19 research outputs found

    Computational Simulation as a Principle, a Tool and a Method for a Future-proof. Design Strategy Interview with Cosimo Accoto

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    The interview with Cosimo Accoto starts with a question: how can design move into “critical uncertainties”? Through an overview of Accoto’s fields of investigation and a focus on the latest ongoing research, he presents the concept of “simulation”, as a new design horizon and a new ontogenetic vector in the imagination and production of our future

    Il mondo ex machina. Dal digitale all’automazione

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    Intelligenza artificiale e deep learning, droni e robot, blockchain e smart contract, cybersicurezza: l'automatizzazione sta ridisegnando le nostre idee e categorie concettuali, le attività professionali e le relazioni umane, le pratiche cognitive e disciplinari, l'etica e la politica. Automazione, dunque, non solo come spinta ingegneristica a costruire macchine e automi, ma come prospettiva più generale di produzione del nostro reale e del suo senso. Cosimo Accoto, autore de "Il mondo ex machina. Cinque brevi lezioni di filosofia dell'automazione", ci condurrà in un'esplorazione filosofica di quello che si profila essere un vero e proprio universo automato, che incalza e che vale la pena analizzare in sé, lasciando da parte i preconcetti. Conferenza a cura di Egea. Intervengono: Cosimo Accoto, research affiliate MIT-Massachussets Institute of Technology di Boston, autore de "Il mondo ex machina. Cinque brevi lezioni di filosofia dell'automazione" (Egea), Luca Vozzi, vice President Operations Lima Corporate. Conduce Michele Scozzai, giornalist

    Inside (Out) the Black Box. Legal and Philosophical Speculations on the Implications of “Sentient” Artificial Intelligence(s)

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    The implications of “sentient” artificial intelligence (AI) are profound and multifaceted. This chapter delves into the legal and philosophical dimensions of AI, speculatively examining its potential to exhibit consciousness, self-awareness, and emotions. Despite advancements, no AI has yet demonstrated true sentience, but the discussion remains urgent due to rapid developments in generative AI, like ChatGPT and LaMDA. Legally, this chapter explores how sentient AI might challenge current frameworks that attribute rights and responsibilities on the basis of human-centric criteria. Philosophically, it scrutinizes the assumptions and paradigms that shape our understanding of AI, emphasizing the need to reconsider traditional notions of intelligence and consciousness. This chapter concludes that addressing the speculative emergence of sentient AI requires taking a comprehensive, interdisciplinary approach that combines legal foresight with philosophical inquiry, ensuring that societal impacts are managed responsibly and ethically

    Infoviduality: exploring subjectivations and agentivities in a more-than-human world

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    Quando falamos de tecnologias digitais, sintéticas e artificiais em sociedades em rede emergentes, como podemos supor, a ideia de “subjetividade” (ou melhor, subjetivação) conectada à identidade (quem é o quê), à sensibilidade (quem percebe o que), agência (quem faz o quê) e, naturalmente, a prestação de contas (quem é responsável por quê) é crucial. Objetos inteligentes, botsassistivos, algoritmos codificados, robótica de enxames, softwares antecipatórios, veículos autônomos, corpos quantificados, agentes orientados a dados, mercados automatizados, ecologias sensorizadas, todos exigem de nós, portanto, tratar da questão filosófica do “sujeito” com novas perspectivas. Mas que tipo de subjetividade está emergindo em um mundo mais do que humano? A ideia fundamental que exploramos aqui é a do sujeito considerado como um processo “elementar”, que se transforma e projeta o que comecei a chamar de “infovidualidade

    SOCIEDADE, ECONOMIA E REVOLUÇÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: DOS PORQUÊS DA SOCIEDADE EM REDE EM MANUEL CASTELLS ATÉ A FILOSOFIA DO DIGITAL EM COSIMO ACCOTO

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    A evolução das tecnologias da informação e da comunicação (TIC), traz a afirmação de que é experienciado um novo mundo caracterizado por uma forma ainda inconclusiva de socialidade. Dá-se a ampliação do acesso à informação, da democratização da ação comunicativa e do compartilhamento do conteúdo comunicativo a uma velocidade jamais vista na história humana. Surge o e-commerce e são transformados paulatinamente os conceitos de anonimato e representação política tradicional. Emerge um novo paradigma de sociedade global em que as distâncias geográficas cedem lugar à interconexão global. A conexão entre Estados e pessoas é mediada de maneira disruptiva pela tecnologia por meio das redes informacionais e conceitos satelitários como softwares, algoritmos, plataformas, blockchain, dentre outras categorias para as quais se voltam os olhares e as atenções das ciências matemáticas e lógicas e, igualmente, de uma filosofia voltada para a compreensão do aspecto ontológico do código e das suas repercussões no sentido de reconhecer signos imersos nesta nova forma de interação mundial. As implicações das novas tecnologias sobre as interações sociais nas esferas da cultura, religião, educação, economia, política e todos os demais espectros, são o ponto fulcral das discussões mais atuais sobre o mundo conectado que surgiu e que surge todos os dias, renovadamente, desde o início deste processo. Paralelamente, a filosofia do digital reconhece transmutações da concepção de tempo marcada não por uma aceleração, mas sim, por uma disfunção deste num contexto perplexamente caracterizado pelo excesso de produção e acesso à informação. Deste modo, este ensaio tem por objetivo trazer pontos de reflexão propostos por autores como Castells e Accoto, destacadamente, reveladores do papel da revolução tecnológica como motor propulsor, manifestamente claro, do surgimento de uma socialidade baseada na lógica das redes, com todas as suas características evolutivas e vicissitudes, conceitos postos e incógnitas

    Sloweb. Conversazioni per un digitale sostenibile

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    Da inizio secolo le tecnologie digitali sono nelle mani di America e Cina, che le usano causando forti impatti nella società, nell’economia e nell’ecologia. Per una preziosa nuova materia prima - il dato - sono stati inventati nuovi strumenti, le pompe di dati: gli smartphone. I dati sono il nuovo petrolio e come quello, se mal gestiti, corrompono democrazie e inquinano cielo, acqua e terra. Di fronte all’incontrollato irrompere dei motori di Intelligenza Artificiale generativa ci si chiede cosa fare per un uso diverso delle tecnologie digitali che siano sostenibili, di minore impatto ecologico e di migliore impatto sociale. In tale prospettiva, il libro riporta alcune conversazioni che l’Associazione Sloweb ha organizzato per il suo annuale Digital Ethics Forum. Luciano Floridi, Cosimo Accoto, Francesco Varanini, Michela Meo, Dunia Astrologo e Paolo Gerbaudo portano le loro osservazioni su quello che potrebbe essere un salto antropologico o, viceversa, una semplice evoluzione del dominio monopolistico/oligopolisitico. Nicola Bonotto e Francesco Cara raccontano cosa sia il web sostenibile, mentre Paolo Foietta ricorda i principi del Bauhaus (sobrio, economico, democratico ed ecologico) e un approccio progettuale sostenibile di radici durature. Pietro Jarre chiude con un appello per una nuova industria digitale, sostenibile ed europea
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