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    225 research outputs found

    A Universidade do Minho em tempos de pandemia: Tomo III: Projeções

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    Nesta obra reúnem-se cerca de meia centena de textos que retratam, a partir de diferente experiências, perspetivas e olhares disciplinares, a forma como a pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 foi sentida na Universidade do Minho, a primeira universidade portuguesa a ser atingida pelos seus efeitos, a partir de 7 de março de 2020. Os contributos aqui reunidos exprimem o modo como a comunidade académica se organizou para garantir o funcionamento da instituição e o cumprimento da sua missão, quer no âmbito do ensino, quer da investigação e da inovação, não dispensando uma necessária reflexão crítica sobre a nova realidade que se afirmou com a pandemia, o seu significado e os impactos da mesma na sociedade.Dado o elevado número e a diversidade dos contributos, a obra organiza-se em três volumes, que tentam dar resposta a três possíveis interrogações. Assim, o 1º volume, com o subtítulo de ‘Reflexões’, procura equacionar diferentes perspetivas em torno da questão: Mas o que é isto? Já o 2º volume, que recebe o subtítulo de ‘(Re)Ações’, corporiza um conjunto de textos que reflete as atuações em diferentes áreas da dimensão académica, elucidando quanto ao modo: Como reagimos? Finalmente, o 3º volume, que acusa o subtítulo de ‘Projeções’, dá expressão a uma inevitável pergunta: E agora? Pois, afinal, todos sabemos que isto não vai, nem pode, ficar tudo bem.Nesta obra reúnem-se cerca de meia centena de textos que retratam, a partir de diferente experiências, perspetivas e olhares disciplinares, a forma como a pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 foi sentida na Universidade do Minho, a primeira universidade portuguesa a ser atingida pelos seus efeitos, a partir de 7 de março de 2020. Os contributos aqui reunidos exprimem o modo como a comunidade académica se organizou para garantir o funcionamento da instituição e o cumprimento da sua missão, quer no âmbito do ensino, quer da investigação e da inovação, não dispensando uma necessária reflexão crítica sobre a nova realidade que se afirmou com a pandemia, o seu significado e os impactos da mesma na sociedade.Dado o elevado número e a diversidade dos contributos, a obra organiza-se em três volumes, que tentam dar resposta a três possíveis interrogações. Assim, o 1º volume, com o subtítulo de ‘Reflexões’, procura equacionar diferentes perspetivas em torno da questão: Mas o que é isto? Já o 2º volume, que recebe o subtítulo de ‘(Re)Ações’, corporiza um conjunto de textos que reflete as atuações em diferentes áreas da dimensão académica, elucidando quanto ao modo: Como reagimos? Finalmente, o 3º volume, que acusa o subtítulo de ‘Projeções’, dá expressão a uma inevitável pergunta: E agora? Pois, afinal, todos sabemos que isto não vai, nem pode, ficar tudo bem

    A Universidade do Minho em tempos de pandemia: Tomo II: (Re)Ações

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    Nesta obra reúnem-se cerca de meia centena de textos que retratam, a partir de diferente experiências, perspetivas e olhares disciplinares, a forma como a pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 foi sentida na Universidade do Minho, a primeira universidade portuguesa a ser atingida pelos seus efeitos, a partir de 7 de março de 2020. Os contributos aqui reunidos exprimem o modo como a comunidade académica se organizou para garantir o funcionamento da instituição e o cumprimento da sua missão, quer no âmbito do ensino, quer da investigação e da inovação, não dispensando uma necessária reflexão crítica sobre a nova realidade que se afirmou com a pandemia, o seu significado e os impactos da mesma na sociedade.Dado o elevado número e a diversidade dos contributos, a obra organiza-se em três volumes, que tentam dar resposta a três possíveis interrogações. Assim, o 1º volume, com o subtítulo de ‘Reflexões’, procura equacionar diferentes perspetivas em torno da questão: Mas o que é isto? Já o 2º volume, que recebe o subtítulo de ‘(Re)Ações’, corporiza um conjunto de textos que reflete as atuações em diferentes áreas da dimensão académica, elucidando quanto ao modo: Como reagimos? Finalmente, o 3º volume, que acusa o subtítulo de ‘Projeções’, dá expressão a uma inevitável pergunta: E agora? Pois, afinal, todos sabemos que isto não vai, nem pode, ficar tudo bem.Nesta obra reúnem-se cerca de meia centena de textos que retratam, a partir de diferente experiências, perspetivas e olhares disciplinares, a forma como a pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 foi sentida na Universidade do Minho, a primeira universidade portuguesa a ser atingida pelos seus efeitos, a partir de 7 de março de 2020. Os contributos aqui reunidos exprimem o modo como a comunidade académica se organizou para garantir o funcionamento da instituição e o cumprimento da sua missão, quer no âmbito do ensino, quer da investigação e da inovação, não dispensando uma necessária reflexão crítica sobre a nova realidade que se afirmou com a pandemia, o seu significado e os impactos da mesma na sociedade.Dado o elevado número e a diversidade dos contributos, a obra organiza-se em três volumes, que tentam dar resposta a três possíveis interrogações. Assim, o 1º volume, com o subtítulo de ‘Reflexões’, procura equacionar diferentes perspetivas em torno da questão: Mas o que é isto? Já o 2º volume, que recebe o subtítulo de ‘(Re)Ações’, corporiza um conjunto de textos que reflete as atuações em diferentes áreas da dimensão académica, elucidando quanto ao modo: Como reagimos? Finalmente, o 3º volume, que acusa o subtítulo de ‘Projeções’, dá expressão a uma inevitável pergunta: E agora? Pois, afinal, todos sabemos que isto não vai, nem pode, ficar tudo bem

    Esboço de uma geopoética e de uma antropologia literária do Minho

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    A paisagem, antes de ser uma representação artística criada por um pintor, por um escritor ou por um cineasta, é uma experiência estética – ou proto-estética – que nasce do modo como o olhar humano percepciona, configura, lê e interpreta uma determinada extensão da natureza. A paisagem, com efeito, antes de ser uma representação artística e uma experiência estética, é um lugar, é um espaço circunscrito que o olhar humano abarca e contempla e sobre o qual o sujeito desse olhar projecta a sua sensibilidade, o seu desejo, a sua experiência vital, o seu conhecimento do mundo e a sua memória cultural. Por outras palavras, a paisagem como experiência estética é uma construção complexamente dialógica, porque a natureza objecto desse olhar é em geral uma natureza transformada e replasmada pela civilização e pelo tempo histórico e porque essa natureza, como escreveu o filósofo genebrino H.F. Amiel, num passo célebre dos Fragments d’un journal intime, é “lida” através dum estado de alma e como um estado de alma

    Medicina à Cabeceira do Doente & Comunicação Clínica

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    O objetivo deste livro é criar um “guião" para o estudante de medicina, para o ajudar a tornar-se proficiente na ciência e na arte da Semiologia Médica. O livro é composto por quatro capítulos. O capítulo 1, "A Arte da Entrevista Clínica” fornece ao leitor uma visão da herança da comunicação clínica e da relevância da relação médico-doente. No capítulo 2 “Exame Físico de Screening” e no capítulo 3 “Exame Físico Completo” o estudante recebe um guia prático e sistematizado para duas abordagens, distintas, mas complementares, ao exame físico: uma mais curta e mais frequentemente aplicada e outra mais clássica e detalhada. O capítulo 4 “Algoritmos de Sistematização” agrega uma abordagem decisiva ao processo mental que cada clínico utiliza no processo de decisão clínica. E, com isto, pretendemos ajudar cada estudante a transformar-se num Médico. Uma nota de agradecimento a todos os que ao longo de vários anos integraram a equipa de docentes dos Laboratórios de Aptidões Clínicas da Escola de Medicina da Universidade e que são, de inteira justiça, os obreiros deste livro. Foi, é, e será sempre um privilégio trabalhar convosco. Nuno Sous

    A Economia do Esquecimento: rasgando o Estreito de Magalhães

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    Esquecer faz parte de nós. A capacidade limitada que temos em memorizar é um recurso que os diversos avanços da Medicina e das denominadas Neuro-Ciências vêm demonstrando como uma capacidade com limites. O ser humano tem uma paixão – que poderíamos denominar como um carinho quase obsessivo – por tudo o que é limitado, contingente, transitório, escasso. As razões para essa Paixão foram escrutinadas por autores diversos, desde os Clássicos Marco Aurélio, Hegel ou Stuart Mill até autores mais atuais como Turnbull (2007) e alguns destes argumentos serão revisitados neste ensaio. No entanto, existe uma Ciência Social focada na observação das decisões humanas em ambientes de escassez – a Economia - que desde Robbins é encarada como a Ciência da Escolha. A figura de Fernão de Magalhães tem sido invocada nestes 500 anos da sua liderança da primeira viagem de circum-navegação. No entanto, toda ela é um símbolo da Economia do Esquecimento – desde o próprio que quis esquecer a origem portuguesa até à origem portuguesa que durante séculos o tentou esquecer. No entanto, 500 anos depois dessa epopeia que uniu dezenas de nacionalidades à época e que contatou com pontos tão díspares no globo como além da Europa a América do Sul ou o Japão, vemos que tais tentativas de esquecimento não foram eficazes. E essa ineficácia deve levar-nos também a ponderar se tantas vezes o Esquecimento que criamos poderá alguma vez ser-nos benéfico, sobretudo o Esquecimento das Regiões de Portugal. Este ensaio foca uma escolha em particular – o Esquecimento que todos nós praticamos, sobretudo na esfera de determinadas realidades nacionais, nomeadamente certas regiões, certos cidadãos, certos espaços. Esquecemos ou desejamos esquecer os ambientes (as experiências) onde não fomos felizes ou onde fomos pouco felizes (como Joormann e Hertel, 2005 referem); esquecemos também aqueles cenários que geraram em nós percepções de infelicidade potencial (por exemplo, uma rua escura que atravessámos a correr em determinada noite de inverno); finalmente, esquecemos os ambientes onde receamos não poder ser felizes. Do parágrafo anterior, verificamos uma linha que autores como Stuart Mill ou Jeremy Bentham apelidam de “hedonista” – tomamos decisões porque queremos ser felizes, ter mais prazer no fim do que dor ou insatisfação. Esquecer ajuda-nos a ser felizes. Aliás, autores como Maia Trigueiro (2016) vêm falando de como a exposição permanente nas atualmente denominadas redes sociais de suporte digital é uma ameaça a esse “direito ao esquecimento” que crentes católicos esperam por exemplo do padre a quem se confessaram. No entanto, as redes sociais lembram pecados antigos, asneiras ditas quando depois não as teríamos querido dizer, poses e fotos que desejámos, no final… esquecer. Este ensaio é assim um contributo para uma discussão que se impõe – quer em termos positivos quer em termos normativos. Impõe-se em termos positivos pois a diversidade de estatísticas disponíveis revela a premência do problema por uma diversidade igualmente significativa de ângulos. O esquecimento a que espaços – geográficos, humanos e sociais – estão votados por franjas significativas de portugueses é uma evidência empírica que facilmente se provará nas páginas que se seguem. O contributo presente impõe-se em termos normativos porque não só os custos de concentração somados com os custos do esquecimento se tornam claros e emergem como necessitados de correção mas também porque os ‘esquecendos’ – isto é, aqueles que vão caindo no esquecimento de quem deles se deveria lembrar – acumulam dores, pobreza e perdas de desenvolvimento que raiam – em não poucos casos – a ofensa aos seus direitos elementares – como pessoas, como cidadãos e como seres humanos. Assim, este ensaio está estruturado em sete capítulos principais. Além deste introdutório, temos um segundo capítulo que evidenciará como um espaço específico de Portugal – a região tradicionalmente identificada com Trás-os-Montes e Alto Douro – está esquecida. Mostrar-se-á aí também como apesar de ser vítima de esquecimento, a região em causa não esquece o país. O terceiro capítulo discute Causas e Consequências do Esquecimento, começando pelas razões para o Esquecimento que cada um de nós tem e vai tendo em cada dia e ao longo dos dias e avançando para as razões principais para o Esquecimento de que a região é alvo; este capítulo termina listando as consequências do esquecimento aqui visado. O quarto capítulo procura ser profilático perante o problema denotado. Então, listam-se – mas também se criticam – os remédios para ‘fazer memória’. Como então se lerá, nem todos os remédios apregoados são bons, havendo maus remédios que inclusive – no final da aplicação – aprofundam ainda mais o esquecimento no lugar de o combaterem. No quinto capítulo, dissecam-se metodologicamente os que não esquecem, sobretudo os que gostam da sua região e os Emigrantes que por ela suspiram. O sexto capítulo disserta sobre os que passam pela região, sobre os que vão ficando nela e sobretudo sobre os que a guardam – os Senadores que são os mais velhos dos transmontanos e alto-durienses. Finalmente, o sétimo capítulo conclui.Esquecer faz parte de nós. A capacidade limitada que temos em memorizar é um recurso que os diversos avanços da Medicina e das denominadas Neuro-Ciências vêm demonstrando como uma capacidade com limites. O ser humano tem uma paixão – que poderíamos denominar como um carinho quase obsessivo – por tudo o que é limitado, contingente, transitório, escasso. As razões para essa Paixão foram escrutinadas por autores diversos, desde os Clássicos Marco Aurélio, Hegel ou Stuart Mill até autores mais atuais como Turnbull (2007) e alguns destes argumentos serão revisitados neste ensaio. No entanto, existe uma Ciência Social focada na observação das decisões humanas em ambientes de escassez – a Economia - que desde Robbins é encarada como a Ciência da Escolha. A figura de Fernão de Magalhães tem sido invocada nestes 500 anos da sua liderança da primeira viagem de circum-navegação. No entanto, toda ela é um símbolo da Economia do Esquecimento – desde o próprio que quis esquecer a origem portuguesa até à origem portuguesa que durante séculos o tentou esquecer. No entanto, 500 anos depois dessa epopeia que uniu dezenas de nacionalidades à época e que contatou com pontos tão díspares no globo como além da Europa a América do Sul ou o Japão, vemos que tais tentativas de esquecimento não foram eficazes. E essa ineficácia deve levar-nos também a ponderar se tantas vezes o Esquecimento que criamos poderá alguma vez ser-nos benéfico, sobretudo o Esquecimento das Regiões de Portugal. Este ensaio foca uma escolha em particular – o Esquecimento que todos nós praticamos, sobretudo na esfera de determinadas realidades nacionais, nomeadamente certas regiões, certos cidadãos, certos espaços. Esquecemos ou desejamos esquecer os ambientes (as experiências) onde não fomos felizes ou onde fomos pouco felizes (como Joormann e Hertel, 2005 referem); esquecemos também aqueles cenários que geraram em nós percepções de infelicidade potencial (por exemplo, uma rua escura que atravessámos a correr em determinada noite de inverno); finalmente, esquecemos os ambientes onde receamos não poder ser felizes. Do parágrafo anterior, verificamos uma linha que autores como Stuart Mill ou Jeremy Bentham apelidam de “hedonista” – tomamos decisões porque queremos ser felizes, ter mais prazer no fim do que dor ou insatisfação. Esquecer ajuda-nos a ser felizes. Aliás, autores como Maia Trigueiro (2016) vêm falando de como a exposição permanente nas atualmente denominadas redes sociais de suporte digital é uma ameaça a esse “direito ao esquecimento” que crentes católicos esperam por exemplo do padre a quem se confessaram. No entanto, as redes sociais lembram pecados antigos, asneiras ditas quando depois não as teríamos querido dizer, poses e fotos que desejámos, no final… esquecer. Este ensaio é assim um contributo para uma discussão que se impõe – quer em termos positivos quer em termos normativos. Impõe-se em termos positivos pois a diversidade de estatísticas disponíveis revela a premência do problema por uma diversidade igualmente significativa de ângulos. O esquecimento a que espaços – geográficos, humanos e sociais – estão votados por franjas significativas de portugueses é uma evidência empírica que facilmente se provará nas páginas que se seguem. O contributo presente impõe-se em termos normativos porque não só os custos de concentração somados com os custos do esquecimento se tornam claros e emergem como necessitados de correção mas também porque os ‘esquecendos’ – isto é, aqueles que vão caindo no esquecimento de quem deles se deveria lembrar – acumulam dores, pobreza e perdas de desenvolvimento que raiam – em não poucos casos – a ofensa aos seus direitos elementares – como pessoas, como cidadãos e como seres humanos. Assim, este ensaio está estruturado em sete capítulos principais. Além deste introdutório, temos um segundo capítulo que evidenciará como um espaço específico de Portugal – a região tradicionalmente identificada com Trás-os-Montes e Alto Douro – está esquecida. Mostrar-se-á aí também como apesar de ser vítima de esquecimento, a região em causa não esquece o país. O terceiro capítulo discute Causas e Consequências do Esquecimento, começando pelas razões para o Esquecimento que cada um de nós tem e vai tendo em cada dia e ao longo dos dias e avançando para as razões principais para o Esquecimento de que a região é alvo; este capítulo termina listando as consequências do esquecimento aqui visado. O quarto capítulo procura ser profilático perante o problema denotado. Então, listam-se – mas também se criticam – os remédios para ‘fazer memória’. Como então se lerá, nem todos os remédios apregoados são bons, havendo maus remédios que inclusive – no final da aplicação – aprofundam ainda mais o esquecimento no lugar de o combaterem. No quinto capítulo, dissecam-se metodologicamente os que não esquecem, sobretudo os que gostam da sua região e os Emigrantes que por ela suspiram. O sexto capítulo disserta sobre os que passam pela região, sobre os que vão ficando nela e sobretudo sobre os que a guardam – os Senadores que são os mais velhos dos transmontanos e alto-durienses. Finalmente, o sétimo capítulo conclui

    Cidadania Social e Economia: Reflexões sobre a Realidade Portuguesa

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    Durante cerca de dois anos – entre 2017 e 2018 – um grupo de Autores, a convite da Cidadania Social, escreveu livremente para o jornal Público sobre temas que se colocam à economia e à sociedade, designadamente o envelhecimento, o idadismo, a educação, o emprego, a saúde, a segurança social, a solidariedade, o território, a economia, as finanças públicas e o desenvolvimento sustentável, entre outros. Nestes textos são apresentados e identificados desafios com os quais a economia e a sociedade estão confrontadas no médio e no longo prazos, a que se juntam diagnósticos, ideias, reflexões e propostas de medidas políticas de grande atualidade. Com o rigor e o saber que lhes é reconhecido, os Autores simplificam e descodificam a escrita, procurando alargar a sua compreensão e interesse a um leque alargado de leitores. Foram ainda adicionados, num capítulo adicional, três textos recentes e um ensaio sobre a economia COVID-19, provavelmente um dos maiores desafios coletivos das gerações vivas em 2020, em Portugal e no Mundo.Com esta iniciativa, a Cidadania Social, a UMinho Editora e os Autores promovem mais uma oportunidade departilha de conhecimento e ideias e contribuem para sensibilizar a sociedade civil para assuntos que interessam e interferem no seu bem-estar coletivo.Durante cerca de dois anos – entre 2017 e 2018 – um grupo de Autores, a convite da Cidadania Social, escreveu livremente para o jornal Público sobre temas que se colocam à economia e à sociedade, designadamente o envelhecimento, o idadismo, a educação, o emprego, a saúde, a segurança social, a solidariedade, o território, a economia, as finanças públicas e o desenvolvimento sustentável, entre outros. Nestes textos são apresentados e identificados desafios com os quais a economia e a sociedade estão confrontadas no médio e no longo prazos, a que se juntam diagnósticos, ideias, reflexões e propostas de medidas políticas de grande atualidade. Com o rigor e o saber que lhes é reconhecido, os Autores simplificam e descodificam a escrita, procurando alargar a sua compreensão e interesse a um leque alargado de leitores. Foram ainda adicionados, num capítulo adicional, três textos recentes e um ensaio sobre a economia COVID-19, provavelmente um dos maiores desafios coletivos das gerações vivas em 2020, em Portugal e no Mundo.Com esta iniciativa, a Cidadania Social, a UMinho Editora e os Autores promovem mais uma oportunidade departilha de conhecimento e ideias e contribuem para sensibilizar a sociedade civil para assuntos que interessam e interferem no seu bem-estar coletivo

    Bracarenses na crise académica de 1969

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    Há 50 anos Coimbra viveu uma Crise Académica que abalou fortemente o regime de Salazar/Caetano e pôs em causa a universidade portuguesa Dez dos jovens estudantes bracarenses que nela participaram deixam neste livro o testemunho desse tempo singular que marcou decisivamente as suas vidas. Mas também na sociedade bracarense essa Crise teve reflexos, evidentes na exposição que os pais dos estudantes apresentaram ao Ministério da Educação e na carta com que os “Democratas de Braga” contestam com veemência a ausência de diálogo e a posição repressiva e violenta do Governo, documentos que aqui são integralmente reproduzidos. Ainda nesse âmbito foi amplamente divulgada pela D. G. da Associação Académica de Coimbra uma entrevista que o doutor Victor de Sá então expressamente concedeu sobre o ensino e a investigação histórica em Portugal, comentada pelo Professor Luís Reis Torgal da Universidade de Coimbra, contributos que muito valorizam esta obra. O livro foi organizado por José Viriato Capela e Henrique Barreto Nunes (também autores de textos introdutórios), da Comissão Executiva do Prémio Victor de Sá de História Contemporânea e inclui imagens da Secção Fotográfica da Associação Académica de Coimbra bem como desenhos humorísticos e comunicados então divulgados. A edição é da responsabilidade da UMinho Editora

    3rd Annual Meeting of the Portuguese Association of Energy Economics & 5th Meeting of Environmental and Energy Economics

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    Message from the Programme Committee Chair The 3rd Annual Conference of the Portuguese Association of Energy Economics – APEEN and the International Meeting on Energy and Environmental Economics – ME3 took place on the 18-19 October 2018 in Braga, Portugal. The event was hosted by the Universidade do Minho and gathered the contributions of specialists in Energy and Environmental Economics to enrich the debate about the many issues raised by the management of resources and waste. The main topic was Managing Resources and Waste: challenges for Energy and Environmental Economics beyond 2030.  ​Natural resources are the keystone in environmental and energy economics. Nowadays, resource management cannot ignore waste, traditionally seen as a by-product of consumption and production decisions, but increasingly recognized as a source of energy or as new type of resource ​The APEEN & ME3 joint conference had over 50 presentations from researchers from all over the world and lively discussions. Some of these presentations are summarized in the short papers compiled in this Book of Proceedings. We are grateful to have had the presence and contribution of the keynote speakers: Maria L. Loureiro (Universidade de Santiago de Compostela) and Martin Brocklehurst (Kempley Green Consultants). Their speeches challenged us now to think of new research and business opportunities beyond 2030. On behalf of the organizing committee, I thank our sponsor, LIPOR, and all presenters for their academic excellence and lively participation. Lígia Pinto, Universidade do Minho Conference website: http://apeen-me3.eeg.uminho.p

    Alan Turing: cientista universal

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    Este volume pretende contribuir para um reconhecimento mais alargado e informado de Alan Turing. Reúne um conjunto de reflexões sobre a figura, trabalho, legado e impacto do cientista, que se pretendem acessíveis a um público não-especialista

    As Nações Unidas: a sociedade internacional e os desafios da governança global

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    A ONU cumpriu 74 anos em 2019. Nestas sete décadas, a ONU acumulou numerosas funções, não se dedicando apenas a garantir a paz e a evitar os conflitos. Desenvolveu também projetos importantes em áreas tão diversas como a educação, a saúde, a cultura, a proteção do ambiente e dos Direitos Humanos, a proteção da infância, o combate à pobreza e as ações humanitárias. Este livro oferece uma visão geral sobre a missão, o funcionamento e as atividades das Nações Unidas nas suas várias facetas e sobre a sua capacidade de dar respostas aos desafios da governança global no séc. XXI

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