Memoria - Repositório institucional do Instituto Federal do Rio Grande do Norte - IFRN
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    Contextualiza??o e conceitos das defici?ncias, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades

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    Em linhas gerais, esta disciplina, Contextualiza??o e conceitos das defici?ncias, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades, tem por fim conhecer as defini??es, terminologias e aspectos etiol?gicos sobre o assunto, compreender o desenvolvimento e aprendizagem de estudantes com defici?ncia, transtorno do espectro autista e altas habilidades ou superdota??o, bem como pensar em formas de interven??o pedag?gica, identificando possibilidades de comunica??o alternativa e de avalia??o da aprendizagem

    Esquecimento e outros poemas

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    Esquecimento e outros poema

    Anais do V Semin?rio de Doc?ncia e Contemporaneidade

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    Anais do V Semin?rio de Doc?ncia e Contemporaneidad

    Anais da VI Exposi??o Cient?fica, Tecnol?gica e Cultural ? EXPOTEC do IFRN Campus Jo?o C?mara (2021)

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    Apesar dos in?meros desafios vivenciados durante o trabalho remoto, com alegria, executamos a realiza??o da 6? Exposi??o Cient?fica, Tecnol?gica e Cultural - EXPOTEC no ?mbito da celebra??o do anivers?rio do Campus Jo?o C?mara, no per?odo de 22 a 24 de setembro de 2021, de forma digital, com o tema: Reinventando o Ensino, a Pesquisa e a Extens?o: movimentos de Res(ex)ist?ncia na pandemia. Nessa dire??o, destacamos que foi fato marcante em nosso percurso institucional, que as a??es da tr?ade ensino, pesquisa e extens?o, em 2020, sofreram forte impacto no seu desenvolvimento, haja vista as transforma??es que foram impelidas em virtude do contexto pand?mico ocasionado pela COVID-19

    Curr?culo escolar na perspectiva da educa??o inclusiva

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    A partir das ideias que fundamentam o paradigma da inclus?o, tem-se disseminado com mais frequ?ncia o discurso de que ? preciso diferenciar o ensino para atender as especificidades de aprendizagem dos alunos, bem como suas peculiaridades, as exig?ncias do pluralismo cultural e o respeito ao indiv?duo. Tais ideias v?m sendo aplicadas em todos os n?veis e modalidades de ensino que formam a estrutura da educa??o escolar em nosso pa?s, adquirindo especial relev?ncia na educa??o b?sica, com a proposta de um modelo de escola e de curr?culo comum a todos os alunos e por um tempo mais prolongado

    Compliance ambiental e fatores ESG: definindo boas pr?ticas de governan?a corporativa sustent?vel ? cadeia de valor da energia e?lica

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    Climate change and the urgent need to change consumption patterns put on the agenda the role of environmental issues in society as a topic of extreme relevance in current debates. Understanding the need to align society and the market with a view to achieve sustainability standards, society are increasingly demanding responsibility from organizations as a way that induces new behaviors. For this, companies need to adapt their business? role with the intention of promoting sustainable corporate governance and, going further, materialize this intention in good management practices, contemplating environmental, social and governance factors, as well as compliance. Within this logic, the present study aims to investigate sustainable corporate governance tools and strategies based on environmental compliance and Environmental, Social and Govrnance (ESG) factors, establishing a list of good practices for the wind energy value chain through the content analysis of the programs. compliance and sustainability reports from companies that manage wind farms in the state of Rio Grande do Norte. For this, the study developed a systematic mapping of the literature in order to identify sustainable corporate governance tools, focusing on the occurrence of environmental compliance programs. Furthermore, the research proposed an adaptation of the Corporate Sustainability Integration Assessment model developed by Asif (et al., 2011), from which a multiple case study was carried out to do a document content analysis from 03 companies of the wind energy sector. As a result, it was found a list of tools in the literature such as business practices of sustainable governance and the indication of few studies that focus on the subject of environmental compliance, including different perspectives of its application in the business context. Regarding the content analysis of the companies' documents, it was found that the governance of these ones is well structured, but there is a need to reflect on the motivations of the practices oriented to ESG factors, whether due to a real concern with sustainability or an interest in satisfying the market, which demands an ethical behavior in face off environmental and social issues. With the informations, it was created a best practices manual about environmental compliance and ESG factors as the thecnical product of the master?s research.As mudan?as clim?ticas e a necessidade urgente de modifica??o dos padr?es de consumo colocam em pauta o protagonismo das quest?es ambientais na sociedade como um tema de extrema relev?ncia nos debates atuais. Entendendo como necessidade o alinhamento da sociedade e do mercado com vistas a atender padr?es de sustentabilidade, demanda-se cada vez mais responsabilidade das organiza??es como figura indutora de novos comportamentos. Para isso, as empresas precisam adequar seu neg?cio com inten??o de promover uma governan?a corporativa sustent?vel e, indo al?m, materializar essa inten??o em boas pr?ticas de gest?o contemplando fatores ambientais, sociais e de governan?a, bem como do compliance. Dentro dessa l?gica, o presente estudo tem como objetivo investigar as ferramentas e estrat?gias de governan?a corporativa sustent?vel com base no compliance ambiental e nos fatores Environmental, Social and Govrnance (ESG), estabelecendo um rol de boas pr?ticas para a cadeia de valor da energia e?lica atrav?s da an?lise de conte?do dos programas de compliance e relat?rios de sustentabilidade de empresas que atuam no gerenciamento de parques e?licos no estado do Rio Grande do Norte. Para isto, o estudo desenvolveu um mapeamento sistem?tico da literatura com vistas a identificar as ferramentas de governan?a corporativa sustent?vel, focando na ocorr?ncia de programas de compliance ambiental. Ainda, a pesquisa prop?s uma adapta??o do modelo de Avalia??o da Integra??o da Sustentabilidade Corporativa (AISC) desenvolvido por Asif (et al., 2011), do qual se procedeu um estudo de m?ltiplos casos por meio da an?lise de conte?do dos documentos de 03 empresas do setor de energia e?lica e com atua??o no estado potiguar. Como resultados, constatou-se um rol de ferramentas na literatura como pr?ticas empresariais de governan?a sustent?vel e a indica??o de poucos estudos que se debru?am sobre o tema compliance ambiental, existindo inclusive perspectivas diferentes de sua aplica??o no contexto empresarial. Sobre a an?lise de conte?do dos documentos das empresas, verificou-se que a governan?a dessas empresas est? bem estruturada, por?m h? necessidade de refletir sobre as motiva??es das pr?ticas orientadas aos fatores ESG, se por uma real preocupa??o com a sustentabilidade ou por interesse em atender o mercado que demanda um comportamento ?tico frente ?s quest?es socioambientais. Com essas informa??es, gerou-se um manual de boas pr?ticas em compliance ambiental e ESG como produto t?cnico do mestrado

    Tecnologias Assistivas

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    Como profissionais da educa??o do s?culo XXI, j? sabemos que s?o diversos os tipos de tecnologias que contribuem para a melhoria da qualidade do ensino-aprendizagem no ambiente escolar, bem como no nosso cotidiano. Por isso, em se tratando do p?blico da educa??o especial, as tecnologias tamb?m s?o essenciais como instrumentos de apoio e supera??o de barreiras. Para isso, ? necess?rio conhecer e analisar a ?rea de estudos interdisciplinares da Tecnologia Assistiva

    Melomel de umbu: produ??o e caracteriza??o f?sico-qu?mica

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    Brazil has a wide variety of native fruits, among which umbu (Spondias tuberosa) stands out, which has the potential for product diversification, especially fermented alcoholic beverages such as mead. Traditionally produced from the alcoholic fermentation of honey diluted in water, mead is commonly called melomel when fruits are added in its production. The objective of this work was to investigate the production of melomels added with umbu pulp and its influence on the physicochemical characteristics of the beverages. Mead musts were prepared without and with the addition of umbu pulp (20% in relation to the volume of must), also varying the initial concentration of soluble solids (15 and 25 ?Brix). Fermentations were carried out at room temperature (25 ? 2 ?C) until the soluble solids were constant, using Saccharomyces cerevisiae EC-1118 as a starter, with the fermentation being monitored daily. After filling, the beverages were analyzed for physical-chemical parameters of density, alcohol content, total and reduced dry extract, total sugars, ash, pH, total, volatile and fixed acidity, total sulfur dioxide, total chlorides, phenolic compounds, antioxidant activity and color. Fermentation monitoring showed typical behavior of substrate consumption, microbial growth and increase in total acidity, as well as variation in pH behavior throughout the process. The physical-chemical parameters were significantly influenced by both the addition of umbu and the initial concentration of soluble solids, so that most parameters were consistent with the standards required for mead, with the exception of ash and acidity. The treatment without the addition of pulp and initial concentration of 25 ?Brix at the end showed greater compliance of the parameters with the legislation. Despite the few nonconformities, the addition of umbu pulp to the mead must proved to be promising, evidencing the need to adjust the acidity correction of the musts and promote greater fermentation control.O Brasil possui uma grande variedade de frutas nativas, dentre as quais destaca-se o umbu (Spondias tuberosa), que possui um relevante potencial para diversifica??o de produtos, especialmente bebidas alco?licas fermentadas como o hidromel. Tradicionalmente produzido a partir da fermenta??o alco?lica do mel dilu?do em ?gua, o hidromel comumente ? chamado de melomel quando s?o adicionadas frutas em sua produ??o. O objetivo deste trabalho foi investigar a produ??o de melom?is adicionados de polpa de umbu e sua influ?ncia sobre as caracter?sticas f?sico-qu?micas das bebidas. Foram elaborados mostos de hidromel sem e com adi??o de polpa de umbu (20% em rela??o ao volume de mosto), variando-se tamb?m a concentra??o inicial de s?lidos sol?veis (15 e 25 ?Brix). As fermenta??es foram conduzidas ? temperatura ambiente (25 ? 2 ?C) at? a const?ncia dos s?lidos sol?veis, utilizando-se Saccharomyces cerevisiae EC-1118 como cultura starter, sendo a fermenta??o acompanhada diariamente. Ap?s o envase, as bebidas foram analisadas quanto aos par?metros f?sico-qu?micos de densidade, teor alco?lico, extrato seco total e reduzido, a??cares totais, cinzas, pH, acidez total, vol?til e fixa, di?xido de enxofre total, cloretos totais, compostos fen?licos, atividade antioxidante e cor. O acompanhamento da fermenta??o evidenciou comportamentos t?picos de consumo de substrato, crescimento microbiano e incremento da acidez total, sendo observada ainda varia??o no comportamento do pH ao longo do processo. Os par?metros f?sico-qu?micos foram influenciados significativamente tanto pela adi??o de umbu, quanto pela concentra??o inicial de s?lidos sol?veis, de modo que a maioria dos par?metros se mostrou condizente com os padr?es exigidos para o hidromel, com exce??o de cinzas e acidez. O tratamento sem adi??o de polpa e concentra??o inicial de 25 ?Brix ao final apresentou maior conformidade dos par?metros com a legisla??o. Apesar das poucas inconformidades, a adi??o de polpa de umbu ao mosto de hidromel mostrou-se promissora, evidenciando a necessidade de se adequar a corre??o de acidez dos mostos e promover um controle maior de fermenta??o

    Pr?ticas pedag?gicas na perspectiva da educa??o inclusiva

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    A educa??o inclusiva, em qualquer n?vel ou modalidade de ensino, s? ser? efetivada se o sistema educacional for renovado, modernizado, abrangendo a??es estruturais pol?ticas, f?sicas, mas, tamb?m da ordem pedag?gica e atitudinal. N?s educadores, em nossas pr?ticas docentes, n?o devemos nos eximir de fazer parte dessa mudan?a, de rever conceitos e posturas assumidas em nossas salas de aula que refor?am e ratificam ideologias excludentes, mesmo vivendo em tempos pol?ticos que vociferam a volta/perman?ncia de uma educa??o do silenciamento, do pensamento acr?tico. Reorganizar todo o sistema educacional da educa??o infantil ao ensino superior, ressignificar, reinterpretar a pr?tica docente n?o ? algo simples e f?cil de fazer, principalmente quando se recebeu uma forma??o profundamente excludente, que prima pela meritocracia, elitiza??o e individualiza??o do ensino e da aprendizagem. N?o ? simples, quando temos consci?ncia de que a atua??o docente se d? com diferentes grupos, n?o, com um todo homog?neo. N?o ? tarefa f?cil, mas como diria o grande mestre Paulo Freire, n?o ? imposs?vel, quando conjugamos princ?pios da equidade, da igualdade na diferen?a, da participa??o ativa, do respeito, da valoriza??o e considera??o do ?outro?, sujeito ?vido pelo conhecimento

    Introdu??o aos estudos da l?ngua brasileira de sinais

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    A L?ngua Brasileira de Sinais tem ganhado bastante visibilidade por meio da m?dia nesses ?ltimos anos. Atualmente, tem sido muito comum vermos sua utiliza??o em espa?os como universidades, escolas, shows, cultos religiosos, eventos acad?micos, lives e at? em programas televisivos. E juntamente a essas apari??es surgem muitas curiosidades a respeito dessa l?ngua e dos seus usu?rios. Nesse material, al?m das muitas curiosidades, abordaremos muitas quest?es conceituais, como por exemplo, a distin??o entre Surdo e Deficiente Auditivo e diversos mitos que giram em torno da l?ngua de sinais e do pr?prio surdo. Voc? conhecer? tamb?m a relev?ncia da l?ngua de sinais para os surdos, assim como o alfabeto manual usado na Libras e seus contextos de uso. Vamos ainda entender o percurso hist?rico da cria??o da l?ngua de sinais aqui no Brasil, a maior refer?ncia na institucionaliza??o da educa??o de surdos no pa?s e tamb?m o processo de reconhecimento da Libras

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