Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

Repositório Institucional - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
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    7524 research outputs found

    ODONTOLOGIA IMPLANTODONTIA Plano de Ensino 2022.2

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    Estudo das bases biológicas da osseointegração e dos fundamentos para a realização de diagnóstico e tratamento das perdas dentárias (edentulismos) através dos implantes osseointegráveis. Análise dos diversos tipos de guias utilizados em implantodontia. Análise de exames de imagem e sua relação/auxilio na seleção dos implantes. Análise da sequência de brocas para uma adequada instalação de implantes e avaliação dos diversos tipos de enxerto ósseo disponíveis para o aumento ósseo alveolar. Estudo da sequência clínica para a obtenção de próteses provisórias e finais sobre implantes e sua manutenção/proservação. Estudo de problematização (BrainStorm) sobre a interdisciplinaridade da implantodontia

    EDUCAÇÃO FÍSICA PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS FÍSICOS PARA GRUPOS ESPECIAIS Plano de Ensino 2022.2

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    Estudo dos aspectos clínicos das principais doenças crônico-degenerativas. Adaptações crônicas e agudas ao exercício. Parâmetros para o planejamento, prescrição, monitoramento e acompanhamento de exercícios físicos para manutenção e promoção da saúd

    Prevalência de transtornos do humor e ansiedade em pessoas com epilepsia uma revisão integrativa

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    SalvadorIntrodução: A epilepsia afeta cerca de 50 milhões de pessoas em todo o mundo. Ela é reconhecida como um grupo de doenças que possuem em comum crises epilépticas que recorrem na ausência de condição tóxico-metabólica ou febril e, também, associada a uma maior predisposição à comorbidades cognitivas e psiquiátricas. Embora os transtornos de humor e ansiedade ocorram com frequência nas pessoas com epilepsia e prejudiquem a qualidade de vida e os resultados do tratamento, os estudos atuais para investigar essas comorbidades permanecem com resultados insuficientes para a população com epilepsia nos países em desenvolvimento. Objetivos: Descrever a frequência de transtornos do humor e ansiedade e as características clínicas e sociodemográficas das pessoas com epilepsia que apresentam esses transtornos. Métodos: Revisão de literatura nas bases de dados EMBASE, LILACS, Psycinfo, Pubmed e Scielo, utilizando os descritores “Epilepsy”, “Mood Disorders”, “Anxiety Disorders”, “Prevalence” e “Cross-sectional studies” do MeSH, EMTREE, TheSaurus e DeCS. Foram incluídos estudos transversais originais publicados nos últimos 5 anos se estivessem em língua portuguesa e inglesa, e que avaliassem as comorbidades em indivíduos com epilepsia com idade igual ou superior a 18 anos com diagnóstico de epilepsia diante dos critérios da International League Against Epilepsy. Resultados: Nossa busca rastreou 3.054 artigos de bases de dados eletrônicas, os quais foram 3047 excluídos por publicação duplicada e por serem incompatíveis com o tema, devido aos critérios de elegibilidade. Os resultados encontrados dos diagnósticos psiquiátricos variaram entre 18% e 52.6%, para a prevalência dos Transtornos do Humor e 6.5% a 33.4%, para os Transtornos de Ansiedade. Conclusão: Essa revisão encontrou uma prevalência maior de transtornos de humor e ansiedade em pessoas com epilepsia. Dessa forma, os médicos responsáveis pelo atendimento de pessoas com epilepsia devem estar atentos ao aumento das chances de transtornos de humor e ansiedade para fazer a triagem adequada dos pacientes

    Espiritualidade, religiosidade e religião no cotidiano da formação médica: o que conhecimentos religiosos fazem com espaços acadêmicos?

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    Resumo: Este trabalho descreve perspectivas religiosas desenvolvidos dentro da formação em Medicina, em uma Escola Médica na cidade de Salvador. Para desenvolver tais descrições contextualizamos debates relativos ao tema no campo da saúde, narramos sobre vínculos institucionais que aproximam o tema à contextos de formação em saúde e anunciamos uma perspectiva sobre a religião, religiosidade ou espiritualidade. Qual seja, essas são categorias culturais, por isso seguem tecidas na vida cotidiana, numa configuração pensada como malha, implicando complexidades, tensionamentos, discursos, movimento. Tal ideia é demonstrada em quatro artigos, elaborados a partir do ancoramento etnográfico, quando estudantes e docentes de medicina contam suas relações com o tema, em aulas, contingências do dia ou posturas pretendidas. Tais descrições nos ajudam a elaborar ideias sobre o campo da saúde, relações com o conhecimento desenvolvida neste e a construção dos espaços de formação. Bem como a reflexão epistemológica das nossas próprias anunciações acerca do tema, na medida que questionamos como construímos noções de conhecimento

    O movimento antivacina e a aceitação vacinal frente à pandemia da covid-19 entre os anos de 2020 e 2022: uma revisão integrativa

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    SalvadorIntrodução: Em 1796 a primeira vacina contra a varíola foi desenvolvida pelo médico e cientista inglês Edward Jenner. Com o início da aplicação dos imunizantes, surgiu o movimento antivacina tendo como objetivo contestar essa nova descoberta científica e seus benefícios para a saúde da população. Com o passar das épocas esse movimento tem crescido e se fortalecido sobretudo nas últimas décadas. Mesmo diante da pandemia do SARS-CoV-2, com seu impacto devastador e milhares de mortes em todo o mundo, os antivaxxers ainda recorrem ao anticientificismo e ao negacionismo para influenciar a hesitação/rejeição vacinal, embora, a vacinação contra a COVID-19 tenha se mostrado eficiente na proteção da vida humana e no controle epidemiológico de uma doença de tamanha repercussão. Objetivo: Analisar a influência do movimento antivacina sobre a aceitação vacinal frente à pandemia da COVID-19 entre os anos de 2020 e 2022. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. As bases de dados utilizadas para a busca dos artigos foram PubMed/NCBI e MEDLINE/BVS, através dos operadores lógicos “COVID-19”, “Immunization” e “Anti-vaccine moviment”. A qualidade dos artigos foi analisada por meio dos instrumentos Mixed Methods Appraisal Tool- MMAT® e Standards for Reporting Qualitative Research- SRQR®. Os critérios de inclusão foram artigos científicos em formato eletrônico na íntegra, de acesso livre pela internet, publicados no período de janeiro de 2020 a junho de 2022, em periódicos nas línguas inglesa ou espanhola, de natureza qualitativa ou mista (estudos que utilizam métodos de pesquisa quantitativa e qualitativa), sem restrição quanto à faixa etária dos indivíduos utilizados nos estudos levantados. Resultados: A amostra foi constituída por 10 artigos, sendo 6 artigos de natureza qualitativo e 4 artigos mistos, possuindo publicações de diversos países. Após a análise foi observado que existe uma importante relação entre o movimento antivacina e as redes sociais, que são o principal instrumento de disseminação de teorias da conspiração contra os imunizantes, fato nitidamente notado durante a pandemia da COVID-19, assim como aspectos individuais dos sujeitos, sendo exemplo as experiências passadas com a imunização e a relação com os profissionais da área de saúde, além dos fatores socioculturais das diferentes sociedades. Considerações finais: Foi possível notar que a influência do movimento antivacina sobre a aceitação vacinal frente à pandemia da COVID-19 é um tema complexo e que está ligado a diversos fatores de âmbito individual e coletivo da sociedade, tendo as redes sociais como grande influenciadora na tomada de decisões dos indivíduos

    EDUCAÇÃO FÍSICA SAÚDE MENTAL E AUTOCUIDADO Plano de Ensino 2022.2

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    Estudos dos aspectos relacionados à saúde mental, com foco no bem-estar global do aluno como eixo central. Instrumentalização através de vivências/experimentações de técnicas que podem ser empregadas no autocuidado, assim como, aborda reflexões sobre a auto-observação e a capacidade de se relacionar com o outro

    Relação entre horas de sono e queda em idosos com idade 65 anos revisão sistemática

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    SalvadorIntrodução: O envelhecimento é responsável por diversas alterações nas distintas dimensões do sono, tornando-o menos profundo, mais fragmentado e de duração mais restrita quando comparado com cenários anteriores da vida adulta. O aumento da sonolência e cochilos diurnos estão frequentemente relacionados ao aumento da probabilidade de queda, o que pode levar a fraturas ósseas e aumento da taxa de mortalidade. Estudos mostram que à medida que a idade aumenta, o número de quedas aumenta. Não está claro se a duração do sono pode ser um mediador dessa relação. Objetivo: Avaliar a associação entre a duração do sono e o risco de queda em idosos. Metodologia: Foi realizada uma revisão sistemática entre 4 de fevereiro e 3 de abril de 2022, utilizando as palavras-chave: “sleep duration” AND “elderly” AND “falls” AND “actigraphy”. Foram utilizadas bases de dados eletrônicas e buscas manuais. Os critérios de inclusão foram: idosos de ambos os sexos com idade > 65 anos; presença de actigrafia para avaliar horas de sono; questionário para avaliar o risco de queda. Critérios de exclusão: estudos em animais, revisão de literatura, revisão sistemática, metanálises, cartas, resumos e anais de congressos. Resultados: Foram encontrados 639 estudos, dos quais 4 preencheram os critérios de elegibilidade. As amostras variaram de 874 a 3.101 participantes (total n = 8.008), com idades variando de 76,4 ± 5,5 a 83,5 ± 3,8 anos. Observou-se que 1142 participantes caíram. Esses indivíduos foram divididos em dois grupos de acordo com a duração objetiva do sono: 9 h. Swanson et al. 2021 encontraram uma tendência de maior percentual de quedas e fraturas nos idosos que dormem pouco, mas não houve associação estaticamente significativa. Conclusão: Este estudo fornece evidências que suportam a relação entre a duração do sono e a probabilidade de queda em idosos. Os resultados podem nortear condutas para assistência primária em saúde de idosos, cuidando dos algoritmos clínicos para a prevenção e tratamento dos distúrbios do sono

    ENFERMAGEM PRÁTICA EM SAÚDE DO ADULTO Plano de Ensino 2022.2

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    Estudo do ser humano adulto em sua integralidade, inserido no contexto social e no contínuo saúde-doença. Desenvolvimento de habilidades do cuidar, mediante ações de proteção, recuperação e promoção da saúde, nas áreas de clínica-médica e clínica-cirúrgica, tendo como norteador a sistematização da assistência de enfermagem

    ODONTOLOGIA CLÍNICA DO ADOLESCENTE Plano de Ensino 2022.1

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    Desenvolver habilidades e competências para a prática da odontologia integrada e humanizada, tendo por base o conhecimento da Psicologia e das Psicoterapias, que favoreçam a compreensão do ser humano nas suas diferentes dimensões, e de modo especifica, deste em relação ao binômio saúde-doença. Estudar temas teórico-clínicos referentes às diferentes fases da vida (adolescente) visando facilitar o desenvolvimento de atitudes, de habilidades e de competências necessárias ao atendimento das demandas específicas dos pacientes. Facilitar o desenvolvimento de consciência crítica, que permita ao aluno reconhecer que ele e o paciente, possuem diferentes níveis de experiências que interagem e influem nas relações interpessoais e na qualidade do tratamento.Aliado a isto, visa conhecer a doença cárie, defeitos estruturais dos dentes, sua reintegração ao sistema estomatognático, partindo do diagnóstico até a restauração final atingindo todas as etapas do tratamento, tais como: prevenção da doença cárie – manutenção da saúde bucal – estética dental: tratamento das lesões incipientes (fluorterapia, selamento); preparos cavitários e restaurações dentais para materiais restauradores plásticos (amálgama de prata, resina composta, cimento de ionômero de vidro); proteção do complexo dentina – polpa; clareamento dental; laser na dentística

    Perfil de mortalidade por valvopatias em indivíduos acima de 50 anos residentes do nordeste na última década

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    SalvadorIntrodução: As doenças cardiovasculares (DCVs) são a principal causa de mortalidade mundial. Dentre elas temos as doenças valvares cardíacas, que além de possuírem grande prevalência necessitam, por vezes, de intervenção. Epidemiologicamente, a doença valvar apresenta dois perfis distintos, degeneração calcifica em países desenvolvidos, e a cardiopatia reumática em países em desenvolvimento. A primeira comumente afeta indivíduos idosos, estando associado ao processo de senescência, enquanto a segunda é mais corriqueira em indivíduos jovens, apesar de ser encontrada em todas as idades. Há uma lacuna quanto à morbidade e mortalidade dessa condição em adultos e idosos em relação às valvopatias. O hiato se torna ainda maior no que se diz às informações no Nordeste, gerando uma preocupação quanto ao processo de rastreio e diagnóstico dessas doenças, e consequentemente seu tratamento nestas regiões. Objetivo: Descrever o perfil epidemiológico da mortalidade por valvopatias em pessoas acima de 50 anos nos últimos 10 anos no Nordeste. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, ecológico, que utilizou dados da plataforma TABNET (DATASUS), envolvendo o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) e o Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS). Os dados consistem em informações sobre a mortalidade por valvopatias em indivíduos acima de 50 anos residentes do Nordeste. Resultados: No período entre 2009 e 2019, no Nordeste, ocorreram 8899 óbitos por valvopatias em indivíduos acima dos 50 anos de idade. Destes, 55,3% do sexo feminino, com distribuição uniforme entre faixas etárias. A maioria de indivíduos que foram a óbitos por valvopatias eram pardos (51,6%). Outrossim, a maioria ocorreu em hospitais (81,5%), mas ainda com uma quantidade significativa de óbitos domiciliares (14,8%). Além disso, observou-se que o crescimento da mortalidade em alguns estados foi maior do que o a própria região, a exemplo de Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Piauí. Conclusão: Observou-se um aumento na taxa de mortalidade por valvopatias no Nordeste dentre as populações acima dos 50 anos. Há de se ressaltar a necessidade de um maior cuidado com as populações que demonstraram uma maior mortalidade, como indivíduos do sexo feminino e pardos

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