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    Inventário dos Fundos Monástico-Conventuais da Biblioteca Pública de Évora

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    O Inventário agora publicado chama a atenção para a enorme quantidade de instituições religiosas existentes no distrito de Évora, algumas delas fundadas no fim da Idade Média. Ora, sendo esta época habitualmente considerada como uma época de decadência institucional, e até de corrupção generalizada do clero em geral e das ordens religiosas em particular, parece evidente a necessidade de averiguar as razões e o alcance de tão evidente contradição. É um problema histórico de grande importância para o qual se encontra na documentação da Biblioteca de Évora um material extremamente rico que se torna indispensável analisar. Os investigadores interessados nele dispõem agora de um instrumento seguro e adequado para o poderem fazer nas melhores condições

    Povoar e enquadrar. Um percurso pela geografia das formas de vida religiosa da Lisboa medieval (séculos XII-XIV)

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    The Christian conquest of Lisbon, in 1147, initiated a new era in the city which immediately saw diocesan life restored and parish life quickly revived. Efforts to secure the settlement and ecclesiastical accommodation of the urban population went hand-in-hand with the gradual establishment in the city of various religious orders, some drawing upon previous eremitic experiences, others with a marked pastoral bias combining liturgy, preaching, and charitable acts.The very peculiar qualities of the city, possessed of an intense economic life, a growing population, a royal court that sojourned there with increasing regularity and for increasingly prolonged periods, attracted more and more people from diverse regions and stimulated the rapacity of noblemen and rich merchants who contributed to its rise as the capital city of the Kingdom. It also made Lisbon particularly attractive to the religious orders who, between them, contested the urban space, its populations, and its resources.This article seeks to explain this process of establishment and articulation of convents and monasteries from the time of the Christian conquest to the fourteenth century, and to contextualise it within the intense urban life of the city of Lisbon. Text initially presented to the V International Conference "A Nova Lisboa Medieval": Caminhos do Ocidente e do Oriente (1147-1217), organized by the Institute of Medieval Studies and coordinated by Catarina Tente, João Luís Inglês Fontes, Luís Filipe Oliveira, Mário Farelo and Miguel Gomes Martins (Lisbon, October 23-25 2017).   Bibliography Handwritten sources Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT) Mosteiro de Santa Maria de Chelas - maço 3, 411; - maço 7, 127; - maço 10, doc. 189; - maço 11, doc. 202 e 218; - maço 46, nº 906C; - maço 77, doc. 1526, 1527 e 1528. Mosteiro de S. Vicente de Fora, 1ª incorporação - maço 2, nº - maço 4, nº 6; OFM, Província de Portugal, Santa Clara de Lisboa - livro   Printed sources AZEVEDO, Pedro de – “Documentos portugueses do mosteiro de Chelas”. Revista Lusitana 9 (1905), pp. 259-276. BARROCA, Mário Jorge – Epigrafia Medieval Portuguesa (862-1422), 3 vols. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian – FCT, 2000. CÁCEGAS, Frei Luís de; SOUSA, Frei Luís de – História de S. Domingos particular do reino e conquistas de Portugal. Vols. I-II. Porto: Lello & Irmão Editores, 1977. A Conquista de Lisboa aos Mouros. Relato de um Cruzado. Ed. Aires A. Nascimento. Lisboa: Vega, 2001. Documentos de D. Sancho I (1174-1211). Vol. I. Ed. Rui de Azevedo, Avelino de Jesus da Costa e Marcelino Rodrigues Pereira. Coimbra: Universidade de Coimbra, 1979. ESPERANÇA Frei Manuel da – História Seráfica, dos Frades Menores na Província de Portugal, 2 vols. Lisboa: Oficina Craesbeeckiana, 1656-1666. Indiculum Fundationis Monasterii Beati Vicentii Vlisbone. 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O esforço de assegurar o povoamento e enquadrar eclesiasticamente a população urbana segue a par com a paulatina implantação  na urbe de diversas  ordens religiosas, umas integrando anteriores experiências eremíticas, outras com um vincado pendor pastoral, aliando liturgia, pregação e caridade.O contexto muito peculiar da cidade, com uma intensa vida económica, uma população em crescimento, uma corte régia que nela estancia com crescente regularidade e demora, atraindo cada vez mais gentes de desvairadas partes e a cobiça de nobres ou ricos mercadores, que contribuem para a sua ascensão como cidade cabeça do Reino, tornam-na também particularmente apetecível para as ordens religiosas que entre si disputam o espaço urbano, as suas populações e os seus recursos.É este percurso de implantação e articulação dos conventos e mosteiros, desde a conquista cristã até ao século XIV, que pretendemos explicar e enquadrar na intensa vida da urbe lisboeta. Texto inicialmente apresentado ao V Colóquio Internacional “A Nova Lisboa Medieval”: Caminhos do Ocidente e do Oriente (1147-1217), org. pelo Instituto de Estudos Medieval e coord. por Catarina Tente, João Luís Inglês Fontes, Luís Filipe Oliveira, Mário Farelo e Miguel Gomes Martins (Lisboa, 23- 25 de Outubro de 2017).   Referências bibliográficas Fontes manuscritas Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT) Mosteiro de Santa Maria de Chelas - maço 3, 411; - maço 7, 127; - maço 10, doc. 189; - maço 11, doc. 202 e 218; - maço 46, nº 906C; - maço 77, doc. 1526, 1527 e 1528. Mosteiro de S. Vicente de Fora, 1ª incorporação - maço 2, nº - maço 4, nº 6; OFM, Província de Portugal, Santa Clara de Lisboa - livro   Fontes impressas AZEVEDO, Pedro de – “Documentos portugueses do mosteiro de Chelas”. Revista Lusitana 9 (1905), pp. 259-276. BARROCA, Mário Jorge – Epigrafia Medieval Portuguesa (862-1422), 3 vols. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian – FCT, 2000. CÁCEGAS, Frei Luís de; SOUSA, Frei Luís de – História de S. Domingos particular do reino e conquistas de Portugal. Vols. I-II. Porto: Lello & Irmão Editores, 1977. A Conquista de Lisboa aos Mouros. Relato de um Cruzado. Ed. Aires A. Nascimento. Lisboa: Vega, 2001. Documentos de D. Sancho I (1174-1211). Vol. I. Ed. Rui de Azevedo, Avelino de Jesus da Costa e Marcelino Rodrigues Pereira. Coimbra: Universidade de Coimbra, 1979. ESPERANÇA Frei Manuel da – História Seráfica, dos Frades Menores na Província de Portugal, 2 vols. Lisboa: Oficina Craesbeeckiana, 1656-1666. Indiculum Fundationis Monasterii Beati Vicentii Vlisbone. In A Conquista de Lisboa aos Mouros. Relato de um Cruzado. Ed. Aires A. Nascimento. Lisboa: Vega, 2001, pp. 177- 201 História dos Mosteiros, Conventos e Casas religiosas de Lisboa, 2 vols. Lisboa: Imprensa Municipal de Lisboa, 1950-1972. Inventário de Compras do Real Mosteiro de S. Vicente de Fora (Cartulário do século XIII). Ed. Maria Teresa Barbosa Acabado. 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Boletim Cultural da Câmara Municipal do Porto 22 (1959), pp. 416-441. BRANCO, Maria  João –  “Reis, Bispos  e cabidos:  a diocese de Lisboa durante o primeiro século da sua restauração”. Lusitana Sacra, 2ª série, 10 (1988), pp. 55-94. BRANCO, Maria João – “I. Introdução. A conquista de Lisboa na estratégia de um poder que se consolida”. In A Conquista de Lisboa aos Mouros. Relato de um Cruzado. Ed. Aires A. Nascimento. Lisboa: Vega, 2001, pp. 9-51. BRANQUINHO, Isabel – “Estratégias de composição do património do Mosteiro de S. Vicente de Fora. Priorado de D. Paio Gonçalves (1172-1205)”. In A Nova Lisboa Medieval – Actas do I Encontro. Lisboa: Edições Colibri, 2005, pp. 75-88. BRANQUINHO, Maria Isabel – “As Sorores de São Vicente de Fora: uma primeira abordagem”. In KRUS, Luís; OLIVEIRA, Luís Filipe; FONTES, João Luís (coord.) – Lisboa Medieval. Os rostos da cidade. Lisboa: Livros Horizonte, 2007, pp. 239-258. CALADO, Margarida – O Convento de S. Francisco da Cidade. Colecção Biblioteca d’Artes. Lisboa: Faculdade de Belas Artes – Universidade de Lisboa, 2000. COSTA, António Domingues de Sousa – “O célebre conselheiro e chanceler régio Doutor João das Regras, clérigo conjugado e prior da Colegiada de Santa Maria da Oliveira de Guimarães”. Itinerarium 18 (1972), pp. 232-259. COSTA, António Domingues de Sousa – “D. João Afonso de Azambuja, cortesão, bispo, arcebispo, cardeal e fundador do convento das dominicanas do Salvador de Lisboa”. In Actas do III Encontro sobre História Dominicana. Porto: Arquivo Histórico Dominicano Português IV/2, 1989, pp. 1-150. COSTA, Avelino de Jesus da – “Agostinho, Ordem de Santo”. In SERRÃO, Joel (dir.) – Dicionário de História de Portugal, s.e., tomo I. Porto: Figueirinhas, 1985, pp. 59-60. FARELO, Mário – “O direito de padroado na Lisboa medieval”. Promontoria 4 (2006), pp. 267-289. FERNANDES, Paulo Almeida – “O Mosteiro Baixo-Medieval de Chelas. Interrogações a respeito de uma observância mendicante”. 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In FONTES, João Luís Ingl

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship

    Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis

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    We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis

    Dispelling the Myths Behind First-author Citation Counts

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    We conducted a full-scale evaluative citation analysis study of scholars in the XML research field to explore just how different from each other author rankings resulting from different citation counting methods actually are, and to demonstrate the capability of emerging data and tools on the Web in supporting more realistic citation counting methods. Our results contest some common arguments for the continued use of first-author citation counts in the evaluation of scholars, such as high correlations between author rankings by first-author citation counts and other citation counting methods, and high costs of using more realistic citation counting methods that are not well-supported by the ISI databases. It is argued that increasingly available digital full text research papers make it possible for citation analysis studies to go beyond what the ISI databases have directly supported and to employ more sophisticated methods

    Author Index

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    koamabayili/VECTRON-author-checklist: VECTRON author checklist

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    We have done our best to complete the author checklist relating to the use of animals in the hut study. Note that the objective for the hut study was to evaluate the IRS treatment applications for residual efficacy against Anopheles mosquitoes, including the local An. coluzzii mosquito population. Cows were only used to attract mosquitoes into the huts and no tests were carried out directly on the cows. The author checklist is intended for use with studies where experiments are carried out on animals, which is why we have had such difficulty in completing this for the hut study, as many of the questions do not relate to how the cows were used
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