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    O futuro da Amazônia: Modelos para prever as consequências da infraestrutura futura nos planos plurianuais

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    “Avança Brasil” é um pacote de 338 projetos em todo o Brasil. A parte do plano a ser realizada na Amazônia Legal totaliza US43bilho~esaolongodeoitoanos,US43 bilhões ao longo de oito anos, US20 bilhões dos quais seriam para infraestrutura que causa dano ambiental. O sistema de avaliação de impacto ambiental no Brasil ainda não é capaz de lidar com o desafio apresentado pelo Avança Brasil, e espera-se que este desafio resulte no fortalecimento do sistema. Problemas genéricos com o processo de licenciamento incluem: a formação de lobby a favor da construção antes de serem tomadas as decisões sobre a prudência dos projetos; o “efeito arrasto” de terceiros, devido a atividade econômica estimulada pela infraestrutura, que escapa do sistema de avaliação de impacto ambiental; uma tendência forte para empresas de consultoria produzirem relatórios favoráveis, como resultado de tentações embutidas no sistema; uma ênfase burocrática na existência de passos, tais como a submissão de relatórios e a realização de audiências públicas, sem considerar o conteúdo do que é dito; e a inabilidade do sistema de avaliação de impactos de considerar a cadeia de eventos que são deslanchados quando um determinado projeto é empreendido. Os custos ambientais e sociais de perda de floresta são altos; entre eles a perda de oportunidades para uso sustentável da floresta, inclusive perda de serviços ambientais como manutenção de biodiversidade, ciclagem de água, e armazenamento de carbono. Os benefícios da infraestrutura de exportação são escassos, especialmente do ponto de vista de geração de emprego e de outras contribuições socialmente desejáveis. Muito da infraestrutura de transporte é para soja, enquanto as barragens hidrelétricas contribuem para beneficiar o alumínio. O exemplo do Avança Brasil deixa clara a necessidade de repensar a maneira em que grandes programas de desenvolvimento são decididos e são promovidos, assim como também a necessidade de reconsiderar a prudência de vários projetos que o compõem

    O futuro da Amazônia: Modelos para prever as consequências da infraestrutura futura nos planos plurianuais

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    “Avança Brasil” é um pacote de 338 projetos em todo o Brasil. A parte do plano a ser realizada na Amazônia Legal totaliza US43bilho~esaolongodeoitoanos,US43 bilhões ao longo de oito anos, US20 bilhões dos quais seriam para infraestrutura que causa dano ambiental. O sistema de avaliação de impacto ambiental no Brasil ainda não é capaz de lidar com o desafio apresentado pelo Avança Brasil, e espera-se que este desafio resulte no fortalecimento do sistema. Problemas genéricos com o processo de licenciamento incluem: a formação de lobby a favor da construção antes de serem tomadas as decisões sobre a prudência dos projetos; o “efeito arrasto” de terceiros, devido a atividade econômica estimulada pela infraestrutura, que escapa do sistema de avaliação de impacto ambiental; uma tendência forte para empresas de consultoria produzirem relatórios favoráveis, como resultado de tentações embutidas no sistema; uma ênfase burocrática na existência de passos, tais como a submissão de relatórios e a realização de audiências públicas, sem considerar o conteúdo do que é dito; e a inabilidade do sistema de avaliação de impactos de considerar a cadeia de eventos que são deslanchados quando um determinado projeto é empreendido. Os custos ambientais e sociais de perda de floresta são altos; entre eles a perda de oportunidades para uso sustentável da floresta, inclusive perda de serviços ambientais como manutenção de biodiversidade, ciclagem de água, e armazenamento de carbono. Os benefícios da infraestrutura de exportação são escassos, especialmente do ponto de vista de geração de emprego e de outras contribuições socialmente desejáveis. Muito da infraestrutura de transporte é para soja, enquanto as barragens hidrelétricas contribuem para beneficiar o alumínio. O exemplo do Avança Brasil deixa clara a necessidade de repensar a maneira em que grandes programas de desenvolvimento são decididos e são promovidos, assim como também a necessidade de reconsiderar a prudência de vários projetos que o compõem

    Dams, Chinese investments, and EIAs: A race to the bottom in South America?

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    The political economy of dam development in South America is changing as a result of a resurgence in water infrastructure investments. The arrival of Chinese-funded projects in the region has altered a context traditionally dominated by multilateral development banks. Tensions are escalating around new dam projects and the environmental impact assessment process is increasingly the site of politicization around water in the region. In this perspective, we examine the most recent surge in dam development in South America, the resulting environmental and social impacts, and the mobilization of civil society and environmental groups that have developed in response to these projects. In the absence of regionally shared standards for environmental assessment and regional mechanisms to mitigate the emerging conflicts—primarily occurring between companies, states, and civil society—we argue there is a risk of a race to the bottom to finance infrastructure projects with laxer environmental and social standards.Fil: Gerlak, Andrea K.. University of Arizona; Estados UnidosFil: Saguier, Marcelo. Universidad Nacional de San Martín. Escuela de Política y Gobierno; Argentina. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas; ArgentinaFil: Mills Novoa, Megan. University of Arizona; Estados UnidosFil: Fearnside, Philip M.. Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia; BrasilFil: Albrecht, Tamee R.. University of Arizona; Estados Unido

    Data set (2016) Bamboo-dominated forest in Amazonia

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    Ziccardi, Leonardo G, de Alencastro, Paulo M L, Figueiredo, Evandro O, Fearnside, Philip M (2019) A spatial dataset of bamboo-dominated forest mensuration collected in 2016 in southeastern Amazonia, Acre, Brazil. </p

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Mudanças nos estoques de carbono do solo em fragmentos e florestas contínuas de terra-firme na Amazônia Central

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    Amazonian forests store large quantities of carbon both in plant biomass and soil. Over the last three decades, high rates of deforestation have accelerated the process of forest fragmentation in the Brazilian Amazon. Although the consequences of deforestation and conversion of forest to pasture on carbon stocks are well documented, the impacts of forest fragmentation and edge effects on soil carbon stocks remain unknown. We investigated changes in soil carbon stocks in forest fragments after about 25 years of isolation and their relationship with edge effects, together with the behavior of soil carbon stocks in continuous forests over the same period. Sampling followed a system of false coordinates allowing soil collection in 1980 and in 2012 at the same points. Samples for carbon analysis (each sample consisting of five subsamples) and undisturbed cores for soil bulk density were taken in each 400-m² plot. Samples were taken in 265 plots distributed in 28 grids 1-ha in forest fragments and in 176 plots distributed in 22 ha of continuous forest. We detected changes in soil carbon stocks in both environments, with an increase in forest fragments and decrease in continuous forest. Changes in soil carbon stocks in the forest fragments appear to be associated with the distance from the edge, where the highest rates of tree mortality occur due to microclimatic changes. The association between increasing necromass and changes in the composition and structure of the vegetation accelerate the decomposition rates of organic matter, thereby shifting the flow into the soil compartment and resulting in the elevation of carbon stocks in these areas. The results for continuous forest suggests that the low mortality rates coupled with the long residence time of carbon in necromass retard the decomposition rates of organic matter, resulting in reduced carbon flux into the soil compartment, while the emission by microbial respiration continues. The imbalance between the flows in and out of this compartment results in decreased soil carbon stocks in these areas. However, this behavior may not be a general rule for forests in the Amazon, as demonstrated in studies indicating increases in carbon stocks. It is important to know that these ecosystems can behave either as sources or sinks of carbon. The processes driving this behavior must be better understood.As florestas da Amazônia estocam grande quantidade de carbono tanto na biomassa vegetal como no solo. Nas últimas três décadas as altas taxas de desmatamento aceleraram o processo da fragmentação da floresta na Amazônia brasileira. Embora as consequências do desmatamento e conversão da floresta em pastagens sobre os estoques de carbono estejam bem documentadas, os impactos da fragmentação florestal e dos efeitos de borda sobre os estoques de carbono do solo permanecem desconhecidos. Nós investigamos as mudanças nos estoques de carbono do solo em fragmentos florestais após cerca de 25 anos do isolamento e a sua relação com os efeitos de borda além de investigar o comportamento dos estoques em florestas primárias contínuas no mesmo período. A amostragem seguiu um sistema de falsas coordenadas permitindo que amostras fossem coletadas nos anos 1980 e no ano de 2012, nos exatos mesmos pontos. Foram coletadas amostras para teor de carbono compostas cada uma por cinco subamostras e uma amostra de densidade em cada parcela de 400 m². No total foram coletadas amostras de solo em 265 parcelas distribuídas em 28 grids de 1 ha nos fragmentos florestais e em 176 parcelas em 22 ha na floresta contínua. Verificamos mudanças nos estoques de carbono do solo em ambos os ambientes, com aumento dos valores para os fragmentos florestais e redução dos estoques presentes na floresta contínua. Nos fragmentos, a mudanças nos estoques de carbono do solo se mostraram relacionadas à distância da borda da floresta. Nestes locais ocorrem maiores taxas de mortalidade de árvores em função de alterações microclimáticas vistas após o isolamento dos fragmentos, há também acréscimo na produção de necromassa juntamente com alterações na composição e estrutura da vegetação fatores que facilitam a decomposição da matéria orgânica deslocando o fluxo em direção ao compartimento do solo resultando em aumento nestas localidades. Na floresta contínua os resultados indicaram tendência contrária, com redução dos estoques de carbono do solo. O desequilíbrio entre os fluxos resulta em diminuição dos estoques de carbono do solo nestas áreas. Ainda que esse comportamento possa não ser via de regra para as florestas na Amazônia, como em estudos que demonstram acréscimo nos estoques. É importante destacar que estes ecossistemas podem se comportar tanto como fonte ou sumidouro de carbono e os processos que regem esse comportamento devem ser mais bem compreendidos

    Impacto do manejo florestal comunitário no estoque de carbono da vegetação da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã, AM

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    Forest management can result in net losses or benefits, and assessing the impact of forestry activity is important in evaluate the sustainability of forest and resource usage as well as their effects on the environment. This study quantified the impact of community forest management conducted under the rules for Small Scale Sustainable Forest Management, which is a category of forest management plans for small managers in the State of Amazonas, Brazil. The impact was quantified by means of changes in carbon stocks, number of individuals and in carbon stocks of natural regeneration, and damage caused to the remaining trees. The work was done in the Uatumã Sustainable Development Reserve, Amazonas, Brazil. Three areas of community forest management were evaluated, one as a control plot. After harvesting, the carbon stock in live mean total, aboveground and belowground, was estimated at 161.25 ± 9.66 MgC.ha-1. Two months after the harvest reductions of 3% in management area number 1 (MA1) and 8.3% in management area number 3 (MA3) were estimated. There was a reduction in basal area in both management areas, 6.3% in MA1 and 8.4% in MA3. Per tree harvested the harvest caused damage to 12 trees in MA1 and 4 trees in MA3. The reduction in carbon stocks and in basal area and the number of trees damaged per tree harvested were lower than the reduction in areas that use machines and other experiences without machines. No significant change in carbon stocks of natural regeneration was found, but the number of individuals increased in both management areas and in the control plots.O manejo florestal pode resultar em perdas ou benefícios líquidos de carbono em função da atividade que se deseja evitar: floresta não explorada, exploração insustentável de madeira ou desmatamento; assim como em função das técnicas utilizadas no manejo florestal. Quantificar o impacto da atividade florestal se torna importante para avaliar se há perda ou benefícios de carbono, assim como sustentabilidade do uso do recurso florestal. O estudo quantificou o impacto do manejo de florestal realizado sob as normas de Planos de Manejo Florestal Sustentável de Pequena Escala, categoria de plano de manejo florestal do Estado do Amazonas, Brasil, para pequenos manejadores. O impacto foi quantificado dois meses após a exploração por meio de alterações no estoque de carbono, no número de indivíduos e na biomassa da regeneração natural, nos danos causados aos indivíduos arbóreos remanescentes. O trabalho foi realizado na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã, Amazonas, Brasil, e avaliou três áreas de manejo florestal de pequena escala, sendo uma área testemunha. O estoque de carbono total médio, acima e abaixo do solo, anterior à exploração florestal foi estimado em 161,25 ± 9,66 MgC.ha-1. Após dois meses da exploração, foi verificada a redução de 3% na área de manejo número 1 (AM1) e 8,3% na área de manejo número 3 (AM 3). Houve redução na área basal de ambas as áreas de manejo: 6,3% na AM1 e 8,4% na AM3. Por cada árvore colhida, a exploração florestal causou danos a 12 árvores para a AM1 e 4 árvores para a AM3. As reduções de estoque de carbono, área basal e número de árvores danificadas por árvore colhida foram inferiores às reduções verificadas para manejo florestal com uso de máquinas e para outras experiências sem uso de máquinas. Não foi verificada alteração significativa no estoque de carbono da regeneração natural, no entanto, foi verificado aumento no número de indivíduos, tanto nas áreas exploradas como nas suas respectivas áreas testemunhas

    Modelagem biométrica para árvores individuais a partir do lidar em área de manejo de precisão em florestas tropicais na Amazônia Ocidental

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    The studies in this thesis aim to obtain equations for estimating bole volume, impact of gaps and bole biomass of dominant and codominant trees cut under conditions of precision forest management. These equations used morphometric variables of the canopy obtained by the airborne LIDAR. The study area is in the Antimary State Forest (FEA), located in the municipality of Bujari in the state of Acre, Brazil. The studies were grouped into three chapters. The first has as its object the construction of equations for estimating the bole volume of individual trees considering two situations of forest inventory: a) with the collection of diameter at breast height (DBH), and crown morphometric variables obtained from LIDAR data and b) using only the crown morphometry variables. For the selection of models the factors considered were: the correlation matrix of predictor variables and the combination of variables that generates the best results by statistical criteria Syx, Syx (%) and Pressp, and that were homoscedastic and had normal and independent distributions of errors. Influence analysis was perfomed for the best equations. Results for the statistical fit of the equations for the two situations allowed selection of models with and without DBH, with R2 aj.(%) values of a) 92.92 and b) 79.44, Syx(%) values of a) 16.73 and b) 27.47, and, Pressp criterion values of a) 201.15 m6 and b) 537.47 m6, respectively. The second chapter describes the studies for estimating the areas of gaps of individual dominant and codominant trees, since this information is neglected in the forest planning process and its prior analysis is an important tool for selection of trees that can maximize the forest volume maintained and reduce the impacts on forest cover. On two separate occasions profiles were made in an annual forestproduction unit in the Antimary State Forest (FEA). The first was carried out a few days before the start of logging and the second was done after completion of harvest activities. With field measurements and processing of the cloud of LIDAR points, dendrometric and morphometric variables were obtained for the canopy in order to develop equations for estimating gap areas. After evaluation of the explanatory variables with the highest correlations with gap area, the method used considering all possible models and including 2-4 parameters. Ten equations were selected, of which two were chosen for use; these had R2 aj > 75%, Syx < 23%, the sum of the residuals tending to zero and a graph of the distribution of the residuals indicating no bias. The third and final chapter presents the development of allometric models for estimating green and dry biomass stored in the boles of dominant and codominant trees. The method used selected from among all possible models and performed identity testing of models in order to consider the different groups of basic wood density (low, medium and high). The morphometric variables of the crown showed high explanatory power for predicting bole biomass and allometric equations can be associated or not with varying DBH. When considering bole biomass according to the basic wood density, the best estimate is obtained using allometric equations with variables on both morphology of crown and DBH. To form a single group involving the three classes of basic density, one must adhere exclusively the explanatory variables represent the crown, or, in the case of dry biomass, variables basic density (DB) and total height (Ht). By of morphometric variables of the tree crown obtained with the airborne LIDAR it was possible to develop equations capable of accurately estimating the area of gap and the volume and bole biomass of dominant and codominant trees in tropical forests, which demonstrates the potential of using forest profiling for improving precision management.Os estudos realizados nesta tese visam obter equações para estimativa do volume do fuste, impacto de clareiras e biomassa do fuste de árvores codominantes e dominantes cortadas em condições de manejo florestal de precisão. Para isso, foram utilizadas variáveis morfométricas das copas das árvores obtidas por meio do LIDAR aerotransportado. A área de estudo pertence à Floresta Estadual do Antimary (FEA), localizada no município do Bujari, no Estado do Acre, Brasil. Assim, os estudos foram segmentados em três capítulos. O primeiro teve como objeto a construção de equações capazes de estimar o volume do fuste de árvores individuais considerando duas situações de inventário florestal: a) com a coleta da variável diâmetro à altura do peito (DAP), conjuntamente com as variáveis morfométricas da copa obtidas pelo LIDAR e b) apenas com os dados de morfometria da copa. Para seleção dos modelos foram consideradas a matriz de correlação das variáveis preditoras e a combinação das variáveis que geraram os melhores resultados estatísticos pelos critérios Syx, Syx(%) e Pressp, e que foram homocedásticos e com disposição dos resíduos normais e independentes. Para as melhores equações foi realizada análise de influência. Os resultados estatísticos do ajuste dos modelos para as duas situações permitiram selecionar equações com e sem DAP, com resultados R2 aj.(%) de a) 92,92 e b) 79,44; Syx(%) de a) 16,73 e b) 27,47; e, critério de Pressp de a) 201,15 m6 e b) 537,47 m6, respectivamente. O segundo capítulo descreve os estudos para estimar as áreas de clareiras de árvores individuais codominantes e dominantes cortadas em manejo, visto que essa importante informação é negligenciada no procedimento de planejamento florestal e sua análise prévia é um importante instrumento para seleção de árvores que possam maximizar o volume e reduzir os impactos sobre a cobertura florestal. Em duas oportunidades distintas, foi realizado o perfilamento florestal em uma unidade de produção anual: a primeira, dias antes do início da exploração florestal e a segunda, após a conclusão das atividades. Com mensurações de campo e processamento da nuvem de pontos do LIDAR, foram obtidas variáveis dendrométricas e de morfometria da copa para desenvolver equações visando estimar a área de clareira. Foi empregado o método de todos os modelos possíveis, considerando a inclusão de 2 a 4 parâmetros, sendo que, previamente, foram avaliadas as variáveis explicativas com maior correlação com a clareira. Foram selecionadas dez equações e, destas, duas foram indicadas para uso, com R2 aj superior a 75%, Syx menor que 23%, somatória dos resíduos tendendo a zero e distribuição gráfica dos resíduos sem tendências. O terceiro e último capítulo apresenta o desenvolvimento de modelos alométricos para estimar as biomassas seca e verde estocadas nos fustes de árvores dominantes e codominantes. O método foi a seleção de todos os modelos possíveis e o teste de identidade de modelos, de maneira a considerar os distintos grupos de densidade básica da madeira (baixa, média e alta). As variáveis morfométricas de copa apresentaram alto poder explicativo da biomassa do fuste e podem constituir equações alométricas associadas ou não com a variável DAP. Quando se pondera a biomassa do fuste de acordo com a densidade básica da madeira, a melhor estimativa é obtida usando equações alométricas com as variáveis de morfometria da copa e o DAP. Para formar um único grupo que envolva as três classes de densidade básica, deve-se adotar exclusivamente variáveis explicativas de copa ou incorporar, para o caso de biomassa seca, as variáveis densidade básica (DB) e altura total (Ht). Por meio das variáveis morfométricas das copas obtidas com o LIDAR aerotransportado foi possível desenvolver equações capazes de estimar com precisão a área de clareiras, volume e a biomassa do fuste de árvores dominantes e codominantes em florestas tropicais, o que demonstra o potencial do uso do perfilamento florestal para a melhoria do manejo de precisão

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship
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