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Bruce Albert et Davi Kopenawa | O espírito da floresta | Companhia das Letras | Mars 2023
Bruce Albert, Davi Kopenawa, O espírito da floresta, Companhia das Letras, 2023. Com a publicação de A queda do céu, Davi Kopenawa e Bruce Albert empreenderam uma verdadeira revolução, cujo impacto pode ser sentido até hoje. Os autores tiveram também uma considerável contribuição nas grandes transformações do pensamento ecológico contemporâneo, que descontruiu o conceito de Natureza e já não mais distingue povos humanos e não humanos.Produzida entre 2000 e 2020 por ocasião de várias exposiçõ..
Davi Kopenawa, Bruce Albert, The Falling Sky: Words of Yanomami Shaman, Harvard, Harvard University Press, 2013, pp. 648
Book review of Davi Kopenawa, Bruce Albert, The Falling Sky: Words of Yanomami Shaman, Harvard, Harvard University Press, 2013, pp. 648.Recensione di Davi Kopenawa, Bruce Albert, The Falling Sky: Words of Yanomami Shaman, Harvard, Harvard University Press, 2013, pp. 648
Mediador cultural ou antropólogo do mal: Bruce Albert e o caso de “A queda do céu”
Este estudo desenvolve uma análise crítica sobre o fragmento “Postscriptum, quando eu é um outro (e vice-versa)”, apresentado na obra A Queda do céu: palavras de um xamã yanomami. O livro foi pensado por um xamã yanomami; Davi Kopenawa, e produzido por um etnólogo francês Bruce Albert. Problematizo o processo de produção do livro onde dois universos culturais se encontram, uma produção literária indígena do povo Yanomami que apresenta uma coautoria. Essa análise busca investigar a postura epistêmica de Bruce Albert como mediador cultural ou “antropólogo do mal” no processo de elaboração do livro, a fim de levantar questionamentos sobre o ato tradutório e suas implicações, destacando os desa os e contribuições apresentadas nesse processo. Nesta direção, esse artigo se fundamenta nos pensamentos da história cultural
Mediador cultural ou antropólogo do mal: Bruce Albert e o caso de “A queda do céu”
Este estudo desenvolve uma análise crítica sobre o fragmento “Postscriptum, quando eu é um outro (e vice-versa)”, apresentado na obra A Queda do céu: palavras de um xamã yanomami. O livro foi pensado por um xamã yanomami; Davi Kopenawa, e produzido por um etnólogo francês Bruce Albert. Problematizo o processo de produção do livro onde dois universos culturais se encontram, uma produção literária indígena do povo Yanomami que apresenta uma coautoria. Essa análise busca investigar a postura epistêmica de Bruce Albert como mediador cultural ou “antropólogo do mal” no processo de elaboração do livro, a fim de levantar questionamentos sobre o ato tradutório e suas implicações, destacando os desa os e contribuições apresentadas nesse processo. Nesta direção, esse artigo se fundamenta nos pensamentos da história cultural
"Listen to me, listen to me, listen to me, listen to me . . . ": A brief commentary on The falling sky by Davi Kopenawa and Bruce Albert
Comment on Kopenawa, Davi and Bruce Albert. 2013. The falling sky: Words of a Yanomami shaman. Translated by Nicholas Elliott and Alison Dundy. Cambridge, MA: Harvard University Press.
TESTEMUNHO NA OBRA A QUEDA DO CÉU: PALAVRAS DE UM XAMÃ YANOMAMI, DE DAVI KOPENAWA E BRUCE ALBERT
The present work addresses the testimonies in several chapters of the book "The Falling Sky: Words of a Yanomami Shaman" by Davi Kopenawa and Bruce Albert. The book is a non-fictional account by a shaman in collaboration with French anthropologist Bruce Albert. The initiative began in the 1990s, at Kopenawa's request, in response to the missionary brutality and the Northern Perimetral Road that his people were experiencing. The research aims to identify testimony within the mentioned work. The specific objectives are based on analyzing the memories of the Yanomami people, discussing the testimony as described and experienced by Kopenawa, and exposing shamanic prophecy as the Yanomami people's resistance. The research methodology is qualitative, utilizing technical procedures to analyze the work and is also rooted in the understanding of human behavior. Furthermore, the work conducts a theoretical investigation of authors such as Harlow (1987), Bosi (1996), Kopenawa (2015), Albert (2015), Sarmento-Pantoja (2021), Sarmento-Pantoja (2014), among others, who provide the theoretical framework for the research's development. In light of the above, we can conclude that the discussion in this work is relevant for a shift in historical narratives, contributing to the valorization of the history, culture and voices of indigenous peoples.O presente trabalho aborda os testemunhos em alguns capítulos na obra “A queda do céu: palavras de um xamã yanomami” de Davi Kopenawa e Bruce Albert. A obra é um relato não ficcional de um xamã em parceria com um antropólogo francês Bruce Albert. A iniciativa se deu a partir da década de 90, a pedido de Kopenawa diante da brutalidade missionária e da estrada Perimetral Norte que seu povo estava vivendo. O objetivo da pesquisa é identificar o testemunho na obra em questão. Os objetivos específicos estão baseados em analisar as memórias do povo Yanomami; discorrer sobre o testemunho descrito e vivido pelo Kopenawa; expor a profecia xamânica como resistência do povo Yanomami. A metodologia da pesquisa é qualitativa, pois utiliza procedimentos técnicos de análise da obra, além disso, baseia-se na compreensão e comportamento humano; Ademais, o trabalho faz uma pesquisa teórica de autores como: Harlow (1987), Bosi (1996), Kopenawa (2015), Albert (2015), Sarmento-Pantoja (2021), Sarmento-Pantoja (2014), outros, que são o aporte teórico para o desenvolvimento da pesquisa. Diante do exposto, podemos concluir que, a discussão do trabalho se faz pertinente para uma mudança das narrativas históricas, contribuindo para a valorização da história, cultura e vozes dos povos indígenas
Outras faces das mesmas lutas – o testemunho na literatura indigenista no Brasil: Oré Awé Roiru’a Ma: Todas as vezes que dissemos adeus, de Kaka Werá Jecupé, e A queda do céu, de Davi Kopenawa e Bruce Albert
Este estudo pretende apresentar os principais paradigmas testemunhais presentes no corpus latino-americano e analisar a incidência e as possíveis transformações desses paradigmas em narrativas produzidas por escritores e membros de movimentos de resistência indígenas, como Oré awé roiru’a ma. Todas as vezes que dissemos adeus, de Kaka Werá Jecupé; e A queda do céu, de Davi Kopenawa e Bruce Albert. Palavras-chave: Testemunho literário indígena. Literatura indígena – Kaka Werá Jecupé. Literatura indígena – Davi Kopenawa e Bruce Albert. Narrativa testemunhal indígena. Resistência indígena - Literatura
Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis
The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation
counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings
are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that
only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into
account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
Variations on the Author
“Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship
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