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Depoimento de Ana Maria Gomes Soares
Trajetória no esporte e inserção no MMA; Reação da família; Como se tornou uma atleta de rendimento; Ganhos materiais no esporte; Dificuldades enfrentadas na prática esportiva e fora dela; Gravidez; Convivência junto a lutadores; Relação do público com o MMA feminino; Relação com mídia; Dificuldades enfrentadas por atletas no Brasil; Sonhos e projetos para o futuro; Fonte de renda; Diferenças percebidas entre o MMA feminino e masculino; Rotina de treinamento; Feminilidade e práticas de lutas; Como se relaciona com o seu corpo; Mudanças no corpo atribuídas à prática do esporte.Educação Física e Esport
Depoimento de Ana Maria Gomes Soares
Trajetória no esporte e inserção no MMA; Reação da família; Como se tornou uma atleta de rendimento; Ganhos materiais no esporte; Dificuldades enfrentadas na prática esportiva e fora dela; Gravidez; Convivência junto a lutadores; Relação do público com o MMA feminino; Relação com mídia; Dificuldades enfrentadas por atletas no Brasil; Sonhos e projetos para o futuro; Fonte de renda; Diferenças percebidas entre o MMA feminino e masculino; Rotina de treinamento; Feminilidade e práticas de lutas; Como se relaciona com o seu corpo; Mudanças no corpo atribuídas à prática do esporte.Educação Física e Esport
Constituição de sociedades
Relatório de estágio do mestrado em Gestão, apresentado à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, sob a orientação de Ana Maria Gomes Rodrigues e Lúcia Ochoa.O presente relatório corresponde, numa primeira parte à actividade desenvolvida na
Emptor Serviços de Gestão, Lda. onde se realizou o estágio curricular, cujas principais
tarefas foram desenvolvidas no âmbito das práticas contabilísticas.
A segunda parte está relacionada com a constituição de sociedades, e aborda o que é
necessário fazer antes da constituição e as várias formas que existem para essa
constituição, como o método tradicional, a empresa na hora e a empresa online. A
terceira parte incide sobre a subscrição e a realização de capital
Perceções éticas dos TOC : uma análise dos fatores que podem influenciar as suas decisões
Dissertação de mestrado em Contabilidade e Finanças, apresentada à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, sob a orientação de Ana Maria Gomes Rodrigues.A conduta ética dos indivíduos tem-se evidenciado terreno fértil nos discursos das mais variadas áreas da atividade humana, tendo essas exposições vindo a materializar-se num número crescente de publicações académicas/científicas.
O objetivo da presente dissertação foi averiguar a existência ou não de relação entre fatores individuais – género, idade e experiência de trabalho – e situacionais – pares (colegas e superiores hierárquicos) e código de ética – com o processo de tomada de decisões éticas por parte dos TOC.
Para enquadrar teoricamente o trabalho empírico, o estudo explora os conceitos teóricos associados à ética e à socialização do indivíduo. O estudo empírico foi realizado através de um questionário distribuído aos TOC nas Reuniões Livres (nas cidades de Aveiro, Coimbra, Covilhã, Leiria e Viseu). A análise do questionário foi feita com recurso ao SPSS, através de testes paramétricos (género, idade, experiência de trabalho e código de ética) e não paramétricos (pares).
As conclusões retiradas deste estudo mostram que não há evidências de que os fatores analisados influenciem o processo de tomada de decisões, nomeadamente a perceção ética e a intenção de agir eticamente
As atividades de investigação e desenvolvimento : o caso do setor farmacêutico
Relatório de estágio do mestrado em Contabilidade e Finanças, apresentado à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, sob a orientação de Ana Maria Gomes Rodrigues.O presente relatório foi realizado no âmbito do Mestrado em Contabilidade
e Finanças (MCF) da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra,
procurando apresentar o estágio curricular desenvolvido na empresa Bluepharma
Industria Farmacêutica S.A..
A indústria farmacêutica destaca-se como uma das mais inovadoras entre
os setores produtivos, apostando fortemente no investimento em ativos intangíveis
e, mais precisamente, pela grande ênfase na atividade de investigação e
desenvolvimento (I&D). Assim, uma vez que o estágio decorreu numa empresa do
setor farmacêutico, optamos por realizar uma análise sobre as atividades de I&D
desenvolvidas pelas empresas farmacêuticas em Portugal e sobre o nível de
investimento das mesmas neste tipo de atividades. Adicionalmente, analisamos o
tipo de informação divulgada sobre as atividades de I&D nos Relatórios e Contas
das empresas cotadas em países da zona euro no mesmo setor da Bluepharma.
O relatório inclui na Parte I a apresentação e caracterização da entidade de
acolhimento, passando de seguida para a descrição das principais atividades
desenvolvidas ao longo do estágio. Na Parte II é feita a descrição dos principais
conceitos teóricos e normativos no tratamento dos recursos intangíveis, em
particular no que se refere a atividades de I&D. Por fim, na Parte III é apresentado
o estudo empírico.
A realização deste estágio permitiu-me entrar em contacto com a realidade
profissional assim como consolidar conhecimentos adquiridos no MCF através da
sua aplicação prática em contexto de trabalho, em particular, permitiu-me
aprofundar conhecimentos associados com a contabilização de atividades de
investigação em desenvolvimento no sector farmacêutico
Violência contra a mulher idosa: conhecer, prevenir, combater, notificar e denunciar
O envelhecimento populacional é uma realidade incontestável que traz consigo uma
série de desafios para a sociedade contemporânea. Nesse cenário, a violência
contra a mulher idosa emerge como uma problemática complexa emuitas vezes
silenciosa, a demandar uma atenção especial por parte dos profissionais de saúde.
É uma questão de ordem histórica e social e, por isso, necessita ser discutida e
desvelada em todos os espaços educacionais, sobretudonaqueles comprometidos
com uma formação profissional humana integral e omnilateral.
Ao abordar essa questão no contexto educacional, tem-se a pretensão de
contribuir para a formação de profissionais de enfermagem mais conscientes,
capacitados e comprometidos com o bem-estar integral da população idosa.
Entende-se que uma formação técnico-profissional na perspectiva da formação
humana integral ou omnilateral desempenha um papel fundamental na preparação
técnica e política de profissionais da enfermagem tornando-os capazes de lidar com
esse fenômeno, que, por vezes, permanece social e pedagogicamente invisível.
Na formação profissional e tecnológica, a fim de
combater a naturalização da violência na sociedade,faz-
se necessário entender que o técnico ou a técnica de
enfermagem desempenha um papel fundamental no
atendimento e no acolhimento à mulher idosa vítima de
violência. Seu contato com esse segmento, atuando
individualmente ou nas equipes multiprofissionais,
representa uma relevante e significativa oportunidade
para realizar abordagens educativas direcionadas à
prevenção da violência contra as mulheres idosas.
Desse modo, reconhece-se como de considerável
importância o acesso desse/dessa profissional aos
conhecimentos teóricos e práticos sobre direitos
humanos e sobre a temática da violência contra a mulher
idosa
Provisões e contingências : análise das divulgações das entidades do PSI 20
Relatório de estágio do mestrado em Contabilidade e Finanças, apresentado à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, sob a orientação de Ana Maria Gomes Rodrigues.No âmbito do Mestrado em Contabilidade e Finanças da Faculdade de
Economia da Universidade de Coimbra, foi desenvolvido um estágio curricular na
área de contabilidade, na sociedade My Business – Consultores Financeiros e
Informáticos, Lda..
No contexto deste estágio entendemos a importância da informação
financeira divulgada pelas entidades, enquanto matéria-prima para a tomada de
decisões dos diferentes stakeholders que interagem com as diferentes entidades.
Assim, e com a consciência de que, a informação financeira tem de ser útil a esse
conjunto alargado de utentes, a necessidade de uma divulgação estruturada e
rigorosa é fundamental para uma correta tomada de decisões. Neste sentido, o
presente relatório tem como objetivo analisar o nível de conformidade das
demonstrações financeiras consolidadas, de uma amostra de 13 entidades
cotadas no índice bolsista PSI 20, nos períodos de 2005 e 2013, de acordo com
os requisitos de divulgação da norma IAS 37 – Provisões, Passivos Contingentes
e Ativos Contingentes. Entendemos ainda que seria muito importante, no âmbito
do nosso trabalho, verificar qual a evolução da divulgação destas temáticas ao
longo do período considerado. Para o efeito, construiu-se um índice de divulgação
para provisões, passivos contingentes e ativos contingentes. Esse índice foi
construído com base na análise de conteúdo aos Relatórios e Contas anuais das
entidades da amostra.
Os resultados obtidos desta análise permitiram concluir que, o nível de conformidade dos Relatórios e Contas das entidades da amostra com os
requisitos de divulgação da IAS 37, referente a provisões, situou-se
aproximadamente nos 64,8% em 2005 e nos 80,9% em 2013, apresentando um
aumento de divulgação estatisticamente significativo. Nos passivos contingentes o
nível de conformidade foi de aproximadamente 83% em 2005 e 96% em 2013. A
respeito da divulgação de ativos contingentes, estes apresentaram um nível de
conformidade de 86% em 2005 e 100% em 2013. Concluiu-se que a divulgação
de contingências, de 2005 para 2013, não se revelou estatisticamente
significativo. Esta evolução positiva do nível de conformidade permitiu concluir,
que num período de oito anos as entidades da amostra melhoraram a quantidade e a qualidade das suas divulgações, garantindo uma maior conformidade formal e
material da informação financeira prestada aos diferentes utentes das DF, em
função das exigências de divulgação impostas pela IAS 37
SNC : uma viragem na profissão do TOC em Portugal
Relatório de estágio do mestrado em Contabilidade e Finanças, apresentado à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, sob a orientação de Ana Maria Gomes Rodrigues.O dia 1 de janeiro de 2010 marca o início da entrada em vigor do Sistema de
Normalização Contabilística (SNC). O SNC, aplicável à generalidade dos agentes
económicos, teve na sua génese a necessidade de harmonização contabilística, com vista
alcançar a tão desejada comparabilidade, compreensão e credibilidade da informação, tanto
a nível internacional, como nacional.
O SNC acarretou alterações significativas relativamente ao Plano Oficial de
Contabilidade (POC), exigindo por parte dos Técnicos Oficiais de Contas (TOC) um
grande esforço de mudança de mentalidades, adaptação e atualização de conhecimentos,
todavia conferiu-lhes, igualmente, uma oportunidade ímpar para se afirmarem enquanto
profissionais criadores de valor.
O presente trabalho apresenta como objetivo central verificar, na perspetiva dos
TOC, os eventuais impactos da adoção do SNC na profissão do TOC em Portugal.
O instrumento de recolha dos dados utilizado foi o inquérito por questionário e
teve como destinatários os TOC que participaram nas “reuniões livres das quartas-feiras”
promovidas pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC), que decorreram nas
delegações abertas da zona centro do país, no dia 14 de março de 2012.A análise estatística
usada incidiu, inicialmente, sobre a análise descritiva univariada e, posteriormente, sobre a
análise bivariada e inferencial dos dados.
Os principais resultados permitiram concluir que, independentemente das
características dos inquiridos, a maioria dos TOC, se pudesse optar continuava com o POC,
não adotando o SNC. Contudo, a diferença de proporção de respostas no que respeita à
preferência pelo POC relativamente ao SNC não é estatisticamente significativa.
Verificámos, também, que o SNC exerceu um impacto positivo no perfil dos TOC.
Segundo a nossa amostra, atualmente, a maioria dos TOC da nossa amostra possui um
maior conhecimento da entidade em que presta serviços e uma maior preocupação na
forma como interagem com as entidades clientes, exceto os que pertencem à faixa etária
[24-34]. Todavia, cerca de 67% não sente que a sua função profissional se tornou maisreconhecida pela entidade em que presta serviços. Constatou-se, igualmente, que a
profissão de TOC tornou-se mais exigente, pelo que a esmagadora maioria dos TOC
(80,8%) afirma ter maiores necessidades de ações de formação e ter que recorrer a mais
meios para o esclarecimento de dúvidas profissionais
O contributo para um sistema de controlo interno em uma entidade do setor não lucrativo : estudo de um caso de uma IPSS
Dissertação de mestrado em Contabilidade e Finanças, apresentado à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, sob a orientação de Ana Maria Gomes Rodrigues.A aplicação de um Sistema de Controlo Interno (SCI) numa entidade constitui
um instrumento privilegiado de apoio à gestão, permitindo um incremento da eficácia
e eficiência das operações, uma maior fiabilidade da informação financeira, bem como
o cumprimento dos diplomas legais aplicáveis a cada uma das específicas entidades. O
controlo interno refere-se a procedimentos e a métodos adotados como planos
permanentes da entidade, sendo que a sua complexidade diferenciará consoante a sua
dimensão e expansão. O sistema de controlo interno pretende essencialmente
preservar os interesses da entidade contra ilegalidades, erros e outras irregularidades,
visando salvaguardar os seus ativos, zelar para que sejam concretizadas as metas
pretendidas e prestar informação rigorosa e oportuna, atendendo às necessidades dos
stakeholders. Das formas jurídicas de que se revestem as instituições do setor das
Entidades do Setor Não Lucrativo em Portugal, ressaltam as Instituições Particulares de
Solidariedade Social (IPSS), foco do presente trabalho. Segundo a informação
disponibilizada em Março do presente ano pela Direção Geral da Segurança Social
estão registadas cerca de cinco mil entidades com esta natureza em Portugal. As IPSS
são uma força importante para a economia portuguesa e desenvolvimento social e
tendo presente que a economia tem vindo a mostrar sinais de grandes ruturas sociais,
uma das questões centrais do quotidiano destas instituições prende-se com a escassez
de recursos. A sua sustentabilidade passará forçosamente pela eficiência e eficácia das
suas atividades, que devem ter sucesso, de forma a justificarem os recursos que a
sociedade e o Estado lhes vão disponibilizando. Este trabalho tem por objetivo
apresentar uma proposta para a aplicação de um conjunto de procedimentos de
controlo interno numa IPSS. Para tal, foi feito um enquadramento teórico sobre o
controlo interno, a saber: o seu conceito, os seus objetivos, componentes e princípios,
e os seus principais procedimentos. Efetuou-se, ainda, a exposição das teorias
associadas ao controlo interno, com o intuito de validar a metodologia adotada. Tendo
em consideração a especificidade da atividade desenvolvida pela instituição em
estudo, a par do papel importante que assume na economia local, foi realizado um
breve enquadramento a nível legislativo. No que respeita à componente de aplicação
empírica, foi realizado o estudo de um caso em concreto, tendo-se efetuado
vi
primeiramente uma caracterização da instituição em estudo e, posteriormente, como
fruto da recolha de informação coletada a partir de três fontes de informação,
procedeu-se à apresentação dos resultados do levantamento dos procedimentos já
existentes na instituição no âmbito do SCI, bem como das deficiências ao nível dos
seus procedimentos, acompanhada da formulação de algumas sugestões de melhoria.
Seguidamente, a par da preocupação numa melhoria contínua, um conjunto de
procedimentos de controlo interno transversais às áreas operacionais mais relevantes
da instituição foi concebido. Uma vez que o conjunto de procedimentos de controlo
interno tinha como objetivo a sua futura aplicação na instituição, todo o seu conteúdo
foi apresentado e analisado em reunião com os elementos da Direção da instituição
para que o resultado final fosse aceite e introduzido na instituição. Por último, foram
preenchidas algumas das lacunas existentes na instituição, como por exemplo, a
elaboração do modelo do “pedido de compra”, bem como as explicações do seu
preenchimento
Análise da gestão dos recursos financeiros públicos :o caso das organizações ccomunitárias de pequenos produtores rurais de Pernambuco, nordeste do Brasil, contempladas com o PCPR II
Dissertação de mestrado em Gestão, apresentada à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, sob a orientação de Maria Inmaculada Buendia Martinez e Ana Maria Gomes Rodrigues.Este trabalho discute a gestão de recursos financeiros de programas governamentais realizada por organizações comunitárias de pequenos produtores rurais, tendo como referência empírica o Programa de Combate a Pobreza Rural II (PCPR II), desenvolvido pelo Programa de Apoio ao Pequeno Produtor Rural (ProRural), no Estado de Pernambuco (nordeste do Brasil), no período de 2007 a 2010. Mais particularmente, volta-se para identificar as principais dificuldades enfrentadas durante o processo de prestação de contas a que estas entidades são obrigadas a realizar. Tal programa insere-se no âmbito do esforço do governo estadual em viabilizar o repasse de aporte financeiro às organizações comunitárias de pequenos produtores, de modo a garantir-lhes o provimento das suas necessidades básicas - por meio do acesso à sistemas simplificados de abastecimento de água, de cisternas e a banheiro com fossa séptica - bem como permitir-lhes a aquisição de equipamentos de apoio a atividade produtiva e a estruturas de comercialização. Assim, o combate à pobreza, por meio da ampliação do bem estar e das oportunidades produtivas com vistas ao desenvolvimento local constituía o foco deste Programa. Como se deu o processo de monitoramento e suporte técnico prestado às associações durante o processo de elaboração da prestação de contas? Quais as principais dificuldades enfrentadas nesse processo? E, finalmente, que aspectos poderiam ser melhorados para garantir o êxito na prestação de contas, por parte das organizações rurais financiadas? Essas questões foram analisadas com gestores de 20 associações, de um universo de 35 entidades contempladas com financiamento de subprojetos. Foi possível constatar que, dentre as principais dificuldades elencadas pelos gestores, a realização do processo licitatório e a oferta da contrapartida, foram as mais frequentes. Constatou-se também que, embora a quase unanimidade dos gestores das associações tivesse admitido como satisfatório o acompanhamento técnico do ProRural, reconhecia-se a necessidade de um maior espaço de tempo para o treinamento na gestão do financiamento dos subprojetos. A quase inexistência de situações finais de irregularidade é atribuída ao acompanhamento do ProRural, dos Conselhos de Desenvolvimento Rural e a experiência prévia dos gestores com gestão financeira de Programas dessa natureza. A importância deste trabalho está em poder contribuir para o aprimoramento do processo de prestação de contas, minimizando, assim, as dificuldades ainda vivenciadas pelas associações nas diversas fases desse processo
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