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La maternità nelle comunità online. Nuove pratiche di appropriazione e nuove forme di cittadinanza tecnoscientifica
La maternità nelle comunità online. Nuove pratiche di appropriazione e nuove forme di cittadinanza tecnoscientifica
The article explores the online communities composed by pregnant women or new-mothers. A lot of online communities have been analysed in order to assess patient empowerment, but the capacity and interest in spreading, taking over and discussing health information are less investigated. Therefore the paper aims to evaluate the dynamics in spreading and use of the knowledge in digital platforms. The main goal of this study is the comprehension of the new processes of knowledge production and appropriation, with the consequent redefinition of an innovative equilibrium between experts and non-experts
When the data isn’t there - Disclosure: the scientific community (and society) at a crossroads
Percepción pública de la ciencia en Iberoamérica. Evidencias y desafíos de la agenda de corto plazo
Since the beginning of the new century, the Ibero-American field of public perception of science
and technology has grown and diversified in several directions. In this paper we examine what
we have learned thanks to regional cooperation sustained through time. We show, on one hand,
that science has prestige and reputation, signs of social authority and a higher cultural status.
We also show that science and technology have multiple and differentiated audiences, in which
the marked effects of social stratification can be seen. We highlight that attitudes towards science
and technology shape a rich tapestry, complex in its nuances, in which positive valuations
(indicators of cultural authority) coexist with moderate criticisms. And we hold that both issues are
necessary for the correct management of these public affairs and the development of a culture
of science in democracy. Based on this analysis, we propose that a short-term agenda faces
diverse challenges to democracy. In first place, to include an underprivileged population that does
not enjoy the cultural benefits of science and technology and, thereby, to improve social equality
and cohesion. In second place, to face the threats implied by misinformation epidemics (fake
news, fake issues and sensationalism, among others). In third place, to understand the profound
implications of new technological innovations (autonomous systems, genetic editing and massive
data usage, among others) in a scenario of increasing knowledge privatization.Desde o início do novo século, o campo ibero-americano da percepção pública da ciência e
tecnologia cresceu e se diversificou em várias direções. Nesta contribuição, revisamos o
que aprendemos graças ao esforço de cooperação regional sustentado ao longo do tempo.
Mostramos que a ciência tem prestígio e reputação, indícios de elevada autoridade social e
cultural. Expomos, ainda, que os públicos da ciência e da tecnologia são múltiplos e diferenciados,
com efeitos marcantes de estratificação social. Também mostramos que as atitudes em relação
à ciência e à tecnologia compõem um mapa rico e complexo em nuances, no qual as avaliações
positivas — indicadores de autoridade cultural — coexistem com críticas moderadas. E afirmamos
que ambos os aspectos são necessários para uma correta gestão dos assuntos públicos e
do desenvolvimento de una cultura da ciência na democracia. Dessas análises decorre que
a agenda de curto prazo enfrenta desafios democráticos de natureza diversa. Por um lado,
incluir à população desfavorecida que não usufrui dos bens culturais da ciência e tecnologia e,
consequentemente, melhorar a equidade e a coesão social. Por outro lado, enfrentar as ameaças
colocadas pelas epidemias de desinformação (fake news, fake issues e sensacionalismo, entre
outras). E, além disso, compreender as implicações profundas de novas inovações tecnológicas
(sistemas autônomos, edição genética e uso massivo de dados, entre outras) em um cenário de
crescente privatização do conhecimento.Desde principios del nuevo siglo, el campo iberoamericano de la percepción pública de la ciencia
y la tecnología creció y se diversificó en varias direcciones. En esta contribución revisamos qué
aprendimos gracias al esfuerzo de cooperación regional sostenido en el tiempo. Mostramos, por
una parte, que la ciencia tiene prestigio y reputación, indicios de autoridad social y cultural elevada.
También exponemos que la ciencia y la tecnología tienen públicos múltiples y diferenciados, en
los que se aprecian marcados efectos de estratificación social. Ponemos de manifiesto que las
actitudes hacia la ciencia y la tecnología configuran un mapa rico y complejo en matices, en
el que las valoraciones positivas —indicadores de autoridad cultural— coexisten con críticas
moderadas. Y sostenemos que ambos aspectos son necesarios para una correcta gestión de los
asuntos públicos y el desarrollo de una cultura de la ciencia en democracia. En función de estos
análisis, planteamos que la agenda de corto plazo enfrenta desafíos democráticos de índole
diversa. Por un lado, incluir a la población desfavorecida que no disfruta de los bienes culturales
de la ciencia y tecnología, y, por tanto, mejorar la equidad y la cohesión social. Por otro lado,
enfrentar las amenazas que suponen las epidemias de desinformación (fake news, fake issues
y sensacionalismo, entre otras). Por el otro, comprender las implicaciones profundas de nuevas
innovaciones tecnológicas (sistemas autónomos, edición genética y uso masivo de datos, entre
otras) en un escenario de privatización creciente del conocimiento
Percepção pública da ciência na Ibero-América. Evidências e desafios da agenda de curto prazo
Since the beginning of the new century, the Ibero-American field of public perception of science and technology has grown and diversified in several directions. In this paper we examine what we have learned thanks to regional cooperation sustained through time. We show, on one hand, that science has prestige and reputation, signs of social authority and a higher cultural status. We also show that science and technology have multiple and differentiated audiences, in which the marked effects of social stratification can be seen. We highlight that attitudes towards science and technology shape a rich tapestry, complex in its nuances, in which positive valuations (indicators of cultural authority) coexist with moderate criticisms. And we hold that both issues are necessary for the correct management of these public affairs and the development of a culture of science in democracy. Based on this analysis, we propose that a short-term agenda faces diverse challenges to democracy. In first place, to include an underprivileged population that does not enjoy the cultural benefits of science and technology and, thereby, to improve social equality and cohesion. In second place, to face the threats implied by misinformation epidemics (fake news, fake issues and sensationalism, among others). In third place, to understand the profound implications of new technological innovations (autonomous systems, genetic editing and massive data usage, among others) in a scenario of increasing knowledge privatization.Desde principios del nuevo siglo, el campo iberoamericano de la percepción pública de la ciencia y la tecnología creció y se diversificó en varias direcciones. En esta contribución revisamos qué aprendimos gracias al esfuerzo de cooperación regional sostenido en el tiempo. Mostramos, por una parte, que la ciencia tiene prestigio y reputación, indicios de autoridad social y cultural elevada. También exponemos que la ciencia y la tecnología tienen públicos múltiples y diferenciados, en los que se aprecian marcados efectos de estratificación social. Ponemos de manifiesto que las actitudes hacia la ciencia y la tecnología configuran un mapa rico y complejo en matices, en el que las valoraciones positivas —indicadores de autoridad cultural— coexisten con críticas moderadas. Y sostenemos que ambos aspectos son necesarios para una correcta gestión de los asuntos públicos y el desarrollo de una cultura de la ciencia en democracia. En función de estos análisis, planteamos que la agenda de corto plazo enfrenta desafíos democráticos de índole diversa. Por un lado, incluir a la población desfavorecida que no disfruta de los bienes culturales de la ciencia y tecnología, y, por tanto, mejorar la equidad y la cohesión social. Por otro lado, enfrentar las amenazas que suponen las epidemias de desinformación (fake news, fake issues y sensacionalismo, entre otras). Por el otro, comprender las implicaciones profundas de nuevas innovaciones tecnológicas (sistemas autónomos, edición genética y uso masivo de datos, entre otras) en un escenario de privatización creciente del conocimiento.Desde o início do novo século, o campo ibero-americano da percepção pública da ciência e tecnologia cresceu e se diversificou em várias direções. Nesta contribuição, revisamos o que aprendemos graças ao esforço de cooperação regional sustentado ao longo do tempo. Mostramos que a ciência tem prestígio e reputação, indícios de elevada autoridade social e cultural. Expomos, ainda, que os públicos da ciência e da tecnologia são múltiplos e diferenciados, com efeitos marcantes de estratificação social. Também mostramos que as atitudes em relação à ciência e à tecnologia compõem um mapa rico e complexo em nuances, no qual as avaliações positivas — indicadores de autoridade cultural — coexistem com críticas moderadas. E afirmamos que ambos os aspectos são necessários para uma correta gestão dos assuntos públicos e do desenvolvimento de una cultura da ciência na democracia. Dessas análises decorre que a agenda de curto prazo enfrenta desafios democráticos de natureza diversa. Por um lado, incluir à população desfavorecida que não usufrui dos bens culturais da ciência e tecnologia e, consequentemente, melhorar a equidade e a coesão social. Por outro lado, enfrentar as ameaças colocadas pelas epidemias de desinformação (fake news, fake issues e sensacionalismo, entre outras). E, além disso, compreender as implicações profundas de novas inovações tecnológicas (sistemas autônomos, edição genética e uso massivo de dados, entre outras) em um cenário de crescente privatização do conhecimento
Teoria crítica da tecnologia e cidadania tecnocientífica: resistência, “insistência” e hacking
Nos últimos anos, a noção de cidadania e suas novas formas e práticas foram criticadas, discutidas e reconceitualizadas por diversos autores. O trabalho de Andrew Feenberg é de grande valor no sentido de aplicar e fomentar tais discussões no campo dos Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia, bem como no da investigação de potencialidades e práticas da cidadania tecnocientífica. Neste trabalho, a partir de estudos de caso e conceitos advindos da área interdisciplinar das Science and Technology Studies e da Teoria Crítica da Tecnologia, investigaremos a possibilidade de uma “Prática Crítica da Tecnologia”, examinando as mudanças de sistemas sociais e de códigos técnicos em uma perspectiva fundamentada não numa visão essencialista da técnica, nem mesmo numa noção normativa de natureza humana, mas numa abordagem dinâmica, dialética, da condição humana e de seu devir no meio técnico. Mostraremos como o que chamamos de hacking político e epistemológico podem contribuir tanto para redefinir a noção de cidadania quanto para apontar possíveis caminhos para uma ética experimental e uma política “de baixo para cima”
Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis
The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation
counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings
are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that
only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into
account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
Variations on the Author
“Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship
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