and Retrieval System Online), LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Conclusão: Conclui-se que o uso do L-PRF em pacientes com trauma zigomático submetidos a cirurgias bucomaxilofaciais tem mostrado resultados promissores na aceleração da regeneração óssea e cicatrização tecidual. Além disso, a técnica diminui a necessidade de enxertos ósseos adicionais e pode melhorar a estabilidade óssea a longo prazo. Assim, o L-PRF surge como uma opção viável e eficiente para otimizar os resultados em cirurgias de reconstrução facial, representando uma importante evolução nas práticas regenerativas da cirurgia bucomaxilofacial

    EXPLORANDO O POTENCIAL ANTIMICROBIANO DE Syzygium malaccense L. NO ENFRENTAMENTO DA RESISTÊNCIA DE Staphylococcus aureus.

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    A resistência antimicrobiana tem aumentado significativamente, causando um impacto significativo na saúde global. Tratamentos estão sendo comprometidos devido a diversos mecanismos de resistência desenvolvidos por microrganismos em relação aos medicamentos atuais. Um exemplo relevante é a resistência aos antibióticos, na qual bactérias patogênicas, como o Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), demonstram resistência a uma ampla variedade de antibióticos disponíveis na indústria farmacêutica, o que pode resultar em sérias complicações de saúde. Portanto, a pesquisa sobre a atividade antimicrobiana de plantas está em crescimento. A Syzygium malaccense L. é uma planta amplamente utilizada tanto para fins nutricionais quanto terapêuticos, sendo tradicionalmente empregada na preparação de remédios. Ela possui importantes propriedades farmacológicas, que podem ser atribuídas aos compostos bioativos presentes na planta, embora sejam necessários mais estudos para confirmar essas informações. Assim, a Syzygium malaccense L. emerge como uma valiosa fonte de pesquisa para investigar sua potencial ação antimicrobiana principalmente contra cepas resistentes de Staphylococcus aureus. Objetivos: Este trabalho teve como objetivo avaliar a atividade antimicrobiana da Syzygium malaccense L. frente a uma cepa resistente de S. aureus. Métodos: Para a execução desta pesquisa, as folhas da espécie vegetal Syzygium malaccense L. foram coletadas em Santa Helena - MA, secas e submetidas à técnica de extração por maceração utilizando como líquido extrator uma solução hidroalcoólica por um período de 15 dias. Logo após, o extrato foi concentrado em rotaevaporador e designado pela sigla EHSm. E por fim, o EHSm foi submetido às análises fitoquímicas e análise da atividade antimicrobiana in vitro pelo método de difusão em ágar frente a uma cepa resistente de Staphylococcus aureus. Resultados: Nos testes fitoquímicos o EHSm apresentou uma quantidade abundante de flavonoides e taninos condensados; e moderada de taninos hidrolisáveis. Além disso, constatou-se que o extrato exerceu um potencial efeito inibitório, pela identificação de um halo de 2,5 cm sobre o S. aureus. Conclusão: Constatou-se que o EHSm apresentou propriedade antibacteriana contra a cepa de S. aureus., o que sugere que esta pode ser uma espécie em potencial como alternativa terapêutica para o tratamento de infecções causadas por cepa resistente dessa bactéria

    CHÁ VERDE (Camellia sinensis (L.) Kuntze): UM ESTUDO DE SUA ATIVIDADE CONTRA Staphylococcus aureus EM UM CONTEXTO DE RESISTÊNCIA BACTERIANA

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    A utilização indiscriminada de antimicrobianos pela população deu origem a uma nova geração de cepas bacterianas altamente resistentes aos antibióticos, incluindo o Staphylococcus aureus. Diante desse cenário, tornou-se necessária a busca por novas abordagens para combater esses patógenos. Nesse contexto, as plantas emergem como uma opção promissora, uma vez que contêm uma variedade de compostos bioativos que podem ser explorados em diversos campos, como a inibição do S. aureus. A Camellia sinensis (L.) Kuntze se destaca como uma alternativa viável, pois demonstrou possuir propriedades antimicrobianas, antioxidantes, antivirais e até anti-inflamatórias comprovadas. Objetivos: Sendo assim, este trabalho teve como objetivo testar a atividade antimicrobiana do extrato hidroalcoólico do extrato seco da espécie vegetal Camellia sinensis (L.) Kuntze, frente a uma cepa resistente de Staphylococcus aureus ATCC 6538. Métodos: Para a realização deste trabalho, o extrato seco da espécie vegetal Camellia sinensis (L.) Kuntze, foi submetido à técnica de extração por maceração utilizando como líquido extrator uma solução hidroalcoólica 70% por um período de 15 dias. Após extração, o extrato foi concentrado em rotaevaporador para obtenção do extrato hidroalcoólico das folhas de Camellia sinensis (L.) Kuntze designado pela sigla EHCs. Após a extração, o EHCs foi submetido a análise da atividade in vitro pelo método de microdiluição seriada. Resultados: A análise do EHCs revelou efeito antibacteriano, evidenciado pela formação de um halo de inibição com um diâmetro de 0,5 cm quando testado contra a cepa de Staphylococcus aureus ATCC 6538. Conclusão: Observou-se que o EHCs apresentou propriedades antimicrobianas contra a cepa de S. aureus, o que sugere que ele pode ser uma espécie promissora como alternativa terapêutica para o tratamento de infecções causadas por esta bactéria

    INFLUÊNCIA DO SUBSTRATO NA PROPAGAÇÃO CLONAL POR MINIESTAQUIA DE DUAS VARIEDADES DE FICUS BENJAMINA L.

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    O Ficus benjamina  L. é uma espécie que possui características ornamentais, é bastante  cultivada em parques, jardins e arborização urbana, sendo tolerante a podas. Essa espécie é uma das árvores exóticas mais cultivadas no sudeste do Brasil. A obtenção de mudas seminais   dessa planta não é possível na região semiárida, sendo necessário a utilização de técnicas de propagação clonal para sua multiplicação. O substrato e a técnica de multiplicação clonal são fatores muito importantes para a produção de mudas de qualidade, pois influencia na iniciação e enraizamento das espécies. Neste sentido, este trabalho teve como objetivo identificar um substrato comercial  a ser utilizado como tratamento testemunha em pesquisas futuras nas quais serão utilizados substratos alternativos e, se a técnica clonal por miniestaquia tem potencial para ser adotada para a propagação de mudas de Ficus benjamina L. Inicialmente  foi estabelecido um minijardim clonal de duas variedades da espécie como fonte de propágulos vegetativos para a instalação dos experimentos. Os substratos comerciais utilizados foram Tropstrato® e o Basaplant®. As miniestacas de cada variedade foram confeccionadas com o comprimento de 10 cm, com redução da área foliar da miniestaca. A partir dos 70 dias após o plantio as miniestacas foram transferidas para a casa de sombra e aos 112 dias o experimento foi finalizado. Para cada variedade foi instalado um experimento que foram dispostos em Delineamento Inteiramente Casualizados com dois tratamentos e seis repetições. Cada parcela foi constituída de nove miniestacas, resultando em um experimento para cada variedade constituído por 108 miniestacas. Aos 70 e 112 dias foram analisados dados de sobrevivência e no final o enraizamento e a agregação das  raízes no substrato. Semanalmente, até aos 112 dias, foram coletados dados de raízes observadas na extremidade inferior do tubete. A técnica de miniestaquia mostrou ter grande potencial para a produção de mudas das duas variedades e, ambos os substratos são recomendados como tratamento testemunha para pesquisas utilizando a técnica de miniestaquia em Ficus benjamina L

    LOGÍSTICA INTERNA DE INFLAMÁVEIS: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA QUE ATUA NO SETOR AGROFLORESTAL NO SUDESTE DO ESTADO DO PARÁ

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    Armazenamento, estoque e transporte são algumas das atividades que constituem a logística interna de uma empresa no manuseio de seus produtos e pessoas. São atividades que requerem normas de segurança estabelecidas por órgãos governamentais ou entidades privadas, principalmente aqueles que envolvem produtos perigosos , como os inflamáveis. Os cuidados com a logística de inflamáveis são elaborados sob a supervisão da ABNT (Assossiação Brasileira de Normas Técnicas). No caso da logisitica interna para os produtos inflamáveis com volume acima de 250 L, a pressão monométrica igual ou inferior a 103,4 kPa (15 psig), são apresentadas as NBR 7Nº 505-1 da, (NBR 7505-1 - Armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis Parte 1: Armazenagem em tanques estacionários); NBR N°.9735 que aponta um conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos, considerando a segurança dos trabalhadores quanto do veículo no transporte e, a NBR 10721 - 2005 - Extintores de Incêndio com Carga de Pó. Assim, o objetivo desta pesquisa foi analisar os desafios da logística interna na gestão do estoque, controle de distribuição e armazenamento de combustíveis consumidos em uma empresa do setor agroflorestal estabelecida na região do Sul do Estado do Pará. Foi realizada uma pesquisa qualitativa através de um estudo de caso. Ao término, constatou-se que a empresaseprega medidas de controle e segurança específicos na execução das operações com o combustível, entretanto, também foi percebido o pouco uso de tecnologias da informação para aumentar a eficiência das operações, isso reflete a pouca eficicácia da aplicação dos estudos de previsão da demanda dos estoques e na distribuição dos inflamáveis; observou-se uma relação de dependência com as atividades efetuadas na empresa. Esse fato, acontece em decorrência da sazolidade nas oscilações de demanda do setor. Sugere-se a ampliação das variáveis analisadas no estudo para aumentar o nível de conhecimento da empresa, foco da análise

    SABERES DA MEDICINA ANCESTRAL NO SEMIÁRIDO: FERRAMENTAS PROMOTORAS DE CONSERVAÇÃO E DE SAÚDE PARA MULHER INDÍGENA KANTARURÉ

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    A Medicina Tradicional dos povos indígenas do semiárido configura-se como importante elemento cultural para essas populações. Embora várias pesquisas tenham sido desenvolvidas sob o aspecto farmacológico da saúde feminina indígena na região Nordeste, estes estudos ainda são incipientes.  O presente trabalho objetivou investigar as espécies de plantas da Caatinga que desempenham um papel significativo na promoção da saúde feminina indígena Kantaruré, além de analisar quais recursos florísticos estão sob ameaças de extinção. A coleta de dados incluiu listagem livre, entrevistas abertas e semiestruturadas. As plantas Anacardium occidentale L. e Spondias tuberosa Arruda, foram às espécies com maior número de citação e indicadas para regulação do ciclo menstrual e tratamento de enfermidades do aparelho reprodutor. Constatou-se que as etnoespécies aroeira (Myracrodruon urundeuva), baraúna (Schinopsis brasiliensis) e o angico (Anadenanthera colubrina), são de uso recorrentes pela população local e de acordo com a literatura oficial são plantas que estão ameaçadas de extinção sobretudo porque a fitoterapia para essas populações são práticas curativas recorrentes utilizada pela população local e não indígena. Destaca-se, portanto, que os resultados podem subsidiar processos de bioprospecção e contribuir para a seleção de espécies nativas da caatinga em estudos futuros, com foco em seu uso e manejo de forma sustentável

    COMPARAÇÃO DOS BIOESTIMULADORES DE COLÁGENO ÁCIDO POLI-L-LÁCTICO (PLLA) E ÁCIDO HIALURÔNICO (AH) NA ESTÉTICA FACIAL DE PACIENTES JOVENS

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    A busca por rejuvenescimento tem impulsionado pacientes jovens a buscarem o uso de bioestimuladores como Ácido Poli-L-Láctico e Ácido Hialurônico, para a regeneração da pele de forma natural. Ambos melhoram firmeza e textura, com durabilidade variando (PLLA até 24 meses, AH 12-18 meses). Nesse cenário, o biomédico avalia, planeja e aplica esses tratamentos, visando segurança e resultados satisfatórios. O objetivo do estudo é analisar a eficácia, durabilidade e segurança dos bioestimuladores de colágeno Ácido Poli-L-Láctico (PLLA) e Ácido Hialurônico (AH) na estética facial de pacientes jovens. O método consiste na revisão bibliográfica qualitativa entre 2019 e 2024, com busca nas bases de dados: PubMed, Scielo, ScienceDirect e BVS, foram utilizados os descritores específicos "Ácido Poli-L-Láctico", "Ácido Hialurônico", "bioestimuladores de colágeno", "estética facial" e "segurança dos bioestimuladores" nos idiomas português e inglês. Verificou-se que na análise de 30 estudos destacou a eficácia do PLLA na bioestimulação de colágeno com resultados duradouros e naturais, ideais para pacientes jovens. O AH, embora eficaz para preenchimento imediato, tem menor durabilidade e maior risco de intercorrências quando mal aplicado. Comparações diretas mostram vantagem do PLLA em durabilidade e estímulo biológico. A atuação do biomédico na avaliação, aplicação e prevenção de complicações, exige conhecimento técnico e abordagem psicossocial. Com isso, conclui-se que PLLA e AH melhoram a pele por mecanismos distintos, com maior durabilidade do PLLA versus AH a atuação do biomédico na intervenção com esses bioestimuladores é crucial para a segurança, incitando que futuras pesquisas clínicas longitudinais sejam necessárias para confirmar e expandir os resultados

    FENOFASES DO MANDACARU (CEREUS JAMACARU L.) EM RELAÇÃO COM PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA NO MUNICÍPIO DE BELÉM-PA

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    O mandacaru (Cereus jamacaru L.) pertencente a família Cactaceae é distribuída em 14 espécies típica da Caatinga. Utilizada para a alimentação dos animais, devido ao seu teor proteico em torno de 10,7%. No México, são utilizadas na medicina tradicional por curandeiros e tribos indígenas na forma de analgésicos, antibióticos, diuréticos, tratamento de problemas intestinais, tosses e afins. O trabalho foi desenvolvido na coleção do horto de plantas medicinais da Embrapa Amazônia Oriental situada no município de Belém-PA e teve como objetivo avaliar a fenologia da espécie C. jamacaru cultivado na coleção do horto de plantas medicinais da Embrapa Amazônia Oriental correlacionando com a precipitação pluviométrica. As avaliações foram feitas no período de Janeiro de 2012 a Dezembro de 2016, no período matutino em seis indivíduos. Após as avaliações foi construído um gráfico com as médias pluviométricas, floração e frutificação. Os valores de precipitação foram fornecidos pela estação meteorológica da Embrapa Amazônia Oriental, na qual foi utilizada a média acumulada mensal do período estudado. Ocorreu floração durante 11 meses e frutificação durante 9 meses do ano. A maior média (12 dias) de número de dias de floração ocorreu no mês de menor precipitação pluviométrica e a frutificação (13 dias) no mês de maior pluviometria. A precipitação pluviométrica influencia as fenofases

    TOXICIDADE AGUDA E CRÔNICA DE FORMULAÇÕES CONTENDO EXTRATO HIDROALCOÓLICO DE Sonchus oleraceus L.

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    Neste trabalho foi avaliada a toxicidade sistêmica de formulações contendo extrato de Sonchus oleraceus L. por meio de análises hematológicas, bioquímicas e histopatológicas. Para tanto, foi utilizada uma amostra experimental com 100 animais, divididos em grupos de dose única e dose repetida. Os grupos VEM (veículo/macho), FEV (veículo/fêmea), SSOM (suspensão manipulada/macho), SSOF (suspensão manipulada/fêmea), continham sete animais em cada grupo, totalizando 28 animais para o teste de dose única (agudo) com indução oral da formulação com dose equivalente a 6g/kg do extrato. Para os grupos de doses repetidas (crônicas) foram utilizados um total de 72 animais, subdivididos em grupos de nove animais cada: VEM, FEV, SSOM1, SSOM2, SSOM3, SSOF1, SSOF2, SSOF3 com indução oral de formulações nas doses de 100, 200 e 300mg/Kg. Os parâmetros hematológicos e bioquímicos apresentaram pouca divergência entre a dose única e as doses repetidas, destacando que na maioria das vezes a variação foi em termos da diferença entre os sexos, quando comparados aos tratamentos, não se observando qualquer sinal de intoxicação sistêmica. A avaliação histopatológica mostrou integridade dos órgãos avaliados macro e microscopicamente. S. olercaeus é rico em polifenóis e flavonóides, que proporcionam ação biológica protetora ao organismo, conforme evidenciado neste trabalho, com variações apenas entre os sexos e não nas doses utilizadas. Estes dados fornecem segurança e eficácia ao usar estas formulações contendo S. oleraceus
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