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    Viver com o livro: passado, presente e futuro

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    Promovido pelo Centro de Línguas Literaturas e Culturas/Departamento de Línguas e Culturas-Universidade de Aveiro, o seminário “Viver com o Livro: Passado, Presente e Futuro” integra a série de sessões do “Grupo de Investigação Indústrias de Cultura, Cultura de massas” que reúne investigadores de diferentes áreas do conhecimento para discutir sobre formas culturais contemporâneas - principalmente as geradas por interesses industriais que servem audiências em massa - estimulam e controlam a procura pelos seus produtos e como esses produtos culturais devem ser teorizados e avaliados de acordo com ideias tradicionais e novas. Neste contexto, é usada na presente comunicação a experiência colhida pelo autor ao longo de 50 anos de actividade no mundo do livro, da gestão profissional à investigação académica - conforme "Beja, Rui (2004). Risk Management: Gestão Relato e Auditoria dos Riscos do Negócio. Lisboa: Áreas Editora.", "Beja, Rui (2011). À Janela dos Livros: Memória de 30 Anos de Círculo de Leitores. Lisboa: Temas e Debates e Círculo de Leitores.", "Beja, Rui (2012). A Edição em Portugal (1970-2010: Percursos e Perspectivas. Lisboa: APEL" e "Beja, Rui (2019). Democracia do Livro em Portugal: Transições, Protagonistas e Evolução Sociocultural. Lisboa: Âncora Editora." -, acrescida de bibliografia especificamente consultada tendo em vista: • Enquadrar, em breve referência, a evolução da palavra escrita no longo período que vai das primeiras inscrições rupestres conhecidas (14.000 a.C., em Altamira – Espanha) ao aparecimento da imprensa (Século XV – Mogúncia – Alemanha); • Historiar o essencial do caminho percorrido pela indústria cultural do livro em Portugal, no passado que medeia entre o início dos anos 70 do século XX e a actualidade. • Caracterizar o momento presente da indústria cultural do livro, na sua globalidade e nas especificidades do mercado editorial e livreiro em Portugal, incluindo os efeitos decorrentes da situação pandémica vivida desde 2020. • Abordar alternativas sobre o que poderá ser o futuro do livro tomando como referência hipóteses tratadas, com base na teoria da “experiência mental”, no capítulo “El futuro de la edición” em “Michael Bhaskar & Angus Philips (eds.) (2021). Los Fundamentos del Libro Y la Edición: Manual para este século XXI (pp. 517-537).Fundação para a Ciência e Tecnologia; CLLC/Universidade de AveiroNot Publishe

    O livro em transição: edição e comércio do livro em Portugal (1970-1980)

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    Projecto de Investigação elaborado no contexto do Programa Doutoral em Estudos Culturais 2014/2015Este projecto de investigação propõe-se evidenciar, de forma abrangente e sistematizada, as transformações que ocorreram na actividade editorial e livreira em Portugal durante a década de 70 do século XX, na conjuntura que precedeu a implantação da democracia em 25 de Abril de 1974 e lhe sucedeu, procurando concluir sobre o respectivo contributo sociocultural no contexto português. Um estudo original, porquanto não existe qualquer trabalho dedicado a esta temática, sendo que os vários estudos realizados e publicados sobre edição e comércio do livro em Portugal tendem a diluir-se por períodos temporais mais alargados e privilegiam outras componentes da indústria do livro e da sua relação com a política cultural. Fruto de trabalho científico e de divulgação, de há muito desenvolvido por académicos e investigadores, é comummente conhecida e aceite a relação entre o grau de conhecimento e o desenvolvimento sociocultural e económico dos povos. É também consensual que as competências de leitura, em particular de livros, são essenciais para a evolução intelectual do ser humano. Por parte das instituições públicas nacionais e internacionais que tutelam a área da cultura existe igualmente, embora com níveis de empenhamento que variam entre os vários países, um generalizado envolvimento no estudo, acompanhamento e apoio à criação literária, à promoção da leitura e à divulgação do livro. Não será por mera casualidade que o livro é líder mundial, do ponto de vista económico, das indústrias de entretenimento (Wischenbart, 2013:5). No domínio das Indústrias Culturais e Criativas, a edição e o comércio do livro estão no epicentro da interdisciplinaridade, multiculturalidade, políticas públicas e acção cívica, que alicerçam as representações culturais, as construção identitárias e o estádio de evolução socioeconómica das comunidades (AAVV, 2006: 2; AAVV, 2014: 1). O modus operandi e o impacto da actividade desempenhada por editores e livreiros em Portugal na década de 1970, num contexto de mudança de paradigma da indústria do livro a nível internacional e de transição política e cultural no nosso país, justifica o objectivo geral e os objectivos específicos traçados para este estudo. Aprofundar uma tão importante realidade no âmbito de uma investigação para doutoramento em conformidade com os princípios orientadores dos Estudos Culturais constitui um projecto que, assim se espera, poderá, por um lado, contribuir para um melhor enquadramento da edição e comércio livreiro no panorama cultural português nas vésperas da revolução de Abril e nos anos subsequentes à instauração da democracia, e, por outro, concluir sobre os múltiplos desafios e impulsos que se colocaram a editores e livreiros com a mudança de regime. Para o desenho deste projeto contribuiu o interesse de reflexão e preservação da memória sobre estes tempos de viragem, na sequência de obras antes publicadas (Beja, 2011; Beja, 2012), e a utilidade do contacto próximo com editores, livreiros e demais protagonistas, cujo testemunho é vital para obter informação inédita e relevante que complemente os dados disponíveis na pesquisa documental. A isto acresce uma estrutura de saberes que tem raízes em três décadas de exercício profissional do autor no sector da edição e comércio do livro, com início em 1971, prosseguido com o envolvimento nos correspondentes domínios associativo e académico

    Clubes do livro e venda directa: o caso do Círculo de Leitores

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    Panorâmica histórica e perspectiva de desafios para o futuro do Círculo de Leitores, o clube do livro em Portugal, constituiu o enfoque global da comunicação apresentada no painel “Cenários da edição em Portugal” - Vasco Teixeira (presidente do Grupo Porto Editora) Propriedade intelectual e pirataria: Futuro da edição, desafios e oportunidades; Rui Beja (ex-presidente da APEL e antigo presidente do Círculo de Leitores e da Fundação Círculo de Leitores) Clubes do livro e venda directa: O caso do Círculo de Leitores; Carlos Pinto (chairman do Grupo Almedina) A edição para profissionais: de especialistas para especialistas; Guilherme Valente (presidente da Editora Gradiva) Da Gradiva e do ‘romance’ da ciência - das “Jornadas de Gestão e Marketing Editorial”. Em concreto, foram apresentados e debatidos os seguintes temas: “A génese dos clubes do livro na Europa”, “A evolução do clube do livro em Portugal”, “Factores de sucesso do Círculo de Leitores “e “O clube do livro no futuro”.publishe

    Estudo da floração da nogueira na região de Beja

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    Projecto nº 347 - Centro Hortofrutícola - Acção 8.1 do PO AGRO. Instituto Politécnico de Beja. Escola Superior Agrária, 2004.O estudo da floração da nogueira, remete-nos a um problema que se tem vindo a verificar ultimamente: desfasamentos da floração masculina e feminina, impedido as árvores de produzirem em quantidade e qualidade. Este projecto tem como principais objectivos obter dados relativos à floração masculina e feminina da nogueira, de modo a verificar-se a sua coincidência e precocidade. Este projecto visa ainda obter dados acerca da polinização cruzada. Neste trabalho serão apresentados e discutidos os resultados dos dados relativos à floração masculina e feminina de cultivares instaladas na região de Beja, mais precisamente no Monte da Raposinha e no Centro Horto – frutícola da ESAB, e ainda a comparação da floração da nogueira na região de Beja com a região de Múrcia em Espanha e com cultivares instaladas em França

    Comportamento de algumas cultivares de figueira na região de Beja (2002)

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    Projecto nº 347 - Centro Hortofrutícola - Acção 8.1 do PO AGRO. Instituto Politécnico de Beja. Escola Superior Agrária, 2004.Efectuou-se o acompanhamento do ciclo vegetativo de algumas cultivares (cvs.) de figueira (Ficus carica) produtoras de figos lampos e vindimos, instaladas num pomar da Escola Superior Agrária de Beja, de modo a estudar-se o seu comportamento nesta região. Observaram-se os estados fenológicos e fez-se uma análise da produtividade e qualidade dos frutos. Os resultados obtidos permitiram concluir que nas condições em que decorreu o ensaio, a cv. Lampa Preta foi a única que produziu figos lampos de boa qualidade. Relativamente aos figos vindimos a cv. Pingo de Mel apresentou a produção mais elevada, mas os frutos de melhor qualidade (peso, calibre e características organolépticas) foram produzidos pela cv. Bêbera Branca

    50 anos no mundo do livro: da gestão à investigação

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    A palavra escrita, elemento primeiro da divulgação do saber e do conhecimento, configura-se indissociável do rigor ético portador de princípios e práticas de responsabilidade social, numa associação de valores essenciais para o desenvolvimento da humanidade. Viver e conviver ao longo de cinco décadas no mundo do livro, domínio privilegiado da palavra escrita, exercendo actividade em múltiplos segmentos – da gestão financeira à gestão empresarial, dos números às letras, do exercício profissional à investigação académica –, constitui uma experiência de vida estimulante e enriquecedora. Usar a palavra escrita como meio de comunicar ideias, transmitir conceitos, veicular conhecimento ou deixar registo de factos relevantes para memória futura foi princípio que cedo adoptei por razões de eficácia no âmbito do exercício profissional e convicção pessoal no domínio da responsabilidade cívica. É neste contexto que considero oportuno passar a escrito a linha condutora de um percurso heterogéneo no sector do livro, suportando-me no registo de acontecimentos em que participei ou testemunhei, como também em consulta bibliográfica, pesquisa empírica e compilação documental de textos de minha autoria dispersos por várias publicações. A presente narrativa biográfica enquadra-se nos princípios antes descritos e tem como objectivo concatenar e agregar, em repositório socialmente pertinente, componentes que relevam no historial de cinquenta anos a “viver com o livro”. A estrutura expositiva, tendencialmente diacrónica, encontra-se organizada por décadas que, no essencial, correspondem a ciclos temáticos conforme os capítulos cujo conteúdo sintetizo. No Capítulo I são tratadas as três primeiras décadas (1971-2001), vividas no exercício de funções de gestão no Círculo de Leitores, da direcção financeira à presidência executiva, com inspiração na estratégia de rigor ético e responsabilidade social das empresas induzida por Reinhard Mohn, refundador da Bertelsmann, o grupo editorial alemão detentor do clube do livro em Portugal, que foi a minha porta de entrada no sector da edição e comércio livreiro. O Capítulo II versa a quarta década, período de envolvimento num plurifacetado leque de temas que antecipam a transição da gestão profissional para a investigação académica. Em concreto, ganham relevo: a consultoria de gestão, a gestão sustentável, a gestão dos riscos do negócio, a docência de gestão editorial, a presidência da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), o mestrado em Estudos Editoriais e a publicação dos livros Risk Management: Gestão Relato e Auditoria dos Riscos do Negócio (Beja, 2004a) e À Janela dos Livros: Memória de 30 anos de Círculo de Leitores (Beja, 2011a). No Capítulo III é apresentada a quinta década, tempo dedicado à investigação e à divulgação sobre a indústria cultural do livro, sobressaindo: a integração como Investigador colaborador do Centro de Línguas, Literaturas e Culturas da Universidade de Aveiro, o estudo sobre o comércio livreiro em Portugal na segunda década do século XXI (Neves (coord.), Beja, Santos, & Santos, 2014), o doutoramento em Estudos Culturais na especialidade de Sociologia da Cultura, a publicação das obras A Edição em Portugal (1970-2010): Percursos e Perspectivas (Beja, 2012) e Democracia do Livro em Portugal: Transições, Protagonistas e Desenvolvimento Sociocultural (Beja, 2019a), a intervenção em seminários e conferências, a publicação de artigos e capítulos de livros, a nomeação como membro do Conselho Consultivo do Observatório Português das Atividades Culturais (OPAC) e o acolhimento como sócio efectivo da Associação Portuguesa de Escritores (APE) e do PEN Club Português. Termino com “Palavras Finais”, uma análise sucinta sobre o contributo da gestão socialmente responsável e da indústria cultural do livro para o desenvolvimento sociocultural, um resumo conclusivo sobre o historial de uma tão extensa quanto intensa ligação ao universo dos livros. Em “Anexos e Conexos” agrego, em três dimensões – Súmula de Artigos, Relatórios e Comunicações; Sinopse de Livros Publicados; Cinco Décadas. Cinco Marcos Simbólicos –, a síntese de documentos que relevam na memória que partilho de meio século vivido com a sedução pela aventura e a magia do livro.Porto Editorapublishe

    VCC-LF dataset

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    This is readme for VCC-LF dataset. This dataset provides light field mat files that capture by Lytro I. The light field resolusion is [h,w,u,v,d]. If you use these data or our toolkit code, please cite our paper properly @inproceedings{ lirsiggraphasia2019, title={Hierarchical and View-invariant Light Field Segmentation by Maximizing Entropy Rate on 4D Ray Graphs}, author={Li, Rui and Heidrich, Wolfgang}, booktitle={ACM Transactions on Graphics (Proc. SIGGRAPH Asia)}, year={2019}, publisher={ACM}

    A arquitectura do Bairro dos Alemães, em Beja: os equipamentos públicos do plano de 1960

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    Durante a década de 1960, com a finalidade de corresponder aos acordos bilaterais entre Portugal e a Republica Federal da Alemanha - no sentido de proporcionar facilidades de treino operacional à Força Aérea Alemã -, foi instalada, em Beja, a base aérea n.º 11. lgualmente pertencente à Base, embora integrando a malha urbana da parte Sudoeste da cidade de Beja, foi implantado um bairro composto por equipamentos públicos, habitações, espaços verdes e espaços de lazer, complementados por outras instalações de apoio social - o "Bairro dos Alemães". Tanto as instalações comerciais como as escolares e recreativas foram pensadas de modo a serem usufruidas pelos membros contiguos à Base e pela população da cidade, no geral. Fazia ainda parte do plano a construção de campos de jogos, piscina, hospital militar, igreja, cinema, hotel, heliporto e uma mata, que ainda hoje funciona coma pulmão da cidade de Beja. A presente dissertação procura aprofundar o conhecimento sabre o plano de concepção do Bairro Alemão (década de 1960), em Beja, de Manuel Costa Lobo, Francisco Keil do Amaral, Alfredo Campos Matos, João Rosa Mendes, Alberto Reaes Pinto, José Luís Zuquete, Jácome da Costa e José Rafael Botelho; dando especial enfase aos equipamentos públicos indispensáveis para o funcionamento de um bairro, "estrangeiro" à cidade, analisando os projectos desta categoria - construídos e não construídos, quando possível ; ABSTRACT: During the 1960s, in order to correspond to the bilateral agreements between Portugal and the Federal Republic of Germany - in order to provide operational training facilities to the German Air Force - the No. 11 air base was installed in Beja.Also belonging to the base, although integrating the urban network of the southwestern part of the city of Beja, a neighbourhood was set up consisting of public facilities, housing, green spaces and leisure areas, complemented by other social support facilities - "Bairro dos Alemães". Commercial, educational and recreational facilities were designed to be enjoyed by members adjacent to the base and the city's population in general. Also, part of the plan was the construction of playing fields, swimming pool, military hospital, church, cinema, hotel, heliport and a forest, which still functions today as the lung of the city of Beja. The present dissertation seeks to deepen the knowledge about the conception plan of the German neighbourhood (1960's}, in Beja, of Manuel Costa Lobo, Francisco Keil do Amaral, Alfredo Campos Matos,João Rosa Mendes, Alberto Reaes Pinto, Jose Luis Zuquete, Jacome da Costa and Jose Rafael Botelho; giving special emphasis to the public equipments indispensable for the functioning of a neighbourhood, "foreign" to the city, analyzing the projects of this category - built and not built, when possible

    A necrópole da I Idade do Ferro do Monte do Bolor 1-2 (São Brissos, Beja)

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    Escavada no âmbito de minimização de impactes em contexto de obra, durante os trabalhos resultantes dos Blocos de Rega de Beringel-Beja – Fase Prévia, a necrópole de Monte do Bolor 1-2 (Concelho de Beja) vem integrar e enriquecer o panorama do mundo funerário da Idade do Ferro na região de Beja durante os séculos VII e VI a.C.Excavated in the context of minimizing impacts resulting from construction works during the Beringel-Beja Irrigation Plan, the Iron Age necropolis presented here — Monte do Bolor 1-2 (Municipality of Beja) integrate and enrich the knowledge of the funerary world of Iron Age in Beja region during the 7th and 6th centuries BC.info:eu-repo/semantics/publishedVersio
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