Plataforma de Revistas e Livros Revistas NOVAFCSH
Not a member yet
    1320 research outputs found

    Cidades Fantasma: Rondologia e empreendimentos urbanos desabitados na Ásia

    Get PDF
    This visual essay seeks to explore the connection between hauntology, ghost cities, memes, AI and the embodiment of financial assets. The images gathered were generated by an AI software edited in symbiosis with other images and memes. The essay juxtaposes the accelerated nature of viral internet memes with financial assets embodied as a decaying urban complex, unfolding the circular temporality of AI. The images feature exterior and interior spaces of a ghost city, as well as a specific sculpture: The Ring of Life, situated in Fushun, China. The misconceptions and fictions generated by AI content play with the ghost city’s own ambiguous nature, conceived with an idea of “future” in mind but inoperable in the present, stuck in a liminal space between entropy and a new horizon of generative possibilities. Este ensaio visual procura explorar a conexão entre rondologia, cidades-fantasma, memes, inteligência artificial e a corporização de ativos financeiros. As imagens apresentadas foram geradas por um software de IA em simbiose com outras imagens e memes. O ensaio justapõe a natureza acelerada dos memes que circulam de forma viral na internet com ativos financeiros incorporados num tecido urbano decadente, desdobrando a temporalidade circular da Inteligência Artificial. As imagens apresentam espaços exteriores e interiores de uma cidade fantasma, assim como uma escultura específica: O Anel da Vida (Ring of Life), localizada na cidade Fushun, na China. Os equívocos e ficções intrínsecas ao conteúdo gerado por inteligência artificial jogam com a própria natureza ambígua das cidades-fantasma, concebidas com uma ideia de “futuro” em vista, mas inoperacionais no presente, presas num espaço liminar entre a entropia e um novo horizonte de possibilidades generativas.&nbsp

    Fausta Partida

    Get PDF
    The main topic of Pessoa’s Faust, what seems to make its central character ache with anxiety, is Existence, the brute fact that there is something, that there is a universe outside ready for us to perceive it and to whose perception we are doomed. It is on that fundamental mystery that Faust often questions himself and it is from that mystery that all the other equally abhorring mysteries originate. This is the unavoidable suggestion that there is something beyond the thing he is, that an outward universe exists, implying that there is also the thing which causes it (God), the thing which denies it (Death) and the thing against which its exteriority is established (Self). Thus, contrary to what is often suggested, it is not in Faust’s severe inner world that the origin of his troubles resides. Rather, what defines Faust, and what later on would proscribe him, is the faculty of perception itself. Although he gets himself entangled in endless thoughts and constantly engages himself in metaphysical speculation, it is when he opens his eyes and comes face to face with the outer world that the inner motion of his thoughts begins. In this particular aspect, Faust is no different from Caeiro. The main purpose of this essay is to show to what extent this is possible.O assunto central do Fausto de Pessoa, aquilo que parece originar as maiores angústias no protagonista desse drama inacabado, é a existência, o simples facto de haver alguma coisa, de haver um universo passível de ser percepcionado e a cuja percepção estamos condenados. É acerca desse Mistério fundamental que Fausto amiúde se interroga e é dele que derivam todos os outros mistérios, igualmente angustiantes e incómodos: da evidência incontornável de que há alguma coisa para lá da coisa que ele próprio é decorre que haja também a coisa que a tenha causado (Deus), a coisa que a nega (Morte) e a coisa contra a qual a exterioridade dela se estabelece (Eu). Significa isto que, ao contrário do que muitas vezes se sugere, não é na severidade do mundo interior de Fausto que reside a origem dos seus males. Aquilo que o define, e que a montante o proscreve, é a própria faculdade perceptiva. Ainda que se emaranhe em reflexões intermináveis e constantemente ceda à tentação da metafísica, é no momento de abrir os olhos e de dar de caras com a existência do mundo exterior que tudo principia. Nesse aspecto particular, Fausto não é diferente de Caeiro. O principal intuito deste artigo é o de mostrar em que medida isso é possível

    Afinal, educar para quê? Uma meditação sobre a prática educativa

    Get PDF
    This article, a synopsis of my Supervised Teaching Practice, results from an attempt t make intelligible what has been — and continues to be — my experience of teaching philosophy. In it, I sketch a hermeneutical thought process rooted in the laws and decree-laws that regulate this practice, with the aim of radically unveiling its teleological meaning. This is because education is to instruct, to structure inwardly, and to humanly form human beings — an education and instruction that do not dispense with dialectics, whether on the plane of the thinking consciousness, in intersubjective relational processes, or in the material becoming of being, where the educational action is inscribed.Este escrito, sinopse do meu relatório de Prática de Ensino Supervisionada, advém de uma busca de inteligibilização daquela que foi — e que tem vindo a ser — a minha experiência do ensino da filosofia. Nele, esboço uma linha hermenêutica enraizada nas leis e decretos que regulam uma tal prática na tentativa de surpreender, radicalmente, o seu sentido teleológico. Isto porque educar é instruir, estruturar interiormente, formar humanamente seres humanos — educação e instrução essas que não dispensam a dialética, seja no plano da consciência pensante, seja nos processos relacionais intersubjetivos, seja no devir material do ser, onde se inscreve a ação educativa

    Uma experiência narrativa no ensino secundário para aprofundar a compreensão da própria vida, com base nos pensamentos de Hegel e de Ricoeur

    Get PDF
    In this article, we explore innovative ways of lecturing the module on the foundations of morality, in the discipline of Philosophy, in the 10th grade. To do that, the thoughts of Hegel and Ricoeur were our theoretical background. The need for mutual recognition, that we find in the dialethic between master and slave, provided us with the general principles that could guide our efforts. As for Ricoeur’s analysis about the potentialities of narrative to strengthen the consciousness about the unity of life itself, they showed us the adequate training field to challenge the strict limits in which school was kept by Hegelian philosophy.Neste artigo, exploramos formas inovadoras de lecionação do módulo sobre a necessidade de fundamentação da moral, na disciplina de filosofia do 10º ano. Para isso, os pensamentos de Hegel e de Ricoeur foram o nosso suporte teórico. A necessidade do reconhecimento mútuo, que encontramos na dialética entre servo e mestre, forneceu-nos os princípios gerais que dirigiriam os nossos esforços. Quanto às análises de Ricoeur acerca das potencialidades da narrativa para fortalecimento da consciência da unidade da própria vida, elas mostraram-nos o campo de treino adequado para desafiar os limites estreitos em que a escola foi mantida pela filosofia hegeliana

    Leitura e apropriação do mundo: aproximações em Paul Ricoeur e Roger Chartier

    Get PDF
    This article proposes a dialogue between Paul Ricoeur and Roger Chartier on reading. Their hermeneutic-philosophical and historical-cultural approaches are enlightening of the phenomenon and possible formative indicators. In the context of the accelerated modes of online communication and the related clash of cultures, we must design appropriate strategies for teacher training. Thus, their notions of reading and appropriation both measure the status of reading in the university and propose formative paths, as operational concepts that improve reading practices specific to this environment. Both emphasize, in line with Paulo Freire, the decisive mutual interaction of the reader with the world through the mediation of the text.Este artigo propõe diálogo entre Paul Ricoeur e Roger Chartier sobre leitura. Suas abordagens hermenêutico-filosófica e histórico-cultural são elucidativas do fenômeno e indicativos formativos possíveis. No contexto dos modos acelerados da comunicação online e do choque das culturas correlato, devemos conceber estratégias adequadas para a formação de professores. Assim, suas noções de leitura e apropriação dimensionam tanto o status da leitura na universidade, quanto propõe vias formativas, já que são conceitos operatórios que aprimoram as práticas de leitura próprias desse ambiente. Ambos destacam, em sintonia com Paulo Freire, a decisiva interação mútua do leitor com o mundo pela mediação do texto

    Um manuscrito alcobacense reencontrado: as Crónicas abreviadas dos reis de Portugal de Cristóvão Rodrigues Acenheiro (1537)

    Get PDF
    This work systematizes the known data on the manuscript tradition of the Summary of the chronicles of the Portuguese Kings by Cristóvão Rodrigues Acenheiro, including the identification of the manuscripts used by the only existing edition (Academia das Ciências, 1824). It is argued that the base text of this edition was a 16th-century copy belonging to the monastery of Alcobaça which, after being used by the Academia das Ciências, belonged to the Countess of Azambuja and it is currently in the Arquivo Distrital de Braga. Bibliographical Manuscript Sources Braga, Arquivo Distrital, MSS. 674. Coimbra, Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, Ms. 581. Muge, Casa de Cadaval, ms. M-VIII-17. Lisboa, Biblioteca Nacional de Portugal, COD. 11001. Lisboa, Biblioteca Nacional de Portugal, A.T.L., num. 94. Lisboa, Biblioteca da Ajuda, 49-XI-38. Printed Sources  ACENHEIRO, Christovão Rodrigues – Chronicas dos Senhores Reis de Portugal. Collecção de Inéditos da História Portugueza. Vol. V. Lisboa: Real Academia das Sciencias, 1824. NYKL, A. R. – Crónica del rey D. Affomsso Hamrriquez /Duarte Galvão. Partial critical Editions with introduction and notes. Cambridge: Massachussets, 1942. Studies BARATA, António Francisco – Évora Antiga. Évora: Minerva Commercial, 1909. BARREIRA, Catarina Fernandes – “Abordagem histórico-artística a dois manuscritos litúrgicos do scriptorium do Mosteiro de Alcobaça do último quartel do século XII ou o início de ‘huma livraria copiosa”. Revista de História da Sociedade e da Cultura 17 (2017), pp. 33-62. BASTO, Artur de Magalhães – Fernão Lopes. Suas «crónicas perdidas» e a crónica geral do reino – a propósito duma crónica quatrocentista inédita dos cinco primeiros reis de Portugal. Porto: Livraria Progredior, 1943. BAUTISTA, Francisco – “De nuevo sobre el Libro de las generaciones y linajes de los reyes (o Liber regum): recuperación de la versión toledana de hacia 1219”, e-Spania [Em linha], 37 (octobre 2020) [consultado a 12 agosto 2022]. DOI: https://doi.org/10.4000/e-spania.37546 BITAGAP (Bibliografia de Textos Antigos Galegos e Portugueses). Dir. Arthur L-F. Askins. The Bancroft Library. University of California, Berkeley, 1997-. [consultado a 12 agosto 2022]. Disponível em: http://vm136.lib.berkeley.edu/BANC/philobiblon/bitagap_en.html. CATALÁN, Diego – Un cronista anonimo del siglo XIV (La Gran Crónica de Alfonso XI). Canarias: Universidad de la Laguna, 1955. CATALÁN, Diego – De Alfonso X al Conde de Barcelos: cuatro estudios sobre el nacimiento de la historiografía romance en Castilla y Portugal. Madrid: Seminario Menéndez Pidal & Gredos, 1962. CLUNY, Isabel; FAUVRELLE, Natália – Dona Antónia. Uma vida singular. Catálogo de Exposição. Peso da Régua: Fundação Museu do Douro, 2012. GARCIA, José Manuel – A historiografia portuguesa dos descobrimentos e da expansão (séculos XV a XVII): autores, obras e especializações memoriais. Dissertação de doutoramento em História apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2006. Index Codicum Bibliothecae Alcobatiae in quo non tantun codices recensentur quod tractatus, epistolas et singuli codices contineant exponitur alliaque animadvertunter notaru digna. Olissipone: Ex Typographia Regia, 1775. MOREIRA, Filipe Alves – Afonso Henriques e a primeira crónica portuguesa. Porto: Estratégias Criativas, 2008. MOREIRA, Filipe Alves – “Um novo fragmento da Crónica Portuguesa de Espanha de 1341-1342 e suas relações com a historiografia alfonsina”. In MIRANDA, José Carlos; FERREIRA, Maria do Rosário; LARANJINHA, Ana Sofia (eds.) – Seminário Medieval 2009-2011. Porto: Estratégias Criativas, 2011, pp. 289-322. MOREIRA, Filipe Alves – “Os sumários de crónicas portugueses: textos, contextos, paratextos”. Cahiers d’Études Hispaniques Médiévales 35 (2012), pp. 79-92. MOREIRA, Filipe Alves – A Crónica de Portugal de 1419: fontes, estratégias e posteridade. Coleção “Textos Universitários de Ciências Sociais e Humanas”. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação para a Ciência e a Tecnologia, 2013. NASCIMENTO, Aires – “Em busca dos códices alcobacenses perdidos”. In O scriptorium de Alcobaça: o longo percurso do livro manuscrito português. Coleção “Estudos monásticos alcobacenses”. Lisboa: Direção-Geral do Património Cultural e Mosteiro de Alcobaça, 2018, pp. 283-312. PEREIRA, Gabriel – Documentos históricos da cidade de Évora. Primeira parte. Évora: Typographia económica de José d’Oliveira, 1887. RESENDE, Nuno – “Frei Bernardo de Brito e os escritores cistercienses do Douro”. In SEBÁSTIAN, Luís (ed.) – Cister no Douro. Lamego: Museu de Lamego, 2015, pp. 80-93. SENA, Jorge de – “Inês de Castro”. In Estudos de História e de Cultura – I. Lisboa: Revista “Ocidente”, 1967, pp. 123-618. SENA, Jorge de – “Cristóvão Rodrigues Acenheiro (ou Azinheiro)”. In Estudos de Literatura Portuguesa - III. Lisboa: Edições 70, 1988, pp. 157-159. TRINDADE, Luís Carlos Rebelo; SILVA, Alberto Carlos da – Catálogo da rica e preciosa livraria que faz parte do espolio da fallecida Exma. Sra Condessa de Azambuja. Lisboa: Imprensa Libanio da Silva, 1909.Este trabalho sistematiza os dados atualmente conhecidos sobre a tradição manuscrita das Crónicas abreviadas dos reis de Portugal, de Cristóvão Rodrigues Acenheiro, incluindo a identificação dos manuscritos utilizados pela única edição existente (Academia das Ciências, 1824). Argumenta-se que o texto base dessa edição foi um manuscrito alcobacense do século XVI que, após ter passado pela Academia das Ciências e pela biblioteca particular da condessa de Azambuja, está presentemente no Arquivo Distrital de Braga. Referências bibliográficas Fontes Manuscritas Braga, Arquivo Distrital, MSS. 674. Coimbra, Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, Ms. 581. Muge, Casa de Cadaval, ms. M-VIII-17. Lisboa, Biblioteca Nacional de Portugal, COD. 11001. Lisboa, Biblioteca Nacional de Portugal, A.T.L., num. 94. Lisboa, Biblioteca da Ajuda, 49-XI-38. Fontes Impressas  ACENHEIRO, Christovão Rodrigues – Chronicas dos Senhores Reis de Portugal. Collecção de Inéditos da História Portugueza. Vol. V. Lisboa: Real Academia das Sciencias, 1824. NYKL, A. R. – Crónica del rey D. Affomsso Hamrriquez /Duarte Galvão. Partial critical Editions with introduction and notes. Cambridge: Massachussets, 1942. Estudos BARATA, António Francisco – Évora Antiga. Évora: Minerva Commercial, 1909. BARREIRA, Catarina Fernandes – “Abordagem histórico-artística a dois manuscritos litúrgicos do scriptorium do Mosteiro de Alcobaça do último quartel do século XII ou o início de ‘huma livraria copiosa”. Revista de História da Sociedade e da Cultura 17 (2017), pp. 33-62. BASTO, Artur de Magalhães – Fernão Lopes. Suas «crónicas perdidas» e a crónica geral do reino – a propósito duma crónica quatrocentista inédita dos cinco primeiros reis de Portugal. Porto: Livraria Progredior, 1943. BAUTISTA, Francisco – “De nuevo sobre el Libro de las generaciones y linajes de los reyes (o Liber regum): recuperación de la versión toledana de hacia 1219”, e-Spania [Em linha], 37 (octobre 2020) [consultado a 12 agosto 2022]. DOI: https://doi.org/10.4000/e-spania.37546 BITAGAP (Bibliografia de Textos Antigos Galegos e Portugueses). Dir. Arthur L-F. Askins. The Bancroft Library. University of California, Berkeley, 1997-. [consultado a 12 agosto 2022]. Disponível em: http://vm136.lib.berkeley.edu/BANC/philobiblon/bitagap_en.html. CATALÁN, Diego – Un cronista anonimo del siglo XIV (La Gran Crónica de Alfonso XI). Canarias: Universidad de la Laguna, 1955. CATALÁN, Diego – De Alfonso X al Conde de Barcelos: cuatro estudios sobre el nacimiento de la historiografía romance en Castilla y Portugal. Madrid: Seminario Menéndez Pidal & Gredos, 1962. CLUNY, Isabel; FAUVRELLE, Natália – Dona Antónia. Uma vida singular. Catálogo de Exposição. Peso da Régua: Fundação Museu do Douro, 2012. GARCIA, José Manuel – A historiografia portuguesa dos descobrimentos e da expansão (séculos XV a XVII): autores, obras e especializações memoriais. Dissertação de doutoramento em História apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2006. Index Codicum Bibliothecae Alcobatiae in quo non tantun codices recensentur quod tractatus, epistolas et singuli codices contineant exponitur alliaque animadvertunter notaru digna. Olissipone: Ex Typographia Regia, 1775. MOREIRA, Filipe Alves – Afonso Henriques e a primeira crónica portuguesa. Porto: Estratégias Criativas, 2008. MOREIRA, Filipe Alves – “Um novo fragmento da Crónica Portuguesa de Espanha de 1341-1342 e suas relações com a historiografia alfonsina”. In MIRANDA, José Carlos; FERREIRA, Maria do Rosário; LARANJINHA, Ana Sofia (eds.) – Seminário Medieval 2009-2011. Porto: Estratégias Criativas, 2011, pp. 289-322. MOREIRA, Filipe Alves – “Os sumários de crónicas portugueses: textos, contextos, paratextos”. Cahiers d’Études Hispaniques Médiévales 35 (2012), pp. 79-92. MOREIRA, Filipe Alves – A Crónica de Portugal de 1419: fontes, estratégias e posteridade. Coleção “Textos Universitários de Ciências Sociais e Humanas”. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação para a Ciência e a Tecnologia, 2013. NASCIMENTO, Aires – “Em busca dos códices alcobacenses perdidos”. In O scriptorium de Alcobaça: o longo percurso do livro manuscrito português. Coleção “Estudos monásticos alcobacenses”. Lisboa: Direção-Geral do Património Cultural e Mosteiro de Alcobaça, 2018, pp. 283-312. PEREIRA, Gabriel – Documentos históricos da cidade de Évora. Primeira parte. Évora: Typographia económica de José d’Oliveira, 1887. RESENDE, Nuno – “Frei Bernardo de Brito e os escritores cistercienses do Douro”. In SEBÁSTIAN, Luís (ed.) – Cister no Douro. Lamego: Museu de Lamego, 2015, pp. 80-93. SENA, Jorge de – “Inês de Castro”. In Estudos de História e de Cultura – I. Lisboa: Revista “Ocidente”, 1967, pp. 123-618. SENA, Jorge de – “Cristóvão Rodrigues Acenheiro (ou Azinheiro)”. In Estudos de Literatura Portuguesa - III. Lisboa: Edições 70, 1988, pp. 157-159. TRINDADE, Luís Carlos Rebelo; SILVA, Alberto Carlos da – Catálogo da rica e preciosa livraria que faz parte do espolio da fallecida Exma. Sra Condessa de Azambuja. Lisboa: Imprensa Libanio da Silva, 1909

    In Memoriam: Ana Cristina Lemos (1964-2022)

    Get PDF
    Ana Lemos (1964-2022), researcher at the Institute for Medieval Studies and Professor at the French Lyceum Charles Lepierre, left us an important legacy in studying illumination in Portugal internationally. Her activity was divided, among other cultural and artistic manifestations, into research, teaching, theater, and activism for causes in the field of human rights. The tribute texts we present here focus on his academic profile and the friendship relationships created over the years.Ana Lemos (1964-2022), investigadora do Instituto de Estudos Medievais e professora no Liceu Francês Charles Lepierre, deixou-nos uma importante herança no âmbito do estudo da iluminura em Portugal em contexto internacional. A sua atividade dividiu-se, entre outras manifestações culturais e artísticas, pela investigação, docência, teatro e militância por causas no domínio dos direitos humanos. Os textos de homenagem que aqui apresentamos centram-se no seu perfil académico e nas relações de amizade criadas ao longo dos anos

    Portugal1300: fome, clima e abastecimento em Portugal no final da Idade Média

    Get PDF
    Bibliographical references          Sources LOPES, Fernão – Crónica de D. João I. Vol. 1. Ed. Teresa Amado. Barcelos: Companhia Editora do Minho, 1983. PINA, Rui de – Crónicas de Rui de Pina. Ed. Manuel Lopes de Almeida. Porto: Lello & Irmão editores, 1977.            Studies ALFANI, Guido – Calamities and the Economy in Renaissance Italy. The Grand Tour of the Horsemen of the Apocalypse. Nova York: Palgrave Mcmilan, 2013. AMADO, Teresa – “Apresentação Crítica”. In AMADO, Teresa (ed.) – Crónica de D. João I. Lisboa: Seara Nova Editorial Comunicação, 1980. BODENHAMER, David; CORRIGAN, John; HARRIS, Trevor M. (eds.) – The Spatial Humanities: GIS and the Future of Humanities Scholarship. Bloomington: Indiana University Press, 2010.   BOURIN, Monique – “Analyses de l’espace”. In OEXLE, Otto Gerhard; SCHMITT, Jean-Claude (eds.) – Les tendances actuelles de l’histoire du moyen âge en France et en Allemagne. Paris: Publications de la Sorbonne, 2003, pp. 493-510. BOURIN, Monique; MENANT, François; FIGUERAS, Lluís To (eds.) – Dynamiques du monde rural dans la conjoncture de 1300. Roma: École Française de Rome, 2014. BOURIN, Monique; MENANT, François; FIGUERAS, Lluís To – “Les campagnes européennes avant la peste”. In BOURIN, Monique; MENANT, François; FIGUERAS, Lluís To (eds.) – Dynamiques du monde rural dans la conjoncture de 1300. Roma: École Française de Rome, 2014, pp. 09-101. BOURIN, Monique; et al. (eds.) – Les disettes dans la conjoncture de 1300 en Méditerranée occidentale. Roma: École Française de Rome, 2011. BRAUDEL, Fernand – O Mediterrâneo e o Mundo Mediterrâneo na época de Filipe II. São Paulo: Edusp, 2016 (1949). CAMPBELL, Bruce – The Great Transition: Climate, Disease and Society in the Late-Medieval World. Cambridge: Cambridge University Press, 2013. CARDOT, Fabienne – L'espace et le pouvoir. Étude sur l'Austrasie mérovingienne. Paris: Publications de la Sorbonne, 1987. CURTIS, Daniel R. – Coping with Crisis. The Resilience and Vulnerability of Pre-Industrial Settlements. Farnham: Ashgate, 2014. DEVROEY, Jean-Pierre – La Nature et le roi: Environnement, pouvoir et société à l'âge de Charlemagne (740-820). Paris: Albin Michel, 2019. DUBY, Georges – Guerriers et paysans, VII-XIIe siècle. Premier essor de l’économie européenne. Paris: Gallimard, 1973. DYER, Christopher – An Age of Transition? Oxford: Oxford University Press, 2005. EPSTEIN, Stephan – An island for itself. Cambridge: Cambridge University Press, 1992. FERREIRA, Leandro Ribeiro – “Recrutar. Produzir. Abastecer: repensar a produção e o comércio agrícolas em tempo de guerras (1369-1400)”. Medievalista Online [Em linha] 18 (2015). [Consultado a 20 agosto 2022]. Disponível em https://medievalista.iem.fcsh.unl.pt/index.php/medievalista/article/view/201. DOI: https://doi.org/10.4000/medievalista.1117. GODINHO, Vitorino Magalhães – Os Descobrimentos e a Economia Mundial. 2 Vols. Lisboa: Editora Arcádia, 1963. GREEN, Monica H. (Ed.) – Pandemic Disease in the Medieval World: rethinking the Black Death. Kalamazoo: Arc Medieval Press, 2014. GREGORY, Ian; GEDDES, Alistair (eds.) – Toward Spatial Humanities: Historical GIS and Spatial History. Bloomington: Indiana University Press, 2014. HARPER, Kyle – The Fate of Rome: Climate, Disease, and the End of an Empire. Princeton: Princeton University Press, 2017. HATCHER, John; BAILEY, Mark – Modelling the Middle Ages. The History and Theory of England´s Economic Development. Oxford: Oxford University Press, 2001. HOMEM, Armando – O Desembargo Régio (1320-1433). Porto: Instituto Nacional de Investigação Científica, 1990. JORDAN, William C. – The great famine: northern Europe in the early fourteenth century. Princeton: Princeton University Press, 1996. LA RONCIÈRE, Charles de – Prix et salaires à Florence au XIV siècle (1280-1380). Roma: École Française de Rome, 1982. LE ROY LADURIE, Emmanuel – Histoire du climat depuis l'an mil. Paris, Flammarion 1967. LOWERRE, Andrew – “Mapping Domesday Book using QGIS”. Newsletter of the English Heritage Research Department 8 (2008), pp. 3-7.   MARQUES, António Henrique de Oliveira – Introdução à História da Agricultura em Portugal: a questão cerealífera durante a Idade Média. 3ª Ed. Lisboa: Edições Cosmos, 1978. MATTOSO, José – Obras Completas, Portugal Medieval. Novas Interpretações. Vol. 8. Lisboa: Círculo de Leitores, 2002, pp. 217-227. MATTOSO, José; SOUSA, Armindo de – “História de Portugal”. In MATTOSO, José (ed.) - A Monarquia Feudal (1069-1480). 2 Vol. Lisboa: Estampa Editorial, 1993. MICHEL, Francisque – Portugais en France et Français en Portugal. Paris: Guillard, 1882. NOISETTE, Patrice – L' "espace" ses usages et ses représentations dans la "règle de Saint Benoit" et les règles monastiques latines du IVe au VIe siècle. Paris: Institut d'urbanisme de Paris, 1984. NORTH, Douglass – Institutions, Institutional change and economic performance. Cambridge: Cambridge University Press, 1990. PERROY, Édouard – “À l’origine d’une économie contractée: les crises du XIVe siècle”. Annales. Économies, Sociétés, Civilisations, 4, 2, (1949), pp. 167-182. PFISTER, Christian – “Learning from Nature-Induced Disasters. Theoretical Considerations and Case Studies from Western Europe”. In MAUCH, Christof; PFISTER, Christian (ed.) – Natural Disasters, Cultural Responses. Case Studies toward a Global Environmental History. Lanham: Lexington Books, 2009. POSTAN, Michael – “The economic Foundation of Medieval Society”. In POSTAN, Michel – Essays on Medieval Agriculture and General Problems of the Medieval Economy. Cambridge: Cambridge University Press, 1973, pp. 3-27. SMAIL, Daniel Lord – Imaginary Cartographies: Possession and Identity in Late Medieval Marseille. Ithaca: Cornell University Press, 1999. VILAR, Hermínia Vasconcelos – “O clero e as Cortes de 1361: redes e protagonistas ao tempo de D. Pedro”. Medievalista [Em linha] 28 (2020), pp. 35-66. [Consultado a 20 agosto 2022]. Disponível em https://medievalista.iem.fcsh.unl.pt/index.php/medievalista/article/view/32. DOI: https://doi.org/10.4000/medievalista.3297. WILKINSON, Keith N. – “Of sheep and men: GIS and the development of medieval settlement in the Cotswolds”. In HIGGINS, Tony; MAIN, Peter; LANG, Janet S. R. (eds.) – Imaging the Past. Electronic Imaging and Computer Graphics in Museums and Archaeology. Londres: British Museum, 1996, pp. 271-281.Referências bibliográficas          Fontes  LOPES, Fernão – Crónica de D. João I. Vol. 1. Ed. Teresa Amado. Barcelos: Companhia Editora do Minho, 1983. PINA, Rui de – Crónicas de Rui de Pina. Ed. Manuel Lopes de Almeida. Porto: Lello & Irmão editores, 1977.          Estudos ALFANI, Guido – Calamities and the Economy in Renaissance Italy. The Grand Tour of the Horsemen of the Apocalypse. Nova York: Palgrave Mcmilan, 2013. AMADO, Teresa – “Apresentação Crítica”. In AMADO, Teresa (ed.) – Crónica de D. João I. Lisboa: Seara Nova Editorial Comunicação, 1980. BODENHAMER, David; CORRIGAN, John; HARRIS, Trevor M. (eds.) – The Spatial Humanities: GIS and the Future of Humanities Scholarship. Bloomington: Indiana University Press, 2010.   BOURIN, Monique – “Analyses de l’espace”. In OEXLE, Otto Gerhard; SCHMITT, Jean-Claude (eds.) – Les tendances actuelles de l’histoire du moyen âge en France et en Allemagne. Paris: Publications de la Sorbonne, 2003, pp. 493-510. BOURIN, Monique; MENANT, François; FIGUERAS, Lluís To (eds.) – Dynamiques du monde rural dans la conjoncture de 1300. Roma: École Française de Rome, 2014. BOURIN, Monique; MENANT, François; FIGUERAS, Lluís To – “Les campagnes européennes avant la peste”. In BOURIN, Monique; MENANT, François; FIGUERAS, Lluís To (eds.) – Dynamiques du monde rural dans la conjoncture de 1300. Roma: École Française de Rome, 2014, pp. 09-101. BOURIN, Monique; et al. (eds.) – Les disettes dans la conjoncture de 1300 en Méditerranée occidentale. Roma: École Française de Rome, 2011. BRAUDEL, Fernand – O Mediterrâneo e o Mundo Mediterrâneo na época de Filipe II. São Paulo: Edusp, 2016 (1949). CAMPBELL, Bruce – The Great Transition: Climate, Disease and Society in the Late-Medieval World. Cambridge: Cambridge University Press, 2013. CARDOT, Fabienne – L'espace et le pouvoir. Étude sur l'Austrasie mérovingienne. Paris: Publications de la Sorbonne, 1987. CURTIS, Daniel R. – Coping with Crisis. The Resilience and Vulnerability of Pre-Industrial Settlements. Farnham: Ashgate, 2014. DEVROEY, Jean-Pierre – La Nature et le roi: Environnement, pouvoir et société à l'âge de Charlemagne (740-820). Paris: Albin Michel, 2019. DUBY, Georges – Guerriers et paysans, VII-XIIe siècle. Premier essor de l’économie européenne. Paris: Gallimard, 1973. DYER, Christopher – An Age of Transition? Oxford: Oxford University Press, 2005. EPSTEIN, Stephan – An island for itself. Cambridge: Cambridge University Press, 1992. FERREIRA, Leandro Ribeiro – “Recrutar. Produzir. Abastecer: repensar a produção e o comércio agrícolas em tempo de guerras (1369-1400)”. Medievalista Online [Em linha] 18 (2015). [Consultado a 20 agosto 2022]. Disponível em https://medievalista.iem.fcsh.unl.pt/index.php/medievalista/article/view/201. DOI: https://doi.org/10.4000/medievalista.1117. GODINHO, Vitorino Magalhães – Os Descobrimentos e a Economia Mundial. 2 Vols. Lisboa: Editora Arcádia, 1963. GREEN, Monica H. (Ed.) – Pandemic Disease in the Medieval World: rethinking the Black Death. Kalamazoo: Arc Medieval Press, 2014. GREGORY, Ian; GEDDES, Alistair (eds.) – Toward Spatial Humanities: Historical GIS and Spatial History. Bloomington: Indiana University Press, 2014. HARPER, Kyle – The Fate of Rome: Climate, Disease, and the End of an Empire. Princeton: Princeton University Press, 2017. HATCHER, John; BAILEY, Mark – Modelling the Middle Ages. The History and Theory of England´s Economic Development. Oxford: Oxford University Press, 2001. HOMEM, Armando – O Desembargo Régio (1320-1433). Porto: Instituto Nacional de Investigação Científica, 1990. JORDAN, William C. – The great famine: northern Europe in the early fourteenth century. Princeton: Princeton University Press, 1996. LA RONCIÈRE, Charles de – Prix et salaires à Florence au XIV siècle (1280-1380). Roma: École Française de Rome, 1982. LE ROY LADURIE, Emmanuel – Histoire du climat depuis l'an mil. Paris, Flammarion 1967. LOWERRE, Andrew – “Mapping Domesday Book using QGIS”. Newsletter of the English Heritage Research Department 8 (2008), pp. 3-7.   MARQUES, António Henrique de Oliveira – Introdução à História da Agricultura em Portugal: a questão cerealífera durante a Idade Média. 3ª Ed. Lisboa: Edições Cosmos, 1978. MATTOSO, José – Obras Completas, Portugal Medieval. Novas Interpretações. Vol. 8. Lisboa: Círculo de Leitores, 2002, pp. 217-227. MATTOSO, José; SOUSA, Armindo de – “História de Portugal”. In MATTOSO, José (ed.) - A Monarquia Feudal (1069-1480). 2 Vol. Lisboa: Estampa Editorial, 1993. MICHEL, Francisque – Portugais en France et Français en Portugal. Paris: Guillard, 1882. NOISETTE, Patrice – L' "espace" ses usages et ses représentations dans la "règle de Saint Benoit" et les règles monastiques latines du IVe au VIe siècle. Paris: Institut d'urbanisme de Paris, 1984. NORTH, Douglass – Institutions, Institutional change and economic performance. Cambridge: Cambridge University Press, 1990. PERROY, Édouard – “À l’origine d’une économie contractée: les crises du XIVe siècle”. Annales. Économies, Sociétés, Civilisations, 4, 2, (1949), pp. 167-182. PFISTER, Christian – “Learning from Nature-Induced Disasters. Theoretical Considerations and Case Studies from Western Europe”. In MAUCH, Christof; PFISTER, Christian (ed.) – Natural Disasters, Cultural Responses. Case Studies toward a Global Environmental History. Lanham: Lexington Books, 2009. POSTAN, Michael – “The economic Foundation of Medieval Society”. In POSTAN, Michel – Essays on Medieval Agriculture and General Problems of the Medieval Economy. Cambridge: Cambridge University Press, 1973, pp. 3-27. SMAIL, Daniel Lord – Imaginary Cartographies: Possession and Identity in Late Medieval Marseille. Ithaca: Cornell University Press, 1999. VILAR, Hermínia Vasconcelos – “O clero e as Cortes de 1361: redes e protagonistas ao tempo de D. Pedro”. Medievalista [Em linha] 28 (2020), pp. 35-66. [Consultado a 20 agosto 2022]. Disponível em https://medievalista.iem.fcsh.unl.pt/index.php/medievalista/article/view/32. DOI: https://doi.org/10.4000/medievalista.3297. WILKINSON, Keith N. – “Of sheep and men: GIS and the development of medieval settlement in the Cotswolds”. In HIGGINS, Tony; MAIN, Peter; LANG, Janet S. R. (eds.) – Imaging the Past. Electronic Imaging and Computer Graphics in Museums and Archaeology. Londres: British Museum, 1996, pp. 271-281

    Oral Interaction activities in the English as a Foreign Language Classroom:: Overcoming learners’ speaking inhibitions

    No full text
    The state of anxiety that oral communication incites in English as a foreign language (EFL) student, can be considered to be one of the major factors in their reticence to speak using the target language. In a classroom where speaking activities are associated with anxiety and self-consciousness, it is necessary to understand how to combat these metaphorical adversaries of oral communication. In order to understand how to assist students in overcoming these inhibitions the question “How can peer oral interaction activities contribute to learners overcoming their speaking inhibitions?” was raised. The participants in this research project consisted of mixed-ability learners from Year 11 and Year 7 classes. These students participated in a series of spoken interaction activities wherein their behaviour and language skills were observed and analysed. The participants were then invited to answer questionnaires where their opinions on the activities, as well as language learning in general, were assessed. The resulting data indicates that students’ speaking inhibitions were at their lowest when their degree of comfort amongst their peers was at its highest

    Appropriations of the past: Mesopotamia as definer of identities

    No full text
    This article focuses on the construction of the nationality of Ancient Near East art within the 19th and 20th centuries. The aim of the present investigation is to understand how the archaeological discoveries made in the current territory of Iraq have been used as a defining tool for various identities over time. I seek to establish the way in which several states, in an attempt to achieve their nationalist, colonialist or imperialist objectives and ideologies, control and allocate symbolic resources as a means of legitimizing power and authority. In this way, I hope to be able to demonstrate that the past and by extend the appropriation of archaeological finds can be used as an important symbolic tool in the definition of identities and nationalities

    624

    full texts

    1,320

    metadata records
    Updated in last 30 days.
    Plataforma de Revistas e Livros Revistas NOVAFCSH
    Access Repository Dashboard
    Do you manage Open Research Online? Become a CORE Member to access insider analytics, issue reports and manage access to outputs from your repository in the CORE Repository Dashboard! 👇