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Experiencias pedagógicas a través de las TIC en la Literatura de Ciencias Políticas de la Universidad Nacional de Mar del Plata
Ante la oportunidad que se generó en la reapertura de la carrera de Licenciatura en Ciencia Política de la Facultad de Humanidades en la Universidad Nacional de Mar del Plata, se andamió un programa de alfabetización informacional para estudiantes de primer año. Se propuso analizar, generar y brindar dicho programa enmarcado en la asignatura Taller de Aprendizaje Científico y Académico, como un Requisito Informático dentro de la misma. Los contenidos fueron seleccionados en función de los principios que figuran en el plan de estudios de la carrera. Esta determinación se fundamenta en la imperiosa necesidad de que los estudiantes de educación superior desarrollen habilidades y destrezas necesarias para el manejo de los servicios, recursos y herramientas digitales que utilizarán durante su trayecto académico y a lo largo de su vida profesional.
También, la decisión de que estas clases estén a cargo de bibliotecarios tiene injerencia en la formación disciplinar y en la necesidad de que los docentes conozcan el manejo de las herramientas informáticas y la información en todos los procesos implicados. El trabajo incluye una mirada integral, desde que se genera una necesidad en el estudiante pasando por la utilización y gestión de los documentos, hasta llegar al desarrollo de nuevos contenidos. Se trabaja de forma interdisciplinar con el equipo del Taller, quienes manejan los contenidos necesarios y específicos de la carrera, y están a cargo de los profesores en bibliotecología los conocimientos específicos en información. Como proyección a futuro se espera implementar este programa en otros planes de estudios de otras carreras universitariasFacultad de Humanidades y Ciencias de la Educació
Arquivos de movimentos populares: uma análise das práticas de organização e representação do conhecimento no Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto
Nos últimos 30 anos, as discussões científicas que se inserem nos campos da Organização do Conhecimento e Arquivologia são diversas, e essa pluralidade interdisciplinar permeia as mais diversas temáticas. Este artigo analisa os processos de organização e representação do conhecimento em arquivos de movimentos populares de moradia urbana, com foco no Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). A constituição do MTST se deu por volta de 1997 na cidade de São Paulo. Esta década é marcada pelo incipiente projeto neoliberal que se instaura no Brasil e já anda a passos largos em outras regiões do planeta. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica e com abordagem qualitativa. O referencial teórico foi recuperado em bases de dados, periódicos, revistas, eventos e congressos científicos. Ao longo do tempo, os arquivos de movimentos populares foram abandonados, essa falta de cuidado e preservação se dá com a maioria dos movimentos populares. Os arquivos desses movimentos retratam as lutas de trabalhadores que se encontram em um cenário de geração de conhecimento fora do escopo das estruturas acadêmicas tradicionais, uma vez que não estão inseridos em um contexto científico, e que para as instituições tradicionais, como as universidades e as sociedades científicas, esses movimentos não produzem conhecimento com base em métodos científicos. Nessa discussão, é necessário evidenciar as lutas desses movimentos no cotidiano, assim como dar visibilidade à organização e representação do conhecimento que por eles são produzidos e que carecem de maiores reflexões e atenção do poder público, dos governos e das instituições tradicionais para sua evidenciação.Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educació
Makulu: as ausências e presenças das literaturas afro-pindorâmicas em bibliotecas brasileiras
No Brasil não podemos falar apenas da cultura letrada e dos registros letrados para os estudos da Biblioteconomia e Ciência da Informação, pois se o fizermos estaremos contribuindo para a negação de outras formas de existência, de epistemologias, as das oralidades. Mas, negar as inforvivências (Santos, 2022) dos povos afro-pindorâmicos (Santos, 2015), tem sido utilizado constantemente como forma de controlar o conhecimento e evitar sua validade na disseminação dos saberes ancestrais. A prática do controle da produção e disseminação do saber, que geralmente evidenciam a cultura anglo-eurocêntrica e ocultam outras culturas e grupos étnicos, é nomeada por epistemicídio. Ela tem colaborado historicamente para a desvalorização das culturas não hegemônicas dentro e fora de espaços acadêmicos, na sociedade, pois é colocado sempre em evidência o conhecimento produzido por culturas anglo-europeias. Temos ciência, que historicamente as bibliotecas brasileiras são representações da história do ponto de vista do colonizador. No entanto, sabemos também que muitas e muitos antes de nós construíram caminhos para que pudéssemos chegar na atualidade a esse debate. Logo, devemos nos perguntar: Qual conhecimento tem feito parte das agendas e currículos oficiais? E quais conhecimentos não fazem parte de tais currículos? A quem pertence esses conhecimentos? Quem é reconhecido(a) como alguém que tem conhecimento? E quem não é? Que impactos isso gera na vida das pessoas, seja no individual ou no coletivo? Quais conhecimentos e autores entram e fazem parte das referências nas bibliotecas escolares, universitárias, públicas ou especializadas? Quem decide sobre elas? E nós, pessoas bibliotecárias, o que temos feito na prática para além da teoria, para informar e transformar tais realidades que afetam todos os corpos? O objetivo deste trabalho é problematizar os referenciais bibliográficos em acervos de bibliotecas, mas ao mesmo tempo contribuir para a visibilidade das bibliotecas vivas circulantes em nossos acervos. Os objetivos específicos são fomentar as discussões a respeito dos acervos afropindorâmicos e disseminar os referenciais afro-pindorâmicos nas bibliotecas. Utilizamos como metodologia a Sankofa, pois é preciso voltar e pegar no passado nossa base para construir novos caminhos no presente. Concluímos que as pessoas bibliotecárias têm uma série de entraves na autonomia para a construção de bibliotecas antirracistas, que recaem na estrutura política de cada instituição onde a biblioteca está inserida. Nas bibliotecas universitárias, a composição do acervo está vinculada basicamente a duas formas de aquisição: compra ou doação. Nas bibliotecas universitárias a compra geralmente está associada ao Projeto Pedagógico do Curso (PPC), e as escolhas bibliográficas são feitas pelos docentes dos cursos acadêmicos. Notamos que, massivamente, as escolhas são as referências anglo-europeias em todas as áreas do conhecimento. Acreditamos que uma forma de contribuir para a formação de acervos antirracistas, seja utilizar estratégias pretagógicas (Petit, 2015), criativas e inovadoras, tomando como ponto de partida as inforvivências afropindorâmicas positivas que cada pessoa carrega consigo. No entanto, vale mencionar que para a construção de uma consciência crítica é necessário desconstruir a ideia da democracia racial, entendo que o Brasil é um país intercultural, com a contribuição de muitos povos e culturas diferentes, mas que apesar disso, não são os povos afro-pindorâmicos que estão nos acervos. Eles precisam estar nas referências, nos currículos e bibliotecas, pois nossos corpos, que são bibliotecas vivas, já estão! O letramento racial deve ser parte integrante daspolíticas institucionais para a construção e consolidação de bibliotecas antirracistas.Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educació
Projetos de humanidades digitais voltados à justiça social na literatura científica brasileira em Ciência da Informação
Na apresentação deste painel, propomos uma reflexão sobre as humanidades digitais como ferramenta de combate às injustiças sociais que afetam grupos informacionalmente vulneráveis. Entendese que os projetos de humanidades digitais que visam a justiça social buscam combater a desigualdade na sociedade. Portanto, almejamos identificar projetos de humanidades digitais orientados à justiça social na literatura científica brasileira em Ciência da Informação. Em termos metodológicos, a pesquisa pode ser caracterizada como de natureza descritiva e exploratória, utilizando procedimentos bibliográficos e documentais, com abordagem qualitativa. A literatura científica foi obtida nas seguintes bases de dados nacionais: Base de Dados Referenciais de Artigos de Periódicos em Ciência da Informação (BRAPCI), Base de Dados do Fundo Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (BENANCIB), e Scielo Brasil. A Etapa 1 comtemplou um estudo bibliográfico dos conceitos, história, autoria e outros elementos das Humanidades Digitais, justiça social, justiça informacional, justiça de gênero, justiça racial e justiça ecológica, sem delimitação de tempo. A Etapa 2 mapeou projetos de Humanidades Digitais com base na literatura científica brasileira em Ciência da Informação. Na etapa 3, foram selecionados projetos de humanidades digitais com foco em justiça social, com ênfase em raça, gênero e classe social. Ao final da pesquisa, pode-se visualizar um portfólio de projetos de justiça social, baseado na literatura científica brasileira em Ciência da Informação.Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educació
A formação docente em um mundo de desinformação: análise dos cursos de pós-graduação em Ciência da Informação no Brasil
Reflexão em relação à formação do docente no campo da Ciência da Informação brasileira a partir da análise dos currículos de pós-graduação stricto sensu em conjunto com as normativas estabelecidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
A informação é o objeto de estudo da Ciência da Informação e encontra-se em diferentes contextos sociais, sendo produzida, gerida e estocada por distintos atores sociais, em uma realidade “líquida” conforme Bauman. Desse modo, é preciso refletir sobre os aspectos formativos que refletem na formação de novos docentes e, que por sua vez, formam novos profissionais da informação, a partir de um contexto informacional globalizado, em que há uma quantidade significativa de informações que, muitas vezes, compromete a veracidade e a fidedignidade do que é produzido e amplamente propagado. Apresenta como proposta a adoção de práticas pedagógicas voltadas para o ensino da competência em informação. Objetiva discutir a formação docente em Ciência da Informação no Brasil, a partir da análise dos cursos de doutorado e mestrado, observando os conteúdos formativos em relação aos desafios de uma sociedade impactada pela infodemia. A pesquisa tem como universo de pesquisa os cursos de pós-graduação em Ciência da Informação brasileiros. Caracteriza-se como uma pesquisa de abordagem qualiquantitativa, do tipo documental, realizada em ambiente Web, acompanhada de uma revisão de literatura narrativa. Identifica os cursos stricto sensu de Ciência da Informação que ofertam disciplinas voltadas para o desenvolvimento, a competência em informação, a análise de fontes de informação e para a mediação da informação.Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educació
Gestão pública e biblioteca escolar: uma análise da atuação de uma Secretaria de Educação de um Município do interior do Ceará/Brasil
As bibliotecas escolares são instituições de fundamental importância no processo de ensino/aprendizagem. Embora sabido de seu papel significativo, a luta para que esses espaços funcionem de forma efetiva é constante. Frente a isso, o trabalho objetiva investigar como a Secretaria de Educação de um Município do interior do Estado do Ceará/Brasil tem atuado frente às demandas para efetivação desses espaços. O estudo se configura como qualitativo, partindo da coleta de dados, por meio de entrevista aplicada a gestores responsáveis por gerências estratégicas para o tema, a fim de analisar as ações voltadas para o significativo funcionamento das bibliotecas da rede, no que diz respeito à estrutura, acervo, profissionais responsáveis pelos ambientes e serviços oferecidos. A análise dos dados permitiu concluir que não há bibliotecas escolares na rede educacional da cidade em questão, uma vez que optam por salas de leitura. Os discursos analisados demonstram que o maior desafio não está nas nomenclaturas, mas, sim, na gestão que está sendo adotada, o que implica na falta de execução das políticas públicas criadas para concretização desses espaços nas escolas.Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educació
Biblioteca escolar e a produçao cientifica: os reflexos da Lei 12.244/2010 de universalização das bibliotecas escolares na produção cientifica
Este estudo partiu do pressuposto de que a biblioteca escolar é um ambiente relevante na formação do leitor, razão pela qual diferentes áreas (biblioteconomia, educação, letras) produzem estudos sobre essa temática. Nessa linha de pensamento buscou-se analisar a produção sobre biblioteca escolar no âmbito dos Programas de Pós-graduação em Ciência da Informação após vigência da lei 12.244/2010, que trata da universalização das Bibliotecas Escolares. Para tanto, intencionando reunir evidências sobre a funcionalidade desse espaço como lugar de leitura, formação de leitores, educação e cultura, se buscou na literatura, o arcabouço teórico para investigar a biblioteca no contexto escolar. Nesse sentido, a pesquisa elegeu como objetivo identificar as temáticas abordadas nas pesquisas realizadas sobre a biblioteca escolar durante 12 anos de promulgação da referida lei (2010-2022). A pesquisa se caracteriza como bibliográfica e documental, do tipo descritiva, com abordagem de cunho qualiquantitativo, na qual utilizou-se como instrumento de coleta de dados produções científicas (teses e dissertações) dos 15 Programas de Pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCI), que tratam de biblioteca escolar e das ações relacionadas à leitura e formação do leitor.
A coleta dos dados referentes a produção dos Programas em CI nos sites e na BDTD tomou como base as palavras-chaves ‘Biblioteca escolar’, ‘leitura’, ‘leitura na biblioteca’ ‘formação de leitor’, ‘leitura na biblioteca’. Em termos quantitativos, os levantamentos revelam que no recorte de tempo do ano 2010 até 2022, nas referidas plataformas, localizou-se um total de quarenta e nove (49) produções que atendem a proposta deste trabalho, sendo quarenta e duas (42) dissertações e oito (07) teses. Os resultados referentes as produções evidenciaram que: a maior produção sobre a temática foi 2015, seguido dos anos 2018 e 2020; os programas que mais produziram foram o PPGCI da Universidade Federal de Minas Gerais (13), PPGCIN /UNESP (9) e o da PPGCIN da Universidade Federal de Santa Catarina(7); há uma variedade de aspectos abordados no escopo dos trabalhos que envolvem o próprio espaço da BE, e evidencia a interlocução entre as áreas da biblioteconomia (bibliotecários, bibliotecário escolar, lei 12.244, leitura, biblioeducação, competência leitora, competência em informação, letramento, Ciência da Informação, mediação, regime de informação entre outros) e da educação (Educação, ambiente escolar, ensino médio, ENEM, aprendizagem, alunos de escola pública, ensino fundamental, política pública, educação infantil, entre outros) conforme no levantamento das palavras-chaves encontradas em cada trabalho analisado. Conclui-se que a produção cientifica após a criação da Lei de Universalização da biblioteca escolar brasileira é bastante significativa, revelando o interesse dos estudiosos da Ciência da Informação no debate sobre a Biblioteca EscolarFacultad de Humanidades y Ciencias de la Educació
Parasitología en las universidades: molecular, diagnóstica o clínica y social?
Con treinta años de experiencia en la enseñanza-aprendizaje de la Parasitología Clínica, en la carrera de Bioquímica y cinco en Medicina, más que una exposición referida a metodología de la enseñanza, deseo realizar algunas reflexiones que me preocupan.En este tiempo, he podido detectar numerosas fallas en el conocimiento de las enfermedades parasitarias, por parte de Médicos y Bioquímicos, que repercuten directa y gravemente en el diagnóstico sobre el paciente, con las consecuencias que, para cada caso en particular, se desprenden. Últimamente he podido ver que algunas Facultades, dictan una Parasitología (en carreras como Bioquímica o Medicina) molecular. Yo pregunto: cómo realizarán el diagnóstico que a cada uno le compete si desconocen la Parasitología Básica, los signos y síntomas de cada parasitosis, su epidemiología y la forma de diagnosticarlas?. Cómo vamos a enseñar (y con el agravante de hacerlo con baja carga horaria) una Parasitología Molecular si no conocen al parásito y sus vectores u otros hospedadores?. En otros casos, se dicta con otra asignatura, con lo cual el tiempo, mínimo de un cuatrimestre, se reduce a dos meses, y muchas veces ésto depende de la orientación del Docente, que puede ser Especialista en la otra mitad de la Asignatura, con lo que, inconscientemente ese 20% se transforma en un 15 o 10%. Es cierto que las parasitosis son más prevalentes en las clases menos pudientes, desnutridas, sin cobertura médica y que viven en la desesperanza de lograr una vida mejor, pero, acaso no tienen derecho a la salud?. Si desde la Academia no formamos Profesionales de la Salud con una visión integral y sensibilidad social, no nos rompamos las vestiduras luego, cuando una máquina nos remplace y los índices de morbilidad y mortalidad por enfermedades de origen parasitario aumenten en el mundo, por falta de conocimiento, control, medicamentos y, por sobre toda las cosas, sensibilidad social.Asociación Parasitológica Argentin
Nuevas modalidades de funcionamiento del Poder Legislativo en épocas de virtualidad : El impacto del Covid-19 en la práctica parlamentaria en la región
La pandemia obligó al sistema legislativo a reformularse necesariamente, no solo para preservar la salud y la vida de los representantes sino del personal legislativo que es pilar en la tarea parlamentaria. Por ese motivo y, más allá de las particularidades de los diferentes modelos que se aplicaron, los diferentes parlamentos del mundo se vieron obligados a consensuar diferentes protocolos que incluyeran modalidades nuevas que permitieran el funcionamiento de los mismos, garantizando la continuidad institucional sin riesgos de delegación de facultades al Poder Ejecutivo.
Esa nueva modalidad, ya sea por necesidad o por convicción en un marco de polarización de los sistemas políticos, se dio paradójicamente en el plano interno de los parlamentos y de los grupos parlamentarios en el marco de una democracia consensual, que permitió justamente definir las cuestiones centrales del tránsito de la pandemia en un contexto de acuerdos generalizados de las principales fuerzas políticas.
Esta adopción de protocolos frente al COVID19 obviamente supuso la adopción de la modalidad virtual, remota o semipresencial, que combinaba un reducido número de miembros del parlamento en el espacio físico del recinto tradicional y el resto de los integrantes del cuerpo desde sus hogares o desde otros ámbitos sin la necesidad de estar presentes, pero garantizando la participación plena en el debate y en las votaciones. Este último modelo, que supone una semipresencialidad combinada con participación remota, es el que han adoptado la mayoría de los parlamentos.
En este sentido, los parlamentos han tenido que adaptarse a la lógica de las comunicaciones internas mediante sus sistemas de intranet que, si bien funcionaba, no tenían el desarrollo en tanto prácticas como el que adquirieron en la posterioridad al Covid.Instituto de Integración Latinoamerican
Lenguajes y discursos : Una aproximación a la producción social de sentido
Este libro presenta los conceptos más importantes que se abordan en “Introducción a los estudios del lenguaje y los discursos”, asignatura del Ciclo Básico de la Licenciatura en Comunicación Social. Desde una perspectiva teórico/práctica se trabaja la problemática de la significación, los discursos, los lenguajes y la producción de sentido social en el campo de la comunicación.Facultad de Periodismo y Comunicación Socia