214,135 research outputs found

    A new proof of the boundedness of maximal operators on variable Lebesgue spaces

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    Cruz-Uribe D, Diening L, Fiorenza A. A new proof of the boundedness of maximal operators on variable Lebesgue spaces. Bollettino della Unione Matematica Italiana. Serie 9. 2009;2(1):151-173

    L'Alhambra. Traduite par Jules Boutellier...

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    Donado a la biblioteca universitaria de Granada por D. Fernando Gómez de la Cruz, en memoria de la poetisa granadina Dª. Enriqueta Lozan

    Comedia famosa. A qual mejor confessada, y confessor : San Juan de la Cruz y Santa teresa de Jesus

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    Precede al título "Num. 166"Los datos de impresión constan en el colofón.Domingo Casero. Imprenta de la Santa Cruz. Según Gutiérrez del Caño ejerce alrededor de 1777-1785.Signaturas: A-D\p4\s.Texto a dos columna

    Libro de versos del presbítero D. Juan de la Cruz Marcos, cura párroco de Valdecarros (Salamanca)

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    Tít. da cub.: Diálogos y poesías catequísticas del presbítero D. Juan de la Cruz Marcos, cura párroco de Valdecarros (Salamanca

    The A(infinity) property for Young functions and weighted norm inequalities

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    Using Orlicz space norms we define a set function property analogous to the A(infinity) condition for weights, and we characterize the Young functions which produce set functions with this property. As an application, we improve two-weight norm inequalities due to Cruz-Uribe and Perez [4] for fractional integrals and commutators

    WE CROSSED THE RIVER

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    WE CROSSED THE RIVER is a multi-media collaboration between Dominican-American novelist Angie Cruz (author of Let It Rain Coffee, Soledad, and the just-released and widely acclaimed Dominicana), Associate Professor, Department of English Writing Program, and composer Eric Moe, Andrew W. Mellon Professor of Music, about the detention of children in camps at the U.S. border. Cruz bases her text on the searing testimonios of detainees. The form of the completed work will be a semi-staged concert work with video. Other members of the collaborative team include stage director and activist Cynthia Croot, Associate Professor in the Department of Theater Arts and video artist Aaron Henderson, Associate Professor in the Department of Studio Arts. We envision a 35’-40’ minute work for two singer/actors and instrumental sextet, with the instrumentalists playing a dramatic role and the text alternately and simultaneously projected, pre-recorded, sampled, spoken, and sung. A draft of the libretto is complete and composition has begun. We seek seed funding from the Momentum Funds for a workshop preview production in Pittsburgh in April 2020, with an eye towards preparing for the full New York NY production in fall 2020/spring 2021. The NYC production which will be funded and produced by the New York New Music Ensemble (NYNME). The Pittsburgh workshop will be with singer/actors and video but with a reduced instrumentation (acoustic piano and sampling keyboard). We propose to try out different versions of staging and projection on a test audience who would then be surveyed about their experience. Their responses could then be used to shape the next iteration of the work

    Gestão da produção intelectual pelo método participativo: o caso da Universidade de Santa Cruz do Sul

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção.Este trabalho propõe um modelo de gestão da produção e da disseminação do conhecimento para as universidades brasileiras: o Modelo Estratégico-Participativo. O modelo foi construído tendo como inspiração a Declaração Mundial sobre Educação Superior no Século XXI: Visão e Ação; Marco Referencial de Ação Prioritária para a Mudança e o Desenvolvimento da Educação Superior produzida pela UNESCO, em 1998, e que defende a existência de uma universidade cujo projeto esteja voltado à solução de problemas presentes e futuros da sociedade. O modelo associa princípios da Gestão Estratégica, da Gestão Democrática e Participativa e da Estrutura Matricial de Gestão. A partir da definição institucional das áreas preferenciais de atuação em pesquisa e em extensão, o modelo propõe a identificação dos problemas mais apropriados à ação da universidade em cada uma dessas áreas e a elaboração de um plano de longo prazo, com a fixação dos focos de pesquisa e extensão e dos respectivos programas e projetos. Para o desenvolvimento desses programas e projetos, o Modelo Estratégico-Participativo propõe a implantação de células constituídas pelos membros dos grupos de pesquisa e extensão, de acordo com a estrutura matricial de gestão. Cada célula estabelece seus objetivos de longo prazo. Para atingir os objetivos propostos, a metodologia empregada envolveu, inicialmente, um estudo exploratório, abrangendo vários temas disponíveis na literatura para a construção do modelo. O modelo está sendo testado na Universidade de Santa Cruz do Sul, RS, com a utilização de instrumentos previstos na metodologia da pesquisa-ação. A implantação do Modelo Estratégico-Participativo na Universidade de Santa Cruz do Sul vem obtendo resultados satisfatórios. Em um processo participativo, foram escolhidas as áreas preferenciais de pesquisa e extensão, houve a definição dos eixos estratégicos de pesquisa e de extensão relacionados às necessidades da comunidade regional e foram elaborados os planos estratégicos dessas áreas. Os resultados alcançados indicam que o modelo apresentado pode aperfeiçoar o processo de gestão das atividades de pesquisa e extensão nas universidades

    A Cor e a forma: história e literatura na obra do jovem Cruz e Sousa (1861-1888)

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em HistóriaEsta dissertação analisa a trajetória de João da Cruz e Sousa (Desterro, 1861 - Rio de Janeiro, 1898) privilegiando o estudo dos seus textos de juventude e, em especial, a sua produção abolicionista. A sua estrutura está organizada em três partes: no capítulo 1, trata das origens familiares e dos primeiros contatos de Cruz e Sousa com a cultura dominante no seu tempo; no capítulo 2, aborda os anos de formação político-intelectual do escritor; por último, no capítulo 3, reconstrói a militância abolicionista de Cruz e Sousa em Desterro e reflete sobre as relações entre produção intelectual e engajamento político na experiência de escritores negros no Brasil do final do século XIX

    Approximate identities and Young type inequalities in Musielak-Orlicz spaces

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    summary:We discuss the convergence of approximate identities in Musielak-Orlicz spaces extending the results given by Cruz-Uribe and Fiorenza (2007) and the authors F.-Y. Maeda, Y. Mizuta and T. Ohno (2010). As in these papers, we treat the case where the approximate identity is of potential type and the case where the approximate identity is defined by a function of compact support. We also give a Young type inequality for convolution with respect to the norm in Musielak-Orlicz spaces

    Determinación de la intensidad y error de muestreo para la evaluación de pastizales considerando diferentes escalas espaciales: Aportes para el método Santa Cruz.

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    En el año 2007 la Agencia de Extensión Rural Río Gallegos de INTA organizó una reunión de trabajo con técnicos de distintas organizaciones y personas con distintas experiencias en evaluación de pastizales. El objetivo principal de la actividad fue por un lado que cada evaluador presente los problemas con que se había encontrado al momento de utilizar la herramienta y que por el otro comente la decisión tomada para poder solucionarlo. En esa oportunidad se presentó como inquietud el hecho de que si por cada estación de muestreo se aumentaba el número de muestras consideradas, se modificaba el valor medio y consecuentemente el coeficiente de variación. De esta forma, surge el planteo de poner en consideración un cambio en la conceptualización en relación al número total de muestras para un sitio y el número de estaciones. En este sentido lo que se pone en consideración es la importancia de conocer la variabilidad de cada estación de muestreo, más allá de la variabilidad del sitio. Esta consideración, no es tenida en cuenta en ningún momento por el método Santa Cruz, dado que los objetivos del mismo, se centran en determinar en primer lugar la cantidad de sitios de muestreo (dado que presentan distintas potencialidad forrajera) y acercar una estimación global de cada unidad de manejo. En este contexto, se presentaron datos reales de biomasa obtenidas en un marco de 0,2 m2 obtenidos en un campo de la EMS que mostraban que el valor de disponibilidad media para una estación de muestreo variaba a medida que se agregaba una nueva muestra (corte), hasta 10 muestras donde el error de estimación se reducía en promedio 17% (caso estudio Rivera y Sturzenbaum, en Suárez, 2007a). Esto empíricamente fue detectado por otros evaluadores y en distintas áreas ecológicas, aumentando el número de muestrastotales por sitio y por estación de muestreo, tomándose en algunos casos 3 muestras por estación (Suárez y Rivera, 2005; Suárez, 2006; Suárez y Ferrante, 2007; Quargnolo et al., 2007; Suárez, 2007b; Suárez, 2008a,b,c; Suárez y Ferrante, 2008a,b,c,d; Suárez et al., 2009a,b; Suárez, 2010; Ormaechea et al., 2010; Suárez, 2011). Otros datos obtenidos (Rivera y Sturzenbaum, datos inéditos obtenidos de los chequeos convenio con OVIS realizado entre Agosto y Septiembre de 2010) siguiendo la metodología propuesta para la EMS mostraban variaciones importantes en la estimación del forraje disponible para una misma estación de muestreo, donde con 3 cortes por estaca el coeficiente de variación (CV) de la estimación podría variar entre 9 al 50% pudiendo ser aún mayor. En el caso del área ecológica Matorral de Mata Negra, el CV obtenido con el mismo criterio de evaluación se acercaría al 55%. En general la tendencia observada es que para un mismo número y tamaño de marco el error de estimación aumenta a medida que disminuye la cobertura vegetal absoluta del estrato que compone la muestra dentro de un mismo sitio (ambiente). Las estimaciones de disponibilidad forrajera a nivel de unidad de manejo (cuadro) son también muy variables. Analizando datos de 5 campos (3 cortes con marco de 0,2 m² en 3 a 6 estaciones dependiendo el tamaño de la unidad de manejo y la disponibilidad forrajera) en 5 establecimientos ganaderos pertenecientes a la EMS, el CV promedio con el que se estima la oferta forrajera es del 34%, con valores que oscilan entre el 14 y el 65% (Datos inéditos, Rivera y Sturzenbaum, 2006). La información disponible sugiere que con la metodología actual hay posibilidades de cometer errores importantes en la estimación de disponibilidad forrajera tanto a nivel de estación de muestreo como de unidad de manejo, lo cual compromete el éxito de las decisiones de manejo basadas en la información generada durante la evaluación. Conocer el error de muestreo resulta importante, entre otros aspectos, para garantizar la sustentabilidad del recurso pastizal. La sobreestimación forrajera tendría como consecuencia más probable el sobrepastoreo debido a la asignación de forraje inexistente. Por otra parte, una decisión de manejo basado en una subestimación de la disponibilidad forrajera redundaría en un aprovechamiento ineficiente del recurso forrajero, lo cual tendría impacto sobre la capacidad de carga y la rentabilidad de la empresa. El presente trabajo pretende aportar información objetiva y metódica que permita mejorar la estimación de disponibilidad forrajera (y en consecuencia un mejor ajuste de la carga animal) del método Santa Cruz definiendo los parámetros de muestreo a partir de un error previamente aceptado por el evaluador. Para ello se tomarán en consideración distintas fuentes de error: por un lado se definirá (i) el tamaño del marco y el número de muestras a realizar en una estación de muestreo en relación con la cobertura absoluta del estrato intercoironal, lo cual representa la variación de la disponibilidad forrajera a una escala espacial pequeña; (ii) distintas intensidades de muestreo (número de hectáreas por cada estación de muestreo) y sus respectivos errores para realizar las estimaciones a una escala espacial superior (unidad homogénea de vegetación o sitio); y (iii) integración de los coeficientes de variación de ambas escalas espaciales para la estimación de la disponibilidad forrajera media a nivel de potreros.EEA Santa CruzFil: Peri, Pablo Luis. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA). Estación Experimental Agropecuaria Santa Cruz; Argentina.Fil: Peri, Pablo Luis. Universidad Nacional de la Patagonia Austral; Argentina.Fil: Peri, Pablo Luis. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas; Argentina.Fil: Suarez, Diego. Consultor privado. Santa Cruz; Argentina.Fil: Cipriotti, Pablo Ariel. Universidad de Buenos Aires. Facultad de Agronomía. Departamento de Métodos Cuantitativos y Sistemas de Información; Argentina.Fil: Cipriotti, Pablo Ariel. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas; Argentina.Fil: Rivera, Emilio Hernan. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA). Estación Experimental Agropecuaria Santa Cruz. Agencia de Extensión Rural Río Gallegos; ArgentinaFil: Ormaechea, Sebastián Gabriel. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA), Estación Experimental Agropecuaria Santa Cruz; Argentina.Fil: Sturzenbaum, Maria Virginia. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA). Estación Experimental Agropecuaria Santa Cruz. Agencia de Extensión Rural Río Gallegos; Argentina
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