Século XXI: Revista de Relações Internacionais
Not a member yet
176 research outputs found
Sort by
RELAÇÕES INTERAFRICANAS: SENEGAL E OS DESAFIOS DA INTEGRAÇÃO REGIONAL
O objetivo deste artigo é analisar a importância e os desa#os da integração regional oeste africana parao Estado do Senegal. Nesta ótica, buscou-se na introdução traçar um panorama geral dos processos deaproximação dos países oeste africanos, destacando a importância de tal projeto tanto para grandespaíses aspirantes a uma liderança regional como é o caso da Nigéria, quanto para pequenos países comoSenegal. A segunda parte do texto analisou a postura senegalesa em relação à integração regional e concluique independentemente do presidente ou partido político governante, a integração africana ocupou eocupa sempre uma posição de destaque na política externa do país, no entanto, o pertencimento a maisde uma organização regional limita a efetivação dos projetos de integração. Por isso, a terceira e últimaparte do texto objetivou analisar a CEDEAO no intuito de mostrar que ela deveria ser o #o condutor daintegração regional e onde organizações como UEMOA, ZMAO, OMVG e MOVS funcionariam comoinstrumentos técnicos de desenvolvimento da região
POLÍTICA EXTERIOR DE URUGUAY EN EL MERCOSUR DURANTE EL GOBIERNO DE JOSÉ MUJICA
Desde su inauguración el 1° de marzo de 2010, el gobierno Mujica ha llevado adelante en forma consistenteuna línea política dirigida a fortalecer la integración regional y jerarquizar el rol de Mercosur en lasrelaciones internacionales. Este artículo estudia la política exterior de Uruguay desde una perspectivaque considera contribuciones del enfoque de toma de decisiones y trabajos sobre el rol de las ideasen política exterior. Sus objetivos son examinar las políticas hacia Mercosur desde tres dimensionesinterrelacionadas: la participación uruguaya en los organismos de decisión de Mercosur, las relacionesbilaterales con otros Estados miembros de Mercosur y la posición de Uruguay en propuestas para lasrelaciones de Mercosur con otros bloques de integración. El artículo estudia el desempeño del gobiernoen esas tres dimensiones y las interacciones entre política exterior y política interna
A POLÍTICA EXTERNA DOS GOVERNOS KIRCHNERISTAS (2003-2011): DO MODELO PRÓPRIO AO MERCOSUL
O presente artigo propõe realizar uma abordagem das principais linhas da política externa dos governosde Néstor Kirchner e de Cristina Fernández de Kirchner (2003-2011), assim como das principaiscaracterísticas de seus processos internos de governo e dos ideais políticos que guiaram a formulação daação externa argentina. Propomos efetuar uma abordagem que vincule a política externa e a integraçãoregional, como ferramentas daquela, com o projeto de reindustrialização e de desenvolvimento internoimpulsionado pelos governos kirchneristas
DA NÃO INTERFERÊNCIA DA ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE AFRICANA A NÃO INDIFERENÇA DA UNIÃO AFRICANA: PERCEPÇÕES AFRICANAS SOBRE A SEGURANÇA DO CONTINENTE
A década de 1960 assistiu à independência da maioria dos países africanos, e também ao desdobramentodos diversos con%itos que se seguiram e que tiveram consequências internas dramáticas para estes países. A'm de prevenir e auxiliar na resolução destes contenciosos, a Organização da Unidade Africana foi criadaem 1963. Contudo, o 'nal da Guerra Fria e a crise neoliberal da década de 1990 levaram ao colapso de váriosfrágeis governos africanos e consequentes con%itos, trazendo novos desa'os à OUA, o que acelerou a suasubstituição pela União Africana. Assim, este artigo busca analisar o processo de criação da UA, analisandoa atuação dos principais atores nesse processo, Nigéria e África do Sul, bem como as diferenças entre as duasorganizações e as implicações geradas por elas para as relações interafricanas ao longo do século XXI
INFLUÊNCIA DA TURQUIA, IRÃ E RÚSSIA NO SUL DO CÁUCASO: O Caso do Azerbaijão
Turquia, Irã e Rússia buscam in$uenciar a inserção internacional do Sul do Cáucaso. O artigo faz breverecapitulação do passado compartilhado por aqueles atores regionais com o Azerbaijão, o mais prósperopaís situado na parte meridional da cordilheira. Procura, também, avaliar cenários alternativos futuroscaso prevalecesse cada uma das três potências vizinhas. Conclui com a a+rmação de que a evolução maisfavorável dependeria do resgate das identidades culturais e da recuperação de mecanismos institucionaisque conviveram paci+camente, há séculos, naquela parte do mundo
L’EUROPE A-T-ELLE UNE HISTOIRE?
Ao se deparar com um livro cujo título consiste em uma pergunta, é naturalque se espere do autor uma resposta precisa – talvez única e original - quando aprópria formulação da pergunta induz o leitor a criar expectativas no sentido deobter, ao longo do texto, um retorno binário, seja de ordem afirmativa ou negativaem relação à proposição inicial.Não é o caso de Jean-Frédéric Schaub, em “A Europa possui uma história?”.Todavia, antes que fraqueza, neste ponto reside a força de seu livro, cujos argumentospretendem servir como guia para a organização do debate sobre a integraçãoeuropeia, de forma a evitar simplificações recorrentes não apenas no senso-comum,mas também nos meios jornalísticos e mesmo em setores acadêmicos
ÁFRICA PARCEIRA DO BRASIL ATLÂNTICO RELAÇÕES INTERNACIONAIS DO BRASIL E DA ÁFRICA NO INÍCIO DO SÉCULO XXI
O século XXI é marcado pelo redescobrimento do continente africano.A atuação de potências emergentes, como China, Índia e Brasil, em muitospaíses da região chama a atenção das tradicionais potências do Ocidente, com oresurgimento da África na mídia internacional. A capa da revista e Economistem dezembro de 2011, nomeada “Africa Rising”, re(ete a visão positiva em tornodo continente africano, que mantêm na média altos índices de crescimento doPIB, apesar da crise )nanceira de 2008
A POLÍTICA COMERCIAL DO GOVERNO LULA (2003-2010): UMA ANÁLISE COMPARATIVA DAS RELAÇÕES COMERCIAIS DO BRASIL COM O MERCOSUL E COM O RESTO DO MUNDO
O dilema da inserção internacional é um dos fatores mais importantes que de%ne o grau de benefícioe malefício que um determinado país pode auferir em um mundo com alto nível de interdependência.Este trabalho visa a investigar o aspecto comercial da política externa do governo Lula (2003-2010),no sentido de identi%car se o Mercosul foi tratado como prioridade ou se esta meta %cou apenasno nível discursivo. Além disso, propõe-se a identi%car os novos parceiros comerciais brasileiros eelaborar uma análise comparativa do padrão de comércio do Brasil com estes e com o Mercosul.Por %m, pretende avaliar os impactos desse novo /uxo comercial à luz da teoria estruturalista daCEPAL e da sua vertente mais atualizada, o chamado “novo desenvolvimentismo”. A hipótese básicadeste trabalho é a de que se o governo Lula adotou uma política externa de busca de autonomiapor meio da diversi%cação dos parceiros comerciais, então as relações com os países do Cone Sul seenfraqueceram