Revistas da UCPEL (Universidade Católica de Pelotas)
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O NÚCLEO ÉTICO-METAFÍSICO DO NEGRINHO DO PASTOREIO DE JOÃO SIMÕES LOPES NETO
Trata-se de uma reflexão do núcleo ético-metafísico da obra simoniana a partir da lenda do Negrinho do Pastoreio de João Simões Lopes Neto. O estudo considera a necessidade de refletir sobre a autonomia e a identidade local, num momento em que vivemos uma crescente inserção mundial; desafia a tomada de consciência de nossas raízes antropológicas, para atualizar nossas representações sócio-culturais. O autor, pela sua experiência cultural singular, representa, ao mesmo tempo, a figura do gaúcho em sua particularidade regional - paisagem, tipo e linguagem- e o insere dentro do paradigma heróico universal, que compõe as figuras legendárias de todas as nacionalidades
O CONCEITO DE CIRCUNSTÂNCIA E ALGUMAS IMPLICAÇÕES ÉTICAS E POLÍTICAS
O uso de ‘circunstância’ relativo ao comportamento humano está presente nos meios acadêmicos sem que seu entendimento seja preciso. Os conceitos sobre quem é o homem formam-se a partir da realidade contemporânea e, vice-versa, concepções antropológicas tradicionais sustentam o “status quo”. Mostra-se que a acepção estipulada por Ortega y Gasset ao termo supra e convertida em crença pode alterar a mentalidade com significativas implicações éticas e políticas
LA LÓGICA DE LA NECESIDAD Y DE LA CONTINGENCIA HISTÓRICAS
A partir de las propuestas de Prior (en Past, Present and Future, Cap. 7: “Time and Determinism”) para el desarrollo de una lógica del tiempo indeterminista, se han propuesto tres enfoques diferentes de la misma. Todos ellos coinciden en el desarrollo de una sintaxis y una semántica en que se combina tiempo y modalidad, obteniendo así una lógica mixta modal-temporal. Los dos primeros enfoques coinciden por su parte en la utilización de estructuras arbóreas como instrumento semántico para representar la evolución indeterminista de los acontecimientos temporales. Difieren, no obstante, en la sintaxis y en la definición de las condiciones de satisfacibilidad. El planteamiento que Prior llamó “ockhamista”, y que ha sido desarrollado principalmente por Richmond Thomason, utiliza un lenguaje formal en que conviven operadores temporales y operadores modales; y ofrece una definición de satisfacción en que la noción de verdad resulta relativa no sólo a cada instante sino también a cada rama de la estructura arbórea que representa al tiempo, de forma que una proposición en tiempo futuro puede resultar verdadera en un instante para una rama pero no para otra; y son necesarias en un instante aquellas que son verdaderas en toda rama. Así, todas las proposiciones en tiempo presente y en tiempo pasado resultan necesarias, aunque no ocurre así con toda proposición de futuro. John Burgess es quien más ha investigado el segundo enfoque, denominado “peirceano” por Prior. Los operadores modales son superfluos en él, por lo que su lenguaje formal solamente cuenta con operadores temporales. Una proposición del tipo F se define como verdadera en un instante si y sólo si es verdadera en algún instante posterior en toda rama. De forma que el operador “F” no significa aquí simplemente “será” sino “será inevitablemente”, resultando entonces que toda proposición verdadera es también necesaria, aunque no por ello haya de aceptarse ninguna tesis determinista. La situación de la lógica peirceana respecto de la ockhamista es semejante a la de la lógica intuicionista respecto a la clásica. El tercero de los planteamientos se debe a Hans Kamp, y se aparta de las ideas de Prior en que no utiliza estructuras arbóreas sino una semántica de mundos posibles, cada uno de los cuales con su propia estructura temporal, y con unas relaciones de accesibilidad entre ellos relativizadas a cada instante, de manera que resultan accesibles en un instante aquellos mundos que comparten un mismo pasado. En principio, parecería que la semántica de Kamp generaría las mismas fórmulas válidas que la semántica ockhamista, pues a partir de cualquier estructura arbórea podríamos definir la correspondiente estructura de Kamp, identificando sencillamente cada rama con un mundo posible. Sin embargo, puede mostrarse que a la inversa no sucede lo mismo, con lo que tenemos fórmulas ockhamistamente válidas que no lo son en la semántica de Kamp. Durante las dos últimas décadas, los resultados de la investigación meta-teórica sobre esos sistemas nos han ayudado a comprender con claridad las relaciones y las diferencias que existen entre ellos, así como sus posibilidades de axiomatización. Esos resultados pueden también ayudarnos a tomar postura filosófica sobre cuál es la lógica del tiempo indeterminista que resulta verdaderamente adecuada para capturar nuestras intuiciones al respecto, de forma que se obtenga un análisis lógico aceptable de la noción de necesidad histórica o de la contingencia del futuro. El propósito de mi trabajo es contribuir a ello mediante el estudio comparativo de los diferentes enfoques expuestos, haciendo ver la necesidad de continuar investigando sobre estas lógicas
As Influências da Lógica Mercadológica sobre as Recentes Transformações na Igreja Católica
Nosso propósito neste artigo é discutir, usando os pressupostos do Paradigma do Mercado Religioso, que tem em Berger (1985) Finke & Stark (1988, 1992) e Stark & Iannaccone (1994), seus principais formuladores, as transformações que se realizam no campo do Catolicismo brasileiro, a partir de modificações na constituição interna da esfera da religião no Brasil, no final doséculo XX. Privilegia-se aqui a definição institucional do fenômeno religioso, sendo nosso objetivo demonstrar que, acima de todos os fatores que influenciam a dinâmica da esfera da religião, têm preponderância aqueles ligados ao nível de concorrência entre organizações religiosas. A partir desse ponto de vista, examinamos alguns fatos da história recente da religião no Brasil, apresentando uma interpretação do processo pelo qual a Igreja Católica vai perdendo sua posição de monopólio no mercado religioso nacional e se vê pressionada à realização de mudanças reativas em seus discursos e práticas religiosas, refletidas na hegemonização do modelo carismático, que vai, aos poucos, substituindo a preponderância anterior do modelo progressista
Visão geriátrica sobre a morte
As modificações ocorridas no processo de envelhecimento mundial trouxeram alterações na fase final da vida: a morte. Tais mudanças culminaram com o pensamento e, muitas vezes, a prática de negação da morte e de tabus relacionados com essa fase tão importante da vida. Assim, procuramos fazer uma reflexão sobre processo do morrer humano
Como devemos entender o direito à liberdade?
A partir do conceito de liberdade e sob a ótica da modernidade e do senso comum, propõe-se uma abordagem analítico-fenomenológica sobre a ação livre, apoiando-se em autores clássicos para se compreender os limites e contradições do que se entende por liberdades sociais e políticas, as relações entre liberdade e razão e os sentidos do direito à liberdade
A Fé e o Direito: a Escola dos Glosadores (o início da ciência do Direito)
O texto refere-se ao momento em que foi lançada a base da ciência do Direito, resplandecente até a contemporaneidade. A recepção ou o renascimento do Direito Romano, através dos textos do Corpus Iuris Civilis pela Escola dos Glosadores, proporcionou o ambiente teórico para o desenvolvimento de técnicas e conhecimentos para lidarem com esse texto que, no primeiro momento, foi considerado providência divina, igualando-se aos textos sagrados como a Bíblia. Nesse momento histórico-cultural, a Religião, a Igreja Católica ocupa um papel importante no acolhimento e na utilização dos textos romanos e, ainda, calcada na universalidade e unidade apresentada no Império Romano, arroga-se para si a figura imperial na intenção de consolidar o Império Cristão no período medieval. Assim, a relação entre a Religião e Direito forma o ponto inicial da ciência jurídica, juntamente com a formação das Universidades
Olegário González de Cardedal: carta a um professor amigo
Educar é ajudar um outro a ser ele mesmo. Desafios à vocação educadora hoje: consumismo material e espiritual; crise dos valores originários da cultura; tecnificação do saber, desvalorização do fator humano. O cristão como educador: reconstrução da sua identidade e vocação