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O Psicopata James Fallon e a Questão da Periculosidade do Código Penal
Esta pesquisa tem como ponto central o estudo da psicopatia e o direito penal. De um lado, a psicopatia de James Fallon – inspirado no livro The Psychopath Inside: A Neuroscientist's Personal Journey into the Dark Side of the Brain – de outro lado, a periculosidade penal, a qual molda as anomalias psíquicas e fixa a punição deste no direito penal. Nesse diapasão, este estudo, além de ter como objetivo primordial analisar se existe uma congruência em utilizar a periculosidade penal para interceptar possíveis crimes realizados pelo psicopata, estabelece, como ponto de partida, que é imprescindível a prática de fato previsto como crime para vincular periculosidade-psicopatia. De mesmo modo, analisa e “traz à tona” possíveis incongruências científicas da periculosidade, inclusive ao ligar a psicopatia de James Fallon. Portanto, para chegar em um aprofundamento técnico, o primeiro capítulo tenta definir psicopatia, o segundo; a psicopatia de James Fallon, o terceiro; a periculosidade. Tudo isso para responder se é necessário a periculosidade – termo tão contraditório – no caso da psicopatia e, em geral, em todas as anomalias psíquicas
Efeitos da beta-alanina nos índices de composição corporal em praticantes de basquetebol: uma revisão
Introduction and Objective: Nutritional supplementation is essential for the performance of high-performance athletes, with protein and ergogenic supplements, such as beta-alanine (BA), standing out. Its use is common in sports that alternate between aerobic and anaerobic efforts, such as basketball, characterized by short, intense, and frequent actions. Although the effects of BA on perceived exertion and fatigue are well described in the literature, its impacts on body composition remain underexplored. Thus, this literature review aimed to investigate the effects of BA on body composition indices in basketball players. Materials and Methods: This is an review, with searches conducted in the databases PubMed, ScienceDirect, SCOPUS, and Web of Science. Descriptors were used according to the recommendations of DeCS and MeSH, with the keywords: “Beta alanine” AND “Basketball”. Results: A total of 94 articles were identified, of which only 2 met the inclusion criteria. Both studies indicated that BA supplementation does not promote significant changes in body mass or body mass index (BMI) but may be associated with a slightly greater reduction in body fat percentage compared to placebo. Conclusion: Beta-alanine supplementation has limited effects on the body composition of basketball athletes. Therefore, future studies using these parameters as primary outcomes, with longer intervention periods, larger samples, and inclusion of athletes at different competitive levels are needed.Introducción y objetivo: La suplementación nutricional es fundamental para el rendimiento de los atletas de alto rendimiento, especialmente los suplementos proteicos y ergogénicos, como la beta-alanina (BA). Su uso es común en deportes que alternan esfuerzo aeróbico y anaeróbico, como el baloncesto, caracterizado por acciones cortas, intensas y frecuentes. Si bien los efectos de la BA en la percepción del esfuerzo y la fatiga están más descritos en la literatura, su impacto en la composición corporal aún es poco explorado. Por lo tanto, esta revisión tuvo como objetivo investigar los efectos de la BA en los índices de composición corporal en jugadores de baloncesto. Materiales y métodos: Esta es una revisión, con búsquedas realizadas en las bases de datos PubMed, ScienceDirect, SCOPUS y Web of Science. Se utilizaron descriptores según las recomendaciones de DeCS y MeSH, con las palabras clave: "Beta alanina" y "Baloncesto". Resultados: Se identificaron 94 artículos, de los cuales solo 2 cumplieron los criterios de inclusión. Ambos estudios indicaron que la suplementación con beta-alanina no promueve cambios significativos en la masa corporal ni en el índice de masa corporal (IMC), pero podría estar asociada con una reducción más pronunciada del porcentaje de grasa corporal en comparación con placebo. Conclusión: La suplementación con beta-alanina tiene efectos limitados en la composición corporal de los jugadores de baloncesto. Por lo tanto, es necesario realizar estudios futuros que utilicen estos parámetros como resultados primarios, con tiempos de intervención más prolongados, muestras más robustas e inclusión de atletas con diferentes niveles de rendimiento.Introduzione e obiettivo: L'integrazione nutrizionale è fondamentale per le prestazioni degli atleti ad alte prestazioni, in particolare gli integratori proteici ed ergogenici, come la beta-alanina (BA). Il suo utilizzo è comune negli sport che alternano sforzo aerobico e anaerobico, come il basket, caratterizzato da azioni brevi, intense e frequenti. Sebbene gli effetti della BA sulla percezione dello sforzo e della fatica siano maggiormente descritti in letteratura, il suo impatto sulla composizione corporea è ancora poco esplorato. Pertanto, questa revisione si è proposta di indagare gli effetti della BA sugli indici di composizione corporea nei giocatori di basket. Materiali e metodi: Si tratta di una revisione, con ricerche condotte nei database PubMed, ScienceDirect, SCOPUS e Web of Science. I descrittori sono stati utilizzati secondo le raccomandazioni di DeCS e MeSH, con le parole chiave: "Beta alanina" E "Basket". Risultati: Sono stati identificati 94 articoli, di cui solo 2 soddisfacevano i criteri di inclusione. Entrambi gli studi hanno indicato che l'integrazione di beta-alanina non promuove cambiamenti significativi nella massa corporea o nell'indice di massa corporea (BMI), ma può essere associata a una riduzione più pronunciata della percentuale di grasso corporeo rispetto al placebo. Conclusione: l'integrazione di beta-alanina ha effetti limitati sulla composizione corporea dei giocatori di basket. Pertanto, sono necessari studi futuri che utilizzino questi parametri come esiti primari, con tempi di intervento più lunghi, campioni più robusti e l'inclusione di atleti con diversi livelli di prestazione.Introdução e Objetivo: A suplementação alimentar é fundamental para o desempenho de atletas de alto rendimento, destacando-se os suplementos proteicos e ergogênicos, como a beta-alanina (BA). Seu uso é comum em esportes que alternam entre esforço aeróbico e anaeróbico, como o basquete, caracterizado por ações curtas, intensas e frequentes. Embora os efeitos da BA na percepção de esforço e fadiga sejam mais descritos na literatura, seus impactos na composição corporal ainda são pouco explorados. Assim, essa revisão teve como objetivo investigar os efeitos da BA sobre os índices de composição corporal em praticantes de basquete. Materiais e Métodos: Trata-se de uma revisão, com busca realizada nas bases de dados PubMed, ScienceDirect, SCOPUS e Web of Science. Foram utilizados descritores conforme as recomendações do DeCS e MeSH, com as palavras-chave: “Beta alanine” AND “Basketball”. Resultados: Foram identificados 94 artigos, dos quais apenas 2 atenderam aos critérios de inclusão. Ambos os estudos indicaram que a suplementação com BA não promove alterações significativas na massa corporal ou no índice de massa corporal (IMC), mas pode estar associada a uma redução mais acentuada no percentual de gordura corporal em comparação ao placebo. Conclusão: A suplementação com beta-alanina apresenta efeitos limitados sobre a composição corporal de atletas de basquete. Destaca-se, portanto, a necessidade de estudos futuros que utilizem esses parâmetros como desfechos primários, com maior tempo de intervenção, amostras mais robustas e inclusão de atletas com diferentes níveis de desempenho.Introdução e Objectivo: A suplementação alimentar é fundamental para o desempenho dos atletas de alto rendimento, destacando-se os suplementos proteicos e ergogénicos, como a beta-alanina (BA). A sua utilização é comum em desportos que alternam entre esforço aeróbico e anaeróbico, como o basquetebol, caracterizado por ações curtas, intensas e frequentes. Embora os efeitos da BA na perceção do esforço e da fadiga estejam mais descritos na literatura, os seus impactos na composição corporal são ainda pouco explorados. Assim, esta revisão teve como objetivo investigar os efeitos da BA nos índices de composição corporal em praticantes de basquetebol. Materiais e Métodos: Trata-se de uma revisão, com pesquisa realizada nas bases de dados PubMed, ScienceDirect, SCOPUS e Web of Science. Foram utilizados descritores de acordo com as recomendações do DeCS e MeSH, com as palavras-chave: “Beta alanine” AND “Basketball”. Resultados: Foram identificados 94 artigos, dos quais apenas 2 cumpriam os critérios de inclusão. Ambos os estudos indicaram que a suplementação com BA não promove alterações significativas na massa corporal ou no índice de massa corporal (IMC), mas pode estar associada a uma redução mais acentuada da percentagem de gordura corporal em comparação com o placebo. Conclusão: A suplementação com beta-alanina apresenta efeitos limitados na composição corporal dos atletas de basquetebol. Destaca-se, assim, a necessidade de estudos futuros que utilizem estes parâmetros como desfechos primários, com maior tempo de intervenção, amostras mais robustas e inclusão de atletas com diferentes níveis de desempenho
Efficacy and safety of the RTS,S/AS01 malaria vaccine during 18 months after vaccination : a phase 3 randomized, controlled trial in children and young infants at 11 African sites
A malaria vaccine could be an important addition to current control strategies. We report the safety and vaccine efficacy (VE) of the RTS,S/AS01 vaccine during 18 mo following vaccination at 11 African sites with varying malaria transmission.; 6,537 infants aged 6-12 wk and 8,923 children aged 5-17 mo were randomized to receive three doses of RTS,S/AS01 or comparator vaccine. VE against clinical malaria in children during the 18 mo after vaccine dose 3 (per protocol) was 46% (95% CI 42% to 50%) (range 40% to 77%; VE, p>0.01 across all sites). VE during the 20 mo after vaccine dose 1 (intention to treat [ITT]) was 45% (95% CI 41% to 49%). VE against severe malaria, malaria hospitalization, and all-cause hospitalization was 34% (95% CI 15% to 48%), 41% (95% CI 30% to 50%), and 19% (95% CI 11% to 27%), respectively (ITT). VE against clinical malaria in infants was 27% (95% CI 20% to 32%, per protocol; 27% [95% CI 21% to 33%], ITT), with no significant protection against severe malaria, malaria hospitalization, or all-cause hospitalization. Post-vaccination anti-circumsporozoite antibody geometric mean titer varied from 348 to 787 EU/ml across sites in children and from 117 to 335 EU/ml in infants (per protocol). VE waned over time in both age categories (Schoenfeld residuals p>0.001). The number of clinical and severe malaria cases averted per 1,000 children vaccinated ranged across sites from 37 to 2,365 and from -1 to 49, respectively; corresponding ranges among infants were -10 to 1,402 and -13 to 37, respectively (ITT). Meningitis was reported as a serious adverse event in 16/5,949 and 1/2,974 children and in 9/4,358 and 3/2,179 infants in the RTS,S/AS01 and control groups, respectively.; RTS,S/AS01 prevented many cases of clinical and severe malaria over the 18 mo after vaccine dose 3, with the highest impact in areas with the greatest malaria incidence. VE was higher in children than in infants, but even at modest levels of VE, the number of malaria cases averted was substantial. RTS,S/AS01 could be an important addition to current malaria control in Africa
