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“El antropólogo como autor, o de la reflexividad del sujeto euro-americano”. Fermín del Pino (ed.), Madrid: CSIC. (Número temático de la “Revista de dialectología y tradiciones populares”. Año: 2008, Tomo: 63, Número: 1)
Dinámica Social y Minería. Familias pastoras de puna y la presencia del proyecto Antamina (1997 – 2002). Guillermo Salas Carreño. Instituto de Estudios Peruanos, Lima 2008.
A estética da fome: Glauber Rocha e a abertura de novos horizontes
In 1965, Glauber Rocha presents, in Genova, his Estética da fome, a thesis mining the European point of view on South American Art, by denouncing its longing for Primitivism. Lighting this crucial document about Cinema theory, in this article we try to understand in which way Rocha’s gaze goes over the lines that, in the international scene, distinguish us from European culture. That’s why, we tried to sketch out the expectation horizon with which critics receive the thesis, that adfirms new interpretation paradigms of Cinema Novo, over national borderlines.
Em 1965 Glauber Rocha apresenta, em Gênova, a Estética da fome, tese
com a qual questiona o ponto de vista do observador europeu sobre a arte latino-americana, denunciando a sua “nostalgia de primitivismo”. Lançando luzes sobre este documento cardeal do pensamento cinematográfico brasileiro, procuramos perceber de que modo o olhar do cineasta ultrapassa as linhas que, no cenário internacional, nos distinguem da cultura européia. Para isso, procuramos delinear o horizonte de expectativas com o qual os críticos acolhem a tese, responsável pela afirmação de novos paradigmas de interpretação do Cinema Novo além das fronteiras nacionais
História política e cultura do medo
This article reflects my journey of historical research in the last six years, and privilege issues that I consider it relevant in productions made in articles and book chapters. The objective in choosing this path is to reflect and map the theoretical and methodological shifts, the learning, considering the contributions of various authors, the challenges and crossroads, the dialogue with historiography in general and specific level. Methodological reflections were constructed in a dialogue with the newspaper, documents of DOPS, the chap-book in addition to oral reports of memory for the political events of the 1950s and 1960s.
Este artigo reflete meu percurso de pesquisa histórica nos últimos seis anos, e nele privilegio aspectos que considero relevantes nas produções realizadas que se consubstanciaram em artigos e capítulos de livros. O objetivo ao escolher esse caminho é o de refletir e mapear os deslocamentos teóricos e metodológicos, os aprendizados, considerando as contribuições de diversos autores, os desafios e encruzilhadas, o diálogo com a historiografia num nível geral e também específico. As reflexões metodológicas foram construídas num diálogo com documentos da imprensa, do DOPS, da literatura de cordel além de relatos orais de memória relativos aos acontecimentos políticos das décadas de 1950 e 1960
Fronteras internacionales e intranacionales ante el Bicentenario. Poesía y cultura en Argentina
The image of 'lo argentino' resulting from the anonymous-popular poetry of the period of May Revolution's Centennial and of the Declaration of Independence of Argentine from the Kingdom of Spain is an image of national identity that, thanks to the figures of the Gaucho and Creole, protagonists of some fundamental works of Argentinean literature, receives a strong Christian-Hispanic heritage. In such construction of identity, the components of the indio and the negro were hidden as discard material that had to be excluded, although they both fight side by side, for a new homeland with the Creoles who rejected the English and then became independent of Spain.
La imagen de lo argentino que se destila de la poesía anónimo-popular en las proximidades del Centenario de la Revolución de Mayo y la declaración de la Independencia de nuestro país del Reino de España es una imagen de identidad nacional que, tras la figura del gaucho y de lo criollo, protagonistas de obras fundamentales de nuestra literatura, acoge y consagra una poderosa herencia cristiano-hispánica. Lo cierto es que en tal construcción identitaria, los componentes propios de lo indio y de lo negro fueron ocultados como material de descarte que había que excluir, a pesar de que unos y otros pelearan codo a codo, por una nueva patria que los contuviera a todos, con los criollos que rechazaron a los ingleses y luego se independizaron de los españoles
Paisagem, historicidade e ambiente: as várias naturezas da natureza
This article analyzes, from a hermeneutic perspective, the historical production of meanings about the nature and the environment in order to think what could be called an environmental tradition in the context of modernity in the West. This tradition refers to a long duration history of the senses of the environment which are located within the (re) interpretations of contemporaneity and from where one (re) construct the meanings of the actual experience of nature and the environment. In this environmental tradition is possible to detach: enlightened understanding of nature controlled by reason, the vision of the idyllic pastoral; the english naturalism of the seventeenth century; the new bourgeois sensibilities of the eighteenth century; the european romanticism of the XVIII-XIX centuries; the imaginary about America like a Eden. Go along with to these different historical landscapes evoke different kinds of nature as fields of meaning, memories and experiences that are constantly renegotiated in contemporary modes of experiencing the environment. This is the case of the ecological movement and its intersections with the counterculture and new left movements. By drawing this line of analysis the article highlights the elements of a historicity that is (re) update in permanent renegotiation of meanings in contemporary experience.
Este artigo tematiza, desde uma perspectiva hermenêutica, cursos históricos de produção de sentidos sobre a natureza e o ambiente significativos para pensar o que se poderia chamar uma tradição ambiental no âmbito da modernidade no Ocidente. Esta tradição remete à uma história de longa duração dos sentidos do ambiental dentro da qual se localizam as (re)interpretações contemporâneas e a partir de onde se (re) constroem os sentidos atuais da experiência da natureza e do ambiente. Destacam-se nesta tradição ambiental a compreensão iluminista de uma natureza controlada pela razão, a visão pastoral idílica do naturalismo inglês do século XVII; as novas sensibilidades burguesas do século XVIII; o romantismo europeu dos séculos. XVIII-XIX; e o imaginário edênico sobre a América. Ao percorrer estas diversas paisagens históricas são evocadas as várias naturezas da natureza enquanto campos de sentido, memórias e experiências que são renegociadas permanentemente nos modos contemporâneos de experienciar o ambiente. Este é o caso dos movimentos ecológicos e suas intersecções com os movimentos contraculturais e a nova esquerda. Ao traçar esta linha de análise o artigo destaca os elemento de uma historicidade que se (re)atualiza em permanente renegociação de sentidos na experiência contemporânea