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    Aplicação e análise de all-out\u27s com diferentes tempos de duração em corrida atada, realizados em esteira rolante não motorizada

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    de três minutos é um método de avaliação originalmente realizado em ciclo ergômetro, e baseado no modelo clássico da potência crítica (PC). Esse teste tem aplicação em um único dia e é capaz de fornecer parâmetros de capacidade aeróbios (EP) e anaeróbios (W). A partir disso, o propósito desse presente projeto é a verificação da possibilidade de obtenção dos mesmos parâmetros de EP e W obtidos em all-out de três minutos por meio de aplicação de testes reduzidos nos tempos de um (AO1) e dois minutos (AO2) em esteira não motorizada (ENM). Sendo assim, foram avaliados onze indivíduos do sexo masculino de 20,8 ± 2,3 anos, fisicamente ativos, que realizaram visitas no Laboratório de Fisiologia Aplicada ao Esporte (LAFAE) para realização de esforços máximos de AO1, AO2 e AO3 em corrida atada na ENM, visando obtenção de EP e W. Além desses, o protocolo permite a obtenção de parâmetros mecânicos de força, velocidade e potência e de variáveis fisiológicas de lactato sanguíneo e frequência cardíaca. Dessa forma o projeto possibilitou determinar as médias e desvios padrões dos testes de AO3, AO2 e AO1, de valores de EP (163,6±29,6W; 200,7±35,1W; 290,9±53,4W; respectivamente) e W (13,1±2,Kj; 12,2±1,2Kj; 4,4±1,2Kj; respectivamente). Em consecutivamente não foi observado diferenças significativas de EP entre o AO2 e AO3. Contudo não foi visualizado correlações significantes de Pearson e ICC (consistência e concordância absoluta) entre os valores de EP e W nos protocolos aplicados. Enquanto que nos parâmetros mecânicos foi encontrado correlações significativas em grande maioria entre os protocolos, assim como o lactato e frequência cardíaca. Conclui-se que as aplicações de all-out realizadas em tempos reduzidos não foram reprodutíveis para obtenção de EP e W em ENM

    Análise da atividade espontânea em ratos Wistar submetidos à restrição calórica e as consequências dessa condição sobre variáveis séricas e teciduais do metabolismo energético

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    ivo do presente experimento foi determinar a atividade espontânea em ratos Wistar submetidos à restrição calórica e identificar as consequências dessa condição sobre variáveis séricas e teciduais do metabolismo energético. Dessa forma foram utilizados 30 Rattus norvegicus albinus da linhagem Wistar, os quais permaneceram no laboratório do desmame até os 65 dias de idade. Os animais foram divididos em dois grupos experimentais, a saber: Grupo controle (n=15) e grupo restrição calórica (n=15). Durante essa fase os animais dos grupos experimentais receberam apenas 50% da ingestão de ração, obtida pelo alimento contido no comedouro dos grupos controles, por subtração da quantidade de alimento ingerido pelos animais de cada gaiola, sendo pesada diariamente, até o final do experimento. Também foi realizado a mensuração da atividade espontânea de todos os animais durante uma vez por semana, por meio do método gravimetria, um sistema que consiste em um equipamento capaz de analisar as respostas de força sobre a gaiola geradas pela ação muscular, independente da atividade cinemática dos animais, com monitoração de 24hs em frequência de aquisição de 30Hz. Após 6 semanas de experimento, os animais forma eutanasiados em câmara de CO2, em repouso. Após a eutanásia, foram realizadas as determinações séricas de ácidos graxos livres (AGL), glicose, proteína, triglicerídeos e colesterol, além da análise da concentração tecidual de glicogênio muscular e hepático. A restrição calórica promoveu, ao final de seis semanas, redução do tecido adiposo marrom, colesterol, triglicerídeos e proteínas totais séricas e do glicogênio hepático. Por outro lado, houve aumento dos teores de glicogênio musculares do sóleo e do coração, não sendo alterados os valores para o glicogênio do gastrocnêmio (porção branca). O presente estudo demostrou que o grupo restrição obteve menor atividade espontânea em relação ao grupo controle, para o período analisado

    Morphofunctional changes in rats supplemented with rice bran oil and subjected to physical training

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    The use and ergogenic resource options in the market to increase performance in sports athletes have been growing high-intensity, parallel or not the scientific evidence. Among these options, is expanding the use rice brain oil (RBO), rich in gamma-oryzanol (Juliano et al., 2005). Studies on rice brain oil under conditions of exercise are scarce, and interval training, rare. Thus, this work aims to contribuite to an understanding of the effects of supplementation of rice bran oil on body composition and metabolism of fats. The aim of this study is to analize the morphophysiological changes in rats supplemented with rice bran oil rich in gammaoryzanol and subject to physical training on a treadmill intervals and specific objectives are to evaluate the influence of supplementation of rice bran oil in different concentration in the evolution of body weight and adiposity of sedentary and trained rats, to characterize the lipid profile through plasma levels of total cholesterol, cholesterol fractions (HDL and LDL) and triglycerides in the different experimental groups to quantify the glucose content current and muscle glycogen as biomarkers of carbohydrate, check testosterone levels resulting from the RBO supplementation and physical training, to analyze changes in muscle fiber by typing muscle and cellular areas. We used 24 male Wistar rats, 60 days, divided into six groups, SC, SG3, SG6, TC, TG3 and TG6. The interval exercise training was realized for 6 weeks. The control groups received corn oil and supplemented groups received rice bran through gavage after exercise. The results were significant reduction in final body weight in all groups, only the fatty pads in visceral fat showed significant difference, but not in all groups. In peripheral fat no significant difference was observed. There was a reduction of CT for animals TG3, LDL decreased in all groups and CT/HDL did not differ between groups, triglyceride levels were significantly lower for G3, and muscle glycogen levels had increased, and testosterone levels did not differ. In the muscle fibers, as the frequency of fibers the result found was reduce in the oxidative fibers in groups T and in glycolytic fibers SG3 had increased, and the sum total of the fibers were siginificant increases in G3. In the area of muscle fibers, type I showed no increase, in IIa only the groups SG6 and IIb all groups showed an increase, but the TC got a 53% increase. Concludes that exercise realized by treadmill and supplementation of rice bran oil rich in gamma-oryzanol (RBO) induced morphometric changes in adipose tissue and muscle. In general, the association between interval training and supplementation with RBO indicate a positive ergogenic response, but further studies are needed to expand research molecular.A utilização e as opções de recursos ergogênicos existentes no mercado para aumentar o desempenho em praticantes de esportes de alta intensidade vêm crescendo, paralelo ou não as comprovações científicas. Dentre essas opções, encontra-se em expansão o uso do óleo de farelo de arroz (OFA), rico em gamaorizanol (JULIANO et al., 2005). Os estudos acerca óleo de farelo de arroz sob condições de exercício físico são escassos, e com treinamento intervalado, raros. Desta forma, este trabalho pretende contribuir para um entendimento sobre os efeitos da suplementação do óleo de farelo de arroz na composição corporal e no metabolismo das gorduras. O objetivo geral desse trabalho é analisar as alterações morfofisiológicas em ratos suplementados com óleo de farelo de arroz rico em gamaorizanol e submetidos a treinamento físico intervalado em esteira rolante e os objetivos específicos são avaliar a influência da suplementação de óleo de farelo de arroz em diferentes concentrações na evolução do peso corporal e adiposidade de ratos sedentários e treinados, caracterizar o perfil lipídico, através de dosagens plasmáticas de colesterol total, das frações de colesterol (HDL e LDL) e triglicerídeos, nos diferentes grupos experimentais, quantificar o teor de glicose circulante e glicogênio muscular como biomarcadores de carboidratos, verificar os níveis de testosterona decorrentes da suplementação do OFA e do treinamento físico; analisar alterações nas fibras musculares através da tipagem muscular e das áreas celulares. Foram utilizados 24 ratos machos Wistar, com 60 dias, divididos em 6 grupos, sendo SC, SG3, SG6, TC, TG3 e TG6. O treinamento físico intervalado foi realizado por 6 semanas. Os grupos controles receberam óleo de milho e os grupos suplementados receberam farelo de arroz através de gavagem após o exercício. Os resultados encontrados foram redução significativa do peso corporal final em todos os grupos, nos coxins adiposos apenas as gorduras viscerais mostraram diferenças significativas, porém não em todos os grupos. Nas gorduras periféricas nenhuma diferença significativa foi observada. Houve uma redução do CT para os animais TG3, LDL reduziu em todos os grupos e a razão CT/HDL não diferiu entre os grupos, os níveis de triglicerídeos foram significativamente menores para os G3, e para SG6. Já nos níveis de glicose no plasma não houve diferença entre os grupos, no glicogênio muscular o G6 tiveram seus níveis aumentados, e os níveis de testosterona não apresentaram diferença. No âmbito de fibras musculares, quanto à frequência das fibras o resultado encontrado foi redução das fibras oxidativas nos grupos T, e nas fibras glicolíticas o SG3 teve aumento, e na somatória total das fibras os aumentos significativos foram G3. Já na área das fibras musculares, a tipo I não apresentou aumento, na IIa apenas o grupo SG6 e na IIb todos os grupos apresentaram um aumento, porem o TC obteve um aumento de 53%.70

    Efeitos do treinamento aeróbico na máxima fase estável de lactato e no tempo de exercício até a fadiga

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    Maximal lactate steady state (MLSS) is considered as the gold standard to evaluate and predict aerobic performance. However, few studies have investigated the influence of aerobic training in variables associated to MLSS and time until fatigue. The aim of the present study was to verify the influence of six weeks of aerobic training in the variables associated to MLSS and in the time of exercise until fatigue. Twenty one men, non-participants of any aerobic training were divided into two groups: control group (GC; n=8) (25.1±0.9years; 70.1±3.5kg; 1.79±0.02m; 45.2±1.5mL.kg-1.min-1) and training group (GT; n=13) (22.5±0.7years; 72.9±1.9kg; 1.76±0.02m; 44.9±1.3mL.kg-1.min-1). All tests were performed on a cycle ergometer in a temperate environment (21-24ºC; 50-70% of relative humidity) with a 48-72h interval between tests. The volunteers performed an incremental test to evaluate the maximum oxygen uptake (VO2MAX), two to five constant tests to identify MLSS and a test until fatigue on the MLSS intensity. Afterwards they were submitted to six weeks of treatment (aerobic training or control). Then, they performed all the same tests executed initially. MLSS was considered the highest exercise intensity in which a maximal variation of 1mM of lactate between minutes 10 and 30 of exercise was observed. After determination of MLSS, all subjects performed an exercise until fatigue at this intensity. Training consisted of six weeks of aerobic training, three times a week at the MLSS intensity, with initial duration of 24min and increments of 3min per week. After aerobic training GT increased VO2MAX in 10.9% and MLSS intensity in 14.7%. No differences were observed after the treatment period in heart rate, rating of perception exertion (RPE), lactataemia and oxygen uptake at MLSS in both groups. There was no change in time until fatigue after the treatment in GC (63.1±8.5 and 56.8±4.6min; before and after, respectively) and GT (70.5±8.9 and 67.3±7.4min). At the time of fatigue, no variables reached their limiting values. Fatigue was associated to the integrated model, in which several factors can contribute to the interruption of exercise without failure in homeostasis. We conclude that six weeks of aerobic training at MLSS increased VO2MAX and MLSS intensity, but there was no difference in lactataemia and time to fatigue.A máxima fase estável de lactato (MFEL) é considerada o padrão ouro para avaliar e predizer o desempenho aeróbico. Entretanto, poucos estudos avaliaram a influência do treinamento nas variáveis associadas a este parâmetro e no tempo de exercício até a fadiga. O objetivo do presente estudo foi verificar a influência de seis semanas de treinamento aeróbico nas variáveis associadas à MFEL e no tempo de exercício até a fadiga. A amostra foi composta por 21 homens, sem treinamento aeróbico, divididos em dois grupos: oito no grupo controle (GC) (25,1±0,9anos; 70,1±3,5kg; 1,79±0,02m; 45,2±1,5mLkg-1min-1) e 13 no grupo treinamento (GT) (22,5±0,7anos; 72,9±1,9kg; 1,76±0,02m; 44,9±1,3mLkg-1min-1). Todos os testes foram realizados em cicloergômetro em ambiente temperado (2124ºC; 5070% umidade relativa do ar) e com no mínimo 48/72h de intervalo. Os voluntários realizaram um teste progressivo para medida do consumo máximo de oxigênio (VO2MAX), de dois a cinco testes de intensidade constante para identificar a MFEL e um teste até a fadiga. Em seguida foram submetidos a seis semanas de tratamento (treinamento aeróbico ou controle). Ao final deste período, eles realizaram novamente todos os testes executados inicialmente. A MFEL foi considerada a maior intensidade de exercício na qual foi observada uma variação menor que 1mM de lactato entre os minutos 10 e 30 de exercício. Após a determinação da MFEL, os indivíduos realizaram um exercício até a fadiga nesta intensidade. O treinamento foi constituído de seis semanas de treinamento aeróbico, 3 x semana, na intensidade da MFEL, duração inicial de 24min e incrementos de 3min por semana. Após o período de treinamento aeróbico o GT teve aumento de 11,2% no VO2MAX e de 14,7% na intensidade da MFEL, indicando adaptações decorrentes do treinamento. Não houve alteração da frequência cardíaca (FC), percepção subjetiva de esforço (PSE), lactatemia e consumo de oxigênio na MFEL em ambos os grupos, após o período de tratamento. Também não foi observada alteração do tempo de exercício até a fadiga após o tratamento no GC (63,1±8,5 e 56,8±4,6min, antes e após respectivamente) e GT (70,5±8,9 e 67,3±7,4min). No momento da fadiga, nenhuma variável atingiu seus valores limítrofes. A fadiga foi associada a um modelo integrado, no qual, diversos fatores podem contribuir para a interrupção do exercício, sem a perda da homeostase corporal. Concluímos que seis semanas de treinamento aeróbico na MFEL aumenta o VO2MAX e a intensidade da MFEL, mas não altera a lactatemia e o tempo de exercício até a fadiga. Palavras

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship

    Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis

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    We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis

    Dispelling the Myths Behind First-author Citation Counts

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    We conducted a full-scale evaluative citation analysis study of scholars in the XML research field to explore just how different from each other author rankings resulting from different citation counting methods actually are, and to demonstrate the capability of emerging data and tools on the Web in supporting more realistic citation counting methods. Our results contest some common arguments for the continued use of first-author citation counts in the evaluation of scholars, such as high correlations between author rankings by first-author citation counts and other citation counting methods, and high costs of using more realistic citation counting methods that are not well-supported by the ISI databases. It is argued that increasingly available digital full text research papers make it possible for citation analysis studies to go beyond what the ISI databases have directly supported and to employ more sophisticated methods

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