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Tendências e implicações epistemológicas de produções científicas de pós-graduação em educação física relacionadas à obesidade
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2009.Considerando que a concepção de obesidade predominante no campo da Saúde vem sendo reproduzida no campo da Educação Física, buscamos neste estudo outras possibilidades de investigação deste fenômeno. A partir da utilização de técnicas para a identificação das abordagens metodológicas e dos elementos técnicos, epistemológicos e teóricos das investigações de pós-graduação em Educação Física que estudaram a obesidade, abordamos criticamente os resultados da análise realizada nessas produções levando em consideração a concepção da determinação social do processo saúde-doença, desenvolvida pelo campo da Saúde Coletiva e Epidemiologia Crítica. Com vistas a melhor compreender este fenômeno, destacamos elementos fundamentais da perspectiva histórica da alimentação e sua relação dialética com o processo de obesidade e com as ações privilegiadas pelo campo da Educação Física. Os resultados apontam que, das trinta e três pesquisas analisadas, ocorreu o predomínio da abordagem metodológica empírico-analítica, estando presente em trinta e duas delas (96,96%). Em apenas uma pesquisa identificamos a abordagem metodológica fenomenológica-hermenêutica (3,04%) e nenhuma pesquisa utilizou a abordagem críticodialética. A partir da identificação de que a vertente metodológica predominante é fundamentada pela lógica causal, considerando a obesidade meramente como correlação entre o aumento da ingestão calórica e diminuição do gasto energético, e da constatação de que as prescrições para que seja evitada ou revertida estão pautadas na reeducação alimentar e na atividade física, buscamos evidenciar os condicionamentos sociais que determinam as dimensões deste quadro. Um olhar para a construção histórica da obesidade como problema médico e social e sua contextualização como um fenômeno com profundas determinações políticas e econômicas, buscamos recolocar a complexidade deste fenômeno no âmbito da produção do conhecimento. Dessa maneira compreendemos que existem outras possibilidades de relações entre a obesidade e a Educação Física, por meio de perspectivas crítico-pedagógicas deste campo, e nos contrapomos ao reducionismo no trato das práticas corporais apenas como atividade física
Global variation in diabetes diagnosis and prevalence based on fasting glucose and hemoglobin A1c
AbstractFasting plasma glucose (FPG) and hemoglobin A1c (HbA1c) are both used to diagnose diabetes, but these measurements can identify different people as having diabetes. We used data from 117 population-based studies and quantified, in different world regions, the prevalence of diagnosed diabetes, and whether those who were previously undiagnosed and detected as having diabetes in survey screening, had elevated FPG, HbA1c or both. We developed prediction equations for estimating the probability that a person without previously diagnosed diabetes, and at a specific level of FPG, had elevated HbA1c, and vice versa. The age-standardized proportion of diabetes that was previously undiagnosed and detected in survey screening ranged from 30% in the high-income western region to 66% in south Asia. Among those with screen-detected diabetes with either test, the age-standardized proportion who had elevated levels of both FPG and HbA1c was 29–39% across regions; the remainder had discordant elevation of FPG or HbA1c. In most low- and middle-income regions, isolated elevated HbA1c was more common than isolated elevated FPG. In these regions, the use of FPG alone may delay diabetes diagnosis and underestimate diabetes prevalence. Our prediction equations help allocate finite resources for measuring HbA1c to reduce the global shortfall in diabetes diagnosis and surveillance
Worldwide trends in underweight and obesity from 1990 to 2022: a pooled analysis of 3663 population-representative studies with 222 million children, adolescents, and adults
Worldwide trends in underweight and obesity from 1990 to 2022: a pooled analysis of 3663 population-representative studies with 222 million children, adolescents, and adult
