Repositório Institucional da Universidade de Aveiro
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    Spectral results on regular graphs with (k, τ)-regular sets

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    A set of vertices S icluded in V (G) is (k, τ)-regular if it induces a k-regular subgraph of G such that | NG (v) ∩ S | = τ if v is not in S. Note that a connected graph with more than one edge has a perfect matching if and only if its line graph has a (0, 2)-regular set. In this paper, some spectral results on the adjacency matrix of graphs with (k, τ)-regular sets are presented. Relations between the combinatorial structure of a p-regular graph with a (k, τ)-regular set and the eigenspace corresponding to each eigenvalue λ not in { p, k - τ } are deduced. Finally, additional results on the effects of Seidel switching (with respect to a bipartition induced by S) of regular graphs are also introduced. © 2006 Elsevier B.V. All rights reserved.CEOCFCTFEDE

    A Utilização de uma Ferramenta Web 2.0 na Avaliação Inter-pares

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    Na definição das estratégias de ensino aprendizagem, a concretização de um esquema de avaliação é uma das tarefas mais complexas, pois têm de ser considerados inúmeros aspectos (alunos, processo, resultado final, etc.). Ponderar estes factores num resultado quantitativo/qualitativo é uma árdua responsabilidade para os avaliadores, principalmente quando o trabalho é elaborado por vários elementos. Neste artigo explica-se uma técnica para minimizar estas dificuldades, através de um sistema de recolha e ponderação de avaliações inter-pares, elaborado a partir de uma ferramenta Web 2.0. Esta metodologia aplicou-se numa das unidades curriculares do curso de Novas Tecnologias da Comunicação da Universidade de Aveiro

    Multiple nontrivial solutions for doubly resonant periodic problems

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    We consider semilinear periodic problems with the right-hand side nonlinearity satisfying a double resonance condition between two successive eigenvalues. Using a combination of variational and degree theoretic methods, we prove the existence of at least two nontrivial solutions

    Multiplicity theorems for superlinear elliptic problems

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    In this paper we study second order elliptic equations driven by the Laplacian and p-Laplacian differential operators and a nonlinearity which is (p-)superlinear (it satisfies the Ambrosetti–Rabinowitz condition). For the p-Laplacian equations we prove the existence of five nontrivial smooth solutions, namely two positive, two negative and a nodal solution. Finally we indicate how in the semilinear case, Morse theory can be used to produce six nontrivial solutions.Universidade de AveiroFCTPOCI/MAT/55524/200

    Maciço de Évora

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    Aspectos gerais e subdivisão. O Maciço de Évora (ME) representa uma área com cerca de 60 km2 (Fig.1) que se estende entre Montemor-o-Novo e Évora (Carvalhosa, 1983), localizada nos domínios ocidentais da Zona de Ossa-Morena (ZOM, Quesada e Munhá, 1990) e incluído no sector de Montemor-Ficalho (Oliveira et al., 1991). Os seus limites foram definidos por Carvalhosa (1983) como coincidentes a sudoeste com o limite setentrional do complexo ígneo de Beja e a nordeste com o limite superior da Formação da Ossa. No entanto, este autor não delineou de forma precisa o seu limite a sudeste, com o que designou por Formação de Moura, ao contrário do que sucede a noroeste onde as rochas do ME são cobertas por depósitos Cenozóicos. Por sua vez, a sudoeste o seu limite é definido pela Falha de Porto-Tomar-Ferreira do Alentejo que o coloca em contacto com formações paleozóicas da Zona Sul Portuguesa. Em termos geológicos gerais, o ME está representado por bacias sedimentares com magmatismo associado que revelam a evolução geodinâmica deste segmento da margem setentrional de Gondwana, desde o Ediacariano (Neoproterozóico) ao Carbónico inferior. O metamorfismo e a deformação dúctil posterior varisca (Carbónico inferior), relacionados com os processos de acrecção de Pangeia, modificaram de forma heterogénea as texturas e paragéneses minerais das rochas do Neoproterozóico e Paleozóico inferior. Este segmento de crosta continental está agora representado por anfibolitos, micaxistos, paragnaisses e ortognaisses félsicos, metachertes, mármores e migmatitos que estão intruídos por granitóides de idade carbónica (essencialmente granodioritos, granitos, tonalitos e gabros). Numa área restrita próximo de Silveiras e Cabrela, afloram rochas sedimentares e vulcânicas do Tournaisiano-Viseano, que constituem a bacia de Cabrela. estas rochas do Carbónico inferior, que estão praticamente isentas de metamorfismo e apresentam clivagem fraca, assentam em discordância sobre rochas câmbrico-ordovícicas com grau metamórfico mais alto, assinalando uma importante lacuna sedimentar. O ME inclui uma das áreas mais extensas de terrenos de alto grau metamórfico da ZOM, exposta, em parte, por efeito da deformação varisca dúctil associada a movimentos transcorrentes e extensionais que actuaram intensamente no Carbónico inferior (Pereira et al., 2007; 2008; 2009a). A deformação frágil varisca e tardi-varisca, com tendência a se sobrepor aos corredores de elevada deformação dúctil, acentuou a exposição dos terrenos de alto grau metamórfico e sublinha com bastante frequência alguns contactos tectónicos entre unidades distintas. Recentemente, Pereira et al. (2003; 2007; 2009a) consideraram o ME como um doma gnáissico subdividido em três unidades tectónicas principais com base em critérios estruturais e metamórficos: (1) Zona de Cisalhamento de Montemor-o-Novo (ZCMN) e (2) Terrenos de grau Metamórfico Intermédio de Évora (TMIE) que constituem o hanging-hall de (3) um núcleo constituído por um complexo gnaisso-migmatítico designado por Terrenos de Alto-grau Metamórfico de Évora (TAME; Fig.1). Estas unidades representam a mesma coluna estratigráfica do Ediacariano-Câmbrico-Ordovícico transposta por distintos graus de metamorfismo e de intensidade de deformação. Discussão e modelo geodinâmico. Assim como em outras regiões da ZOM (de que é exemplo o Nordeste Alentejano; veja-se capitulo deste livro sobre o tema) as rochas mais antigas estão representadas por sedimentos do Ediacariano (Série Negra aqui designada por Formação do Escoural e Formação de Águas de Peixe). A assinatura geoquímica indica que a sua fonte sedimentar tem características de arco magmático continental (Pereira et al., 2006; 2008). Dados obtidos a partir de zircões detríticos destes metasedimentos permitem interpretar a idade máxima de deposição aos c.575Ma (Pereira et al., 2008), podendo no entanto ser mais recente (c. 560-550 Ma) e, ainda constatar a existência de uma população maioritária de idades neoproterozóicas. Estas características sugerem que estes sedimentos resultaram provavelmente da erosão de arcos magmáticos Cadomiano e Pan-Africanos. Ocorrendo como intrusões na Série Negra e como intercalações vulcânicas nos níveis siliciclásticos e carbonatados do Câmbrico inferior (Complexo ígneo-sedimentar de Monfurado) temos os “leptinitos do Escoural”. Estas rochas representam magmatismo essencialmente félsico do Câmbrico inferior (c. 530-517 Ma) com assinatura “orogénica” e associado aos processos de rifting desta margem de Gondwana (Chichorro et al., 2008). A sua assinatura é interpretada com sendo o reflexo herdado da crusta mais antiga que está a sofrer anatexia por efeito do progressivo “upwelling” da astenosfera. Com o evoluir da extensão litosférica durante o Câmbrico médio-Ordovícico inferior os magmas resultantes da fusão crustal passam a coexistir com magmas máficos (Complexo ígneo-sedimentar do Carvalhal). O facto de existirem gabros, cumulados piroxeníticos e peridotitos não significa que se tenha formado litosfera oceânica mas sim, que terão ocorrido intrusões de rochas ultramáficas na margem continental em estiramento. Tal processo pode ser observado noutras regiões da ZOM de que são exemplo as intrusões de gabros e peridotitos de Alter do Chão com assinatura E-MORB e atribuídas ao Ordovícico inferior (c. 480Ma) que intruem a plataforma carbonatada do Câmbrico inferior. Mais tarde, no Carbónico inferior esta sucessão litológica do Ediacariano-Câmbrico-Ordovícico é envolvida nos processos orogénicos variscos relacionados com a acreção da Pangeia. Existem no entanto, escassos dados que indicam eventos tectono-metamórficos devónicos (c. 370Ma; Moita e tal., 2005a) cuja relação com a deformação gravada nas rochas é de difícil interpretação, apesar de existirem modelos que afirmem o contrário (Araújo et al., 2005; Ribeiro et al., 2010). Dados de crescimentos metamórficos em zircões de paragnaisses do ME mostram idades do Carbónico inferior variando entre 345 e 323 Ma, que são interpretadas como estando relacionadas com os fabrics miloníticos que aqui predominam associados a movimentos extensionais (Fig.7). Este intervalo de idades enquadra-se nos valores obtidos para o magmatismo (c. 355-320 Ma) e para a sedimentação tournaisiana-viseana (c. 350-335Ma). A assinatura calco-alcalina comum nas rochas ígneas que afloram no ME (Moita et al., 2005c, 2009; Moita, 2008) corrobora a existência, durante o Carbónico inferior, de um magmatismo típico de arco continental no bordo SW da ZOM, junto ao limite com a Zona Sul-Portuguesa. A forte transferência de calor produzida pela ascensão de magmas básicos e intermédios deverá ter sido um dos factores que promoveu a migmatização de litologias da Série Negra e dos complexos ígneos-sedimentares do Câmbrico inferior. Adicionalmente, a generalidade das condições de baixa-média pressão e alta temperatura gravadas nas paragéneses das rochas gnáissicas aponta para que as condições para a ocorrência de anatexia terão ainda sido favorecidas por processo de extensão e adelgaçamento da crosta continental, os quais teriam promovido a ascensão das isotérmicas. A hibridização de magmas gerados por diferenciação a partir de líquidos de proveniência mantélica com fundidos crustais derivados de metassedimentos, registada na assinatura isotópica das litologias estudadas, terá ocorrido em níveis crustais mais profundos do que os agora expostos, embora afloramentos como o da ribeira de Almansor, próximo de Montemor-o-Novo sejam testemunhos, no campo, de forte interacção entre líquidos de composições diferentes (Moita et al., 2006; Moita, 2008; Moita et al. 2009). Durante o Carbónico inferior importantes movimentos transcorrentes extensionais deverão ter sido responsáveis pelo “uplift” parcial do núcleo do doma gnáissico (TAME) controlado por intenso cisalhamento dúctil que originou o fabric milonítico que se desenvolveu em condições de fácies anfibolítica-xistos verdes nos blocos a tecto (ZCMN e TMIE). Esta tectónica transcorrente e extensional terá simultaneamente controlado, em níveis mais superficiais da crusta continental, a formação de depocentros de sedimentação marinha e de transição e a instabilidade gravítica dos depósitos. Este episódio está representado nos sedimentos carbonatados e silicicláticos, bem como no vulcanismo calco-alcalino das bacias tournaisiano-viseanas de Cabrela e de Toca de Moura (Santos et al., 1987; Chichorro, 2006). Já no Vestefaliano eventualmente sobre a acção de episódios variscos e tardi-variscos transpressivos terá ocorrido a inversão das bacias tournaisianas-viseanas com expressão numa clivagem a afectar estes sedimentos marinho-transicionais siliciclásticos. A geometria em sinclinal da bacia de Cabrela teria sido adquirida durante esta fase F3. Este episódio de deformação varisca teve como efeito o levantamento localizado de blocos crustais, facto que ficou assinalado pela significativa mudança de fácies sedimentares carboníferas. Com efeito observa-se a transição de fácies marinhas e transicionais de plataforma e deltaicas para um regime flúvio-palustre e lacustre com condicionamento continental registado na bacia de Santa Susana. Nesta bacia do Vestefaliano que inclui importantes conglomerados poligénicos com calhaus do soco, encontram-se também restos de carvão fóssil (restos de vegetais de ambiente continental; Gonçalves, 1984). É importante referir, que os esforços tardi-variscos ou até alpinos terão contribuído para o retomar de muitos corredores de deformação dúctil, agora em andar estrutural superior, como acidentes semi-frágeis e frágeis, que em ultima análise acentuaram muitos dos contactos tectónicos actualmente cartografáveis

    Tourism as a long-run economic growth factor in Portugal: evidence from causality analysis

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    This paper investigates empirically the role of tourism in the Portuguese long-run economic output growth on quarterly data (1997:1 to 2010:4). The augmented Granger causality test approach developed by Toda and Yamamoto (1995) is employed to ascertain the direction of causality between variables in a bi-variate vector autoregressions (VAR) system using the Seemingly Unrelated Regression (SUR) method. The results provide evidence of a strong one-way directional causality between tourism and economic growth and the necessary argument to support the tourism led growth hypothesis. This result has important policy implications for where government investments should be targeted giving a further catalyst to economic growth.Este artigo faz uma investigação empírica sobre o papel do turismo no crescimento económico de longo prazo em Portugal. Para tal, foram utilizados os dados disponíveis: valores trimestrais de 1997 a 2010. Foi utilizada a análise de causalidade de Granger desenvolvida por Toda e Yamamoto (1995), para verificar a direção da causalidade entre as variáveis, num sistema VAR (“ bi-variate vector autoregression”) utilizando o método SUR (“Seemingly Unrelated Regression”). Os resultados evidenciaram uma importante causalidade unidireccional entre o turismo e o crescimento económico, confirmando a hipótese do setor do turismo gerar crescimento. Este resultado revela-se assim importante em termos de políticas públicas de investimento, mostrando como o turismo pode ser catalisador de crescimento económico

    Managing QoS-enabled "information transport" as any other service in NGN service platforms

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    Transporting information from one end to the other of the network is one of the most prominent services offered by telecommunication operators, what we term the "information transport" service. Its efficient management, considering aspects like tariffs or QoS (Quality of Service), attracts much interest and research efforts. The new "frontier" is to integrate this service in the whole service delivery chain making the different stakeholders in the telecommunication business cooperate. The IMS (IP Multimedia Subsystem) service platform offers solutions embracing the current trend of respecting the Internet paradigm of transport and application layers separation, yet building interfaces between both domains. But IMS approach relegates the "information transport service" to a mere resource. This bundles IMS applicability. We propose that "information transport" regains its service status. Existing service management and composition techniques could be employed resulting on increased flexibility, new business possibilities and a better end service. We show the advantages of our approach compared to existing solutions, we discuss its complexity and analyze if it is feasible in NGN (next generation networks) and whether it is worth

    Uplink channel estimation for multi-user OFDM-based systems

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    In this paper we propose a simple, yet flexible and efficient, channel estimator for the uplink in broadband orthogonal frequency division multiplexing (OFDM) systems. The processing is performed in the time-domain, by extracting the Channel’s Impulse Response (CIR) for each user from a joint training signal. In this OFDM system, the pilot sequence we advocate, where all users share the same pilot sub-carriers, consists of one OFDM-symbol endowed with time-shifted properties per user, which isolates each user’s CIR and is robust against multi-user interference. The feasibility of our approach is substantiated by system simulation results obtained using BRAN-A broadband mobile wireless channel model

    Multisensor interference cancellation performance in asynchronous uplink on MC-CDMA systems

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    All CDMA based systems are essentially limited by multiple access interference (MAI) caused by the loss of orthogonality between transmitted signals occurred from multipath propagation. In the uplink the lack of synchronism between transmitting mobile terminal equipments also adds up to that impairment. Multiuser detection (MUD) techniques are appropriate to mitigate the MAI problem and interference cancellation (IC) detectors are amongst the most useful techniques for providing efficient implementations for that purpose. Also, it is well known that antenna arrays are another key technique in order to achieve high capacity in emerging wireless systems. In this communication we focus on the two basic IC architectures, SIC and PIC, exploiting through combination multiple signal versions collected by an antenna array. The performance of these multisensor IC detectors, designed for asynchronous uplink transmission on MC-CDMA based systems, is evaluated through computer simulations for characteristic scenarios of the broadband component of future cellular systems. The numerical results show that significant improvements can be achieved when combining spatial diversity and IC based MUD techniques, against conventional single user detection (SUD)

    Impact of forest fires on particulate matter and ozone levels during the 2003, 2004 and 2005 fire seasons in Portugal

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    The main purpose of this work is to estimate the impact of forest fires on air pollution applying the LOTOS-EUROS air quality modeling system in Portugal for three consecutive years, 2003-2005. Forest fire emissions have been included in the modeling system through the development of a numerical module, which takes into account the most suitable parameters for Portuguese forest fire characteristics and the burnt area by large forest fires. To better evaluate the influence of forest fires on air quality the LOTOS-EUROS system has been applied with and without forest fire emissions. Hourly concentration results have been compared to measure data at several monitoring locations with better modeling quality parameters when forest fire emissions were considered. Moreover, hourly estimates, with and without fire emissions, can reach differences in the order of 20%, showing the importance and the influence of this type of emissions on air quality

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