Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

Repositório Institucional - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
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    7524 research outputs found

    ODONTOLOGIA CTBMF Plano de Ensino 2022.2

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    Desenvolvimento do estudo teórico e prático da terapêutica cirúrgica de diversas alterações de desenvolvimento e patológicas do complexo buco-maxilo-facial, considerando seus fatores etiológicos, diagnóstico e tratamento. Visa capacitar o aluno a realizar a avaliação clínica e preparo do paciente cirúrgico, diagnóstico, planejamento e tratamento cirúrgico das condições patológicas buco-maxilo-faciais em nível de clínica e centro cirúrgico ambulatorial, associada a uma formação humanística, fundamentada em princípios de elevada moral e ética. Apresenta enfoque especial nos fundamentos da exodontia, salienta-se o manuseio e preparo do paciente, demonstrando os instrumentos e a maneira correta de utilizá-los. Leva o aluno a prestar atendimento integral ao paciente, valorizando o papel do Cirurgião-Dentista como profissional da área de saúde, com atenção à ação multiprofissional, interdisciplinar e transdisciplinar

    Modelos preditores diagnosticos e prognosticos em pacientes muito idosos com suspeita de sindromes coronarianas agudas

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    Ao longo dos últimos anos a expectativa de vida vem aumentando progressivamente e com isso um envelhecimento da população. A idade é um importante fator de risco para SCA, porém os pacientes muito idosos frequentemente são excluídos dos grandes estudos clínicos. Dessa forma, o objetivo dessa tese é contribuir para o entendimento das particularidades dos indivíduos muito idosos com SCA, com destaque para três aspectos mais específicos: I) Testar a hipótese de que idade avançada predispõe a manifestação mais atípica da SCA; II) Testar a hipótese de que o Escore GRACE mantém acurácia satisfatória na predição de óbito hospitalar quando aplicado a indivíduos octogenários e nonagenários com SCAs e III) Avaliar o impacto da idade como determinante de decisão médica invasiva ou conservadora no cenário de SCA sem supradesnível do segmento ST. Trata-se de estudo de coorte prospectiva realizada com coleta de dados baseada em entrevista e informações de prontuário. Utilizamos o Registro de Dor Torácica (RDT) para questões referentes ao diagnostico de SCA (objetivo I), no qual o critério de inclusão é qualquer individuo com 80 anos ou mais, admitido na unidade coronariana do Hospital São Rafael, com desconforto torácico agudo. Para os aspectos prognósticos e terapêuticos (objetivos II e III) utilizamos o Registro de Síndromes Coronarianas Agudas, RESCA, no qual os critérios de inclusão são pacientes com 80 anos ou mais, internados por desconforto torácico, de aparecimento em repouso ou de duração contínua, apresentada em até 48 horas antes da admissão, associado a pelo menos um dos seguintes critérios: alteração isquêmica do eletrocardiograma: inversão de onda T (≥ 1 mm), infradesnível dinâmico do segmento ST (≥ 0,5 mm) ou supradesnível do segmento ST; elevação de marcadores de necrose miocárdica (troponina T > percentil 99); doença arterial coronariana prévia: infarto documentado ou coronariografia prévia indicando obstrução coronária ≥ 70%. Na análise dos aspectos diagnósticos, a idade avançada não mostrou influência na tipicidade da apresentação clínica da dor torácica, já em relação ao prognostico, o Escore GRACE manteve sua acurácia satisfatória na população mais idosa com SCA e no que se refere às questões terapêuticas percebemos que a decisão de uma estratégia invasiva ou conservadora é modulada de acordo com a idade do paciente e que, de fato, há uma maior incidência de complicações relacionadas ao tratamento nesse grupo. Dessa forma, concluímos que na SCA, podemos usar as mesmas ferramentas diagnosticas e prognosticas independente da idade sem prejuízo em acurácia, porém é necessária uma reflexão mais criteriosa para tomada de decisão terapêutica nesse grupo tendo em vista o maior risco de complicações

    Associação entre a espessura da parede vesical e a presença de disfunção não neurogênica do trato urinário inferior em crianças e adolescentes

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    Introdução: A Disfunção do Trato Urinário Inferior (DTUI) é definida como a presença de sintomas do trato urinário inferior (STUI), na ausência de infecção urinária, alterações neurológicas e/ou anatômicas envolvendo a bexiga e uretra. Nesse contexto, sabe-se que algumas disfunções miccionais podem causar espessamento das paredes da bexiga. Objetivos: Associar a espessura da parede vesical com a frequência de STUI através do Dysfunctional Voiding Scoring System (DVSS). Métodos: Trata-se de um estudo transversal retrospectivo com dados de crianças e adolescentes com DTUI, idades entre 5 e 17 anos, e que foram atendidos no Centro de Distúrbios Miccionais na Infância (CEDIMI) no período de 2015 até 2019. Os dados referentes a intensidade sintomatológica foram coletados a partir do DVSS. As medidas da espessura da parede vesical foram obtidas através da realização de ultrassonografia, em que a bexiga se encontrava com 30-70% preenchida, e antes do paciente receber tratamento. Utilizou-se a correlação de Spearman e o teste de MannWhitney para analisar a associação entre as variáveis. Resultados: Um total de 112 crianças e adolescentes foram incluídas no estudo, sendo 55,35% do sexo feminino e uma média de idade de 8,5 + 3,19 anos. Cinco crianças apresentaram a parede vesical espessada (>3mm com a bexiga preenchida). Do total, 95 apresentaram urgência, 75 urge-incontinência, 57 perda sem urgência, 83 incontinência diurna, 21 micção infrequente, 49 polaciúria, 34 giggle, 29 incontinência aos esforços, 31 dificuldades miccionais, 29 noctúria e 89 enurese noturna. Notou-se uma associação entre a espessura e a idade da criança ou adolescente (p = 0,05), sendo essa uma correlação fraca (rs = 0,262). Apesar disso, não se constatou uma relação entre a espessura vesical e as seguintes variáveis: intensidade sintomatológica avaliada pelo DVSS (p = 0,463), DVSS urinário (p = 0,491) e critérios positivos do ROMA IV (p = 0,271). Conclusão: Constatou-se que não há relação entre a espessura da parede vesical e a presença de STUI em crianças e adolescentes com a espessura dentro dos parâmetros normais (<3mm). Mas, notou-se uma associação entre a espessura e a idade

    O significado para os internos de medicina acerca da espiritualidade e do processo do morrer

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    INTRODUÇÃO: O enfrentamento da morte é uma realidade que pode estar presente na rotina dos estudantes que estão indo para os hospitais, principalmente os internos. Tem sido descrito na literatura que o lidar com a morte convoca os estudantes a refletir sobre a vida e sobre a espiritualidade. OBJETIVO: Analisar o significado da espiritualidade e do processo de morte para os internos de medicina, identificando o que é espiritualidade e morte para esses estudantes e se esses se sentem preparados ao longo do curso para lidar com o processo espiritual de pacientes em fim de vida. MÉTODO: Trata-se de um estudo descritivo e exploratório, com abordagem qualitativa, realizado com 7 estudantes do 9º ao 12º semestre do curso de medicina da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, através da aplicação de uma entrevista semiestruturada realizada na plataforma Zoom.US. A análise dos dados foi realizada pela técnica de conteúdo de Bardin. RESULTADOS: Emergiram 5 categorias temáticas, no que se refere à Espiritualidade, (Espiritualidade, Espiritualidade x Saber Científico, Espiritualidade como Apoio, Preparo na Graduação, Papel do Médico na Espiritualidade) e quanto à Morte, 4 categorias (Mobilização Emocional do Profissional perante a Morte, Morte de Familiares, Morte Pessoal, Preparo na Graduação). A temática da religiosidade foi considerada mais importante quando se referia a pacientes em fim de vida. Ainda assim, quase metade das estudantes não se sentiam preparadas para lidar com questões espirituais em fim de vida. Além disso, a mobilização emocional em relação ao morrer foi presente nos relatos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Esse cenário demonstra que ainda se faz necessário capacitações e formações específicas para lidar com essa temática em sua prática profissional, para que possam enxergar as demandas de seus pacientes quando essa dimensão for o manto solicitado para acolher os sentimentos de finitude que o morrer convoca

    ENFERMAGEM PSICODINÂMICA DO CUIDAR Plano de Ensino 2022.2

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    O papel do enfermeiro na gestão do cuidado. A subjetividade na relação enfermeiro-equipe de saúde-paciente-família e suas implicações no processo do cuidar. Qualidade de vida no trabalho

    MEDICINA PATOLOGIA DOS SISTEMAS Plano de Ensino 2022.2

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    Métodos diagnósticos da patologia. Princípios de biossegurança em laboratório. Conhecimento e integração da anatomia patológica e da fisiopatologia com a clínica médica. Estudo e reconhecimento das patologias mais prevalentes na prática médica

    Principais fatores de risco pré-operatórios para o desenvolvimento de sepse pós-cirúrgica

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    SalvadorIntrodução: A ocorrência de infecções no período pós-operatório é uma situação relativamente comum e potencialmente grave. Nesses pacientes, a evolução para sepse é um desfecho que deve ser evitado, devido à grande mortalidade associada. O objetivo deste estudo é identificar os fatores de risco pré-operatórios associados ao desenvolvimento de sepse pós-cirúrgica. Métodos: Foi feita uma revisão sistemática de estudos observacionais de coorte encontrados na plataforma PubMed, publicados a partir de 2012. Foram extraídos dados referentes à incidência de sepse ou choque séptico, bem como variáveis clínicas associadas ao desenvolvimento de sepse. Resultados: 201 artigos foram encontrados a partir da busca literária, dos quais cinco foram selecionados para a análise final. Houve maior predominância de pacientes do sexo masculino, variando entre 51,6% e 81,1%. A média de idade dos pacientes entre os estudos foi de 54,2 anos. A incidência de sepse variou de 1,9% a 67,4%. Um dos estudos encontrou 24,6% de sepse entre pacientes que receberam transfusão sanguínea. Conclusão: Transfusão sanguínea no período pré-operatório foi associada a maiores incidências de sepse. Além disso, pacientes do sexo masculino apresentaram maior incidência de sepse pósoperatória, sugerindo risco aumentado nessa população

    EDUCAÇÃO FÍSICA TREINAMENTO DESPORTIVO Plano de Ensino 2022.1

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    Estudo teórico-prático do processo de treinamento desportivo competitivo e não-competitivo

    A prevalência do consumo abusivo do etanol em indivíduos de orientação não-heterossexual: uma revisão sistemática

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    SalvadorIntrodução: Pessoas não-heterossexuais estão dentre as mais negligenciadas como população exposta a estresses específicos, que tendem a uma maior probabilidade ao uso problemático de álcool. Objetivo: Revisar sistematicamente a literatura sobre a prevalência do uso abusivo do álcool em indivíduos de orientação não-heterossexual. Materiais e métodos: Trata-se de uma revisão sistemática que foi formulada conforme as recomendações sugeridas pelo PRISMA. Foram realizadas buscas no PubMed, Lilacs, ScienceDirect e SciELO, seguindo os critérios de inclusão e exclusão. Foi elaborado um banco de dados com a ferramenta Microsoft Office Excel. Os artigos selecionados foram submetidos a uma análise de qualidade, seguindo os questionários do Joanna Briggs Institute. Resultados: Em todos os estudos selecionados, mulheres lésbicas tiveram em torno de 37,1% do consumo abusivo de álcool, enquanto mulheres bissexuais apresentaram 32,7%, homens gays com 35,8% e homens bissexuais com 34,1%. Nos artigos incluídos, indivíduos de orientação não-heterossexual tiveram uma porcentagem geral de 35% de consumo nocivo por álcool, enquanto pessoas heterossexuais obtiveram 27,4% de ingestão prejudicial. Conclusão: Os achados mostram que indivíduos de orientação não-heterossexual apresentam uma alta prevalência do consumo abusivo de álcool comparado a indivíduos heterossexuais, como uma hipótese do enfrentamento a fatores socioambientais como estigmas e preconceitos presentes na sociedade a serem estudados. Dentre as minorias sexuais, foi observado um maior consumo abusivo de etanol em mulheres lésbicas, sendo mais evidente em mulheres jovens adultas

    Preditores da síndrome da apneia obstrutiva do sono em pacientes pós-covid-19: um estudo de corte transversal

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    Introdução: Desfechos da COVID-19 são agravados pela presença de comorbidades e o perfil do paciente com risco de evoluir com a forma grave da doença é homem, com idade entre 60 e 70 anos e obeso. Essas características são similares aos fatores de risco para o desenvolvimento da Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS). Suspeita-se que a SAOS pode contribuir potencialmente a gravidade da COVID-19, mas pouco se sabe sobre essa relação. Objetivos: Avaliar a prevalência de preditores da SAOS em pacientes pós COVID-19 grave. Métodos: Um estudo observacional, analítico, do tipo transversal. Os dados foram coletados através da aplicação dos questionários: Questionário de Berlim (QB), Stop-Bang e a Escala de Sonolência Excessiva Diurna de Epworth (ESS). Os dados coletados foram armazenados no software REDCap e analisados através IBM-SPSS (Statistical Package Social Sciences) versão 2.0. Resultados: Os preditores da SAOS são comuns na COVID-19, com prevalência do sexo masculino, idade > 55 anos, obesidade, hipertensão e diabetes. Dentre os pacientes internados em enfermaria, (53,3%) foram classificados como de risco alto para SAOS pelo Questionário Stop-Bang, (71,4%) pelo QB e (42,9%) pela ESS. Dentre os pacientes internados em UTI, 27 (44,3%) obtiveram risco alto no Questionário de Stop-Bang, 48 (48,7%) no QB e 31 (50,8%) na ESS. A análise estatística não encontrou associação entre a gravidade da fase aguda da doença com riscos de SAOS e sonolência diurna. Conclusão: O estudo sugere que a SAOS pode ser um fator de risco para mau prognóstico em pacientes com COVID-19

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