Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

Repositório Institucional - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
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    Características, distribuição e qualidade dos cursos de enfermagem no brasil em 2021

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    Introdução: A educação superior brasileira tem atravessado significativas mudanças desde o final do Século XX. Modificações que buscam atender as orientações de Organismos Multilaterais com o objetivo de tornar a educação superior brasileira acessível ao mercado internacional. Objetivo Geral: Analisar o panorama brasileiro dos cursos de graduação em Enfermagem, em 2021, considerando as políticas públicas educacionais, entre o período de 1996 a 2021. Objetivos Específicos: Caracterizar os cursos de graduação em Enfermagem ativos no Brasil na modalidade presencial e EAD, considerando as informações disponíveis no Cadastro e-MEC; Verificar a distribuição espacial dos cursos de graduação em Enfermagem brasileiros, na modalidade presencial e a distância, relacionando com o índice de Desenvolvimento Humano; Descrever a expansão e qualidade do ensino de graduação em Enfermagem na modalidade presencial e a distância, referenciado nos ciclos avaliativos do ENADE de 2004 a 2019. Metodologia: Trata-se de estudo documental, analítico, com abordagem quantitativa, fundamentado no referencial teórico do Materialismo Histórico Dialético. A coleta de dados foi realizada, no período de janeiro a junho de 2021, através da base de dados eletrônica do Cadastro e-MEC, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e do Instituto Nacional de Estudo e Pesquisa Anísio Teixeira. Análise de dados ocorreu por meio de estatística descritiva. A análise espacial foi desenvolvida por meio da técnica de geoprocessamento do Sistema Geodésico de Referências. Resultado: Foram analisados 1.117 cursos de graduação em Enfermagem presenciais e 07 EaD. Verificou-se forte desproporção na oferta de cursos e vagas nas modalidades presenciais e a distância. Hegemonia do financiamento privado no ensino superior em enfermagem. Oligopólios de mantenedoras promovidos através dos processos de fusão e aquisição. Concentração e sobreposição dos cursos em Enfermagem presenciais e a distância nas regiões metropolitas e litoral. Acelerada expansão dos cursos presenciais a partir de 1996 e dos EaD em 2016. Discreto crescimento da curva de qualidade dos cursos de enfermagem presenciais entre os ciclos avaliativos do ENADE 2004 e 2019. Conclusão: O panorama brasileiro dos cursos de graduação em Enfermagem, em 2021, reflete características mercadológicas, privatista e de oligopólios, convergente com a reforma educacional implementada no país, nas últimas décadas, a partir da promulgação de sucessivas políticas públicas, nortadas pelos princípios neoliberais

    PSICOLOGIA FUNDAMENTOS DE PSICOLOGIA Plano de Ensino 2022.1

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    Apresentação dos fundamentos históricos, científicos e filosóficos da diversidade teórica e tecnológica que caracteriza a psicologia enquanto prática social

    Prevalência dos fatores de risco perinatas entre crianças com transtorno do espectro do autismo e crianças com paralisia cerebral

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    Introdução: Uma combinação de fatores genéticos e ambientais contribui para a etiologia do transtorno do espectro autista (TEA). Fatores genéticos representam em torno de 35-40% da causalidade e 60-65% são fatores ambientais pré, peri e pós-natais. Alguns estudos demonstram uma frequência 2 a 4 vezes maior de TEA em crianças com paralisia cerebral. A sobreposição em achados comportamentais e motores entre essas duas condições pode indicar fatores de risco ou etiologias comuns. O objetivo foi testar a hipótese de que a prevalência dos fatores de risco perinatais em crianças com paralisia cerebral são diferentes em relação às crianças com TEA. Método: estudo clínico retrospectivo comparativo, baseado em dados secundários originários de dois bancos de dados. Resultados: A amostra final foi composta por 96 crianças com diagnóstico de TEA e 208 crianças com diagnóstico de PC. Uma proporção maior de crianças no grupo PC nasceu fora do prazo em relação ao grupo TEA (38,5% de PC foram pré-termo, em relação a 10,1% de TEA e 11% de PC foi pós-termo em relação a 7,1% de TEA). Baixo peso ao nascer (menor que 2,5 kg); convulsões e APGAR menor que 7 no 5º minuto tiveram frequência maior no grupo PC em relação ao grupo TEA: (40% x 60%); (72,13% X 4,21%); (93,75% x 24,79%), respectivamente. O uso de álcool na gestação foi mais frequente no grupo PC (37,61% x 3,57%). Discussão: Os resultados apontam para a existência de diferença estatisticamente significante na prevalência entre alguns fatores de risco pré, peri e neonatais entre os dois grupos: maior proporção de crianças do sexo masculino e de idade materna mais elevada no grupo de crianças com diagnóstico de TEA; maior proporção de prematuridade, crianças pós-termo, baixo peso ao nascer e tempo mais elevado de internamento em UTIN para as crianças com PC

    MEDICINA INTRODUÇÃO À URGÊNCIA E EMERGÊNCIA DA CRIANÇA Plano de Ensino 2022.1

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    Abordagem das principais condições de urgência/emergência da criança com ênfase no reconhecimento precoce da gravidade, tratamento adequado e segurança do paciente. Treinamento prático em ambiente de simulação. Discussão da importância da atuação interprofissional

    Vídeo Simulação

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    ENFERMAGEM BIOMORFOFUNCIONAL II Plano de Ensino 2022.1

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    Estudo dos conhecimentos básicos, de forma integrada, dos sistemas respiratório, digestório, endócrino, renal e reprodutor, conectando conteúdos referentes aos constituintes do corpo humano, suas bases celulares e mecanismos de ação molecular, com as interações morfológicas e funcionais, além do desenvolvimento do embrião e do feto humano

    Raça e medicina um olhar para a vivência de estudantes negros de medicina em uma instituição privada de ensino

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    SalvadorIntrodução: Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), mais da metade da população brasileira é negra e essa conjuntura não é a observada nas faculdades por conta das iniquidades raciais do período pós-colonial. O acesso do negro ao nível superior em instituições públicas de ensino é um desafio mesmo com a criação da lei das cotas em 2012 e, tratando-se do curso de medicina em instituições privadas, o acesso se torna ainda mais difícil. Diante do contexto, a vivência de estudantes negros em uma instituição privada de ensino no curso de medicina, é significativa, sendo importante ressaltar a maneira como se dá essa experiência de formação considerando como a raça, a classe social, o gênero, a sexualidade e as experiências de racismo acarretam nessa vivência. Objetivos: O presente estudo buscou compreender como os estudantes negros vivenciam a formação no curso de medicina em uma instituição privada de ensino. Metodologia: Este trabalho é um estudo qualitativo, primário, exploratório e transversal. O estudo foi realizado na Escola Bahiana de Medicina de Saúde Pública (EBMSP), uma escola de saúde privada e sem fins lucrativos com estudantes autodeclarados negros matriculados no curso de medicina em 2022 cursando do 3º ao 12º semestre. Os dados foram coletados por meio de uma entrevista semiestruturada. O método de coleta de dados foi o Bola de Neve. Resultados e Discussão: Foram entrevistados 9 estudantes autodeclarados negros do 5º ao 9º semestre, dos quais 6 são pretos e 3 pardos. As idades variaram de 21 a 25 anos, todos pertencem à classe média e têm, pelo menos, um dos pais com ensino superior completo. Todos os entrevistados se identificaram como cisgênero, sendo mulheres e heterossexuais a maioria (6). Os dados obtidos pelas entrevistas foram redigidos e analisados e deles emergiram 4 categorias:(1) A escolha de fazer medicina; (2), Ser um (a) estudante de medicina negro (a) em uma instituição privada de ensino, (3) Racismo e a faculdade de medicina privada e (4) Saúde mental do estudante de medicina negro dentro de uma instituição privada de ensino. Essas quatro categorias agrupam também subcategorias que tornaram possível uma melhor compreensão das nuances dos dados. Considerações finais: Ser uma pessoa negra em uma instituição privada de ensino e em um curso de maioria branca e elitizada, como a medicina, é difícil. No entanto, o maior desafio, é ser negro no Brasil. Por isso é importante enxergar a vivência do indivíduo no meio acadêmico considerando sua integralidade, valorizando sua identificação racial, sua sexualidade e seu contexto sociocultural, já que todos esses fatores o atravessam e são determinantes nessa experiência de formação que, para essas pessoas, de uma maneira especial, é uma forma de visibilidade, de resistência e representa um potencial transformador social

    BIOMEDICINA ANATOMIA TOPOGRÁFICA Plano de Ensino 2022.1

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    Anatomia básica, topográfica, planos de secção, patologias mais frequentes de interesse da bioimagem; e principais métodos de diagnóstico aplicáveis para a investigação de patologias em cabeça e pescoço, tórax, mama, abdome e pelve, músculo esquelético e sistema cardiovascular

    PSICOLOGIA NEUROCIÊNCIAS APLICADA À PSICOLOGIA II Plano de Ensino 2022.1

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    Estudo sobre o funcionamento dos sistemas neurofisiológicos e sua influência no comportamento e nas estruturas mentais

    EDUCAÇÃO FÍSICA MODALIDADES ESPORTIVAS III Plano de Ensino 2022.2

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    Estudo dos fundamentos históricos e processos pedagógicos-metodológicos de atividades físico-esportivas do voleibol, do basquetebol e do handebol

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