Revistas da URI Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai
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QUEBRANDO O TABU: A REALIZAÇÃO DE UM WORKSHOP SOBRE PREVENÇÃO DO SUICÍDIO
O suicídio sempre esteve presente ao longo da história humana, o mesmo possui determinantes multifatoriais e se resulta de uma complexa interação de fatores sociais, psicológicos e biológicos. Atualmente vemos no Brasil um crescente aumento dos números de suicídio, prova disso são os 5.178.450 de Anos Potenciais de Vida Perdidos nas últimas duas décadas em decorrência deste. Ante ao supracitado, a Liga Acadêmica de Saúde Mental Nise da Silveira (LANS), realizou o Workshop: Prevenção do Suicídio. O Workshop foi realizado no primeiro semestre de 2017 e contou com 15 participantes, dentre estes estavam enfermeiros e discentes de enfermagem. Percebeu-se a sensibilização dos participantes do Workshop com a temática, sobretudo pelo compartilhamento de relatos e vivências. Por fim, destacamos que o suicídio pode ser prevenido, queremos então, por meio do presente incentivar profissionais e futuros profissionais a entenderem que podem atuar, colaborando para que as outras pessoas enxerguem as múltiplas maneiras de viver, ampliando suas possibilidades existenciais, no sentido de refletir que a morte não é a única saída para a dor e desespero humano
ANÁLISE DA CONCENTRAÇÃO EXTRACELULAR DOS NUCLEOTÍDEOS DA ADENINA DE INDIVÍDUOS SUBMETIDOS AO EXERCÍCIO DE FORÇA
Introdução: O sistema purinérgico é um sistema de sinalização extracelular que influencia processos fisiológicos e patológicos. O exercício de força promove adaptações sendo sugerido como recurso terapêutico em algumas patologias crônicas. Dados apontam uma possível influência do exercício sobre o sistema, porém as bases bioquímicas desse processo ainda não estão muito bem compreendidas. Objetivos: Verificar o efeito de uma sessão de exercício de força sobre a hidrólise extracelular dos nucleotídeos da adenina no plasma sanguíneo de indivíduos adultos jovens sedentários. Métodos: Indivíduos sem patologia prévia foram selecionados, os mesmos foram avaliados, responderam ao questionário e submetidos ao teste de 1RM. Sete dias após a avaliação, realizaram o protocolo consistindo em 7 exercícios de força a 85% de seu 1RM. Amostras sanguínea foram coletadas pré e pós-exercício. O plasma sanguíneo foi separado e a atividade enzimática foi avaliada pela liberação de fosfato inorgânico (Pi). Resultados: Onze indivíduos com idade: 22,27±2,49 anos; estatura: 1,75±0,05 m; IMC: 24,5±3,97 kg/m² e somatório de dobras: 135,63±47,24 mm. A hidrólise da adenosina 5’-difosfato (ADP), adenosina 5’monofosfato (AMP) e p-nitrofenil 5’-timinidina monofosfato (p-Nph-5’-TMP), mostraram-se diminuídas significativamente pós protocolo de exercício e adenosina 5’-trifosfato (ATP) diminuiu pós exercício. Conclusão: Resultados demonstram de forma inédita uma modificação do exercício de força sobre a hidrólise de ATP, ADP, AMP e atividade enzimática de p-Nph-5’-TMP após exercício de força, indagando o papel do exercício como modulador do sistema purinérgico, como já vem sendo descrito na literatura. Mais estudos são necessários para melhor compreensão das ações do exercício físico na sinalização purinérgica. Introdução: O sistema purinérgico é um sistema de sinalização extracelular que influencia processos fisiológicos e patológicos. O exercício de força promove adaptações sendo sugerido como recurso terapêutico em algumas patologias crônicas. Dados apontam uma possível influência do exercício sobre o sistema, porém as bases bioquímicas desse processo ainda não estão muito bem compreendidas. Objetivos: Verificar o efeito de uma sessão de exercício de força sobre a hidrólise extracelular dos nucleotídeos da adenina no plasma sanguíneo de indivíduos adultos jovens sedentários. Métodos: Indivíduos sem patologia prévia foram selecionados, os mesmos foram avaliados, responderam ao questionário e submetidos ao teste de 1RM. Sete dias após a avaliação, realizaram o protocolo consistindo em 7 exercícios de força a 85% de seu 1RM. Amostras sanguínea foram coletadas pré e pós-exercício. O plasma sanguíneo foi separado e a atividade enzimática foi avaliada pela liberação de fosfato inorgânico (Pi). Resultados: Onze indivíduos com idade: 22,27±2,49 anos; estatura: 1,75±0,05 m; IMC: 24,5±3,97 kg/m² e somatório de dobras: 135,63±47,24 mm. A hidrólise da adenosina 5’-difosfato (ADP), adenosina 5’monofosfato (AMP) e p-nitrofenil 5’-timinidina monofosfato (p-Nph-5’-TMP), mostraram-se diminuídas significativamente pós protocolo de exercício e adenosina 5’-trifosfato (ATP) diminuiu pós exercício. Conclusão: Resultados demonstram de forma inédita uma modificação do exercício de força sobre a hidrólise de ATP, ADP, AMP e atividade enzimática de p-Nph-5’-TMP após exercício de força, indagando o papel do exercício como modulador do sistema purinérgico, como já vem sendo descrito na literatura. Mais estudos são necessários para melhor compreensão das ações do exercício físico na sinalização purinérgica