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    Mortalidade por câncer do colo do útero no Brasil na última década

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    Objetivo: Analisar a mortalidade por câncer do colo do útero no Brasil entre 2014 e 2023, avaliando tendências temporais e desigualdades regionais e sociodemográficas. Método: Estudo observacional, ecológico, descritivo e retrospectivo, conforme STROBE. Incluíram-se todos os óbitos femininos por câncer do colo do útero (CID-10 C53) registrados no SIM, 2014–2023, com populações do IBGE. Variáveis: ano, unidade federativa, faixa etária, raça/cor, escolaridade e estado civil. As análises foram realizadas no R, com correlação de Pearson e regressão logística para razões de chances (OR) e IC95%. Resultados: Registraram-se 63.954 óbitos no período, com tendência crescente significativa (r=0,91; p<0,001), de 6,8 para 8,3 óbitos por 100.000 mulheres. As maiores taxas ocorreram nas Regiões Norte e Nordeste, destacando-se Amazonas, Maranhão e Amapá. O risco de morte foi duas vezes maior no Norte em comparação ao Sudeste (OR=2,10). Mulheres negras apresentaram risco 12% superior às brancas (OR=1,12). O risco aumentou progressivamente com a idade, alcançando OR=19,11 em mulheres com 80 anos ou mais. Conclusão: A mortalidade por câncer do colo do útero manteve-se elevada e crescente na década, com desigualdades regionais, raciais e etárias expressivas. Recomenda-se ampliar a vacinação contra HPV, reorganizar o rastreamento com testes de DNA-HPV, adotar autocoleta, e garantir diagnóstico e tratamento oportunos. Sistemas organizados de convite e acompanhamento, integração entre atenção primária e serviços de referência, e expansão da oferta em áreas vulneráveis são fundamentais para reduzir iniquidades e avançar rumo à eliminação. Também urge monitorar indicadores, financiar redes regionais e qualificar equipes para cuidado integral oportuno equitativo sustentável

    Características clínicas e da cérvice uterina de mulheres com ureaplasma spp. E mycoplasma sp. No fluxo genital

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    Introdução:Os microrganismos Mycoplasma sp. e Ureaplasma spp. podem fazer parte da flora genital de muitas mulheres sexualmente ativas. Alguns autores descrevem esses microrganismos como habitantes comensais, embora eles também estejam associados a condições patológicas, como parto prematuro, corrimentos vaginais, uretrites, doença inflamatória pélvica e infertilidade. Objetivo: avaliar os dados clínicos e da cérvice uterina de pacientes que apresentaram fluxo vaginal com resultados positivos para Micoplasma sp. e/ou Ureaplasma spp.. Material e Métodos: Foi realizado um estudo do tipo corte transversal retrospectivo, através de análise de prontuário fisico. As determinações microbiológicas foram feitas através de culturas para Ureaplasma spp. e Mycoplasma sp. com material colhido do ecto e endocérvice com o auxílio de swabs estéreis. A colposcopia foi realizada com colposcópio Colpscan, e as os esfregaços vaginais foram corados pelo Papanicolaou. Os resultados foram analisados estatisticamente através de software IBM SPSS v14 e gráficos através do Microsoft Excel. Todos os testes foram bicaudados e considerouse p<0,05 como um achado estisticamente significante. Resultados: Foram avaliados 404 prontuários, destes, 80 foram excluídos. Participaram efetivamente 324 mulheres em idade reprodutiva. Foi encontrado 17,9% (58/324) de Ureaplasma spp. E 3,1%(10/324) de positividade para Mycoplasma sp. Houve significância estatística positiva entre a presença de Ureaplasma spp. e infecção do trato urinário: 39,7%(23/58) p=0,002 e infecção pelo HPV 39,7% (23/58) p=0,001. A infecção pelo Mycoplasma sp. apresentou significância estatística positiva com o uso de método contraceptivo: 66,2%(208/324) p=0,036. Foi encontrado maior percentual de colposcopia com achados anormais no grupo positivo (positivo: 65% vs. 35% p=0,001)nos casos negativos. Os achados colpocitológicos não apresentaram diferença significativa entre os grupos. Conclusão: A presença de Ureaplasma spp. no fluxo genital foi associada a HPV, enquanto a presença de Mycoplasma sp. a um menor uso de contraceptivo. Quando analisados ambos os patógenos, houve maior frequência de achados colposcópicos anormais sem diferença nos achados citológicos no grupo positivo para Ureaplasma spp. e/ou Mycoplasma sp.

    Avaliação dos efeitos clínicos e metabólicos do uso do implante contraceptivo liberador de etonogestrel em pacientes portadoras de anemia falciforme estudo exploratório.

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    INTRODUÇÃO: As mulheres com doença falciforme têm um risco aumentado de complicações relacionadas à gravidez e precisam de métodos contraceptivos seguros e eficazes para prevenir a gravidez indesejada. O implante contraceptivo liberador de Etonogestrel (ENG) é um dos anticoncepcionais mais eficazes disponíveis. No entanto, até onde sabemos, seus efeitos em mulheres com doença falciforme nunca foram descritos. OBJETIVO: Avaliar o efeito metabólico e clínico do implante contraceptivo liberador de ENG em mulheres com anemia falciforme durante doze meses. MÉTODOS: Foram incluídas mulheres com doença falciforme entre 18 e 40 anos, não-obesas, com relato de crise álgicas nos últimos três meses e sem comorbidade. Amostras de sangue foram coletadas para avaliar hemograma completo (hemoglobina, plaquetas e leucócitos), reticulócitos, perfil hepático (fosfatase alcalina, gama-glutamil transferase, amino alanina transferase, aspartato aminotransferase, bilirrubina total e suas frações), perfil lipídico (colesterol total, HDL, LDL e triglicerídeos), lactato desidrogenase (LDH) antes, 6 e 12 meses após a inserção do implante. As variáveis clínicas analisadas a cada 3 meses foram padrão de sangramento , pressão arterial , peso , índice de massa corpórea , intensidade e frequência das crises álgicas. RESULTADOS: Vinte e três mulheres completaram a análise. As variáveis laboratoriais analisadas não mostraram diferença entre o período basal, 6 e 12 meses após a inserção do implante. Da mesma forma as variáveis clínicas não sofreram diferença com excessão da intensidade( pré inserção:8 vs 4) pós 12 meses de inserção: p=0,005 e frequência das crises álgicas (pré inserção: 6 vs 0) pós & 12 meses de inserção: p= 0,000. CONCLUSÃO: O implante contraceptivo de liberador de ENG foi associado à uma redução da intensidade e frequência das crises álgicas relatas pelas pacientes sem alterações nos parâmetros laboratoriais pesquisados

    Influência do posicionamento do sistema intrauterino liberador de levonorgestrel no padrão de sangramento uterino

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    Fundamento: Cresce o número de mulheres em idade reprodutiva que utilizam contraceptivos não apenas com intuito de evitar uma gravidez não planejada, mas como método para reduzir ou inibir o sangramento uterino, fato experimentado por grande parte das usuárias do Sistema Intrauterino Liberador de Levonorgestrel (SIU-LNG). Estudos demonstram que dispositivos intrauterinos com cobre mal posicionados na cavidade uterina reduzem eficácia contraceptiva e podem aumentar dor e sangramento uterino, mas pouco se conhece a respeito da relação do posicionamento do SIU-LNG com padrão de sangramento nas usuárias. Objetivos: Testar a hipótese de que usuárias de SIU-LNG de inserção não fúndica apresentam um padrão de sangramento desfavorável ou mantido mais frequente quando comparados a usuárias de SIU-LNG de inserção fúndica, nos primeiros seis meses de uso. Testar a hipótese de que usuárias de SIU-LNG de inserção não fúndica apresentam maiores volumes de sangramento uterino durante os primeiros seis meses de uso, quando comparadas a usuárias de SIU-LNG posicionados em região fúndica e analisar se existem diferenças entre efeitos adversos nos grupos. Métodos: Coorte prospectiva realizada em centro de planejamento familiar de junho de 2016 a janeiro de 2018. Foram incluídas mulheres em idade reprodutiva entre 18 e 50 anos, com desejo de utilizar o SIU-LNG como método contraceptivo, sem contraindicações ao método. As usuárias foram divididas em dois grupos: SIU-LNG de inserção fúndica (quando distância entre extremidade do endoceptivo e fundo da cavidade endometrial não ultrapassou 0,5 cm, e da extremidade à serosa uterina não ultrapassou 2,5 cm, à ultrassonografia transvaginal bidimensional (2D)) e SIU-LNG de inserção não fúndica (quando distância entre extremidade do endoceptivo e fundo da cavidade endometrial ultrapassou 0,5 cm, e da extremidade à serosa uterina ultrapassou 2,5 cm, à ultrassonografia 2D transvaginal). Para avaliar padrão de sangramento das usuárias, utilizouse diário menstrual, com avaliação da frequência do sangramento sugerido como modelo pela Organização Mundial de Saúde (OMS), avaliação do volume por pictograma e percepção subjetiva da paciente. Resultados: Foram incluídas 92 mulheres. As pacientes com SIU-LNG de inserção não fúndica apresentaram padrão de sangramento desfavorável ou mantido de 83% nos primeiros 3 meses e 58% em 6 meses versus 51% em 3 meses e 33% em 6 meses nas pacientes com SIU-LNG de inserção fúndica (p=0,002 em 3 meses e p=0,037 em 6 meses). O volume de perda sanguínea no grupo SIU-LNG não fúndico foi maior que no SIU-LNG fúndico ( 33,0 pontos (IIQ:11,0 - 77,0) versus 12,0 pontos (IIQ:00,0 - 44,5) com p=0,012). Os efeitos adversos mais referidos foram sangramento, dor abdominal e acne, sem diferenças entre os grupos. Conclusões: Mulheres com SIU-LNG de inserção não fúndica apresentam padrão de sangramento uterino desfavorável ou mantido mais frequente quando comparadas às com SIU-LNG de inserção fúndica e não houve diferença de efeitos adversos gerais entre os grupos

    Valor incremental da ressonância nuclear magnética em relação à ultrassonografia na avaliação das massas anexiais com características benignas

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    Objetivo: Verificar se a adição da ressonância nuclear magnética (RNM) oferece valor incremental em relação à ultrassonografia (USG) com Dopplervelocimetria na avaliação das massas anexiais com características benignas. Metodologia: estudo observacional retrospectivo de corte transversal realizado com informações coletadas em prontuário de atendimento de pacientes em consultório privado, de 2000 a 2018. Foram incluídos 392 prontuários de pacientes diagnosticadas com massas anexiais com características benignas, avaliadas por exames de imagem e laboratoriais, e submetidas a tratamento cirúrgico e ao estudo anatomopatológico. Além da anamnese e exame físico, foram coletadas as características ultrassonográficas e da ressonância nuclear magnética das massas anexiais, valores dos marcadores tumorais CA-125 e CEA, cirurgia realizada e estudo anatomopatológico dos espécimes cirúrgicos. Para comparação dos resultados dos exames de imagem foi utilizado o teste de concordância Kappa, tendo como padrão ouro para diagnóstico o exame anatomopatológico da peça operatória. As análises foram conduzidas com o software IBM Statistical Package for the Social Sciences (SPSS®, Chicago, IL EUA) V 14. Resultados: A média de idade da amostra foi de 36,7 +/- 13 anos e todas as pacientes realizaram exames ultrassonográficos com Dopplervelocimetria, através dos quais foram detectadas as massas anexiais, com prevalência de 48,6% localizadas à direita e 44,7% de massas predominantemente sólidas. A mediana do CA-125 foi de 12,1 U/ml (IIQ 8 - 20,7) e a do CEA de 0,9 µ/ml (IIQ 0,6 - 1,5). Das 392 pacientes, 92 (23,5% da amostra) também realizaram RNM, com as quais o teste Kappa mostrou uma concordância com o diagnóstico ultrassonográfico de benignidade em 100%. As 392 pacientes foram submetidas a tratamento cirúrgico e a histologia confirmou a benignidade das massas anexiais em 100% dos casos. Conclusão: Nesta amostra, a adição da RNM para avaliação de massas anexiais com características benignas não incrementou valor ao exame ultrassonográfico no diagnóstico

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship

    Clinical and metabolic effects ofthe etonogestrel-releasing implant on the puerperium of healthy women Master\'s paper

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    Os contraceptivos de progestagênios isolados, como o implante de etonogestrel, representam uma opção para uso no puerpério. Classicamente, recomenda-se seu uso, a partir da sexta semana após o parto, mas sabe-se que para um grupo de pacientes de risco para curtos intervalos intergestacionais (com baixa adesão ou pouco acesso às orientações contraceptivas neste período), os mesmos podem ser prescritos no puerpério imediato. Porém, mais estudos são necessários para avaliar a segurança materna e neonatal/infantil do implante de etonogestrel (ETG), quando inserido no puerpério imediato. O objetivo do presente estudo foi avaliar dados de segurança materna (clínicos e metabólicos) e neonatal (clínicos) do uso do implante de ETG no puerpério imediato, durante as primeiras 12 semanas após o parto. Foram randomizadas 40 pacientes, entre 18-35 anos, no Ambulatório de Pré-Natal de Baixo Risco do HCFMRP-USP, para dois grupos: 20 para uso doimplante liberador de etonogestrel (ETG), inserido 24-48 horas após o parto; e 20 para uso de 150 mg de acetato de medroxiprogesterona de depósito (AMP-D), a partir da 6ª semana de puerpério (grupo de controle). Os parâmetros clínicos avaliados foram: pressão arterial (PA), peso materno e neonatal, índice de massa corpórea (IMC), circunferência abdominal (CA) e taxa de manutenção de lactação até a 12ª segunda semanade puerpério. Os parâmetros laboratoriais avaliados foram: marcadores hepáticos (lesão e colestase): fosfatase alcalina (FA), gama-GT (?-GT), transaminase glutâmico-pirúvica (TGP),transaminase glutamínica oxalicética (TGO), bilirrubinas totais (BT), bilirrubina direta (BD), bilirrubina indireta (BI), albumina; marcadores inflamatórios: interleucina (IL)-6, fator de necrose tumoral alfa (TNF-?), proteína C reativa (PCR); lipidograma; hemograma e glicemia. As pacientes apresentavam características clínicase laboratoriais basais semelhantes. Observou-se redução do PA, triglicérides, LDL-colesterol, PCR, FA e elevação do peso dos recém-nascidos, da hemoglobina, plaquetas (mais pronunciada no grupo ETG) glicemia, TGP, BT, BD (mais pronunciada no grupo ETG), BI, albumina e durante as primeiras 12 semanas, em ambos os grupos, sem diferença entre eles. No entanto, o peso, IMC e CA reduziram-se mais no grupo ETG do que no grupo de controle entre o basal e a 6 a semana após o parto (ETG: - 4,64 ± 2,71Kg vs. controle: - 2,60 ± 2,45Kg, p=0,017; ETG: - 1,77 ± 1,06Kg/m 2 vs. controle: - 0,97 ± 0,95Kg/m 2 , p=0,026; ETG: -15,30 ± 6,72cm vs.controle: - 9,05 ± 5,84cm, p=0,003; respectivamente); os níveis de leucócitos apresentaram um aumento entre seis e 12 semanas no grupo de controle (ETG: - 440 ± 113céls/µL vs. controle: + 254 ± 377céls/µL, p= 0,005), com declínio entre o período basal e 12 semanas, semelhante em ambos os grupos; o nível de IL-6, apesar de declinar em ambos os grupos, apresentou variação estatisticamente maior entre o basal e 12 semanas no grupo ETG (ETG: -14,30 ± 20,33pg/mL vs.controle: - 6,09 ± 7,23pg/mL, p=0,035); os níveis de TNF-?elevaram-se apenas no grupo de controle, após seis semanas do uso de AMP-D (ETG: - 0,55 ± 2,46pg/mL vs. controle: + 2,21 ± 3,18pg/mL, p=0,001); os níveis de CT e HDL declinaram nos dois grupos com maior queda no grupo de controle, entre seis e 12 semanas pós-parto (ETG: - 7,4 ± 15,01mg/dL vs.controle: - 28,55 ± 17,71mg/dL, p=0,001; ETG: - 0,15 ± 5,02mg/dL vs.controle: - 12,45 ± 7,32mg/dL, p<0,0001; respectivamente); os valores da TGO reduziram mais no grupo de controle em relação ao grupo ETG na variação entre basal e 12 semanas pós-parto (ETG: - 0,40 ± 9,36U/L vs. controle: - 6,05 ± 8,07U/L, p=0,048). Todos os valores estavam dentro dos limites de normalidade para a faixa etária estudada. As demais variáveis e a taxa de manutenção da lactação exclusiva não diferiram entre os grupos. Podemos concluir que a inserção do implante liberador de ETG no pós-parto imediato não foi associada a efeitos clínicos deletérios maternos ou neonatais, nem a alterações laboratoriais maternas significativas.Progestogen-only contraceptives like the etonogestrel (ETG) implant represent an option for use during the postpartum period. Its use isclassically recommended after the sixth postpartum week, but for patients at risk for short intergestational intervals (with low compliance or with little access to contraceptive guidelines during this period) these contraceptives can be prescribed during the immediate puerperium. However, further studies are needed to assess the maternal and neonatal/infantile safety of this device when inserted during the immediate puerperium. The objective ofthe present study was to assess maternal (clinical and metabolic) and neonatal (clinical) safety data regarding the use of the ETG implant during the immediate postpartum period and the first 12 postpartum weeks. Forty patients aged 18-35 years attended at the Low Risk Prenatal Care Program of HCFMRP-USP were randomly assigned to two groups: 20 subjects use of the ETG-releasing implant inserted 24-48 hours after delivery, and 20 for use of 150 mg depot medroxyprogesterone acetate (DMPA) starting during the 6 th week postpartum (control). The following clinical parameters were assessed: arterial pressure (AP), maternal and neonatal weight, body mass index (BMI), abdominal circumference (AC); liver markers: alkaline phosphatase, gamma glutamyl transferase (?-GT), glutamic pyruvic transaminase (GPT), glutamic oxaloacetic transaminase (GOT), total bilirubins (TB), direct bilirubin (DB), indirect bilirubin (IB), albumin; inflammatory markers: interleukin-6 (IL)-6, tumor necrosis factor alpha (TNF-?), C reactive protein (CRP); lipid profile; blood count; glycemia, and rate of breastfeeding mothers up to the 12 th week of the puerperium. The basal clinicaland laboratory characteristics of the two groups were similar. We observed a reduction of AP, triglycerides, LDL-cholesterol, CRP and alkaline phosphatase, and an increase in newborn weight, hemoglobin, platelets (more pronounced in the ETG group), glycemia, GPT,TB,DB (more pronounced in the ETG group), IB and albumin during the first 12 weeks in both groups, with no difference between them. However, weight, BMI and AC were lower in the EGT group compared to control up to the 6th week after delivery (ETG: - 4.64 ± 2.71Kg vs. control: - 2.60 ± 2.45Kg, p=0.017; ETG: - 1.77 ± 1.06Kg/m 2 vs. control: - 0.97 ± 0.95Kg/m 2 , p=0.026; ETG: -15.30 ± 6.72cm vs. control: - 9.05 ± 5.84cm, p=0.003; respectively); white cell count increased between six and 12 weeks after delivery in control group (ETG: - 440 ± 113céls/µL vs. control: + 254 ± 377céls/µL, p= 0.005), with a decrease between basal evaluation and 12 weeks after delivery in both groups; IL-6 decrease in both groups however the variation was statistically different between basal and 12 weeks only in ETG group (ETG: -14.30 ± 20.33pg/mL vs.control: - 6.09 ± 7.23pg/mL, p=0.035); TNF-?levels was higher only in the control group six weeks after DMPA administration (ETG: - 0.55 ± 2.46pg/mL vs. control: + 2.21 ± 3.18pg/mL, p=0.001); HDL levels decrease in both groups however it was more pronounced in control group between six and 12 weeks postpartum (ETG: - 7.4 ± 15.01mg/dL vs.control: - 28.55 ± 17.71mg/dL, p=0.001; ETG: - 0.15 ± 5.02mg/dL vs.control: - 12.45 ± 7.32mg/dL, p<0.0001; respectively); TGO levels was lower in control group than in ETG between basal evaluation and 12 weeks postpartum (ETG: - 0.40 ± 9.36U/L vs. control: - 6.05 ± 8.07U/L, p=0.048). All values were within normal limits for the age range studied. The other variables and the maintenance of exclusive lactation were similar between the groups. In conclusion, ETG releasing implant insertion during the immediate postpartum period was not associated with deleterious maternal or neonatal clinical effects or with significant laboratory alterations

    Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis

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    We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis
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