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    UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE A ARGUMENTAÇÃO NO LIVRO “A CONQUISTA DA MATEMÁTICA” RELATIVA ÀS IDEIAS INTUITIVAS DA GEOMETRIA

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    Neste trabalho, procedemos a uma análise da parte inicial do conteúdo geométrico (ponto, reta e plano) contido no livro didático “A Conquista da Matemática, 6° Ano, Giovanni Jr. e Castrucci (2009)”, fundamentada no conceito de argumentação proposto por Toulmin (2006). A análise desta proposta argumentativa também é fundamentada em outras referências, como Rezende (2010), Velasco (2009), Sales (2011) e Carmo e Carvalho (2012). Ao realizar este trabalho, ficou perceptível a necessidade de trabalhar com outras noções, como foi o caso dos conceitos de transposição didática (NEVES; BARROS, 2011), livro didático (MACHADO, 2012), entre outros, com vistas a obter dados particulares relativos à abordagem dos conteúdos de ponto, reta e plano, no livro, que pudessem ser úteis para a utilização deste em sala de aula. A partir desse estudo, encontramos um conjunto de aspectos que nos possibilitaram refletir sobre estratégias de abordagens argumentativas mais eficazes para o processo de ensino

    ARTICULAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES MATEMÁTICAS PARA O ENSINO BÁSICO: o caso do Teorema de Tales

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    Neste artigo, iniciamos por analisar as indicações curriculares brasileiras e as organizações matemáticas presentes nos livros didáticos e assumidas pelos professores na elaboração de suas organizações didáticas objetivando verificar a problemática do isolamento temático e da monumentalização dos conteúdos matemáticos propostos para o ensino básico brasileiro. Com o propósito de enfrentar esta problemática constituímos um sistema didático na concepção de um percurso de estudos e pesquisas, nos termos propostos por Yves Chevallard na Teoria Antropológica do Didático. Neste percurso de pesquisas realizamos um estudo histórico e epistemológico do tema Teorema de Tales o qual revelou a potencialidade que este tema tem de articular e justificar outros temas, setores e áreas propostos para o estudo no ensino básico. Esta potencialidade permite que este tema seja eleito como tarefa/tema fundamental na constituição de organizações matemáticas/didáticas, bem como nos aponta a necessidade de elaboração de um Modelo Epistemológico de Referência que nos permita analisar e desenvolver organizações matemáticas que propicie um fazer matemático interconectado e inteligível

    UMA ANÁLISE DO CONTEÚDO DE ESTATÍSTICA EM UM LIVRO DIDÁTICO

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    Este estudo tem como objetivo analisar se o que é proposto pelo autor de um livro didático de Matemática, quanto ao assunto de Estatística, está de acordo com o Guia do Livro Didático 2012. Para isso, foi feito um estudo de caso do volume 3 da coleção Matemática: contexto e aplicações. Foi apresentado o livro didático com seus capítulos e seções; como se divide o manual do professor e, por fim, feita uma comparação das categorias Programa Nacional do Livro Didático para o Ensino Médio – Matemática com o manual do professor sobre os assuntos de Estatística. O livro é bem estruturado e basicamente está de acordo com as recomendações do guia, devendo explicitar no manual do professor e no livro, sugestões de recursos tecnológicos e explanar sobre como elaborar uma pesquisa científica

    ESTUDO DOS TRIÂNGULOS SOB A PERSPECTIVA DA TEORIA ANTROPOLÓGICA DO DIDÁTICO: UMA ANALISE DO LIVRO DIDÁTICO “A CONQUISTA DA MATEMÁTICA"

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    Este trabalho é fruto de uma investigação sobre a abordagem do conceito de Triângulos e de suas representações no livro didático “A Conquista da Matemática” (GIOVANNI Jr.; CASTRUCCI, 2009), volume do 8º ano do Ensino Fundamental; que fora realizada como Trabalho de Conclusão de Curso. Para a análise foram identificados os elementos que instituem a organização didática referente ao estudo de Triângulos, à luz da Teoria Antropológica do Didático (TAD), por meio da praxeologia matemática, ambas desenvolvidas por Chevallard (1991, 1999, 2009, 2011). Mas, para isso, foram analisados os trabalhos de Ordem (2010), Maia (2008) e Souza (2012), quanto à compreensão das organizações didática e matemática como uma abordagem praxeológica de atividades matemáticas. Essa organização é composta por quatro elementos [tarefa (T), técnica (τ), tecnologia (θ) e teoria (Θ)]. Eles podem ser diferentes tipos de problemas ou tarefas problemáticas, tipos de técnicas que permitem resolver as tarefas propostas; as tecnologias ou discursos teóricos (descrevem e explicam as técnicas). A partir da organização praxeológica, foi possível perceber que, para introduzir alguns conceitos, os autores estabelecem tarefas utilizando-se das construções geométricas orientadas pelos PCN (BRASIL, 1998), mas na maioria dos conceitos, o discurso teórico-tecnológico antecede às tarefas, as quais são representadas por algoritmos, problemas matemáticos e alguns problemas contextualizados

    UMA ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO TUDO É MATEMÁTICA A PARTIR DOS REGISTROS MOBILIZADOS NA EDUCAÇÃO ALGÉBRICA NO 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

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    Este trabalho objetiva investigar os registros mobilizados na educação algébrica no 8º ano do Ensino Fundamental no livro didático (LD) Tudo é Matemática (DANTE, 2010) adotado em todas as turmas do 8º ano do Ensino Fundamental das escolas públicas de Ribeirópolis/SE. Para tanto, tomamos como sustentação teórica os registros de representação semiótica de Duval (2003, 2009, 2011), as dimensões da álgebra dos Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 1998) e as concepções da álgebra de Usiskin (1994), bem como a fundamentação metodológica dos princípios da análise de conteúdo de Bardin (2010). Com base nos dados coletados concluímos que diante das atividades propostas no livro didático privilegia-se a dimensão estrutural e equacional da álgebra, prevalecendo o monorregistro entre as transformações das representações semióticas. Enquanto nas dimensões da álgebra como aritmética generalizada e funcional observamos que o percentual de atividades envolvendo conversão de registros supera tratamento

    ANÁLISE COMBINATÓRIA: UMA APRECIAÇÃO DE CONTEÚDO ATRAVÉS DOS REGISTROS DE REPRESENTAÇÃO SEMIÓTICA

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    Esse trabalho traz uma reflexão sobre a utilização da mobilização dos registros de representação semiótica de Raymond Duval para o ensino de Análise Combinatória. Fizemos uma análise do conteúdo em um livro didático de matemática para estudantes de ensino médio, disponibilizado no Guia de livros didáticos PNLD 2012. Essa pesquisa teve caráter qualitativo, tendo o intuito de apreciar as representações dadas pelo autor do livro investigado em relação às questões voltadas para o conteúdo Análise Combinatórias. Os pontos observados, em geral, referem-se à abordagem do conteúdo programático, exercícios resolvidos e atividades propostas. Nesse sentido, o material didático analisado apresenta uma abordagem contextualizada, com temas referentes ao cotidiano. Com isso, a representação na forma da língua natural aparece com maior frequência, em seguida, a forma algébrica e, com menor quantidade, a utilização do diagrama de árvore

    OS SABERES ELEMENTARES MATEMÁTICOS NOS GRUPOS ESCOLARES: Um primeiro balanço (SERGIPE, 1911 – 1930)

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    Neste artigo é apresentado um primeiro balanço sobre os saberes elementares matemáticos abordados em grupos escolares em Sergipe no período de 1911 a 1930. O exame apresentado é pautado no uso de fontes como Decretos, Regulamentos da Instrução Primária e Programas de Ensino. O intuito inicial foi identificar esses saberes a partir de 1911, ano de criação dos grupos escolares sergipanos para apontar possíveis alterações e recomendações sobre como os professores deveriam abordar esses saberes no ensino primário. O exame das fontes encontradas permite afirmar que os saberes elementares matemáticos eram obrigatórios nos grupos escolares. E que nos programas de 1912, 1915, 1916 e 1917 há poucas alterações em relação ao saberes elementares de aritmética, e não há separação entre desenho e geometria. Já no Programa de 1924 em relação aos conteúdos há um aspecto que merece destaque que é a inserção saberes geométricos junto aos saberes aritméticos. É possível afirmar que de 1911 a 1930 a recomendação era para que, no caso de Sergipe, o ensino dos saberes elementares fosse efetuado pelo método intuitivo, buscando sempre a forma mais prática. Para tanto, o professor deveria fazer uso dos mais variados recursos, desde as pedras, folhas e palitos, passando pelas cartas de Parker, pelos contadores mecânicos. Até o uso dos saberes elementares matemáticos em outros saberes como no caso da cartonagem e dos trabalhos manuais.

    AS PRAXELOGIAS DO ESTUDO SOBRE TRIÂNGULOS NO LIVRO DIDÁTICO “TUDO É MATEMÁTICA”

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    Este trabalho apresenta uma investigação sobre o estudo de Triângulos no livro didático “Tudo é Matemática” (DANTE, 2010), volume do 8º ano do Ensino Fundamental. A pesquisa de caráter bibliográfico descritivo teve como questão central: “Quais as praxeologias apresentadas pelo autor do livro didático “Tudo é Matemática” (8º ano) na organização do conteúdo sobre o estudo de triângulos?”. Na revisão literária, foram analisados os trabalhos de Ordem (2010) e Santos (2013), os documentos oficiais, como Plano Nacional do Livro Didático – PNLD 2011 (BRASIL, 2010) e Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental – PCN-Matemática (BRASIL, 1998), entre outros autores. Quanto à análise do conteúdo escolhido, o estudo se constituiu a partir da análise de um conjunto composto por quatro elementos [tarefa (T), técnica (τ), tecnologia (θ) e teoria (Θ)]. As tarefas podem ser diferentes tipos de problemas, desafios e outras atividades que compõem o desenvolvimento de um dado conteúdo matemático; as técnicas permitem resolver as tarefas propostas e as tecnologias e/ou discursos teóricos descrevem e explicam as técnicas que fundamentam e organizam os conteúdos matemáticos apresentados no livro didático, por exemplo. Dessa análise, foi possível verificar que para introduzir alguns conceitos, o autor utiliza ilustrações sobre situações do cotidiano, embora o discurso teórico-tecnológico anteceda às tarefas

    LOURENÇO FILHO E A MATEMÁTICA DA ESCOLA NOVA

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    oai:ojs.aplicacoes.ifs.edu.br:article/2O texto analisa o papel de Lourenço Filho para a educação matemática brasileira. Percorre a trajetória desse educador desde as suas primeiras atividades docentes, na década de 1920, onde orienta a modernização do ensino de matemática nos primeiros anos escolares pelas Cartas de Parker. Depois disso, o estudo descreve o impacto da obra Testes ABC no dia-a-dia das escolas, e a entrada em cena de um processo de matematização da pedagogia. Por fim, traz a análise de obra didática de Lourenço Filho para o ensino de aritmética revelando a incorporação de novos aportes da psicologia experimental de base estatística na reorganização da matemática escolar para o curso primário.

    HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA NOS PRIMEIROS ANOS ESCOLARES

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