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    Avaliação do serviço ecossistêmico do solo de regulação climática como estratégia de mitigação e adaptação às mudanças climáticas e sua importância no contexto das políticas públicas.

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    Este documento descreve uma proposta metodológica para a avaliação do serviço ecossistêmico de regulação climática do solo como estratégia de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, a partir de um estudo de caso desenvolvido em Campo Grande, MS. Complementarmente apresenta políticas nacionais que tratam da mitigação e adaptação às mudanças climáticas que preveem, direta ou indiretamente, a provisão dos serviços ecossistêmicos do solo.ODS

    Nutrição mineral.

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    Neste capítulo, são abordados alguns aspectos gerais da nutrição mineral de plantas; as principais informações disponíveis sobre a nutrição mineral do açaizeiro (Euterpe oleracea Mart.), envolvendo a extração/exportação de nutrientes em populações nativas e cultivadas e sua absorção em função da idade das plantas, além da distribuição dos nutrientes nas diversas partes do açaizeiro. Em outros segmentos são apresentadas as deficiências nutricionais do açaizeiro por meio de imagens dos sintomas e suas descrições; o monitoramento do estado nutricional da cultura e as técnicas usadas para esse fim, como a diagnose foliar e suas etapas, bem como alguns critérios e ferramentas para a interpretação da análise química das folhas do açaizeiro

    BRS FP426: Cultivar de feijão-comum preto com excelente produtividade e resistência à murcha de Fusarium.

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    Devido a isso, a BRS FP426 é uma nova cultivar que apresenta alta produtividade, excelente qualidade comercial dos grãos (coloração, uniformidade, massa de 100 grãos e rendimento de peneira), arquitetura ereta e alta resistência ao acamamento. Além disso, essa cultivar se destaca pela alta resistência à murcha de Fusarium, moderada resistência à antracnose e resistência intermediária à mancha-angular. Essa cultivar deve contribuir para a redução do uso de defensivos agrícolas e, consequentemente, diminuir o impacto para o meio ambiente e para a saúde humana, contribuindo para o aumento da sustentabilidade na produção agrícola.ODS 2, ODS 1

    Controle de plantas infestantes.

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    As plantas daninhas concorrem com a cultura da mandioca pelos fatores de produção, tais como luz, espaço, água e nutrientes, principalmente por esses dois últimos. De forma geral, a presença dessas plantas na área de cultivo altera o crescimento e desenvolvimento do mandiocal, o que pode resultar na diminuição do tamanho, número, massa seca, teor de amido das raízes e, consequentemente, na produtividade

    Pragas.

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    Dentre os diversos desafios técnicos e econômicos enfrentados pelos produtores de mandioca no estado, o ataque de insetos-pragas tem sido limitante para a cultura em determinados anos de produção.Neste capítulo, são apresentados a descrição, os danos e métodos de controle de cada praga com a intenção de orientar o produtor quanto ao manejo integrado que deverá ser adotado

    Aspectos da colheita e pós-colheita.

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    A etapa pós-colheita de produtos hortícolas perecíveis deve ser conduzida com cuidado, uma vez que o manejo inadequado do produto pode resultar em processos de deterioração mais acelerados. As raízes são consideradas órgãos subterrâneos de armazenamento de substratos, principalmente o amido. Embora sejam menos perecíveis do que frutos, por exemplo, merecem atenção por possuírem vida útil reduzida em condição ambiente

    AGRITEMPO: Sistema de Monitoramento Agrometeorológico: Boletim Meteorológico da Região NE.

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    Os mapas de monitoramento nos mostram que as precipitações acumuladas variaram entre 0 e 50 mm, no noroeste, norte, nordeste, centro-nordeste e sudeste da Região Nordeste, as precipitações acumuladas variaram entre 0 e 20 mm, nas demais regiões elas variaram entre 20 e 50 mm. Quanto as temperaturas mínimas, elas variaram entre 20 e 26 °C, sendo que as menores ocorreram no sudoeste, centro-sudoeste, nordeste e centro-=nordeste da Região Nordeste, variando entre 20 e 22 °C. Quanto as temperaturas máximas, elas variaram entre 28 e 35 °C, sendo que as menores temperaturas ocorreram no leste, sudeste e centro-sudeste da Região Nordeste, variando entre 28 e 30 °C

    AGRITEMPO: Sistema de Monitoramento Agrometeorológico: Boletim Meteorológico da Região S.

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    Na última semana, as precipitações acumuladas variaram entre 10 e 50 mm, no oeste do Estado do Paraná, no oeste e sudoeste do Estado de Santa Catarina e nos extremos noroeste e sudeste do Estado do Rio Grande do Sul, as precipitações acumuladas variaram entre 10 e 20 mm, nas demais regiões ela variou entre 20 e 50 mm. Quanto às temperaturas mínimas, elas variaram entre 11 e 17 °C, sendo que no oeste, noroeste, centro-noroeste, norte e sudeste do Estado do Paraná e no extremo nordeste do Estado de Santa Catarina, elas variaram entre 15 e 17 °C. Quanto as temperaturas máximas, elas variaram entre 20 e 27 °C, sua distribuição ocorreu de forma gradual, no sentido noroeste/sudeste, das maiores para as menores precipitações pluviométricas

    Processo industrial para produção de fertilizantes granulados a partir de dregs.

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    De acordo com as caracterizações realizadas, conclui-se que o processo desenvolvido é eficiente para a conversão dos dregs em fertilizantes granulados com baixo teor de sódio. A combinação de duas etapas de lavagem foi necessária para a diminuição do teor de sódio. Embora o pó de dregs possa ser usado no campo como os calcários são usualmente empregados, a sua granulação é uma vantagem no processo de aplicação. O pó de dregs é de difícil granulação usando-se métodos convencionais, assim, foi necessário usar outro resíduo da indústria de reciclo de papelão, para se obter uma granulação adequada. Com o processo industrial desenvolvido, consegue-se uma alternativa sustentável para uso agrícola, agregando valor a dois resíduos antes descartados e contribuindo para práticas mais circulares na indústria de papel e celulose. O trabalho usa princípios da Economia Circular e Bioeconomia ao usar resíduos sólidos da indústria de polpação de celulose e transformá-lo em fertilizante para uso na agricultura, apresentando aderência aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), em especial ao ODS 12.Selo ODS 12

    Produtividade de milho no Sistema Antecipe para as condições das regiões Norte e Central do estado do Paraná.

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    A necessidade de fortalecer sistemas produtivos resilientes, por meio de técnicas que proporcionem o uso racional dos recursos naturais e menor perda de água e nutrientes sem prejuízo à produtividade, torna-se essencial para garantir a eficiência produtiva e de mercado do milho e da soja. Com esse propósito, o sistema Antecipe – cultivo intercalar antecipado, desenvolvido pela Embrapa ao longo de 15 anos de pesquisa em diferentes regiões de produção de milho segunda safra no Brasil, surge como uma oportunidade de antecipar a semeadura do milho em até 20 dias antes da colheita da soja (Karam et al., 2020), permitindo a adequação da época de semeadura em segunda safra e possibilitando incrementos de produtividade, quando comparado a épocas de semeaduras fora do calendário agrícola preconizado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) (Karam et al., 2020; Borghi et al., 2023a). É importante salientar que o Sistema Antecipe não visa a substituição do cultivo do milho segunda safra hoje implantado no Brasil. Todos os resultados gerados até agora sobre o Antecipe demonstram que essa técnica visa a redução de riscos para o milho semeado fora do calendário agrícola preconizado pelo Zarc, por isso as datas de semeadura nos estudos envolvendo esse sistema de cultivo são estrategicamente posicionadas ao final ou após o calendário agrícola recomendado para o milho em cada município. Os ganhos apresentados pelo sistema, em todas as regiões onde o Antecipe vem sendo implantado, demonstram que a produtividade de grãos é maior nesse sistema quando comparada à da semeadura tardia, em média 1,5 saca de milho por hectare para cada dia de antecipação (Borghi et al., 2022). Essa estratégia de cultivo está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente à meta 2.1 “Até 2030, acabar com a fome e garantir o acesso de todas as pessoas, em particular os pobres e pessoas em situações vulneráveis, incluindo crianças, a alimentos seguros, nutritivos e suficientes durante todo o ano’, vinculada ao ODS 2: “Erradicar a fome, alcançar a segurança alimentar, melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável” (Nações Unidas, 2025).ODS 2

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