1,720,956 research outputs found

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship

    Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis

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    We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis

    A relação do método terapêutico de Nise da Silveira e a Fenomenologia da Vida de Michel Henry

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    O presente trabalho visa apresentar a relação do método terapêutico da médica e psiquiatra Nise da Silveira (1905-1999) com a Fenomenologia da Vida do filósofo e fenomenólogo Michel Henry (1922-2002). Nise da Silveira revolucionou o tratamento psiquiátrico de sua época indo contra a psiquiatria tradicional e desenvolvendo um método revolucionário para o tratamento de pacientes esquizofrênicos, constituído através da arte, da cultura e, sobretudo, do que ela chama de afeto catalisador. Como método investigativo deste trabalho, a relação entre o afeto catalisador, de Nise da Silveira, e a afetividade originária, de Michel Henry, é desenvolvida através das obras “Imagens do Inconsciente” (1981), de Nise, bem como “A Barbárie” (1987), “Encarnação: por uma filosofia da carne” (2013) e “Filosofia e Fenomenologia do corpo: ensaio sobre a ontologia biraniana” (2012) de Henry. O filósofo, assim como Nise que buscou uma terapia mais afetiva, em sua filosofia busca refletir sobre aquilo que foi deixado de lado pela filosofia clássica e pela fenomenologia tradicional: a vida tal qual como ela é. As teorias/abordagens de ambos autores buscam, de certa maneira, apontar para aquilo que a ciência e a racionalidade não conseguem penetrar: a carne afetiva da invisibilidade da vida na sua subjetividade absoluta. Diante disso, através do estabelecimento da relação do método de Nise à Fenomenologia da Vida de Henry, este trabalho visa realizar uma releitura fenomenológica da teoria das imagens

    A relação do método terapêutico de Nise da Silveira e a Fenomenologia da Vida de Michel Henry

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    O presente trabalho visa apresentar a relação do método terapêutico da médica e psiquiatra Nise da Silveira (1905-1999) com a Fenomenologia da Vida do filósofo e fenomenólogo Michel Henry (1922-2002). Nise da Silveira revolucionou o tratamento psiquiátrico de sua época indo contra a psiquiatria tradicional e desenvolvendo um método revolucionário para o tratamento de pacientes esquizofrênicos, constituído através da arte, da cultura e, sobretudo, do que ela chama de afeto catalisador. Como método investigativo deste trabalho, a relação entre o afeto catalisador, de Nise da Silveira, e a afetividade originária, de Michel Henry, é desenvolvida através das obras “Imagens do Inconsciente” (1981), de Nise, bem como “A Barbárie” (1987), “Encarnação: por uma filosofia da carne” (2013) e “Filosofia e Fenomenologia do corpo: ensaio sobre a ontologia biraniana” (2012) de Henry. O filósofo, assim como Nise que buscou uma terapia mais afetiva, em sua filosofia busca refletir sobre aquilo que foi deixado de lado pela filosofia clássica e pela fenomenologia tradicional: a vida tal qual como ela é. As teorias/abordagens de ambos autores buscam, de certa maneira, apontar para aquilo que a ciência e a racionalidade não conseguem penetrar: a carne afetiva da invisibilidade da vida na sua subjetividade absoluta. Diante disso, através do estabelecimento da relação do método de Nise à Fenomenologia da Vida de Henry, este trabalho visa realizar uma releitura fenomenológica da teoria das imagens

    The (De)centralization of the Ego in Michel Henry\u27s Phenomenology of Life: From Transcendental Birth to Constitution

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    Este trabalho busca elucidar a constituição do ego transcendental na Fenomenologia da Vida de Michel Henry (1922-2002). Inicialmente, apresentaremos brevemente a constituição de sentido a partir do ego transcendental conforme proposto por Edmund Husserl (1859-1938). Em seguida, discutiremos a problemática deste ego transcendental, visto que, para Henry a fenomenologia husserliana deixa obscura a região de ser do próprio ego. Henry argumenta que o ego transcendental não se constitui por si mesmo; ele é secundário em relação ao que o constitui. O que precede e possibilita o próprio ego transcendental é a região de ser que Michel Henry denomina como Vida. Deste modo, o ego não se autoconstitui, mas ele surge passivamente desta região ontológica a partir do nascimento transcendental. Uma vez que esta Vida é o fundamento, ela é a condição ontológica que possibilita toda a manifestação. Para este estudo, serão utilizadas as obras L’Essence de la manifestation (2011), Phénoménologie de la vie: Tome I, De la phénoménologie (2003), e Phénoménologie de la vie: Tome III, de l’art et du politique (2003). Portanto, é necessário compreender como opera a radicalização na Fenomenologia da Vida de Michel Henry para alcançar o sentido do fundamento que constitui o ego transcendental, identificado como região ontológica da Vida.This paper seeks to elucidate the constitution of the transcendental ego in Michel Henry\u27s Phenomenology of Life (1922-2002). Initially, we will briefly present the constitution of meaning from the transcendental ego as proposed by Edmund Husserl (1859-1938). Next, we will discuss the problem of this transcendental ego, since, for Henry, Husserlian phenomenology leaves the region of being of the ego itself obscure. Henry argues that the transcendental ego does not constitute itself; it is secondary to what constitutes it. What precedes and makes possible the transcendental ego itself is the region of being that Michel Henry calls Life. In this way, the ego does not constitute itself, but it arises passively from this ontological region from transcendental birth. Since this Life is the foundation, it is the ontological condition that makes all manifestation possible. For this study, the works L\u27Essence de la manifestation (2011), Phénoménologie de la vie: Tome I, De la phénoménologie (2003), and Phénoménologie de la vie: Tome III, de l\u27art et du politique (2003) will be used. It is therefore necessary to understand how radicalization operates in Michel Henry\u27s Phenomenology of Life in order to reach the meaning of the foundation that constitutes the transcendental ego, identified as the ontological region of Life

    Do Absurdo À Afetividade: Possíveis Aproximações Entre Albert Camus e Michel Henry

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    A presente pesquisa explora o ensaio de ontologia de Albert Camus (1913-1960), intitulado O mito de Sísifo (1942), no qual ele introduz sua teoria do absurdo, cujo propósito é questionar o sentido do mundo e da vida para o sujeito. Perguntando-se, o sujeito se depara com o sentimento de absurdo que manifesta o desejo de clareza frente a opacidade do mundo. Este sentimento é apresentado como uma experiência imediata frente ao não sentido do mundo e da vida. Uma das vias que será analisada e tratada como uma resposta insuficiente para o sentimento de absurdo será o método fenomenológico proposto por Husserl que, através da intencionalidade - descrita como a experiência imediata do sujeito - é visto como uma medida que distancia o si de sua experiência. Distanciando-se da experiência, o método é compatível com uma das consequências do absurdo: a questão filosófica do suicídio. Outra consequência do absurdo será a revolta que é entendida como o que sustenta o sujeito a viver no desejo de clareza frente a irracionalidade do mundo que, posteriormente, resultará em uma Fenomenologia da Revolta. Para sustentar esta fenomenologia, será articulado a teoria do filósofo e fenomenólogo Michel Henry (1922-2002) através das suas obras L'essence de la manifestation (1963) e Fenomenología Material (1990). Nestas obras, Henry introduz o conceito de afetividade e páthos-com, que serão necessários para compreender o absurdo como uma afecção e condição de fragilidade que é compartilhada entre todos sujeitos resultando em uma intersubjetividade. Tanto a Revolta quanto o páthos-com revelam como o sujeito pode viver com o sentimento do absurdo e, desse modo, é possível afirmar a vida do si na solidão. Contudo, a conclusão presente nesta pesquisa constitui o argumento de que, pela Revolta enquanto coletividade que liga os sujeitos pela experiência absurda e pela essência constituinte da Vida, essa afirmação da vida de todos os sujeitos se torna mais forte

    Dispelling the Myths Behind First-author Citation Counts

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    We conducted a full-scale evaluative citation analysis study of scholars in the XML research field to explore just how different from each other author rankings resulting from different citation counting methods actually are, and to demonstrate the capability of emerging data and tools on the Web in supporting more realistic citation counting methods. Our results contest some common arguments for the continued use of first-author citation counts in the evaluation of scholars, such as high correlations between author rankings by first-author citation counts and other citation counting methods, and high costs of using more realistic citation counting methods that are not well-supported by the ISI databases. It is argued that increasingly available digital full text research papers make it possible for citation analysis studies to go beyond what the ISI databases have directly supported and to employ more sophisticated methods

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