National Laboratory for Civil Engineering

Repositorio Científico do LNEC
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    5678 research outputs found

    Evolução morfológica e sedimentar do porto de Portimão entre 2000 e 2015

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    Analisaram-se os processos de sedimentação no porto de Portimão, situado no estuário do rio Arade. O trabalho envolveu a comparação de nove levantamentos hidrográficos realizados entre 2000 e 2015. Foi tida em consideração a intervenção de dragagem executada em 2007-2008. Excluindo o efeito da dragagem, o canal de acesso e a bacia de manobra, à cota -8,0 m ZH, constituem a área do estuário que registou a taxa de sedimentação média mais elevada, sendo a taxa de sedimentação da bacia de manobra (0,07-0,09 m/ano), a montante, superior à do canal de acesso (0,03-0,04 m/ano), a jusante. Verifica-se alguma variabilidade entre levantamentos consecutivos, que não decorre necessariamente de uma efetiva evolução morfológica. Conclui-se que o porto apresenta condições de manutenção relativamente favoráveis, dado que o assoreamento da barra por captação de material sedimentar da zona costeira exterior é pouco significativo.363-366ppDHA/NECActas das 4.as Jornadas de Engenharia Hidrográfic

    Run-up on a rubble mound breakwater: comparison of empirical formulae and physical model results

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    The present study focuses on the comparison of measured wave run-up values obtained in physical model tests with those predicted by different empirical formulae. Tests were carried out in a flume for a cross-section of a rubble mound breakwater with an armour layer of tetrapods and rock, and a recurved wave return wall. The model represents the cross-section of the south breakwater of Praia da Vitória harbour (Azores, Portugal) that directly protects quay 12. Two water levels and several incident wave conditions were tested. Empirical runup formulae from Van der Meer & Stam (1992), Pullen et al. (2007) and Bonakdar & Etemad- Shahidi (2011) were applied for the tested conditions and comparisons were made with experimental values of the two percent wave run-up, R2% . Generally, the agreement between predictions and measurements was better for mean low water than for mean high water springs, with all formulae over predicting measurements for the latter.12pDHA/NP

    Interim report for the Project Period June 2015 - February 2016

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    The work progress of WP4 between month 19 and 27 was conducted with the strong collaboration of the three Portuguese partners (LNEC, TARH and UAlg) as well as with the regional water authorities (APA Algarve and APA Alentejo), the water supply company (AdA, Águas do Algarve), and the General Direction for Agriculture (DRAPALG), some of the main potential users of MAR. As reported before, the main purposes of three DEMO sites are: PT1 (Figure 1), the rio Seco and Campina de Faro aquifer system (Algarve): this is the main groundwater quality demonstration area of the South Portugal (Algarve) DEMO study. Its aim is to demonstrate that groundwater quality can be improved by applying managed aquifer recharge through infiltration basins constructed in rio Seco bed using either the basins constructed during GABARDINE EU project (PT1_1), which were rehabilitated during MARSOL, or the new MARSOL basins (PT1_2) constructed in July/August 2014, as well as through large-diameter wells (PT1_3). PT2 (Figure 2 and Figure 3), Querença-Silves limestone karst aquifer system (Algarve) DEMO site aims to: (1) develop a Soil Aquifer Treatment (SAT) system to improve the water quality of treated effluents from a Waste Water Treatment Plant (WWTP) (PT2_4), which discharges water into ribeiro Meirinho (PT2_5) and (2) increase groundwater storage using MAR to recharge the aquifer system with surface water surplus during wet years in Cerro do Bardo well (PT2_6), located next to a tributary of ribeiro Meirinho. This will contribute to increase the water availability in dry years, facilitating downstream water supply pumping. PT3 (Figure 4), Melides aquifer, river and lagoon (Alentejo): the aim is to use SAT in infiltration basins in a lab facility to treat water contaminated from rice crops fields and from diffuse groundwater pollution. The status of the four tasks of this WP4 is the following: Task 4.1: Recharge water availability: This task was completed in month 12, as proposed in the DoW, and reported in the Deliverable 4.1 "Water sources and availability at the South Portugal MARSOL demonstration sites" (Oliveira et al., 20151). Task 4.2: Developing the (MAR) infrastructures: This task was completed for PT1 (with all infrastructures for PT1_1 and PT1_2 built), for PT2_6 and for PT3 (one site with infrastructure built in an experimental facility at LNEC campus), both within month 24, as proposed in the DoW. Sites PT2_4 is under construction and expected to be finished in April/May 2016. All this information is partially reported in the Deliverable 4.2 "South Portugal MARSOL demonstration sites characterisation" (Leitão et al., 20152). Task 4.3: Investigation and monitoring: This task has started much before scheduled and is predicted to finish by the end of the project. Results were partially reported in both Deliverables 4.1 and 4.2. Task 4.4: Modelling: This task has started before scheduled and is predicted to finish in the end of the project. Results were mainly reported in the Deliverable 12.3 "Progress report on numerical models of the MARSOL DEMO sites" (Lobo-Ferreira et al., 2015).DHA/NR

    Transporte sedimentar potencial a sul da embocadura do rio Mondego

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    O presente estudo tem como objetivo caracterizar o transporte sedimentar longitudinal potencial (capacidade de transporte) entre as embocaduras dos rios Mondego e Lis no período 1952-2010. Enquadra-se no âmbito de um estudo mais alargado, cujo objetivo é o estudo da dinâmica sedimentar costeira e a previsão da evolução futura da linha de costa do mesmo trecho. O estudo baseia-se em modelação numérica dos processos físicos costeiros para determinar a série temporal (com frequência de 6 horas) de transporte sedimentar longitudinal potencial induzido pela agitação marítima e variação do nível do mar devida à maré astronómica e meteorológica, no período 1952-2010. Concluiu-se sobre a elevada variabilidade interanual e sazonal do transporte sedimentar longitudinal potencial, Qs, e confirmou-se a direção dominante da deriva para sul (em 46 dos 59 anos em estudo). Obtiveram-se volumes anuais médios de Qs Total e Resultante para sul de 918 e 270 x103 m3 e volumes anuais extremos de Qs Total 578 e 1 500 x103 m3. Da análise do diagrama de balanço sedimentar do ano de Qs Total médio e da distribuição de Qs ao longo do perfil transversal, concluiu se que grande parte do volume mobilizado se deve aos eventos com Hrms 2.00-5.00 m e Dir 295-305ºN e identificaram-se as zonas onde essa mobilização é mais intensa. Da análise à sazonalidade concluiu-se que no verão marítimo apenas existe potencial para mobilizar cerca de 60% do volume sedimentar mobilizado no inverno, sendo evidente nas duas estações marítimas a deriva resultante na direção sul. Da análise adicional aos anos de Qs Sul e Qs Norte máximos identificaram-se extensões da zona ativa do perfil de praia de 1 500, 2 270 e 1 970 m nos três anos referidos, respetivamente.DHA/NE

    Avaliação da reatividade aos álcalis de agregados. Proposta de melhoria da precisão do ensaio ASTM C 1260

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    O ensaio acelerado de barra de argamassa ASTM C1260 permite, em cerca de duas semanas, avaliar a potencial reatividade dum agregado em relação à reação álcalis-sílica (RAS). Trata-se dum ensaio de grande uso a nível mundial, tendo por isso sido adaptado/modificado em alguns países. É consensualmente um ensaio severo, que pode dar falsos positivos. Embora o ensaio se realize a temperatura constante, a tolerância de 2 °C dada na norma pode levar a diferenças de resultados significativas com estufas diferentes no mesmo laboratório ou entre diferentes laboratórios, o que pode conduzir a diferentes classificações do agregado naquele ensaio. Assim, este trabalho tem como objetivos melhorar a precisão do método, quer pela leitura da temperatura de cura com maior precisão e posterior correção da expansão por um modelo cinético desenvolvido anteriormente pelos autores, quer por um arrefecimento do provete antes da leitura da expansão. Os resultados preliminares mostram que o arrefecimento e o subsequente reaquecimento originam um atraso da expansão, a um nível significativamente mais elevado do que o explicável cineticamente, que se sugere ser devido à secagem ocorrida no arrefecimento ao ar. A discussão dos resultados analisa o que pode ser aceitável, face às leituras feitas e propostas de normas semelhantes.12pDM/NM

    Nanoindentação em materiais de construção

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    Nesta comunicação apresentam-se desenvolvimentos recentes na caracterização mecânica de materiais de construção por técnicas de micro e nanoindentação.2pDM/NM

    Estudos sobre a disponibilidade e vulnerabilidade dos recursos hídricos subterrâneos da Região Metropolitana do Recife. Relatório das actividades 06 e 07: Elaboração do modelo hidrogeológico conceitual e modelo numérico, seu ajuste, calibração e validação.

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    Neste Relatório de Atividades 6 e 7 apresentam-se os trabalhos desenvolvidos no âmbito da Atividade 6 – Elaboração do modelo hidrogeológico conceitual e modelo numérico, e da Atividade 7 – Ajuste, calibração e validação do modelo numérico, do Contrato n.º PSHPE 010/2014. A avaliação de consistência das séries de precipitação em 68 estações, num período de 30 anos, entre 1984 e 2013, permitiu identificar as estações que apresentavam registros de precipitação anual mais confiáveis e caracterizar a distribuição desta precipitação na sua componente espacial. Para tanto foram utilizados os métodos da média mensal cumulativa e da dupla massa, resultando ao final dos procedimentos em apenas 20 estações pluviométricas que geraram o mapa de isolinhas de precipitação média anual da RMR. Quanto a avaliação da precipitação média mensal a partir da discretização dos dados das estações anuais, foram selecionadas 5 estações que geraram os respectivos gráficos. Para avaliação das precipitações diárias foram selecionadas apenas três estações, uma para cada regime de precipitação: úmido, médio e seco. O balanço hídrico executado para o período de 20 anos, entre 1994 e 2013, revelou os seguintes resultados: precipitação total = 1.775 mm/ano; escoamento direto = 257 mm/ano; evapotranspiração = 1.056 mm/ano e infiltração= 461 mm/ano. A recarga anual aos aquíferos corresponde, portanto, a 26% da precipitação, sendo que 87,8% se concentra no período de maio a agosto. Para execução dos mapas piezométricos foi considerado um universo de 6256 medições de níveis piezométricos, de onde foi retirada uma seleção das séries de anos com maior número de dados, que corresponderam aos seguintes anos: 1998 a 2000 e 2007 a 2009. Ficaram, então, 846 medições de níveis piezométricos com data associada e boa distribuição espacial, com valores em vários aquíferos, 334 para o período entre 1998 e 2000, e 512 para o período entre 2007 e 2009. A partir desses dados foram construídos os mapas piezométricos para os diversos aquíferos e os períodos referidos, e foram calibrados os modelos numéricos. Para avaliação dos parâmetros hidrodinâmicos foram levantados dados do cadastro da APAC, do estudo de Monteiro (2000) e do levantamento feito pelo consórcio LNEC/COSTA, totalizando 354 valores de T e K. Os valores de S (coeficiente de armazenamento em aquífero confinado e porosidade efetiva em aquífero livre) foram coligidos de informações de Costa et al. (1968, 1998 e 2002), Batista (1984), Alvarez et al. (1980) e Pfaltzgraff et al. (2003), que todavia não puderam ser mapeados. Os valores médios dos coeficientes de transmissividade (T, m2/d) e condutividade hidráulica (K, em m/d)) para os diversos aquíferos foram os seguintes: aquífero Beberibe (221 poços) – T = 1,58 x 10-3 e K = 2,31 x 10-5; aquífero Cabo (81 poços) – T = 3,52 x 10-4 e K = 4,64 x 10-6; aquífero Barreiras (26 poços) – T = 2,47 x 10-3 e K = 4,36 x 10-5; aquífero Boa Viagem (26 poços) – T = 6,54 x 10-3 e K = 1,42 x 10-4. A partir desses dados foram elaborados os mapas específicos de transmissividade e condutividade hidráulica por aquífero. Quanto a vazão dos poços na RMR, constantes no cadastro da APAC em março/2016, num total de 10.987, apenas 30,8% possuem dados de vazão relativos a 2.837 poços outorgados e a 547 poços sem outorga. Os dados pertencem principalmente aos aquíferos Beberibe e Cabo, com 44,5% e 30,2% dos poços outorgados, respectivamente, enquanto que os aquíferos Barreiras e Boa Viagem possuem 7,4% e 8,3% dos dados, respectivamente, e 8,7% dos poços não possuem identificação do aquífero em explotação. O conjunto de informação acima referido, juntamente com a demais informação existente sobre os poços e suas características hidrogeológicas, foram utilizados para definir a geometria dos diferentes sistemas aquíferos presentes na RMR e elaborar os respectivos modelos numéricos conceituais representados em três modelos numéricos, definidos para a zona Norte, Centro e Sul. Foram, igualmente, efetuados estudos de interação entre os aquíferos e as águas superficiais. Neste relatório apresentam-se os resultados alcançados através do primeiro conjunto de rodadas dos três modelos, após a sua convergência. São o resultado de um primeiro processo de calibração, elaborado em função da confrontação entre os valores de potenciometria modelados e reais, onde se procurou, através da variação dos parâmetros hidráulicos iniciais ou da reformulação das características dos estresses naturais ou antropogênicos impostos, alcançar uma reprodução confiável e fidedigna da realidade. Os modelos seguem sendo melhorados através de uma análise de sensibilidade. Nela está-se avaliando o grau de impacto na resposta do modelo às variações dos seus parâmetros hidráulicos. Importa realçar que a complexidade dos modelos e o grande número de variáveis (às quais está com frequência associada uma grande incerteza), ou de combinações de variáveis do modelo, que podem conduzir aos mesmos níveis piezométricos, implica que os processos de ajuste, calibração e validação dos modelos numéricos consigam corrigir as premissas iniciais e as aproximar da realidade, conduzindo deste modo a representações mais corretas dessa mesma realidade. Este trabalho está em curso e será apresentado no próximo relatório juntamente com diferentes cenário de explotação em poços.É permitida a reprodução de dados e de informações contidas nesta publicação , desde que citada a fonte.DHA/NR

    Avaliação da resistência à corrosão filiforme de tintas em pó com acabamento liso e texturado

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    Os perfis de alumínio usados em diversas aplicações na construção civil, como em estores, molduras, portas e janelas, são frequentemente protegidos através da aplicação de tintas em pó. Este tipo de tintas apresenta vantagens em termos ambientais, uma vez que são produtos isentos de solventes (sem compostos orgânicos voláteis (COV)) e permitem a obtenção de um efeito decorativo muito versátil em termos de cor e textura. Contribuem além disso para a melhoria da resistência à corrosão da liga de alumínio. Para garantir a qualidade final do produto, o processo de tratamento do substrato, as caraterísticas técnicas das tintas e os requisitos para a aplicação e cura das mesmas, devem obedecer a regras específicas, o que exige que todo o processo seja feito em oficina. Contudo, por vezes, especialmente em obras na fase de construção, os materiais são submetidos a condições ambientais, ou entram em contato com produtos agressivos, que podem comprometer a durabilidade do efeito protetor e decorativo conferido pelo revestimento, apesar do eventual cumprimento de todos os requisitos técnicos respeitantes à aplicação da tinta. A corrosão filiforme é um tipo de defeito que ocorre à superfície do metal, sob o revestimento, que não enfraquece nem destrói o substrato metálico mas que, no entanto, afeta a aparência da superfície. A permeabilidade à água e a soluções aquosas do revestimento aplicado num substrato metálico é um fator que afeta a eficiência da proteção contra a corrosão. Neste trabalho, foi estudada a resistência à corrosão filiforme de dois tipos de tintas em pó (acabamento liso e texturado) de forma a relacionar esta resistência com a sua permeabilidade, com o tipo de acabamento e com a ação de produtos agressivos que podem ser encontrados em obra, na fase de construção.7pDM/NM

    Modal identification of bridges based on continuous dynamic monitoring

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    The identification of modal parameters of bridges based on ambient vibration measurements has motivated an increased interest as a tool for detection and diagnosis of small changes in vibratory characteristics and, thus, provides important information to support an efficient maintenance policy. However, the large volume of data continuously produced by a dynamic monitoring system requires an automatic data processing to extract the modal parameters. This paper presents an integrated system developed for this purpose and its application to the data collected from a large cable-stayed bridge.10phttp://www.ndt.net/events/EWSHM2016/app/content/topic.php?eventID=34&TopicID=3489 . Open access.DE/NO

    Comparative study of different modeling parameters for predicting vibrations on timber-frame floors

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    Existing buildings reforms should include quality parameters and in timber-frame building systems the vibration transmission should be well studied to comply with the acoustic requirements. The input parameters for the prediction of vibrational response of floors can influence the results in modelled building systems. In building structures, the analysis of radiation due to beam vibrations may be represented from the wave propagation relationships as a one-dimensional system, a two-dimensional system or a three-dimensional solid. Recent research indicates that for point connection, a beam is usually modelled as a one-directional element. However, for lightweight structures such modelling type does not show good correlation with experimental results. This study focuses on the differences that can be obtain in the vibrational response due to an impact source exerted on typical timber-frame floors. It also presents some examples for some modelling options for plate/beam systems with and without ceiling, considering different connection types.10pDED/NAIC

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