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A IMPORTÂNCIA DA EQUOTERAPIA NO DESENVOLVIMENTO NEUROPSICOMOTOR DA CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
RESUMO: O presente estudo tem como principal objetivo abordar a importância da equoterapia no desenvolvimento neuropsicomotor da criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Para isto, foi utilizada revisão de literatura, através de buscas em artigos científicos, indexados nos bancos de dados eletrônicos, apostilas e livros didáticos resgatando conceitos sobre o (TEA), sendo um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por comportamentos estereotipados, cujo as principais características são déficit na interação social, comunicação e linguagem ou seja dificuldades na habilidade sócio comunicativa. Por ser um transtorno comportamental, sem etiologia comprovada, manifestando-se antes dos 3 anos de idade, geralmente é acompanhado de atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. Assim, temos como terapia auxiliar a Equoterapia com um papel fundamental como terapia coadjuvante, atuando como suporte importante para estimulação das crianças com TEA. Tal terapia visa melhorar diversos aspectos do desenvolvimento influenciando de forma positiva devido ao movimento tridimensional transmitido através do passo do cavalo, da sua função cinesioterapêutica, das características do animal utilizado e do ambiente em que é realizado. Assim estimula-se no praticante melhora na conscientização corporal, coordenação motora, equilíbrio, ajuste do tônus, estimulação proprioceptiva, relaxamento, melhora da memória e concentração, ganho de independência, melhora na utilização de linguagem e da socialização. Conclui-se então que a equoterapia promove inúmeros benefícios para o praticante com TEA, obtendo uma melhora significativa na qualidade de vida deles bem como de seu desenvolvimento neuropsicomotor, através da junção que engloba corpo/mente/cognitivo na mesma terapia, além de todo prazer da atividade ao ar livre, trazendo sensações únicas a cada praticante.
Palavras-chave: Desenvolvimento Neuropsicomotor. Equoterapia. Transtorno do Espectro Autista
PSICOLOGIA DO TRABALHO NO CONTEXTO DE UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE:: RELATO DE EXPERIÊNCIA EM ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Neste artigo, descrevemos uma experiência de estágio em psicologia organizacional e do trabalho, realizada nas dependências de uma Unidade Básica de Saúde, no município de Campo Mourão-PR. Este estágio supervisionado é componente curricular obrigatório, do curso de psicologia, da Faculdade UNICAMPO. Foi desenvolvido durante o segundo semestre de 2020, abarcando as seguintes práticas: entrevistas semi-estruturadas, diagnóstico organizacional, observações e intervenções grupais. Os resultados evidenciaram a necessidade da inserção da psicologia no campo trabalho, principalmente, no que tange as questões de saúde mental das trabalhadoras da UBS, frente ao contexto pandêmico
CONSIDERAÇÕES SOBRE O ENVELHECIMENTO, AS DEMÊNCIAS E AS ESTIMULAÇÕES COGNITIVAS
RESUMO: O presente artigo tem por objetivo refletir sobre o envelhecimento, as demências e estimulações cognitivas na atualidade. Para tanto foi realizada pesquisa de revisão narrativa de literatura em bases de dados científicos como Scielo, Pepsic e Google acadêmico nos últimos 20anos. O envelhecimento humano pode ser descrito em duas formas, a senescência, que ocorre após o envelhecimento das células, comum do decorrer do tempo sem muita variabilidade, ou seja, não compromete de forma significativa o estado físico, mental e social, os indivíduos continuam exercendo suas tarefas diárias sem maiores dificuldades. É importante relatar que envelhecer não é sinônimo de doença. O termo demência é utilizado para uso comum de entendimento entre médico e paciente ou para descrever demências degenerativas que acometem idosos, porém, no DSM-5 está incluso nos Transtornos Neurocognitivos (TNC) que representam prejuízos secundários, lesões cerebrais traumáticas ou a infecção causada pelo HIV. Considera-se que o uso sistemático e aplicabilidade de técnicas específicas para a estimulação cognitiva, visam promover a saúde e contribuir para a autonomia dos indivíduos agregando aos benefícios sociais, individuais e familiares.
Palavras-chave: Envelhecimento; Cognição; Demências; Neuropsicologia
USO DO PROTOCOLO FISIOTERAPÊUTICO DA REABILITAÇÃO CARDÍACA FASE I APÓS INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO:: Revisão de literatura
O Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) é reconhecido por interromper parcialmente ou todo o fluxo sanguíneo por um tempo considerável, causando assim necrose e morte tecidual por hipóxia. É a principal doença, entre as Doenças Cardiovasculares (DCV), que atinge grande parte da população brasileira. A reabilitação cardiovascular na fase 1 deve ser iniciada assim que o paciente esteja clinicamente estável, pois permite aos cardiopatas retornar o quanto antes à suas atividades de vida diária, além de melhorar a capacidade cardiorrespiratória, reduzir a mortalidade e impacto nas internações. Objetivo: descrever o uso do protocolo fisioterapêutico da reabilitação cardíaca fase I após infarto agudo do miocárdio, identificando o tempo de intervenção e o tempo de iniciar a RCV supervisionada, como e quais exercícios utilizar na fase hospitalar. Método: trata-se de uma pesquisa bibliográfica desenvolvida no período de novembro de 2021 utilizando como base de pesquisa o Scielo Brasil, Pedro e Google Acadêmico. Resultados: Foram encontrados 113 artigos, dos quais foram selecionados 10 que adotavam aos critérios de inclusão que estavam em língua portuguesa e que abordassem a fase I da reabilitação pós IAM. Conclusão: A atuação da fisioterapia na reabilitação cardíaca após o Infarto Agudo do Miocárdio promove a recuperação global do paciente. O protocolo da fase I previne os efeitos deletérios do leito, promove aumento da capacidade funcional, melhorando a qualidade de vida e fazendo com que o paciente retorne vida ativa brevemente
RELATO DE CASO DA REABILITAÇÃO NO PÓS OPERATÓRIO DE UM CÃO ACOMETIDO POR HÉRNIA DE DISCO
A doença do disco intervertebral é uma enfermidade que atinge cães de todas as raças, sexo e idade. Normalmente, animais que são acometidos por essa doença apresentam imobilidade, dificuldade em movimentar as patas traseiras e muitas vezes o animal não consegue deambular corretamente. Este fenômeno ocorre quando o material discal sai do canal medular por forma de extrusão (Hansen tipo I) ou acontece uma protrusão (Hansen tipo II), quando o material se distende através de uma compressão da medula espinhal. Após o diagnóstico da hérnia discal, o paciente seguirá um tratamento conservativo ou cirúrgico. Em casos de necessidade operatória, após a cirurgia, vem-se averiguando a necessidade de reabilitar e tratar os animais com a fisioterapia e seus métodos de tratamento não medicamentosos que visam acelerar a recuperação de forma indolor e segura, promovendo maior bem-estar ao paciente. Desta forma, este trabalho busca relatar o caso de uma cadela em pós-operatório de hérnia de disco que foi submetida a reabilitação animal e fisioterapia e obteve um resultado positivo no seu tratamento por meio de técnicas de acupuntura e eletroacupuntura, eletroterapia, laser terapêutico, ozonioterapia, cinesioterapia e hidroterapia
A LUTA DAS MULHERES NEGRAS PELA SOBREVIVÊNCIA E AS BARREIRAS CRIADAS EM TEMPOS DE CRISES SANITÁRIAS NO BRASIL
O estudo discute a intensificação da violação da vida da mulher negra, especialmente durante crises sanitárias, como a tríplice epidemia (Zika, Dengue e Chikungunya), e a pandemia do Covid-19, evidenciando que a estrutura colonialista presente na sociedade brasileira as coloca em condição precária, dificultando a efetivação de direitos fundamentais. Para tanto, abordou-se a manutenção da lógica de desvalorização das vidas negras, em razão da herança escravista do Brasil, passando à análise das violações do direito à saúde durante a tríplice epidemia, bem como a manutenção da lógica de hipervulnerabilidade das negras no cenário da pandemia de Covid-19. Por fim, indica a falta de atuação e responsabilização do Estado em relação às negras, especialmente em momentos de crises sanitárias, considerando os deveres impostos pela Constituição Republicana de 1988. O trabalho foi produzido utilizando método indutivo, contemplando revisão bibliográfica
A TEORIA DA PERDA DE UMA CHANCE APLICADA PELOS TRIBUNAIS BRASILEIROS NOS CASOS DE RESPONSABILIDADE CIVIL DO ADVOGADO
O presente artigo consiste em verificar se a teoria da perda de uma chance é passível de ser aplicada nos casos de responsabilidade civil por parte do advogado levando em consideração os julgados proferidos pelos tribunais pátrios. Para tanto, em um primeiro momento far-se-á uma breve apresentação da teoria da perda de uma chance, após, será tratado especificamente da responsabilidade civil do advogado, com a posterior análise da aplicabilidade da perda de uma chance pelos tribunais brasileiros nos casos em que este ocasiona algum dano a seu cliente em razão de sua desídia profissional. O método adotado é o dedutivo, partindo da relação entre a doutrina, a legislação pertinente e, posteriormente, a jurisprudência no que se refere à aplicabilidade da teoria da perda de uma chance nas questões que envolvem a responsabilidade civil por parte do advogado
REFLEXÕES SOBRE A DOR, O MAL- ESTAR E A PATOLOGIZAÇÃO DA NORMALIDADE CONTEMPORÂNEA
RESUMO: Este texto discute um tema pertinente e atual sobre a patologização na modernidade, assim como explorar e compreender as configurações de angústias psíquicas da clínica atual no contexto contemporâneo. Discutir o adverso quadro cultural contemporâneo no qual a subjetividade é ignorada do campo da psiquiatria, problematizando assim o risco de vertentes unicamente organicistas e reducionistas. A contemporaneidade nas suas formas de apresentação, nos faz levantar discussões tão relevantes e ao mesmo tempo tão delicadas por se tratar de um tempo não transcorrido ou fugido, mas de um momento que é evidente e marcadamente o nosso. Freud pode ser a abertura em termos de trabalho que fundou os termos de sofrimento psíquico, falando da histeria como uma forma de sofrer na psicanálise. Essa descoberta aconteceu primeiramente em mulheres, que sofriam com dores no corpo e foram descobertas por Freud, que eram palavras abafadas, um sofrimento que aparecia como dor, porém que não tinham nenhuma causa orgânica.
Palavras-chave: contemporaneidade; patologização; subjetividade
AVALIAÇÃO DA ACEITABILIDADE E VALOR NUTRICIONAL DE UM HAMBURGUER DESENVOLVIDO À BASE DE PLANTAS (PLANT BASED)
O consumo atual de produtos de origem animal advindos da agropecuária é extremamente exacerbado, acarretando consequências irreversíveis em relação aos impactos ambientais, em termos de emissão de gases do efeito estufa, gasto hídrico acentuado e mobilização reativa de nitrogênio, o que é o extremo oposto da grande maioria dos alimentos à base de plantas. Diante desta premissa, uma parcela da sociedade demonstra conscientização a respeito das causas e efeitos provocados por uma alimentação onívora, e consequentemente, indivíduos vêm considerando cada vez mais uma alimentação que se abstêm o consumo da carne. Em paralelo a isso, houve tanto nos EUA quanto no Brasil um aumento expressivo no número de produtos alimentícios destinados ao público vegetariano e vegano com um faturamento de aproximadamente 3,1 bilhões de dólares. Perante essa tendência de mercado o estudo teve como objetivo o desenvolvimento de um hambúrguer plant based, cujos principais ingredientes foram a lentilha, o feijão, farinha de aveia e a ora-pro-nóbis. A avaliação da aceitabilidade do produto foi de acordo com a análise sensorial, tendo sido utilizado como parâmetro a escala hedônica estruturada de nove pontos. A pesquisa obteve aprovação percentual de 90% e somente 10% de desaprovação. Assim sendo, é destacado o crescente aumento na diversificação de novos produtos alimentícios voltados para o público vegetariano e vegano, caracterizando dessa forma a importância de novos alimentos no mercado voltados para esse público que busca uma alimentação mais saudável e com baixo impacto ambiental.
 
AVALIAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE AUTOMEDICAÇÃO NA ANTIBIOTICOTERAPIA ENTRE ACADÊMICOS DOS CURSOS DE FARMÁCIA E ENFERMAGEM DO CENTRO UNIVERSITÁRIO VALE DO IGUAÇU – UNIGUAÇU
Fármacos antimicrobianos são compostos naturais ou sintéticos que são propícios para inibir o crescimento ou causar a morte de bactérias. Os efeitos dos antimicrobianos estão sendo comprometidos pelo rápido escalonamento das resistências bacterianas, sendo considerado um grande problema. O foco desse problema é o uso irracional de antimicrobianos associado a automedicação. Automedicação é o uso de medicamentos sem nenhuma intervenção médica ou por outro profissional habilitado, nem no diagnóstico, nem na prescrição e nem no acompanhamento do tratamento. O propósito do estudo foi realizar uma abordagem em relação à antibioticoterapia adotada por acadêmicos dos cursos de Farmácia e Enfermagem, verificando possíveis casos de automedicação e descuidos que podem estar ocorrendo, podendo prejudicar a qualidade de vida dos mesmos. Sendo que a automedicação entre os alunos da área da saúde pode se tornar maior pelo fato de apresentarem conhecimentos sobre os medicamentos. O instrumento utilizado para a coleta de dados foi realizado através de um questionário referente à automedicação, aplicado aos acadêmicos. Através dos questionários foi possível obter 178 participações, e através do estudo observou-se que 33% dos acadêmicos utilizam antimicrobianos sem uma prescrição médica e 18% as vezes utilizam, havendo também 36,5% de indicação de antimicrobianos para pessoas próximas e conhecidas. Apenas 11,8% dos acadêmicos realizam Teste de Sensibilidade a Antimicrobianos quando se faz necessário o uso destes fármacos. Os acadêmicos foram questionados em relação ao conhecimento das interações medicamentosas entre os antimicrobianos e outras medicações e seus efeitos adversos, 61,2% tem conhecimento acerca das interações e 64% afirma ter conhecimento a respeito dos efeitos adversos. Dos entrevistados 86% respeitam os horários do tratamento e 55,6% afirmam já terem interrompido o tratamento antes do prazo. Dos 178 acadêmicos entrevistados, 117 relatam que seus conhecimentos acerca da antibioticoterapia são através das disciplinas cursadas e 79 através da experiência profissional, sendo 35% dos acadêmicos de Farmácia e 21% dos acadêmicos de Enfermagem já se encontram em seu âmbito profissional totalizando 56%. Estes resultados destacam a necessidade da conscientização dos próprios acadêmicos, visando reduzir a prevalência das práticas de automedicação inconsciente, favorecendo o uso racional de medicamentos, de modo que tal prática consciente estenda-se para a atuação profissional dos mesmos