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    Study of the anisotropies and magnetization process in Ni nanowires and NiB nanotubes

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    O estudo e conhecimento do magnetismo é muito importante para a nossa sociedade, devido ao grande número de aplicações que envolvem as propriedades magnéticas. Por isso, umas das problemáticas vigentes em física do estado sólido é o estudo, conhecimento e controle deste tipo de propriedades em diferentes tipos de materiais, dentre os quais encontramse materiais de dimensões nanométrica como nanofios e nanotubos. No presente trabalho temos como objetivo a realização de estudos sobre propriedades magnéticas tais como anisotropia e magnetização em sistemas formados por nanofios de Ni eletrodepositados em alumina nanoporosa, e nanotubos de NiB crescidos em membrana porosa de policarbonato. A caracterização microestrutural das amostras de nanofios de Ni foi realizada por difração de raios X, microscopia eletrônica de varredura, microscopia de força atômica e microscopia eletrônica de transmissão de alta resolução. Os resultados mostraram que os nanofios de Ni tinham diâmetros de aproximadamente 60nm, são policristalinos com estrutura predominante fcc, embora também foram encontrados grãos minoritários de estrutura hcp. O tamanho de grão esteve na faixa entre 5 e 15 nm, aproximadamente. Por outro lado, os nanotubos de NiB estavam formados por uma liga amorfa de composição Ni80B20, com a presença de uma porção minoritária de pequenos cristalitos de NiB. Os nanotubos tinham comprimentos de 20 ?m aproximadamente, diâmetro externo de 400 nm e espessuras das paredes na faixa entre 50 e 160 nm. Todas as amostras foram caracterizadas magneticamente a partir de medidas de ciclos de histerese, curvas de remanências isotérmica e desmagnetizante (para a obtenção de curvas ?M) e curvas de inversão de primeira ordem (para o cálculo das distribuições FORC). Um novo modelo fenomenológico para estudar anisotropias, desenvolvido em nosso grupo de pesquisa, permitiu a determinação das constantes de anisotropias K1 (constante de anisotropia magnetocristalina de segunda ordem) e Ku (constante de anisotropia uniaxial) nos sistemas de nanofios de Ni. Os resultados mostraram que a constante de anisotropia K1 cresce conforme aumenta o comprimento dos nanofios, ficando próximo e até superior ao valor correspondente ao Ni massivo. O processo de nucleação e propagação de paredes de domínios transversais foi confirmado como mecanismo de inversão da magnetização nos nanofios, por meio da aplicação de um modelo analítico que determina o campo de nucleação do sistema. A importância das interações dipolares no comportamento magnético global destes sistemas foi evidenciada pela determinação das curvas ?M e das distribuições FORC. No caso dos nanotubos de NiB foi determinado que o mecanismo de inversão da magnetização corresponde à nucleação e propagação de vórtices, como acontece em outros sistemas similares. No entanto, foi observado que a espessura da parede do tubo tem um papel importante, porque foi verificado que a coercividade dos nanotubos decresce se a parede deles é suficientemente grossa em comparação com o tamanho de parede de domínio do Ni. Também para estes sistemas, as curvas ?M e das distribuições FORC mostraram a predominância de interações desmagnetizantes.The study and knowledge of magnetism is very important for our society, due to the large number of applications involving magnetic properties. Therefore, one of the current problems in solid state physics is the study, knowledge and control of this type of properties in different types of materials, among which are materials of nanometric dimensions such as nanowires and nanotubes. In the present work, we have carried out studies on magnetic properties such as anisotropy and magnetization in systems formed by Ni nanowires electrodeposited in nanoporous alumina, and NiB nanotubes grown in polycarbonate porous membrane. The microstructural characterization of Ni nanowire samples was performed by X-ray diffraction, scanning electron microscopy, atomic force microscopy and high resolution transmission electron microscopy. The results showed that Ni nanowires had diameters of approximately 60 nm, are polycrystalline with predominant fcc structure, although a minor fraction of hcp structure was also found. The grain size was in the range between 5 and 15 nm, approximately. On the other hand, the NiB nanotube samples were formed by an amorphous alloy of Ni80B20 composition, with the presence of a minor portion of small NiB crystallites. The nanotubes had lengths of approximately 20 µm, external diameter of 400 nm and wall thicknesses in the range of 50 to 160 nm. All the samples were magnetically characterized by measurements of hysteresis cycles, isothermal and demagnetizing remanence curves (to obtain ?M curves) and first-order reversal curves (for calculating FORC distributions). A new phenomenological model to study anisotropies, developed in our research group, allowed the determination of the anisotropy constants K1 (second order magnetocrystalline anisotropy constant) and Ku (uniaxial anisotropy constant) in the Ni nanowire systems. The results showed that the anisotropy constant K1 increases as the nanowire length increases, being close to and even higher than the Ni bulk value. The process of nucleation and propagation of transverse domain walls was confirmed as the mechanism for magnetization reversal in nanowires. This result as obtained by applying an analytical model that determines the nucleation field of the system. The importance of the dipolar interactions on the global magnetic behavior for these systems was evidenced by the determination of the ?M curves and the FORC distributions. In the case of NiB nanotubes, it was determined that the magnetization reversal mechanism corresponds to the nucleation and propagation of vortices, as in other similar systems. However, it has been observed that the wall thickness of the tube plays an important role because it has been found that the coercivity of the nanotubes decreases if their walls are thick enough compared to the Ni domain wall size. Also, for these systems, the ?M curves and the FORC distributions showed the predominance of demagnetizing interactions

    Propiedades magnéticas de las heteroestructuras de NiTi/(Ni, Co)

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    Descargue el texto completo en el repositorio institucional de la Universidade de São Paulo: https://doi.org/10.11606/T.43.2018.tde-28082018-230553Esta tesis emplea la tensión interfacial entre dos películas delgadas como medio para modificar el magnetismo de películas ferromagnéticas debido al efecto magnetoestrictivo inverso. Tal efecto es definido como la variación en la magnetización en materiales ferromagnéticos debido a un esfuerzo externo. Así podemos obtener un control magnético de películas delgadas sin la necesidad de aplicar un campo externo cuando estas son acopladas a una película no magnética que presenta una transición de fase estructural con la temperatura. En tales heteroestructuras, la magnetización de la película ferromagnética se modifica a través de cambios en el campo de tensión en la interfaz durante la transición de fase estructural en la película no magnética (actuador). En este trabajo, se utilizó como actuador una aleación de NiTi y se acopló a películas ferromagnéticas de Ni y Co. La aleación de NiTi cerca de su composición equiatómica presenta memoria de forma y una transición de fase estructural reversible con la temperatura proporcionando estrés en la película ferromagnética. En estas novedosas heteroestructuras, mediciones de magnetización e histéresis en función de la temperatura probaron el acoplamiento magneto-elástico, caracterizado por el incremento en el momento magnético de la película ferromagnética.Esta tese estuda o papel da tensão interfacial em filmes heterogêneos na modificação do magnetismo de camadas ferromagnéticas finas por meio do efeito magnetoestritivo inverso, definido como a mudança de magnetização produzida em materiais ferromagnéticos por um estresse externo. Tecnologicamente, isto visa ter um grau de controle magnético do material sem a aplicação de um campo externo, usando heteroestruturas compostas por uma camada não magnética caracterizada por uma transição de fase estrutural acionada pela temperatura, acoplada a uma camada ferromagnética. Em tais heteroestruturas, a magnetização da camada ferromagnética é modificada através de alterações no campo de tensão na interface quando a transição de fase estrutural na camada não magnética (atuador) é realizada. Assim, utilizamos a liga com memória de forma NiTi como atuador, para modificar o comportamento magnético de filmes ferromagnéticos através do acoplamento magnetoelástico em novas heteroestruturas de NiTi/Ni e NiTi/Co. O NiTi, quando próximo à sua composição equiatômica, é uma liga com memória de forma que sofre uma transição de fase estrutural reversível com a temperatura, proporcionando tensão no filme ferromagnético. Escolhemos esta liga porque o NiTi apresenta uma grande tensão de recuperação com temperaturas de transição acima da temperatura ambiente, para filmes de NiTi ricos em Ti, o que é de interesse para aplicações tecnológicas das heteroestruturas. A microestrutura do NiTi é fundamental para favorecer a transição de fase estrutural e definir as suas características. Assim, uma extensa revisão de pesquisas anteriores sobre NiTi é detalhada nesta tese. Para garantir um grande estresse durante a transição estrutural do NiTi com a temperatura, o filme de NiTi deve estar próximo de sua composição equiatômica e ter espessura acima de 800 nm. Ambas as características foram confirmadas pelas análises de espectroscopia de retroespalhamento Rutherford. A estrutura cristalina e sua transição com a temperatura foram estudadas por medidas de difração de raios X. Medidas de magnetização e histerese em função da temperatura, com campo aplicado no plano dos filmes, realizadas em um magnetômetro SQUID, comprovaram a existência do acoplamento magnetoelástico, o qual se manifestou através de variações no momento magnético da camada ferromagnética. Essas mudanças de magnetização, observadas principalmente na heteroestrutura com Ni, torna-se a característica principal do acoplamento magnetoelástico nesses novos materiais.Brasil. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq

    Magnetic Properties of Heterogeneous Ferromagnet/Supercondcutor Multilayers

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    As contrastantes distribuições das linhas de campo magnético que são produzidas por supercondutores (S) e por sólidos ferromagnéticos (F) em um campo aplicado (Happ) surgem de mecanismos físicos subjacentes que são muito diferentes e bem conhecidos. As abordagens teóricas que levam esses mecanismos em consideração, fornecem modelos altamente efetivos sobre as suas respetivas estruturas magnéticas internas e seus perfis de campo externo. Quando matérias S e F são colocados em contato, ambos podem reagir às propriedades magnéticas do outro e modificar os seus estados iniciais até que um equilíbrio conjunto seja atingido. Se as características deste equilíbrio mostram-se muito diferentes da combinação daquelas dos componentes isolados, afirma-se que o sistema S-F apresenta acoplamento magnético. No presente trabalho, identificamos e caracterizamos os efeitos do acoplamento magnético que tem lugar em bicamadas híbridas compostas de filmes S e F. Usamos Nb e Ni policristalinos como os componentes S e F, respetivamente, os quais foram depositados em sequência usando DC magnetron sputtering. Obtivemos curvas detalhadas para a magnetização estática (DC) e dinâmica (AC) dos híbridos e também as dos seus constituintes isolados e comparamos os sinais do output sob um modelo apropriado. Esta abordagem levou ao desenvolvimento de uma imagem sistematizada para a descrição das interações magnéticas do híbrido em termos de uma dinâmica de vórtices modificada que tem lugar em S. Estabelecemos um vínculo entre as técnicas de medida DC e AC assumindo um modelo de estado crítico supercondutor de tipo Kim, a validade do qual foi verificada usando várias curvas características. Um modelo de estado crítico permite inferir a evolução das distribuições de vórtices dentro de S para um valor dado da magnetização (M) ou susceptibilidade, dependendo na técnica de medida. Esse resultado é especialmente útil nas regiões onde os efeitos do acoplamento magnético são mais proeminentes e os mecanismos subjacentes precisam de serem articulados. Ao trabalhar abaixo da temperatura crítica (Tc) observamos claras anomalias nos ciclos de histerese S dos híbridos os quais tomam a forma de instabilidades termomagnéticas (TMI) ou picos de magnetização semelhantes aos que determinam matching na rede de vórtices. Uma correlação destes efeitos com modificações na mobilidade de vórtices pode ser derivada dos modelos, e o papel do estado de F nestes processos é sugerido pelo seu ciclo de histerese acima de Tc. Usamos medidas AC para testar um número destes efeitos no regime dinâmico e achamos uma boa correspondência com as repostas DC obtidas previamente. Quando analisado sob o modelo de Kim, o momento magnético encontra-se ligado a um campo médio interno produzido por uma distribuição de vórtices dependente do tempo. A mobilidade desses vórtices, revelada pela susceptibilidade AC, mostra-se reduzida nos casos em que aparecem picos nos ciclos de histerese e aumentada em regiões de TMI, como é esperado. A consistência achada na análise combinada das técnicas utilizadas sustenta um cenário de acoplamento S-F robusto entre vórtices e campos ferromagnéticos e os valores de Happ nos quais surgem anomalias, sugerem um papel importante dos campos stray nas interações das bicamadas.The contrasting distributions of magnetic field lines produced by conventional type-II superconductors (S) and ferromagnetic solids (F) in an applied field (Happ), arise from very different underlying physical mechanisms that are considerably well-understood. Theoretical approaches that take these mechanisms into account, provide very successful models of their internal magnetic structures and their external field profiles. When S and F materials are placed in contact, they may react to each others magnetic properties and modify their initial states until a joint equilibrium is reached. If the features of this equilibrium differ substantially from a combination of those of the individual components in isolation, we say that the S-F system presents magnetic coupling. In this work, we identify and characterize the effects of the magnetic coupling phenomena that take place in hybrid bilayers composed by S and F thin films. We use pollicrystalline Nb and Ni as the S and F components, respectively, which were deposited in sequence using DC magnetron sputtering. We obtained detailed curves for the static (DC) and dynamic (AC) magnetization of these hybrids and for their isolated S and F constituents, and compared all of the output signals under an appropriate model. This approach led to the development of a systematic picture that can describe the hybrids magnetic interactions in terms of modified vortex dynamics, which take place in S. We established a link between both, DC and AC measurement techniques assuming a Kim-type superconducting critical state, the validity of which was confirmed experimentally by various characteristic curves. A critical state model allows us to infer the evolution of vortex distributions inside S for given values of the magnetization (M) or susceptibility (X) depending on the measuring technique. This result is especially useful in the regions were the effects of magnetic coupling appear more prominently and the underlying mechanisms need to be constructed. Working bellow the critical temperature (Tc), we observed very clear anomalies in the S hysteresis loops of the hybrids which take the form of either thermomagnetic instabilities (TMI) or magnetization peaks similar to those of vortex-lattice matching. A correlation of these effects with modifications in the mobility of superconducting vortices follows from the models, and the role of the state of F in these processes is suggested by its hysteresis loop taken just above Tc. We used AC measurements to complement and test many of these effects in the dynamic regime and found a very good correspondence with previous DC responses. When analyzed under the Kim model, the magnetic moment of S is linked to a mean internal field produced by a time-dependent distribution of vortices. The mobility of these vortices, as revealed by AC susceptibility, was seen to be reduced in the cases were M peaks appear and increased for TMI regions, as was expected. The high degree of consistency found in the combined analysis of the techniques used supports the scenario of robust S-F coupling between vortices and ferromagnetic fields and the values of Happ at which anomalies arise suggest a prominent role of stray fields in the interaction of these thin-film based hybrids

    Study of the Magnetostructural Phase Transition of FeRh Coupled to Ni Nanowires

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    A liga de FeRh apresenta uma transição de fase magneto-estrutural de primeira ordem próxima da temperatura ambiente, fazendo deste material um forte candidato para aplicações de gravação magnética termicamente assistida ou em refrigeradores magnéticos. Em baixas temperaturas o FeRh apresenta uma fase antiferromagnética enquanto em altas temperaturas apresenta uma fase ferromagnética. Cientes disto, neste trabalho foram analisados as transições de fase de filmes de FeRh, porém quando na presença de nanofios de Ni. Para isso foram fabricados filmes de FeRh, próximos da composição equiatômica, sobre uma matriz nanoporosa de Al 2 O 3 com nanofios de Ni. A matriz nanoposora foi produzida por um processo de anodização em dois passos, sendo preenchido os poros com Ni via eletrodeposição. O filme de FeRh foi crescido por deposição via magnetron sputtering, em duas temperaturas distintas, 525 e 600 o C. Um tratamento térmico in situ a 600 o C, por uma hora, foi feito no filme depositado na mesma temperatura. Curvas de magnetização em função de campo magnético aplicado, em temperaturas fixas, mostraram comportamentos característicos de filmes ou nanofios quando medidos nas direções preferenciais de cada componente, respectivamente, sugerindo um forte acoplamento via magnetoestrição entre os elementos. Foi analisada a dependência da transição de fase com relação a condições de magnetização dos nanofios de Ni, sendo observado clara dependência do comportamento da transição de fase com relação à estas condições. A transição de fase do FeRh é dada por nucleações e, posteriormente, por um deslocamento das paredes de domínio adjacentes a nucleação. Este comportamento é bem descrito pela somatória de duas distribuições gaussianas, sendo ajustadas na primeira derivada da magnetização em função da temperatura. Estes ajustes mostraram um claro comportamento da distribuição de nucleação com relação a magnetização remanente dos nanofios. Tal comportamento não tinha sido relatado até este momento. O filme depositado em 525 o C se mostrou mais suscetível a magnetização remanente dos nanofios do que o filme depositado em 600 o C. Posteriormente, medidas de transição de fase sob campo magnético intenso mostraram uma forte relação entre as temperaturas críticas de transição e a intensidade de campo aplicado, sendo deslocada a curva de transição para temperaturas mais baixas devido o incremento do campo. O filme depositado em 525 o C apresentou uma transição mais larga e uma menor magnetização em altas temperaturas do que o filme depositado em 600 o C.The FeRh alloy presents a first order magnetic-structural phase transition close the room temperature, making this material a strong candidate to heat-assisted magnetic recording or magnetic refrigerators. At low temperaturas the FeRh the FeRh shows a antiferromagnetic phase while at high temperatures shows a ferromagnetic phase. Aware of this, in this work were analyzed the FeRh films phase transition, but under the Ni nanowires presence. For this were maked FeRh films, close the equiatomic composition, over a nanoporous matrix of Al 2 O 3 with Ni nanowires. The nanoporou matrix were produced by a two-step anodization process and the nanoporou fille with Ni via eletrodeposition. The FeRh film were grown by deposition via magnetron sputtering at two different temperatures, 525 e 600 o C. Annealing in situ at 600 o C for one hour was done in the film deposited at same temperature. Magnetization curves as function of applied magnetic field, at fixed temperatures, showed characteristic behaviors of the films or nanowires where measured in the preferential direction of each componente, respectively, suggest a strong magnetostriction coupling between elements. The phase transition dependence was analyzed with respect to magnetization conditions of Ni nanowires, been observed a clear dependence of the phase transition behavior with these conditions. The FeRh phase transition is given by nucleations and followed by a displacement of domain walls adjacents to the nucleation. This behavior is well defined for the sum of two gaussians distributions, been fitted to the first derivative of magnetization as function of temperature. These fittings showed a clear behavior of the nucleation distribution with repect to a nanowires remanent magnetization. Such behavior has never been reported before. The film deposited at 525 o C showed more susceptible to nanowires remanentc magnetization than film deposited at 600 o C. Subsequently meadures of phase transition under high magnetic fields showed a strong relation between the critical temperatures of depostion and the field intensity, being displaced to lower temperatures the transition curve with the field increment. The film deposited at 525 o C presented a broader transition with lower magnetization at high temperatures than film deposited at 600 o C

    Magnetic Properties of Heterogeneous Ferromagnet/Supercondcutor Multilayers

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    As contrastantes distribuições das linhas de campo magnético que são produzidas por supercondutores (S) e por sólidos ferromagnéticos (F) em um campo aplicado (Happ) surgem de mecanismos físicos subjacentes que são muito diferentes e bem conhecidos. As abordagens teóricas que levam esses mecanismos em consideração, fornecem modelos altamente efetivos sobre as suas respetivas estruturas magnéticas internas e seus perfis de campo externo. Quando matérias S e F são colocados em contato, ambos podem reagir às propriedades magnéticas do outro e modificar os seus estados iniciais até que um equilíbrio conjunto seja atingido. Se as características deste equilíbrio mostram-se muito diferentes da combinação daquelas dos componentes isolados, afirma-se que o sistema S-F apresenta acoplamento magnético. No presente trabalho, identificamos e caracterizamos os efeitos do acoplamento magnético que tem lugar em bicamadas híbridas compostas de filmes S e F. Usamos Nb e Ni policristalinos como os componentes S e F, respetivamente, os quais foram depositados em sequência usando DC magnetron sputtering. Obtivemos curvas detalhadas para a magnetização estática (DC) e dinâmica (AC) dos híbridos e também as dos seus constituintes isolados e comparamos os sinais do output sob um modelo apropriado. Esta abordagem levou ao desenvolvimento de uma imagem sistematizada para a descrição das interações magnéticas do híbrido em termos de uma dinâmica de vórtices modificada que tem lugar em S. Estabelecemos um vínculo entre as técnicas de medida DC e AC assumindo um modelo de estado crítico supercondutor de tipo Kim, a validade do qual foi verificada usando várias curvas características. Um modelo de estado crítico permite inferir a evolução das distribuições de vórtices dentro de S para um valor dado da magnetização (M) ou susceptibilidade, dependendo na técnica de medida. Esse resultado é especialmente útil nas regiões onde os efeitos do acoplamento magnético são mais proeminentes e os mecanismos subjacentes precisam de serem articulados. Ao trabalhar abaixo da temperatura crítica (Tc) observamos claras anomalias nos ciclos de histerese S dos híbridos os quais tomam a forma de instabilidades termomagnéticas (TMI) ou picos de magnetização semelhantes aos que determinam matching na rede de vórtices. Uma correlação destes efeitos com modificações na mobilidade de vórtices pode ser derivada dos modelos, e o papel do estado de F nestes processos é sugerido pelo seu ciclo de histerese acima de Tc. Usamos medidas AC para testar um número destes efeitos no regime dinâmico e achamos uma boa correspondência com as repostas DC obtidas previamente. Quando analisado sob o modelo de Kim, o momento magnético encontra-se ligado a um campo médio interno produzido por uma distribuição de vórtices dependente do tempo. A mobilidade desses vórtices, revelada pela susceptibilidade AC, mostra-se reduzida nos casos em que aparecem picos nos ciclos de histerese e aumentada em regiões de TMI, como é esperado. A consistência achada na análise combinada das técnicas utilizadas sustenta um cenário de acoplamento S-F robusto entre vórtices e campos ferromagnéticos e os valores de Happ nos quais surgem anomalias, sugerem um papel importante dos campos stray nas interações das bicamadas.The contrasting distributions of magnetic field lines produced by conventional type-II superconductors (S) and ferromagnetic solids (F) in an applied field (Happ), arise from very different underlying physical mechanisms that are considerably well-understood. Theoretical approaches that take these mechanisms into account, provide very successful models of their internal magnetic structures and their external field profiles. When S and F materials are placed in contact, they may react to each others magnetic properties and modify their initial states until a joint equilibrium is reached. If the features of this equilibrium differ substantially from a combination of those of the individual components in isolation, we say that the S-F system presents magnetic coupling. In this work, we identify and characterize the effects of the magnetic coupling phenomena that take place in hybrid bilayers composed by S and F thin films. We use pollicrystalline Nb and Ni as the S and F components, respectively, which were deposited in sequence using DC magnetron sputtering. We obtained detailed curves for the static (DC) and dynamic (AC) magnetization of these hybrids and for their isolated S and F constituents, and compared all of the output signals under an appropriate model. This approach led to the development of a systematic picture that can describe the hybrids magnetic interactions in terms of modified vortex dynamics, which take place in S. We established a link between both, DC and AC measurement techniques assuming a Kim-type superconducting critical state, the validity of which was confirmed experimentally by various characteristic curves. A critical state model allows us to infer the evolution of vortex distributions inside S for given values of the magnetization (M) or susceptibility (X) depending on the measuring technique. This result is especially useful in the regions were the effects of magnetic coupling appear more prominently and the underlying mechanisms need to be constructed. Working bellow the critical temperature (Tc), we observed very clear anomalies in the S hysteresis loops of the hybrids which take the form of either thermomagnetic instabilities (TMI) or magnetization peaks similar to those of vortex-lattice matching. A correlation of these effects with modifications in the mobility of superconducting vortices follows from the models, and the role of the state of F in these processes is suggested by its hysteresis loop taken just above Tc. We used AC measurements to complement and test many of these effects in the dynamic regime and found a very good correspondence with previous DC responses. When analyzed under the Kim model, the magnetic moment of S is linked to a mean internal field produced by a time-dependent distribution of vortices. The mobility of these vortices, as revealed by AC susceptibility, was seen to be reduced in the cases were M peaks appear and increased for TMI regions, as was expected. The high degree of consistency found in the combined analysis of the techniques used supports the scenario of robust S-F coupling between vortices and ferromagnetic fields and the values of Happ at which anomalies arise suggest a prominent role of stray fields in the interaction of these thin-film based hybrids

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship

    Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis

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    We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis

    Application of Preisach model in nanocrystalline magnets

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    Estudamos propriedades magnéticas de ligas nano cristalinas de Sm-F e-Co. As ligas foram preparadas por mecano-síntese e posterior tratamento térmico. Como resultado, obtivemos ímãs nanocristalinos de Sm18 (Fe,Co)82 , com Sm(Fe,Co)7 como fase principal. As ligas apresentaram excelentes propriedades magnéticas: remanências relativas Mn/ Ms ~ 0.6 e coercividades na faixa 5-20 kOe, dependendo do teor de Fe nos materiais. Interações magnéticas nas ligas foram estudadas com base nos gráficos ele Henkel. Interpretamos, nestes gráficos, de maneira consistente a influência elas interações e dos estados desmagnetizados.We studied the magnetic properties of nanocrystalline Sm-Fe-Co alloys. These alloys were prepared by mechanical alloying and subsequent annealing. We obtained nanocrystalline rnagnets of composition Sm18 (Fe, Co )82 , for which the main hard magnetic phase is Sm(Fe, Co)82. The alloys showed excellent magnetic properties: relative remanence Mn/ Ms :2; 0.6 and coercive fields ranging from 5 to 20 k0e, depending upon the amount of Fe present. Henkel plots were used in order to study magnetic interactions in these alloys. The influence of the interactions and the demagnetized state on the Henkel plots was also studied
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