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AGRITEMPO: Sistema de Monitoramento Agrometeorológico: Boletim Meteorológico da Região NE.
Os mapas de monitoramento nos mostram que as precipitações acumuladas variaram entre 0 e 30 mm, as maiores precipitações ocorreram no noroeste da Região Nordeste, variando entre 10 e 30 mm, nas demais regiões ela foi inferior à 10 mm. Quanto as temperaturas mínimas, elas variaram entre 14 e 25 °C, sendo que as maiores ocorreram no noroeste, centro-noroeste e norte da Região Nordeste, variando entre 21 e 25 °C e as menores no sudoeste e sul da Região Nordeste, variando entre 14 e 16,5 °C. Quanto as temperaturas máximas, elas variaram entre 27 e 34 °C, sua distribuição ocorreu de forma gradual, no sentido oeste/leste, das maiores para as menores temperaturas
Cultivo da cebola no Nordeste.
O cultivo de cebola é uma atividade agrícola de grande importância para a economia do Brasil, onde a produção se concentra nos estados do Nordes- te, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Especificamente no Nordeste, os estados que se destacam quanto à cultura da cebola são Bahia e Pernambuco. Parte do sucesso deste segmento agrícola pode ser atribuí- da à geração de tecnologias derivadas de pesquisas científicas que são desenvolvidas com base nas ca- racterísticas específicas para cada região produtora. No Nordeste, a produção de cebola acontece com sucesso porque, além das características cli- máticas favoráveis à cultura, observa-se o emprego de técnicas como seleção de cultivares, manejo do solo e água recomendados de acordo com o per- fil edafoclimático da região, controle biológico de pragas e doenças, entre outras. Esse conjunto de técnicas permite o cultivo durante todo o ano, con- tribuindo para que o País se destaque como um dos maiores produtores de cebola do mundo. O mercado da cebola no Brasil é dinâmico e apresenta oportunidades tanto para pequenos quanto para grandes produtores. A demanda por ce- bola é constante, tanto no mercado interno quanto para exportação e, com o crescimento da agricultura familiar e a valorização dos produtos locais, o cul- tivo dessa olerícola no Nordeste tem se mostrado como uma alternativa viável para a geração de ren- da e a promoção do desenvolvimento sustentável na região. Neste trabalho são apresentadas informações sobre a cultura da cebola do Nordeste, resultantes de estudos realizados pela Embrapa Semiárido com objetivo de contribuir para o fortalecimento da ati- vidade com o desenvolvimento de tecnologias vol- tadas para a sustentabilidade da produção dessa cultura, que deve ser focada no uso racional dos recursos naturais. Deste modo, as informações apresentadas vinculam-se à agenda de Desenvol- vimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas(ONU), especificamente com o obje- tivo 2, que visa garantir a produção de alimentados sedimentada em práticas agrícolas que contribuam para o aumento da produtividade, manutenção dos ecossistemas e fortalecimento da capacidade de adaptação às mudanças climáticas, às condições meteorológicas extremas, e que melhorem qualida- de da terra e do solo.Autores: Alessandra Monteiro Salviano, CPATSA; Beatriz Aguiar Giordano Paranhos, CPATSA; Carlos Alberto Tuão Gava, CPATSA; Clementino Marcos Batista de Faria, CPATSA; Davi José Silva, CPATSA; Flávia Rabelo Barbosa Moreira, CPATSA; Francisca Nemaura Pedrosa Haji, CPATSA; Francislene Angelotti, CPATSA; Geraldo Milanez de Resende, CPATSA; José Adalberto de Alencar, CPATSA; José Carlos Ferreira, CPATSA; José Lincoln Pinheiro Araújo. CPATSA; José Maria Pinto, CPATSA; Jony Eishi Yuri, CPATSA; Lúcia Helena Piedade KiilL, CPATSA; Marcelo Calgaro, CPATSA; Maria Auxiliadora Coelho Lima, CPATSA; Martin Duarte de Oliveira; Nivaldo Duarte Costa, CPATSA; Pedro Martins Ribeiro Júnior, CPATSA; Rebert Coelho Correia, CPATSA; Rovilson José de Souza; Selma Cavalcanti Cruz de Holanda Tavares, CPATSA; Tiago Cardoso da Costa-Lima, CPATSA; Tony Jarbas Ferreira Cunha, CPATSA; Vanderlise Giongo, CNPT
Procedimentos para a formação de mudas de umbu-cajazeira clonadas por estaquia.
Este trabalho apresenta informações obtidas de produtores e de pesquisas com técnicas e procedimentos aplicados na formação de mudas clonadas por estaquia da umbu-cajazeira. A coleta de propágulos para a formação de estacões e de estacas menores deve ser de plantas produtivas, sadias e vigorosas. As podas e os cortes para a retirada dos propágulos devem ser feitos com rigor e cuidados, utilizando-se motosserras, serrotes, ferramentas afiadas e higienizadas, para diminuir os danos à planta e otimizar o rendimento e a qualidade das estacas. Ressalta-se que, tanto os estacões como as estacas menores, devem ser retiradas de caules de plantas adultas de umbu-cajazeira em caducifólia, ou seja, quando estiverem na fase de repouso vegetativo, desfolhadas e com gemas intumescidas, o que, no Semiárido nordestino, geralmente ocorre de agosto a outubro. Os frutos da umbu-cajazeira são do tipo drupa, conhecidos por diversos nomes comuns: cajá, umbu, umbu-cajá, cajá-umbu, cajarana, cajazinha, cajá-amarelo, cajá-do-sertão, umbu-amarelo, entre outros. Essa diversidade de nomes dificulta a identidade nominal, mascara a mensuração do real volume de produção e a importância agrossocioeconômica da umbu-cajazeira. Um exemplo é a comercialização de umbu-cajás nos mercados de Recife, Natal e Fortaleza, onde os frutos são vendidos e nominados como cajá, cajarana e umbu. Porém, apenas uma pequena quantidade é vendida como umbu-cajá ou cajá-umbu. O mesmo ocorre com seus produtos processados no mercado nacional. Portanto, a umbu-cajazeira dá nome e fama ao cajá e ao umbu.ODS 2
AGRITEMPO: Sistema de Monitoramento Agrometeorológico: Boletim Meteorológico da Região NE.
Os mapas de monitoramento nos mostram que as precipitações acumuladas foram inferiores à 5 mm, portanto não ocorreram chuvas agrícolas em toda a região. Quanto as temperaturas mínimas, elas variaram entre 14 e 24 °C, sua distribuição ocorreu de forma gradual, no sentido noroeste/sul, das maiores para as menores temperaturas. Quanto as temperaturas máximas, elas variaram entre 27 e 35 °C, sua distribuição ocorreu de forma gradual, no sentido oeste/leste, das maiores para as menores temperaturas
AGRITEMPO: Sistema de Monitoramento Agrometeorológico: Boletim Meteorológico da Região CO.
Os mapas de monitoramento nos mostram que as precipitações acumuladas foram inferiores à 5 mm. Quanto as temperaturas médias mínimas, elas variaram entre 12 e 22 °C, sua distribuição ocorreu de forma gradual, nos sentidos noroeste/sul, das maiores para as menores temperaturas; já as temperaturas médias máximas, elas variaram entre 22 e 35 °C, sua distribuição ocorreu nos sentidos noroeste/sul e nordeste/sul, das maiores para as menores temperaturas
AGRITEMPO: Sistema de Monitoramento Agrometeorológico: Boletim Meteorológico da Região CO.
Os mapas de monitoramento nos mostram que as precipitações acumuladas variaram entre 0 e 5 mm, portanto não ocorreram chuvas agrícolas em toda a região. Quanto as temperaturas médias mínimas, elas variaram entre 13,5 e 23 °C, sendo que as menores ocorreram no sudeste do Estado do Mato Grosso e no sul e sudeste do Estado do Mato Grosso do Sul, variando entre 13,5 e 16°C ; já as temperaturas médias máximas, elas variaram entre 28 e 35 °C, sendo que as menores ocorreram no sudoeste, sul, sudeste e leste do Estado do Mato Grosso do Sul, variando entre 27 e 30 °C
AGRITEMPO: Sistema de Monitoramento Agrometeorológico: Boletim Meteorológico da Região CO.
Os mapas de monitoramento nos mostram que as precipitações acumuladas variaram entre 0 e 20 mm e as maiores ocorreram nas proximidades do município de Cotriguaçu/MT, variando entre 10 e 20 mm, nas demais regiões as precipitações acumuladas foram inferior à 10 mm. Quanto as temperaturas médias mínimas, elas variaram entre 15 e 23 °C, sendo que as menores ocorreram no leste do Estado do Mato Grosso e no norte, nordeste, centro-nordeste e leste do Estado de Goiás, variando entre 15 e 17°C ; já as temperaturas médias máximas, elas variaram entre 29 e 35 °C, sendo que as menores ocorreram no sudeste do Estado do Mato Grosso do Sul, variando entre 29 e 30 °C
Agosto foi pouco chuvoso e teve temperaturas inferiores às médias.
Assim como ocorreu em julho, as chuvas em agosto de 2025 foram escassas em Dourados, Rio Brilhante e Ivinhema, principalmente nestas duas últimas localidades. Em Dourados, na área da Embrapa Agropecuária Oeste, choveu 56 mm (Tabela 1), praticamente igual à média histórica, que é de 53 mm. Quase a totalidade da chuva ocorreu em 4 de agosto. Da mesma forma como nos meses de junho e julho, agosto foi mais frio que o normal. A temperatura média em Dourados foi de 19,5 °C (Tabela 1), quase um grau e meio grau inferior à média histórica, que é de 20,9 °C. A temperatura mínima foi de 2,8 °C, em 10 de agosto. Houve 12 dias com registro de temperaturas superiores a 30 °C, e a máxima atingiu 35,9 °C, em 22 de agosto
Pêssegos: Rio Grande do Sul é o maior estado produtor.
No panorama internacional, a produção de pêssegos e nectarinas cresceu 9,79% nos últimos cinco anos, saindo de 24.663.088,2 toneladas em 2019 para 27.077.873,0 toneladas em 2023/24. O ano de 2024 foi, possivelmente, o mais desafiador para os produtores.Campo & Negócios
Inovação é questão de sobrevivência.
0 agronegócio brasileiro é fértil em exemplos de sucesso no mundo da inovação, com resultados impactantes. Em 2005, a produção de milho safrinha foi de apenas 7,7 milhões de toneladas, representando 22% da safra do cereal naquele ano. Já em 2025, em um prazo de 20 anos, a safrinha deve atingir 102 milhões de toneladas e representar 80% da safra de milho do pais. Esse resultado foi possível devido a uma série de inovações no campo da biotecnologia e melhoramento genético, práticas de conservação e melhor uso do solo, crescimento no cerrado, criação de variedades mais adaptadas regionalmente, variedades precoces e relativamente mais tolerantes a secas, pragas e doenças, e muitas coisas mais