Publications by Inter-American Development Bank (PT)
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Vozes urbanas: explorando as percepções dos serviços de infraestrutura nas megacidades da América Latina
Nas megacidades da América Latina e do Caribe, fornecer serviços essenciais como água, saneamento, energia e transporte representa um desafio significativo. Este documento apresenta os resultados de uma pesquisa realizada em 2023 em cinco megacidades da região (Bogotá, Buenos Aires, Lima, Cidade do México e São Paulo), estabelecendo comparações com uma pesquisa de 2013 para entender a evolução nas percepções de seus residentes. Alguns fatores, como o impacto da revolução digital, as repercussões da pandemia de COVID-19 e as mudanças climáticas, influenciam as percepções que os cidadãos têm desses serviços fundamentais. A pesquisa explora vários aspectos, investigando a satisfação dos cidadãos em relação aos serviços de água, saneamento, energia e transporte, ao mesmo tempo em que considera a acessibilidade desses serviços. Além disso, examina as prioridades dos cidadãos em relação à sua qualidade de vida em geral e avalia os efeitos perceptíveis das mudanças climáticas em seu cotidiano. Esta exploração contribui para compreender as dinâmicas intrincadas que definem a qualidade de vida em constante mudança nas megacidades da região
Ação climática e o Acordo de Paris: o papel das cidades da América Latina e do Caribe
Mais de 6 anos após a entrada em vigor do Acordo de Paris e da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, é preciso acelerar a implementação dos consensos alcançados para garantir a realização dos ambiciosos objetivos climáticos. Reconhecendo que os governos locais têm competência sobre o potencial de mitigação das mudanças climáticas, bem como para implementar estratégias de adaptação na América Latina e no Caribe, esta publicação destaca a relevância de traduzir e adaptar as metas climáticas globais e nacionais aos contextos e necessidades locais de forma colaborativa. Fornece recomendações para avançar em direção à localização de iniciativas climáticas nas cidades e melhorar as capacidades de governança climática multinível em um contexto local. A publicação visa mostrar o potencial das cidades para liderar ações climáticas transformadoras à luz dos principais desafios das mudanças climáticas, do perfil de emissões de gases de efeito estufa da região e dos compromissos climáticos assumidos em nível nacional e local. Avalia as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, sigla em inglês) dos países da região e os planos de aço climática das cidades, proporcionando uma abordagem pragmática para traduzir os objetivos globais do Acordo de Paris em ações implementáveis em todas as escalas. Finalmente, a publicação apresenta mais de 20 soluções climáticas lideradas por cidades da América Latina e do Caribe, estabelecendo precedentes e oferecendo ideias e experiências para que mais cidades contribuam para a necessária aço climática. Esta publicação é considerada uma referência útil para múltiplos gestores de ações climáticas na América Latina e no Caribe, especialmente aqueles interessados em promover e facilitar ações climáticas coordenadas em todos os níveis
Melhorar as condições de vida dos trabalhadores autônomos: o caminho para um seguro social efetivo
Os atuais esquemas de seguro para trabalhadores autônomos da América Latina, baseados em modelos de esquemas de assalariados, não atendem às suas necessidades adequadamente, resultando em uma cobertura de seguridade social insuficiente. Uma possível solução é otimizar os planos existentes. O presente estudo explora tais otimizações, descrevendo os sistemas que os autônomos do Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru devem acessar para contribuir com a Previdência Social. Detalha as etapas necessárias para cumprir com as regulamentações tributárias e a seguridade social de cada país, destaca as áreas que podem ser melhoradas e inclui considerações de economia comportamental. A partir desses estudos de caso são apresentados elementos comuns vitais de melhoramento do seguro de autônomos, como registro eletrônico, agregação de renda de várias fontes, opções flexíveis de seguro, deduções automáticas, compartilhamento de dados entre sistemas fiscais e financeiros e a introdução de incentivos fiscais. Esses elementos representam oportunidades de inovação e melhoria dos processos e produtos atuais no âmbito da transformação digital dos sistemas de seguridade social da região
Roteiro para a transformação digital do setor de energia na América Latina e Caribe
A transformação digital do setor energético na América Latina e no Caribe é um processo profundo que vai além da tecnologia. Implica na atualização de ativos, sistemas e cultura organizacional. Esta transformação é impulsionada por quatro pilares: participação dos usuários, flexibilidade nos sistemas de geração, resiliência e uma cadeia de valor sólida. A publicação identifica lições aprendidas e melhores práticas a nível mundial e mede o grau de avanço na região através de questionários. Por último, identifica cinco recomendações para acelerar a transformação digital do setor na região: um marco regulatório moderno e estável, incentivos econômicos para investir em digitalização, adoção de tecnologias disruptivas, uma cultura digital forte e colaboração público-privada
Transferências de Renda, Pobreza e Fesigualdade na América Latina e no Caribe
Avaliamos os programas de transferência de renda não contributivas em 17 países da América Latina e do Caribe para identificar os fatores que os impedem de reduzir a pobreza e a desigualdade. Para realizar essa avaliação, analisamos três dimensões relacionadas a tamanho (número de beneficiários, montante de transferência por beneficiário e tamanho do orçamento total) e três dimensões de segmentação (cobertura, vazamento e qualidade da segmentação demográfica). Identificamos 67 programas, que se enquadram em três categorias amplas: transferências condicionais de renda, aposentadorias não contributivas e outras transferências. Usamos uma linha de pobreza internacional de 6,85 dólares PPC por dia (semelhante à linha de pobreza nacional média dos países de renda média alta) e ajustamos os pesos da pesquisa para corrigir o fato de que os dados da pesquisa domiciliar geralmente subestimam o número oficial de beneficiários de transferências em comparação com as fontes administrativas. Mostramos que dois fatores importantes limitam o efeito dos programas de transferência de renda sobre a pobreza e a desigualdade: o baixo valor de suas transferências e sua histórica subcobertura da população que vive na pobreza. As transferências representam aproximadamente 33% do hiato de pobreza. Além disso, só 55% da população em situação de pobreza se beneficia desses programas. Quarenta e um por cento das pessoas que vivem em domicílios que recebem pelo menos uma transferência não contributiva estão acima da linha da pobreza. As crianças e os indígenas estão sub-representados, em relação à sua taxa de pobreza, nas listas de beneficiários. O Brasil, o Suriname, a Argentina, o Chile, a Costa Rica, o Panamá e o Uruguai alcançam de forma consistente os indicadores mais altos em todas as categorias de avaliação. Nossas recomendações de políticas incluem: (i) intensificar os esforços para aumentar a cobertura entre os pobres, usando técnicas modernas de mapeamento da pobreza juntamente com buscas ativas no local e (ii) recertificar a elegibilidade para programas de transferência com mais frequência, usando dados administrativos e registros sociais (altamente) interoperáveis. Ambos os esforços são necessários para criar sistemas de proteção de renda mais eficientes que abordem tanto a pobreza estrutural quanto a transitória
Mecanismo Independente de Consulta e Investigação: relatório anual 2022
Em 2022, o MICI gerenciou 33 reclamações relacionadas a projetos financiados pelo Grupo BID em 14 países. Este relatório anual resume a gestão do MICI para cada um desses casos por meio de seu processo de resolução de disputas e suas investigações independentes. Além disso, apresenta as publicações, espaços de troca de conhecimento e atividades de divulgação realizadas em 2022 com o objetivo de fortalecer a sustentabilidade ambiental e social dos projetos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), BID Invest e BID Lab
Relatório macroeconômico da América Latina e Caribe 2023: preparar o terreno macroeconômico para um crescimento renovado
A América Latina e o Caribe enfrentam um tríplice desafio social, fiscal e de crescimento que está limitando o desenvolvimento da região e de sua população. Os níveis de pobreza e desigualdade pioraram, os cofres públicos continuam lidando com o impacto da pandemia, e o crescimento permanece abaixo do potencial. Este relatório explora os principais desafios para a região em 2023 nas esferas monetária, fiscal, laboral e financeira e identifica políticas que ajudarão os formuladores de políticas a traçar um caminho para o futuro. A América Latina e o Caribe possuem as ferramentas para enfrentar seu tríplice desafio. Precisam aproveitá-las para preparar o terreno macroeconômico para um crescimento renovado
Protocolo de queixas ambientais e sociais do BID: relatório anual 2022
Além dos mecanismos de queixas estabelecidos a nível de projetos e o mecanismo independente de consulta e investigação, MICI, o BID também oferece um canal para que as partes interessadas entrem em contato diretamente com a instituição quando desejarem apresentar uma queixa sobre o desempenho ambiental ou social dos projetos financiados pelo BID. Desde novembro de 2021, foi estabelecido um Protocolo de Queixas Ambientais e Sociais do BID para orientar as equipes de projetos na resposta aos reclamantes e abordar de forma eficaz as questões levantadas. O Relatório Anual 2022 do Protocolo de Queixas Ambientais e Sociais do BID fornece uma visão geral das queixas relacionadas a aspectos ambientais e/ou sociais recebidas em 2022. Ele inclui temas-chave e lições aprendidas durante o primeiro ano de implementação do Protocolo
Quantificando os benefícios de digitalizar e centralizar a inscrição e alocação de docentes
Os professores são o fator mais importante e caro para melhorar a qualidade da educação. Em muitos países da América Latina, a forma descentralizada através da qual os docentes são alocados é altamente dispendiosa, ineficiente e pouco objetiva. Este documento defende a implementação de sistemas digitais centralizados de alocação de docentes, que são mais eficientes, equitativos, objetivos e econômicos. Usando dados administrativos do Equador, estima-se que a implementação da centralização digital poderia gerar um impacto de mais de US$ 17 milhões por ano. Esse número leva em conta os custos diretos da implementação, a economia feita na transição e os ganhos de aprendizado gerados pela melhoria da alocação de docentes de melhor qualidade e pela redução do número de vagas. Esses resultados confirmam que essa política não é apenas eficiente, mas também econômica
Escolas verdes: diretrizes para a concepção de projetos de infraestruturas escolares sustentáveis, de baixo carbono e resilientes
A infraestrutura escolar é um fator relevante para a aprendizagem dos alunos: a qualidade da infraestrutura escolar pode gerar aumentos nas taxas de frequência dos alunos; Boas condições de conforto têm um efeito positivo nos resultados académicos dos alunos; e o design resiliente garante a continuidade do serviço educativo face a eventos climáticos extremos agravados pelas alterações climáticas. A publicação “ESCOLAS VERDES. Diretrizes para o desenho de infraestruturas escolares sustentáveis, de baixo carbono e resilientes” propõe uma série de medidas para o desenho de infraestruturas escolares sustentáveis e resilientes, através do uso de estratégias de desenho sustentável diferenciadas pelas zonas climáticas da América Latina e do Caribe. Estratégias de design resiliente por tipo de ameaça. A aplicação abrangente das estratégias propostas no terreno aspira à criação de infraestruturas escolares com baixo ou zero consumo de energia, o que contribui para o cumprimento das metas e diretrizes globais de neutralidade carbónica para o ano 2050. Além disso, promover escolas sustentáveis em termos Em geral, o guia inclui boas práticas para a fase de construção e manutenção, consolidando assim uma abordagem abrangente que abrange todo o ciclo de vida da infraestrutura escolar. Este guia pretende ser uma ferramenta de planeamento dirigida a diferentes atores públicos e privados e, por sua vez, torna-se uma ferramenta educacional de divulgação e formação que facilita o desenvolvimento das competências necessárias para preservar os recursos naturais e promover experiências de aprendizagem ativa em todas as turmas