169 research outputs found

    CHronic use of Amiodarone aGAinSt Implantable cardioverter-defibrillator therapy for primary prevention of death in patients with Chagas cardiomyopathy Study: Rationale and design of a randomized clinical trial

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    Background the implantable cardioverter defibrillator (ICD) is better than antiarrhythmic drug therapy for the primary and secondary prevention of all-cause mortality and sudden cardiac death in patients with either coronary artery disease or idiopathic dilated cardiomyopathy. This study aims to assess whether the ICD also has this effect for primary prevention in chronic Chagas cardiomyopathy (CCC).Methods in this randomized (concealed allocation) open-label trial, we aim to enroll up to 1,100 patients with CCC, a Rassi risk score for death prediction of >= 10 points, and at least 1 episode of nonsustained ventricular tachycardia on a 24-hour Holter monitoring. Patients from 28 centers in Brazil will be randomly assigned in a 1: 1 ratio to receive an ICD or amiodarone (600 mg/d for 10 days, then 200-400 mg/d until the end of the study). the randomization sequence will be generated by computer, and the members of the committees responsible for end point validation and data analysis will be blinded to study assignment. the primary end point is all-cause death, and enrolment will continue until 256 patients have reached this end point. Key secondary end points include cardiovascular death, sudden cardiac death, hospitalization for heart failure, and quality of life. We expect follow-up to last 3 to 6 years, and data analysis will be done on an intention-to-treat basis. This trial is registered with ClinicalTrials.gov number NCT01722942.Conclusion CHAGASICS is the first large-scale trial to assess the benefit of ICD therapy for the primary prevention of death in patients with CCC and nonsustained ventricular tachycardia, who have a moderate to high risk of death.Univ São Paulo, Pacemaker Clin, Inst Coracao InCor, São Paulo, BrazilAnis Rassi Hosp, Div Cardiol, Goiania, Go, BrazilUniv São Paulo, Div Cardiol, Fac Med Ribeirao Preto, São Paulo, BrazilEscola Paulista Med UNIFESP, Div Cardiol, São Paulo, BrazilRes Inst HCor Hosp Coracao, São Paulo, BrazilUniv São Paulo, Arrhythmia Clin, Inst Coracao InCor, São Paulo, BrazilUniv São Paulo, Inst Coracao InCor, São Paulo, BrazilEscola Paulista Med UNIFESP, Div Cardiol, São Paulo, BrazilWeb of ScienceSt Jud

    Papel da Ecocardiografia no Manuseio da Fibrilaçao Atrial

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    A fibrilaçao atrial é a arritmia cardíaca sustentada mais comum na prática clínica e está associada a considerável morbidade e, em alguns subgrupos, também a elevada mortalidade. O manuseio ideal da fibrilaçao atrial requer conhecimento sobre sua etiologia, prognóstico e opçoes terapêuticas disponíveis. O ecocardiograma transtorácico constitui método de escolha para pacientes que apresentam seu primeiro episódio de fibrilaçao atrial, pois, além de possibilitar o reconhecimento de sua etiologia e de fornecer dados sobre a funçao ventricular esquerda, é capaz de medir com precisao o tamanho do átrio esquerdo. Entretanto, o ecocardiograma transtorácico nao é método adequado para identificar ou excluir a presença de trombo intra-atrial, particularmente aqueles localizados no apêndice atrial esquerdo. Por sua vez, o ecocardiograma transesofágico proporciona visibilizaçao excelente, tanto dos átrios quanto dos seus apêndices, e pode ser utilizado para guiar o processo de cardioversao da fibrilaçao atrial. Quando comparada à estratégia convencional (3 a 4 semanas de anticoagulaçao pré-cardioversao), a estratégia guiada pelo ecocardiograma transesofágico (anticoagulaçao prévia de curta duraçao) parece ser eficaz e segura, além de permitir uma cardioversao mais precoce e, possivelmente, associar-se a um menor risco de embolismo e menor incidência de sangramentos. Entretanto, em ambas as estratégias, a anticoagulaçao oral deve ser continuada por 4 semanas após a cardioversao, tendo em conta a recuperaçao completa da funçao mecânica atrial. Finalmente, um ensaio multicêntrico amplo (ACUTE) comparando a estratégia guiada pelo ecocardiograma transesofágico com a estratégia convencional de cardioversao encontra-se em andamento e, num futuro próximo, apontará para a melhor estratégia de manuseio da fibrilaçao atrial

    Papel da Ecocardiografia no Manuseio da Fibrilaçao Atrial

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    A fibrilaçao atrial é a arritmia cardíaca sustentada mais comum na prática clínica e está associada a considerável morbidade e, em alguns subgrupos, também a elevada mortalidade. O manuseio ideal da fibrilaçao atrial requer conhecimento sobre sua etiologia, prognóstico e opçoes terapêuticas disponíveis. O ecocardiograma transtorácico constitui método de escolha para pacientes que apresentam seu primeiro episódio de fibrilaçao atrial, pois, além de possibilitar o reconhecimento de sua etiologia e de fornecer dados sobre a funçao ventricular esquerda, é capaz de medir com precisao o tamanho do átrio esquerdo. Entretanto, o ecocardiograma transtorácico nao é método adequado para identificar ou excluir a presença de trombo intra-atrial, particularmente aqueles localizados no apêndice atrial esquerdo. Por sua vez, o ecocardiograma transesofágico proporciona visibilizaçao excelente, tanto dos átrios quanto dos seus apêndices, e pode ser utilizado para guiar o processo de cardioversao da fibrilaçao atrial. Quando comparada à estratégia convencional (3 a 4 semanas de anticoagulaçao pré-cardioversao), a estratégia guiada pelo ecocardiograma transesofágico (anticoagulaçao prévia de curta duraçao) parece ser eficaz e segura, além de permitir uma cardioversao mais precoce e, possivelmente, associar-se a um menor risco de embolismo e menor incidência de sangramentos. Entretanto, em ambas as estratégias, a anticoagulaçao oral deve ser continuada por 4 semanas após a cardioversao, tendo em conta a recuperaçao completa da funçao mecânica atrial. Finalmente, um ensaio multicêntrico amplo (ACUTE) comparando a estratégia guiada pelo ecocardiograma transesofágico com a estratégia convencional de cardioversao encontra-se em andamento e, num futuro próximo, apontará para a melhor estratégia de manuseio da fibrilaçao atrial

    Avaliação da ansiedade e depressão no período pré-operatório em pacientes submetidos a procedimentos cardíacos invasivos Evaluación de la ansiedad y depresión en el período preoperatorio en pacientes sometidos a procedimientos cardíacos Evaluation of preoperative anxiety and depression in patients undergoing invasive cardiac procedures

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    JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A avaliação específica da ansiedade e da depressão não está incluída na rotina de avaliação pré-operatória, o que faz com que em situações como as doenças cardíacas, em que o estado emocional dos pacientes pode estar modificado pela própria doença, possam não ser diagnosticadas. O objetivo do estudo foi comparar o nível e a prevalência de ansiedade e depressão em pacientes com doença cardíaca a serem submetidos a procedimentos invasivos e/ou cirúrgicos, utilizando a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (Hospital Anxiety and Depression Scale - HAD). MÉTODO: Após a aprovação pelos Comitês de Ética, foram incluídos 96 pacientes, estado físico ASA II e III, que constituíram três grupos: estudo eletrofisiológico (EEF), implante de marcapasso (MP) e revascularização do miocárdio (RM). Os escores considerados "ponto de corte" foram: escala HAD-ansiedade (HAD-A) com ansiedade > 9; escala HAD-depressão (HAD-D) com depressão > 9. RESULTADOS: Os grupos foram homogêneos quanto às variáveis sociodemográficas. Observou-se diferença estatística significativa entre os três grupos (p = 0,006; p = 0,034) quanto ao nível e prevalência de ansiedade (HAD-A) e na comparação do nível de ansiedade grupo a grupo verificou-se diferença significativa entre os grupos EEF × RM e EEF × MP (p JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La evaluación específica de la ansiedad y de la depresión no está incluida en la rutina de evaluación preoperatoria, lo que hace con que en algunas situaciones como las enfermedades cardiacas, en que el estado emocional de los pacientes puede estar modificado por la propia enfermedad, puedan no quedar diagnosticadas. El objetivo del estudio fue comparar el nivel y la prevalencia de ansiedad y depresión en pacientes con enfermedad cardiaca a ser sometidos a procedimientos invasivos y/o quirúrgicos, utilizando la Escala Hospitalaria de Ansiedad y Depresión (Hospital Anxiety and Depression Scale - HAD). MÉTODO: Después de la aprobación por parte de los Comités de Ética, se incluyeron 96 pacientes, estado físico ASA II y III, que constituyeron tres grupos: estudio electrofisiológico (EEF), implante de marcapaso (MP) y revascularización del miocardio (RM). Las puntuaciones consideradas "punto de corte" fueron las siguientes: escala HAD-ansiedad (HAD-A): con ansiedad > 9; escala HAD-depresión (HAD-D): con depresión > 9. RESULTADOS: Los grupos fueron homogéneos en cuanto a las variables sociodemográficas. Se observó una diferencia estadística significativa entre los tres grupos (p = 0,006; p = 0,034) en lo concerniente al nivel y a la prevalencia de ansiedad (HAD-A) y en la comparación del nivel de ansiedad grupo a grupo, se verificó la diferencia significativa entre los grupos EEF x RM y EEF x MP (p BACKGROUND AND OBJECTIVES: Specific assessment of anxiety and depression is not included in routine preoperative evaluation; therefore, in cases of cardiac diseases in which the emotional status of the patient may be modified by the disease those disorders may not be diagnosed. The objective of the present study was to compare the level and prevalence of anxiety and depression in patients with cardiac disease undergoing invasive and/or surgical procedures using the Hospital Anxiety and Depression Scale - HAD. METHODS: After approval by the Ethics Committee, 96 patients, physical status ASA II and III, were divided in three groups: electrophysiological study (EPS), pacemaker (PM) placement, and myocardial revascularization (MR). "Cutting points" were as follows: HAD-anxiety scale (HAD-A) with anxiety > 9; HAD-depression scale (HAD-D) with depression > 9. RESULTS: All three groups were homogenous regarding sociodemographic parameters. Statistically significant differences were observed among the three groups (p = 0.006; p = 0.034) in the level and prevalence of anxiety (HAD-A); and in the intergroup comparison of the anxiety level significant differences were observed between the EPS x MR and EPS x PM groups (p < 0.05). Significant differences in the level and prevalence of depression (HAD-D) among the study groups were not observed. CONCLUSIONS: Patients with cardiac diseases undergoing electrophysiological studies, pacemaker implantation, and myocardial revascularization have different levels and prevalence of anxiety, but they do not show differences in the level and prevalence of depression

    DIRETRIZ DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA E DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE HEMODINÂMICA E CARDIOLOGIA INTERVENCIONISTA SOBRE INTERVENÇÃO CORONÁRIA PERCUTÂNEA

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    Inst Dante Pazzanese Cardiol, Sao Paulo, SP, BrazilUniv Sao Paulo, Fac Med, Hosp Clin, Ribeirao Preto, SP, BrazilHosp Coracao Anis Rassi, Goiania, Go, BrazilInst Coracao Triangulo, Uberlandia, MG, BrazilEscola Paulista Med, Sao Paulo, SP, BrazilHosp Felicio Rocho, Belo Horizonte, MG, BrazilReal & Benemerita Soc Portuguesa Beneficencia, Sao Paulo, SP, BrazilUniv Sao Paulo, Fac Med, Inst Coracao, Hosp Clin, Sao Paulo, SP, BrazilFundacao Univ Cardiol, Inst Cardiol Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, BrazilHosp Santa Paula, Cardioctr, Joao Pessoa, Paraiba, BrazilHosp Bandeirantes, Sao Paulo, SP, BrazilClin Sao Vicente, Rio De Janeiro, RJ, BrazilUniv Fed Sao Paulo, Escola Paulista Med, Sao Paulo, SP, BrazilWeb of Scienc

    Um tributo a Carlos Chagas

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    Carta ao editor

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