1,720,997 research outputs found

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship

    Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis

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    We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis

    Compared physiological performances of Caulerpa prolifera and native seagrasses of Ria Formosa

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    Seagrasses are among the most important and also mostly threatened ecosystems in the marine environment. Seagrass loss can occur in their competition with other macrophytes, like invasive macroalgae. These pose a serious threat and present numerous consequences to their new environment. Among those that can affect seagrasses, Caulerpa sp. are one of the most recognized genus. Different mechanisms can grant them a competitive advantage over seagrasses, resulting in partial or even complete replacement. Therefore, knowing how Caulerpa sp. functions and interacts with a new environment is crucial, especially in a system like Ria Formosa, where three of the four European seagrass species can be found. We aimed to study and compare different photo-physiological components of the subtidal seagrasses Cymodocea nodosa and Zostera marina and of the macroalgae Caulerpa prolifera along diel cycles, while at the same time identifying possible consequences of their interaction, using a mesocosm experiment. The first experiment was performed over the course of two days (48 hour cycle), collecting samples for biochemical analysis at pre-dawn and solar noon at the end. The mesocosm experiment involved planting Z. marina and C. prolifera separately and mixed. After 4 weeks, photosynthetic performance was tested using photosynthesis-irradiance curves and rapid light curves, and samples for biochemical analysis were collected. The seagrasses revealed higher effective quantum yield and non-photochemical quenching, mainly related to their xanthophyll pigments, while C. prolifera displayed a typical shade-adapted response. Furthermore, it displayed a different carbohydrate usage regime, which was related to its higher respiration rates. Although no different overall photosynthetic performance was detected in the interaction of the species, starch content in Z. marina rhizomes was significantly lower when C. prolifera was present. This work gives initial insight on the physiological performance of C. prolifera in Ria Formosa.Ervas marinhas são plantas angiospérmicas adaptadas ao ambiente marinho que formam pradarias extensivas em zonas costeiras a nível mundial, com exceção dos polos. Estas pradarias formam um habitat complexo e diverso, apresentando uma alta produtividade e prestando serviços ecossistémicos importantes, como o sequestro e armazenamento de carbono, reciclagem de nutrientes e proteção costeira. No entanto, apesar da sua importância, são um dos habitats marinhos mais ameaçados. A maior causa de perda de pradarias de ervas marinhas é a atividade antropogénica. Dragagens, eutrofização, descargas de nutrientes e desenvolvimento costeiro são exemplos de atividades que diminuem a qualidade da água e afetam diretamente as pradarias. Além disso, ocorrem também perdas naturais das pradarias, por exemplo, pela competição com outros macrófitos, como é o caso das algas que podem ocupar o mesmo espaço e utilizar os mesmos recursos. A sua colonização pode afetar não só o ecossistema, mas também a abundancia de espécies endémicas e a sua diversidade. Diferentes macroalgas verdes já provaram ter um elevado potencial invasor, entre as quais se destingem espécies do género Caulerpa. Este género inclui algumas das algas mais invasoras conhecidas atualmente. Caulerpa taxifolia e Caulerpa racemosa são alguns exemplos de algas que invadiram o Mar Mediterrâneo e que afetaram negativamente várias pradarias de ervas marinhas. Além de competirem por recursos como nutrientes e luz, competem também pelo mesmo substrato, previamente ocupado com ervas marinhas, não permitindo que elas recuperem. Fisiologicamente, ervas marinhas e algas, mais especificamente do género Caulerpa, são limitadas pela luz. As primeiras apresentam uma maior necessidade de luz, mas isso não impede que várias espécies tenham capacidade de sobreviver quando a irradiância é baixa. Vários mecanismos de defesa, que variam de espécie para espécie, determinam a sua resiliência a estas condições. Por outro lado, a exposição a luz excessiva também pode ser prejudicial para as plantas, nomeadamente induzindo stress foto-oxidativo. Para defesa contra o excesso de luz (fotoproteção), as plantas possuem pigmentos secundários, os carotenóides, capazes de transformar o sistema de captura de luz num sistema de dissipação de energia excessiva na forma de calor. O género Caulerpa não só apresenta uma elevada plasticidade a nível morfológico mas também ao nível dos seus pigmentos. Tal como as ervas, as algas possuem carotenóides capazes de dissipar energia excessiva. Além disso, a sua capacidade para tolerar altas intensidades de luz depende dos nutrientes disponíveis, que podem obter não só da coluna de água, mas também do sedimento, havendo assim competição entre as ervas marinhas e as algas em ambos os meios. Com o aparecimento da Caulerpa prolifera em zonas menos profundas da Ria Formosa, onde ocorrem três das quatro espécies de ervas marinhas a nível Europeu, surge a necessidade de perceber o seu funcionamento fisiológico comparativamente com as ervas e avaliar o potencial para interações fisiológicas. Para tal, analisou-se a performance circadiana de Zostera marina, Cymodocea nodosa e C. prolifera ao longo de um ciclo de 48 horas numa sistema seminatural. Foram medidos parâmetros relacionados com a fluorescência da clorofila a, medindo a eficiência quântica e recolhendo amostras para analise bioquímica. Numa outra experiência, para estudar possíveis consequências da interação entre ervas e algas, Z. marina e C. prolifera foram recolhidas no campo e plantadas em tanques, quer individualmente quer em conjunto, em cinco replicados, recebendo sempre a mesma intensidade de luz com um fotoperíodo de treze horas, durante quatro semanas. Após as quatro semanas, foi avaliada a resposta da fotossíntese à luz de curvas em ambas as espécies e recolhidas amostras para posterior analise bioquímica. Foram analisados os conteúdos em açúcares solúveis e amido, proteína solúvel, compostos adenilados e pigmentos fotossintéticos nas três espécies. Os açúcares e amido foram analisados pelo método fenol-sulfúrico e as proteínas solúveis pelo método de Bradford. Os compostos adenilados foram analisados por cromatografia liquida de alta eficiência (HPLC). Os pigmentos fotossintéticos foram analisados primeiro por espectrofotometria para identificar concentrações de clorofila, complementando com cromatografia (HPLC) para a identificação dos carotenoides. As ervas apresentaram níveis de eficiência quântica real e potencial e dissipação de energia sob a forma de calor mais elevadas comparativamente com a alga, e índices de desepoxidaçao dos pigmentos do ciclo das xantofilas mais elevados, mostrando estar mais protegidas contra intensidades de luz mais elevadas. C. prolifera, pelo contrário, apresentou uma resposta típica de espécies adaptadas a baixas intensidades de luz, com razões de clorofila a/b mais baixas do que as ervas e índices de desepoxidação do ciclo das xantofilas muito baixos. Apresentou ainda taxas fotossintéticas ligeiramente mais baixas, uma taxa de respiração mais elevada e uma maior resposta foto-inibitória a intensidade de luz mais alta, comparado a Z. marina. O conteúdo de açúcar solúvel da alga foi significativamente mais baixo do que o das ervas, enquanto que as suas reservas de amido foram muito mais elevadas, revelando um regime de utilização de hidratos de carbono bastante distinto. A interação de Z. marina com C. prolifera não mostrou ter influência nas capacidades fotossintéticas e teores de pigmentos fotossintéticos de ambas as espécies. No entanto, verificou-se um esgotamento das reservas de amido nos rizomas de Z. marina. Uma vez que não foram observadas alterações nas taxas de respiração, colocamos a hipótese que os hidratos de carbono foram utlizadas como base para síntese de moléculas com funções alelopáticas. Desta forma, a alga parece induzir um efeito fisiológico nesta erva marinha, ao nível da utilização dos hidratos de carbono. Esta é a primeira vez que é reportado um efeito fisiológico deste tipo. Apesar de apresentar adaptações para ambientes de baixa intensidade luminosa, o avanço observado de C. prolifera em zonas menos profundas da Ria Formosa pode estar relacionado com a sua plasticidade morfológica e a sua resistência a intensidades mais elevadas desde que os nutrientes não são o fator limitante. Este estudo apresenta uma introdução às diferenças fotofisiológicas entre C. prolifera e as ervas marinhas nativas da Ria Formosa, mas deverá ser completado eventualmente com uma análise sazonal e de crescimento, para uma compreensão mais detalhada de como a C. prolifera interage com as ervas marinhas, tanto a nível ecológico como também a nível bioquímico

    Effect of elevated CO2 concentrations and irradiance on the photosynthetic performance of the seagrass Cymodocea nodosa

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    Dissertação de Mestrado, Biologia Marinha, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve, 2015Durante 800000 anos a concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera permaneceu entre 172-300 partes por milhão (ppm). No entanto, após a era industrial, a concentração de CO2 atmosférico sofreu um aumento sem precedentes para os níveis atuais de aproximadamente 391 ppm de CO2, consequência da atividade antropogénica, como a queima de combustíveis fósseis. Atualmente, cerca de 30 % da totalidade de CO2 emitido para a atmosfera é absorvido pelo oceano, levando à diminuição do pH e alterando a química dos carbonatos na água, processo que resulta na acidificação do oceano. Apesar dos previstos impactos potencialmente negativos da acidificação do oceano nos ecossistemas e organismos marinhos, as diferentes espécies não serão identicamente afetadas. As pradarias de ervas marinhas, angiospérmicas que se adaptaram a uma existência totalmente submersa, constituem um dos habitats marinhos e costeiros mais produtivos do planeta. São responsáveis pelo melhoramento da qualidade da água e promovem o aumento da biodiversidade disponibilizando habitat para outras espécies. No entanto, até à data, o efeito da acidificação do oceano na biologia e ecologia destas plantas marinhas é pouco conhecido, ainda que esteja prevista a estimulação positiva das taxas fotossintéticas e de crescimento com o aumento do CO2. Compreender como as pradarias de ervas marinhas serão afetadas pelo enriquecimento de CO2 na água será decisivo para a criação de futuras medidas de conservação e gestão de ecossistemas costeiros. O principal objetivo deste estudo foi o de investigar o efeito de elevadas concentrações de CO2 na ecofisiologia da fotossíntese de Cymodocea nodosa sob diferentes intensidades e qualidades de luz em condições ambientais controladas. Amostras de C. nodosa foram recolhidas na Baía de Cádiz, em Espanha e transportadas para a Estação de Experimental do Ramalhete (CCMar), Faro, Portugal, onde se desenvolveu toda a experiência. Rizomas terminais de C. nodosa foram aleatoriamente distribuídos em diferentes tanques contendo substrato arenoso. A experiência compreendeu um período de aclimatação que precedeu o período experimental, este último com duração de duas semanas. Os parâmetros físico-químicos e os parâmetros fotossintéticos derivados da fluorescência da clorofila a foram monitorizados diariamente. Diferentes processos fisiológicos foram estudados de forma a elucidar como a estrutura e o funcionamento dos sistemas de captura de energia luminosa variam em ambientes luminosos diferenciados. Foram realizadas curvas de resposta da fotossíntese à luz com base na libertação/consumo de oxigénio e com base na taxa de transporte de eletrões através de um elétrodo de oxigénio tipo Clark e de um fluorómetro Diving-PAM, respetivamente. As clorofilas foram quantificadas espectrofotometricamente e os carotenoides foram quantificados por cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC). Mediu-se também a eficiência fotoquímica máxima do fotossistema II (Fv/Fm). Em tratamentos com baixa intensidade luminosa o aumento da pressão parcial de CO2 resultou em maiores taxas fotossintéticas máximas (Pmáx), no entanto este aumento em Pmáx não se fez acompanhar pelo aumento da eficiência fotossintética (α). Perante níveis atuais de CO2 atmosférico e entre tratamentos com baixa intensidade luminosa o valor de Pmáx foi superior quando a qualidade espectral foi limitada ao comprimento de onda da luz azul. Os níveis elevados de CO2 na água aumentaram também as taxas de respiração no escuro quando comparado com as mesmas taxas a níveis de CO2 de referência, no entanto este aumento foi apenas significativo para plantas em tanques sem qualquer atenuação luminosa. A máxima taxa relativa de transporte de eletrões (rETRmáx) e a irradiância de saturação (Ik) foram significativamente reduzidas em condições de baixa intensidade luminosa, independentemente da concentração de CO2. Em tratamentos sem atenuação luminosa a rETRmáx foi alcançada apenas quando a intensidade da luz foi aproximadamente 150 μmolesfotões.m-2.s-1, ao contrário dos tratamentos onde a intensidade luminosa foi atenuada, em que a rETRmáx foi alcançada a baixas irradiâncias (a partir de 74.4 μmolesfotões.m-2.s-1) resultando num coeficiente da utilização da luz (α) significativamente superior. A eficiência fotoquímica máxima do fotossistema II foi significativamente superior em plantas aclimatadas a baixas intensidades luminosas. A intensidades luminosas naturais, o rácio Fv/Fm foi superior em plantas com elevada disponibilidade de CO2 na água. Relativamente ao pigmentos fotossintéticos, as concentrações de clorofila a (Chl a), b (Chl b) e clorofila total (Chl T) foram significativamente superiores em Cádiz do que após o período experimental, no entanto não se registaram alterações significativas no rácio de clorofila a/b (Chl a/b). Nos tratamentos sem atenuação da luz, a taxa de desepoxidação dos pigmentos do ciclo das xantofilas, violaxantina (V), anteraxantina (A) e zeaxantina (Z) - (AZ/VAZ) - foi significativamente superior do que nos tratamentos com baixas intensidades luminosas. O rácio entre os pigmentos do ciclo das xantofilas e a clorofila total [(VAZ)/ChlT] foi menor em plantas aclimatadas a baixa disponibilidade luminosa, independentemente do tratamento de CO2. De uma forma geral, os resultados obtidos sugerem que distintas condições luminosas induziram diferenças mais acentuadas na ecofisiologia da fotossíntese de C. nodosa do que o aumento da pCO2. RuBisCO é a enzima que catalisa a fixação primária do CO2 na fotossíntese, no ciclo de Calvin, em plantas C3. A maioria das espécies de ervas marinhas são classificadas como plantas C3, no entanto, há estudos que apontam para a ocorrência do metabolismo fotossintético C4 (ex. Cymodocea serrulata). No estado atual do conhecimento, em plantas C4 o aumento do CO2 não resulta em alterações na resposta fotossintética, uma vez que a fixação primária de carbono é catalisada pela enzima fosfoenolpiruvato carboxilase (PEPC’ase), que ao contrário da RuBisCO não é afetada pela concentração de O2, minimizando a fotorrespiração e tornado a fotossíntese saturada para a atual concentração de carbono inorgânico (Ci). No entanto, e contrariamente ao que é ocasionalmente assumido, C. nodosa não apresentou respostas que indiquem um estado de saturação relativamente à atual concentração de carbono inorgânico uma vez que neste estudo o aumento do CO2 resultou em maiores taxas fotossintéticas máximas em ambientes com baixa intensidade luminosa. Os resultados obtidos indicam ainda que em condições luminosas limitantes, a qualidade da luz poderá ter um papel-chave na resposta fotossintética da planta. A redução nas taxas relativas de transporte de eletrões, a diminuição da irradiância de saturação e o aumento do coeficiente de utilização de luz são típicos indicadores de plantas adaptadas a baixas intensidades luminosas. Adaptações fisiológicas de plantas de C. nodosa em diferentes locais e ambientes marinhos podem resultar em alterações na concentração dos pigmentos fotossintéticos, sem implicar uma perda de performance fotossintética ou uma alteração no seu estado fisiológico. Os rácios entre pigmentos fotossintéticos revelam o investimento na pool dos pigmentos do ciclo das xantofilas e a ativação do seu ciclo de desepoxidação/epoxidação como respostas a elevadas intensidades luminosas. As respostas de diferentes espécies de ervas marinhas à mudança nos padrões ambientais devem ser interpretadas cautelosamente uma vez que podem ser altamente específicas para cada espécie

    Dispelling the Myths Behind First-author Citation Counts

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    We conducted a full-scale evaluative citation analysis study of scholars in the XML research field to explore just how different from each other author rankings resulting from different citation counting methods actually are, and to demonstrate the capability of emerging data and tools on the Web in supporting more realistic citation counting methods. Our results contest some common arguments for the continued use of first-author citation counts in the evaluation of scholars, such as high correlations between author rankings by first-author citation counts and other citation counting methods, and high costs of using more realistic citation counting methods that are not well-supported by the ISI databases. It is argued that increasingly available digital full text research papers make it possible for citation analysis studies to go beyond what the ISI databases have directly supported and to employ more sophisticated methods

    Author Index

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    Nao informado

    Efeitos a posteriori dos défices hídricos sobre a actividade fotossintética: mecanismos de fotoprotecção e sistema enzimático antioxidante

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    Tese de dout., Biologia (Fisiologia Vegetal), Faculdade de Engenharia dos Recursos Naturais, Univ. do Algarve, 2005A resposta dos mecanismos fotossintéticos à duração e intensidade do défice hídrico e posterior rehidratação foi investigada em plantas envasadas de Helianthus annuus L. e Lupinus albus L. A rega foi manipulada de modo a induzir diferentes intensidades de défice hídrico e posterior rehidratação. Nas plantas de H. annuus foram analisadas comparativamente folhas jovens e folhas maduras, tendo-se também avaliado nas folhas jovens o efeito da diminuição temporária da intensidade luminosa nas plantas em défice hídrico e rehidratação. Foram também avaliados comparativamente os efeitos dos défices hídricos e da rehidratação na actividade fotossintética e no sistema antioxidante em folhas de H. annuus e L. albus, espécies com estratégias diferentes perante o défice hídrico (H. annuus é tolerante ao défice hídrico e L. albus evita o défice hídrico). Os resultados obtidos indicam que, apesar de as taxas de fotossíntese terem diminuído em resposta ao défice hídrico, não ocorreu fotoinibição crónica nem foi induzida senescência foliar nas folhas de H. annuus amostradas. Nestas plantas, em situação de défice hídrico, ocorreram limitações metabólicas à actividade fotossintética, que nas folhas maduras podem ter incluído a activação da reacção de Mehler e da fotorrespiração. As folhas jovens revelaram possuir a capacidade de reforçar a sua protecção antioxidante em resposta ao défice hídrico, através do aumento do teor foliar em carotenóides. No entanto, as diferenças registadas entre as folhas jovens e as folhas maduras nas plantas em défice hídrico não se repercutiram na sua capacidade de recuperação da actividade fotossintética após rehidratação, que foi semelhante. Os dados obtidos mostraram que o aumento do ‘quenching’ não fotoquímico nem sempre está directamente relacionado com o aumento do índice de desepoxidação do ciclo das xantofilas e confirmaram a relação de dependência entre ambos os parâmetros e a densidade de fluxo quântico. Nas plantas em défice hídrico transferidas para intensidade luminosa baixa, a ausência de stresse oxidativo pode ter implicado falhas na sinalização interna das plantas, enquanto o estímulo aparente da exportação de fotoassimilados durante a rehidratação pode ter conduzido à inibição do crescimento, pelo que não se observaram vantagens na imposição do défice hídrico e da rehidratação a baixas densidades de fluxo quântico. A manutenção de altos teores foliares de sacarose nas plantas rehidratadas sob irradiância alta não evitou que estas não recuperassem completamente a actividade fotossintética. O défice hídrico induziu senescência foliar em L. albus. Esta pode ter resultado do stresse oxidativo induzido nas plantas em défice hídrico, aparentemente devido ao desequilíbrio entre as actividades da dismutase do superóxido e da peroxidase do ascorbato. Os resultados mostram que o défice hídrico pode, por si só, induzir respostas normalmente associadas à ocorrência conjunta de défice hídrico e intensidade luminosa alta, tais como o stresse oxidativo e o aumento no teor foliar em pigmentos antioxidantes.PBIC/AGR/22.92/9

    koamabayili/VECTRON-author-checklist: VECTRON author checklist

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    We have done our best to complete the author checklist relating to the use of animals in the hut study. Note that the objective for the hut study was to evaluate the IRS treatment applications for residual efficacy against Anopheles mosquitoes, including the local An. coluzzii mosquito population. Cows were only used to attract mosquitoes into the huts and no tests were carried out directly on the cows. The author checklist is intended for use with studies where experiments are carried out on animals, which is why we have had such difficulty in completing this for the hut study, as many of the questions do not relate to how the cows were used
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