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Guía de estudio núm. 105. León Ferrari
El carácter político y la fuerza combativa de la obra del artista argentino León Ferrari demandan conocer el contexto histórico en el que esta se inscribe y algunos episodios de su vida. En este sentido, un esbozo de las distintas situaciones sociopolíticas que marcaron el periodo 1950-1980, sumado a apreciaciones de una de sus biógrafas, permiten comprender las motivaciones, temáticas, intereses, técnicas y postura crítica del artista, quien, por interrelacionar el arte, la religión, la erótica y el poder, suscitó comentarios sobre algunas de sus obras representativas.
Incluye imágenes de seis obras
Ferrari: A halhatatlan legenda
Nella storia dell'industria automobilistica, ci sono alcuni marchi che hanno un posto speciale, uno status iconico e un seguito di culto. Ferrari è uno di questi marchi leggendari che da oltre sette decenni ispira passione e desiderio nel mondo dei motori. Il nome di questa casa automobilistica sportiva italiana è sinonimo non solo di alte prestazioni, eleganza e lusso, ma anche di stile di vita e tradizione. La Ferrari non è solo un marchio automobilistico, ma uno stile di vita che unisce le persone con l'amore per la velocità e il prestigio. Questa tesi mira a fornire una visione più approfondita di questo mondo unico e a svelare i segreti di ciò che rende questo marchio un'eterna leggenda della cultura automobilistica. Sempre più persone sono stupite dalla vista e dal suono di un modello e sempre più persone vogliono conoscere il marchio e lo “stile di vita” degli italiani, e la Ferrari sta cercando di soddisfare questa richiesta in diversi modi.BSc/BAÚjlatin nyelvek és kulturák - olas
[Carta] 1903 abr. 14, Madrid [para] Enrique Olavarría : [agonía de Adelaida Ferrari y Carolina de Olavarría]
Amalia de Olavarría y Ferrari describe a Enrique de Olavarría la agonía de Adelaida Ferrari y de Carolina de Olavarría. Agonía de Adelaida Ferrari y de Carolina de Olavarría
[Carta] 1903 abr. 17, Madrid [para] Enrique Olavarría : [muerte de Adelaida Ferrari y Carolina de Olavarría]
Amalia de Olavarría y Ferrari expresa su dolor por las muertes de Adelaida Ferrari y Carolina de Olavarría, cuyos últimos momentos describe. Lamenta sufrir a solas dicha experiencia; Documento escrito en papel esquela. Dolor por las muertes de Adelaida Ferrari y Carolina de Olavarría
Studio De Ferrari Architetti. Opere,works 2000-2006.
Le opere/works dello Studio De Ferrari, nei diversi settori dell'architettura, design, spazio pubblico, mostre e allestimenti, rinnovano l'impegno nel considerare il contesto matrice funzionale ed espressiva del progetto. The works of Studio De Ferrari, in different areas of architecture, design, public space, shows and exhibitions, renew their commitment in considering the functional matrix and expressive context of the project
[Carta] 1903 abr. 13, Madrid [para] Ramón y Matilde Olavarría Landázuri : [muerte de Adelaida Ferrari de Olavarría]
Amalia de Olavarría y Ferrari describe a sus sobrinos, Ramón y Matilde Olavarría Landázuri, la agonía de Adelaida Ferrari de Olavarría; Documento incompleto. Agonía de Adelaida Ferrari de Olavarría
European Perpectives in Cardiology-spotlight on Rberto Ferrari
Despite his current dedication to cardiology, as a young
boy Roberto Ferrari, MD, PhD, FESC, wanted to be an
architect. But the late 1960s represented a difficult time for
the Faculty of Architecture in Italy, as it was more involved
in political issues than in teaching architecture. So, he chose
medicine. He now serves as professor of cardiology at the
University of Ferrara, director of the clinical cardiology
department at the University Hospital of Ferrara, and
director of the Centre of Cardiovascular Research S.
Maugeri, part of the S. Maugeri Foundation. However, he
still maintains an interest in design, as is shown by his many
innovative and colourful books and publications
Ferreira, Ferrari: ficções do exílio
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2015.Esta é uma leitura dos exílios de Ferreira Gullar e León Ferrari, durante as últimas ditaduras militares que tomaram conta do Cone Sul, incluindo Brasil e Argentina. Entre 1971 e 1977, Gullar passou por Moscou, Santiago, Lima e Buenos Aires, além de outras cidades, enquanto Ferrari, por sua vez, estabeleceu-se com sua família em São Paulo do final de 1976 até 1984, sendo que após esse período ainda dividiria por alguns anos a sua permanência entre a capital paulista e Buenos Aires. Alguns de seus mais notáveis trabalhos foram realizados no exílio, de modo que a configuração de uma paisagem ou cena exílica torna-se indissociável das experiências conduzidas com a linguagem. Em poucas palavras: embora marcado pela tanatopolítica castrense e pelo nomos gestor do capital global, é possível afirmar que o exílio não está dado de antemão e nem permanece sempre o mesmo, quer seja como dano ou como dádiva; é somente com a linguagem  a imagem, o sensível  que uma experiência exílica, sempre singular e radicalmente contemporânea, pode encontrar a sua superfície de exposição, quer dizer, a sua diferença. Conquanto sejam profundamente dessemelhantes, os exílios de Ferreira Gullar e León Ferrari não deixam de mostrar afinidades, sobretudo nos momentos em que suas experiências tocam um ponto comum: o espaço  um topos  a-tópico da impropriedade, da potência, da in-operatividade que, com a linguagem, resiste indomesticável às tentativas de cristalização da língua, do povo, do poder, da nação. Foucault, Saer, Coccia e outros autores franqueiam um pensamento da ficção enquanto construção contingencial capaz de desnaturalizar os usos do discurso e a teleologia que assedia constantemente a literatura, as artes, a história. De certo modo, a ficção ¬repete, expõe e portanto difere as fábulas, ao mesmo tempo em que expõe e difere a si mesma. É essa operação in-operante, esse trabalho afirmativo da negatividade que suspende a maquinaria imunitária, autonomista, da civilização ocidental e cristã.Abstract : This is a reading of both Ferreira Gullar and León Ferrari s exiles, during the last military dictatorships that took account of the Southern Cone, including Brazil and Argentina. Between 1971 and 1977, Gullar went through Moscow, Santiago, Lima and Buenos Aires, and other cities, while Ferrari settled with his family in São Paulo from late 1976 until 1984, and thereafter still divided for a few years his stay between São Paulo and Buenos Aires. Some of his most notable works were carried out in exile, so that the configuration of an exilic landscape or scene becomes inseparable from experiments conducted with language. In short, although marked by military thanatopolitics and the nomos of global capital manager, it is possible to say that exile is not given in advance and not always remains the same, whether as damage or as a gift; it is only with the language  the image, the sensible  that an exilic experience, always singular and radically contemporary, can find its exposure surface, that is, its difference. While they are profoundly dissimilar, Ferreira Gullar and León Ferrari s exiles show their affinities, particularly at times when their experiences play a common point: the space  a topos  a-topic of the impropriety, potency, of in-operativity that, together with language, resists untamable against all crystallization attempts on the idiom, people, power, and nation. Foucault, Saer, Coccia and other authors frank a thought of fiction as a contingency construction able to denature the uses of speech and the teleology that constantly haunts literature, arts, and history. In a way, fiction repeats, exposes and therefore differs fables, while exposes and differs itself. It is this in-operative operation, this affirmative work of negativity that suspends the immunitary machinery of Christian Western civilization
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