Núcleo de Produção Científica Digital da FSG (Centro Universitário e Faculdade da Serra Gaúcha)
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    O PAPEL DA FAMÍLIA NO DESENVOLVIMENTO ESCOLAR DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA

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    Este trabalho traz informações acerca do papel da família no desenvolvimento escolar, com ênfase na educação infantil, de crianças com deficiência. Compreende-se que todas as pessoas, cidadãs brasileiras, possuem direitos e deveres, sendo os primeiros classificados como: civis, públicos e sociais. O resumo em questão, possui o intuito de discutir um dos mais importantes e significativos direitos sociais: o direito à educação e de que forma a família de uma criança com deficiência pode influenciar no exercício deste direito

    FATORES ASSOCIADOS AO COMER INTUITIVO EM MULHERES ADULTAS JOVENS DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DA CIDADE DE CAXIAS DO SUL-RS

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    INTRODUÇÃO/FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: O comer intuitivo consiste em se alimentar em resposta aos indícios de fome e saciedade, respeitando os sinais do corpo físico para determinar quando, o que e quanto comer (TRIBOLE; RESCH, 2012). É uma estratégia que promove a alimentação saudável (BYRNE, 2019; LEVY, 2019). Essa técnica se baseia em quatro princípios: o reconhecimento de sinais de fome e saciedade, comer por razões físicas e não emocionais, tendo a permissão incondicional para comer e praticar uma nutrição suave, exercendo escolhas alimentares que honrem a saúde e também o sabor (TYLKA; VAN DIEST, 2013; TYLKA, 2006). Desta forma, objetivou-se investigar fatores associados ao comer intuitivo em mulheres adultas jovens frequentadoras de cursos da área da saúde de uma Instituição de Ensino Superior (IES). MATERIAL E MÉTODOS: Estudo epidemiológico observacional transversal, que integra o projeto “Perfil de mulheres adultas jovens, frequentadoras do ensino superior: potenciais comportamentos de risco à saúde e fatores associados", o qual foi aprovado por um Comitê de Ética em Pesquisa (5.225.273). Foram incluídos indivíduos que declararam ser do sexo feminino e que frequentavam a IES no momento da coleta de dados. Aqueles com idade inferior a 18 anos e superior a 35 anos, gestantes, nutrizes e de cursos que não pertenciam à área da saúde, foram excluídos. Os dados foram coletados de setembro a outubro de 2022, em sala de aula, no horário regular da aula, por meio de um formulário eletrônico, disponibilizado pelo Google Forms®. As variáveis de exposição incluíram fatores sociodemográficos, comportamentais e de estilo de vida, psicossociais, nutricionais e socioculturais. O comer intuitivo foi avaliado pelo instrumento Intuitive Eating Scale-2 (IES-2) (TYLKA, 2006; TYLKA, 2013), expressando a pontuação do comer intuitivo (valores que variam de 1 a 5 pontos). A análise estatística foi realizada no software SPSS, versão 18.0, por meio dos testes U de Mann-Whitney e Kruskal-Wallis com post-hoc de Bonferroni, considerando nível de significância de 5%. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Das 764 universitárias, observou-se mediana geral de 3,26 (2,82-3,65) pontos na escala do comer intuitivo. Semelhante à pesquisa, um estudo internacional composto em sua maioria por mulheres, apresentou pontuação de média similar de 3,27 (±0,51) pontos (KEIRNS; HAWKINS, 2019). Foi observada associação entre o desfecho e a prática de dietas para controle e perda de peso (p<0,001). Concordando com os achados, uma revisão realizada por Schaefer e Magnuson (2014), mostrou que intervenções que implementaram princípios do comer intuitivo em mulheres reduziram práticas alimentares desordenadas, como dieta restritiva e compulsão alimentar. Ainda, percebe-se associação com o comer intuitivo nas mulheres que tinham hábitos alimentares saudáveis com frequência visando a perda de peso (p<0,001). Semelhantemente, estudo na França mostrou que a pontuação maior na escala do comer intuitivo em mulheres estava inversamente associada à frequência de lanches e à tendência de beliscar na ausência de fome entre as refeições (CAMILLERI et al., 2016). Em relação à alta frequência de leitura de artigos e revistas, páginas da internet, redes sociais que falam sobre dieta ou perda de peso tiveram menor comer intuitivo (p<0,001). Pensando-se no comer intuitivo como uma forma de prevenção de patologias alimentares, estudo mostrou que ele é uma forma de prevenir psicopatologias de transtorno alimentar e sofrimento psicológico ao longo do tempo (HAZZARD et al., 2018). Quanto ao estado nutricional, observou-se que quanto maior a relação peso/estatura, menor o comer intuitivo na participante. Segundo Anderson et al., (2015), a restrição alimentar elevada foi associada ao aumento do Índice de Massa Corporal (IMC) e alimentação desordenada; enquanto o comer intuitivo elevado foi associado à diminuição do IMC e aos distúrbios alimentares (CARDOSO et al., 2020). CONCLUSÃO: As estudantes avaliadas apresentaram uma pontuação moderada de comer intuitivo. Foi observado que diversos fatores influenciam no ato de se alimentar intuitivamente desses indivíduos, principalmente, questões comportamentais relacionadas ao controle e perda do peso. Assim, percebe-se a extrema importância da implementação deste hábito, além de estratégias para divulgação

    A DIDÁTICA IGUALITÁRIA PARA CRIANÇAS COM SINDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL

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    FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: Nesse resumo abordaremos a didática necessária para queprofessores consigam incluir alunos com Síndrome de Down (SD) com equidade, respeitando seuslimites e fornecendo ferramentas para sua própria construção. A SD é causada pela presença de 3cromossomos 21, em algumas (mosaico), ou em todas as células do indivíduo (trissomia livre outranslocação robertsoniana), essa condição cromossômica ocorre na formação genética do feto,fazendo com que o mesmo possua 47 e não 46 cromossomos. Pessoas com SD apresentam um graude leve a moderado de deficiência cognitiva, ou intelectual. Deste modo, o professor precisa estarpreparado para lidar com as particularidades de seus alunos com SD, desenvolvendo manobraspedagógicas a fim de incluir, capacitar e encorajar os mesmos. Através da contribuição de autores dotema, tem-se como objetivo identificar as formas didáticas em que a escola precisa adquirir para queos alunos com Síndrome de Down possam pertencer também à comunidade escolar. MATERIAL EMÉTODOS: Revisão da literatura utilizando artigos publicados em língua portuguesa, nos anos de2018 até 2020, utilizando como palavras-chaves: Síndrome de Down; escola; didática; inclusão edeficiência intelectual, nos indexadores Scielo e Google acadêmico.RESULTADOS E DISCUSSÕES: O profissional pedagogo é um dos atores institucionais que atuacomo como mediador e influenciador no processo evolutivo do aluno com SD. Assim, deverá estarXI Congresso de Pesquisa e Extensão da FSGCaxias do Sul – RS, 25 a 28 setembro de 2023atento a todos os processos que envolvem a aprendizagem, frisando a criança como protagonista dasua captação de conhecimento. Toda criança de 0 meses a 5 anos tem o direito de frequentar aeducação básica, segundo o artigo 29 da Lei de diretrizes e bases da educação nacional, essa etapatem por finalidade o desenvolvimento integral da criança nos seus aspectos físicos, psicológicos,intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. A educação especial resultaem uma forma de ensino para crianças e adultos com deficiência, transtorno e síndromes e éindispensável que a rede de ensino se faça segura para a frequência dessas crianças. Ainda, de maneirainclusiva, criar estratégias pedagógicas dentro de sala de aula, por meio de atividades lúdicas,atividades ao ar livre, cantigas, gincanas, e planos de aulas especializados, trabalhando com o todosem exclusões, além de materiais concretos que estimulem a captação de conhecimento por meiovisual. Através destas habilidades, se desenvolvem práticas educativas desconstruídas e divertidasque estimulam as crianças na descoberta e desenvolvimento de suas potencialidades. SegundoMantoan, inclusão é a nossa capacidade de entender e receber o outro e, assim, ter o privilégio deconviver e compartilhar com pessoas deferentes de nós. A educação inclusiva acolhe todas as pessoas,sem exceção. É para o estudante com deficiência, física, para os que têm comportamento mental, paraos superdotados, e para toda criança que é discriminada por qualquer outro motivo. Estar junto é seaglomerar no cinema, no ônibus e até na sala de aula com pessoas que não conhecemos. Já, a inclusãoé estar com, é interagir com outro (MANTOAN, 2006). Para que a formação pedagógica sejarealmente inclusiva, é necessário que haja uma desconstrução pessoal e tradicional metodológica,onde a maneira de disseminar o conhecimento se faz mais relevante do que apenas transmití-lo.Entende-se que a prática pedagógica inclusiva de sucesso se dá a partir da desconstrução do que já seconhece, do tradicional, para que todos possam ter o mesmo direito ao acesso educacional, commesmos ou adaptados mecanismos de apoio a partir de suas necessidades aparentes ou não. Aoencontro disso, é indispensável que haja a colaboração entre as partes fundamentais: escola, família,terapeuta ocupacional e equipe de acompanhamento médico. Sendo assim, é importante notar que asfamílias são imprescindíveis no processo educacional dos filhos, pois, as crianças demonstram que odesenvolvimento da autonomia, conscientização do outro e a convivência em grupo ocorre, mediadapelos familiares e rede de apoio. Portanto, é fator fundamental a parceria escola/família, pois sãoagentes de transformação em termos individuais e, coletivamente, favorecem a mudança de visão,ainda distorcida, que a sociedade tem à respeito do deficiente (CAMBRUZZI, 1998) CONCLUSÃO:A formação educacional básica de crianças com algum tipo de deficiência intelectual, em específicodas pessoas com SD, somente é viabilizada, quando existe acompanhamento especializado contínuoXI Congresso de Pesquisa e Extensão da FSGCaxias do Sul – RS, 25 a 28 setembro de 2023de profissionais aptos e dispostos á exercer um ensino básico de qualidade e diferenciado, commétodos inovadores e formas distintas de se ensinar

    USO DE MEDICAMENTOS PSICOTRÓPICOS E A INCIDÊNCIA DE SOBREPESO E OBESIDADE EM PACIENTES DO PROJETO NUTRIR COM SAÚDE MAIS DA FSG CENTRO UNIVERSITÁRIO

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    INTRODUÇÃO/FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: Os fármacos psicoativos são medicamentos usados visando modificar o comportamento, humor e emoções dos indivíduos com a finalidade de bem-estar físico e mental (CAMELO MAGALHÃES et al., 2016). Atualmente, está ocorrendo uma transformação da fome de necessidade fisiológica para uma fome de necessidade emocional, estando a alimentação cada vez mais ligada às áreas da Nutrição, Psicologia e Psiquiatria (DE PAULA WERNECK et al., 2021). A obesidade é a patologia física e crônica mais comum na sociedade de hoje, e a depressão é a doença de caráter psicológico mais prevalente, contudo estudos estabelecendo a relação entre ambas ainda são escassos (DIXON et al., 2003; PEIXOTO et al., 2008). Estima-se que a prevalência de obesidade em pacientes psiquiátricos que fazem uso de medicamentos do gênero é 2 a 5 vezes maior que na população em geral (GOPALASWAMY et al., 1985). OBJETIVO: O presente estudo tem como objetivo verificar se existe uma associação entre o uso de medicamentos psicotrópicos e a incidência de sobrepeso e obesidade em um grupo de indivíduos. MATERIAL E MÉTODOS: Trata-se de um estudo observacional transversal, parte de uma atividade de extensão. Para esse estudo foram utilizados dados de prontuários de pacientes, como peso, altura, idade, índice de massa corporal (IMC), medicamentos de uso contínuo e objetivo nutricional dos pacientes que fizeram acompanhamento nutricional no Centro Integrado em Saúde da FSG Centro Universitário no Projeto Nutrir Com Saúde Mais entre os anos de fevereiro de 2022 a junho de 2023. Como critérios de inclusão, foram utilizados pacientes de ambos os sexos, com faixa etária de 18-60 anos. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Foram selecionados 140 pacientes, sendo 33 do sexo masculino e 107 do sexo feminino. O perfil de indivíduos do sexo masculino era composto por 15 homens com IMC de eutrofia, 14 com IMC de sobrepeso e 3 com IMC de obesidade grau I. O perfil de indivíduos do sexo feminino era composto por 63 mulheres com IMC de eutrofia, 29 com IMC de sobrepeso, 11 com IMC de obesidade grau I, 2 com IMC de obesidade grau II e 1 com IMC de obesidade grau III. Destes grupos, 19 indivíduos (1 eutrófico sexo masculino, 1 sobrepeso sexo masculino, 11 eutróficos sexo feminino, 3 com sobrepeso sexo feminino e 3 com obesidade grau I sexo feminino) fazem uso de medicamentos psiquiátricos, representando um percentual de 13,6% dos pacientes. Entre os pacientes eutróficos que fazem uso dessa classe de medicamento, 82% do sexo feminino e 7% do sexo masculino,  consultaram com os objetivos de emagrecimento e/ou redução de gordura corporal. Com os dados elencados acima é possível destacar que há uma ligação entre o uso dos medicamentos psicotrópico com a ocorrência de sobrepeso e  obesidade, mas o percentual de maior destaque está relacionado com o uso dessas medicações com os objetivos nutricionais do público feminino eutrófico, no qual 82% envolviam emagrecimento e/ou redução de gordura corporal, assim podendo indicar uma maior relação do uso de psicotrópicos com questões de insatisfação corporal principalmente em mulheres, como pesquisas estão mostrando nos últimos anos (VIDAL et al., 2022). CONCLUSÃO: A existência de uma associação entre o uso de medicamentos psicotrópicos e a incidência de sobrepeso e obesidade é um assunto atual que não apresenta muitos estudos. Em acordo com os dados computados nesta pesquisa, notou-se que haviam sim pacientes com sobrepeso e obesidade os quais faziam uso de fármacos psicoativos, porém por esse número de pacientes ser pequeno não se consegue ter uma conclusão exata dessa associação. Entretanto, ao longo da pesquisa destacou-se um assunto de alta relevância sobre a prevalência de mulheres eutróficas fazendo o uso de medicamentos, alertando para uma possível relação de insatisfação corporal, nutrição e o uso dos fármacos psiquiátricos na atualidade

    ANÁLISE DOS FATORES INFLUENCIADORES DO PROCESSO DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO NO DESEMPENHO ORGANIZACIONAL DE CONSULTORIAS DE RECURSOS HUMANOS EM CAXIAS DO SUL

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    O presente artigo tem como objetivo analisar os fatores que influenciam no desempenho organizacional em relação ao processo de recrutamento e seleção em empresas de consultorias de recursos humanos localizadas no município de Caxias do Sul. Utilizou-se do formato de pesquisa survey, com uma amostragem classificada por conveniência, de população-alvo finita e não-probabilística. A amostra foi composta por gerentes e analistas, todos colaboradores em tempo integral e com pelo menos dois anos de experiência na área. A revisão bibliográfica apresenta conceitos sobre desempenho organizacional, gestão de recursos humanos e recrutamento e seleção, com destaque para Camillis (2018), Marques (2016), Banov (2020) e Chiavenato (2022). A análise dos dados, divididos por eixos e categorias, possibilitou traçar as características demográficas da população pesquisada e obter subsídios para a atestar a comprovação ou não das cinco hipóteses levantadas pelo estudo

    FOLHA DE PAGAMENTO APÓS A IMPLANTAÇÃO DO E-SOCIAL

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    Em meados de 2006, iniciou-se um projeto para unificar todas as informações prestadas pelo empregador/contribuinte, uma ideia que fazia parte da implantação do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital). Desse projeto nasceu o eSocial, que objetiva agregar as informações fornecidas pelos empregadores e contribuintes a respeito do trabalhador. O presente estudo pretende apresentar o funcionamento operacional da folha de pagamento relacionado com as obrigatoriedades do eSocial. O intuito é esclarecer como é feito a informação dos vinculados à plataforma digital do governo e quais são as obrigatoriedades de informações que o projeto do eSocial unificou. Este estudo sobre o eSocial, justificasse por ser um processo novo, com grande expectativa de conhecimento e que carece de muitas informações pois ele está sendo considerado o maior e mais complexo projeto do SPED e vai gerar mudanças relevantes em toda estrutura atual de informação ao fisco relativo a todos os vínculos trabalhistas contratados no Brasil. É visto como um resultado positivo o fato desse novo SPED unificar as informações que antes eram transmitidas ao governo de forma individualizada, no qual tonava o dia a dia do contador menos eficiente, tendo que gerar diversas informações ao governo em diversos tipos de programas legalizados. A partir dessa mudança, as informações necessárias são transmitidas para a plataforma do eSocial, de forma conjunta, e nela o sistema de escrituração fará a individualização automática das informações para cada órgão competente. A metodologia utilizada para conceituar o tema proposto e suas finalidades, se deu mediante pesquisas bibliográficas atualizadas.

    PROJETO DISPOSITIVO DE SOLDAGEM

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