Revistas da UCPEL (Universidade Católica de Pelotas)
Not a member yet
1126 research outputs found
Sort by
Corpo e Corporeidade na Antropologia Paulina- 1 Cor 6, 12-20
Corpo e corporeidade constituem aspectos centrais na antropologia paulina e, como tais, vêm abordados sistematicamente em seu significado no Corpus paulinum. Paulo vem contextualizado na cultura e literatura de sua época. Toma-se para análise teológica e exegética aquele que é considerado o principal texto referente ao corpo e à corporeidade em Paulo: 1Cor 6,12-20. Neste e a partir deste, expõe-se a antropologia teológica de Paulo bem como a teologia e a ética paulinas centradas no corpo e na sexualidade. Propõem-se elementos de hermenêutica para a atualidade, considerando a relevância da temática abordada. Tratando-se de um estudo em teologia bíblica e não própria ou estritamente de exegese, optou-se por situar em anexos, longe da pretensão de exauri-los, elementos da abordagem retórica e literária do texto em questão
Adélia Prado: a teopoética do Eros e da angústia
O artigo visa descortinar a visão teológica e eclesiológica presente na poesia de Adélia Prado. Assim, através da análise de extratos de sua poesia, busca-se compreender a relação da poetisa com a fé e com a Igreja Católica, relação esta marcada pela transgressão do tradicional e do ortodoxo e pela experiência pessoal da autora com o mistério divino
Recepção da tradição indígena na literatura de Simões Lopes Neto
Simões Lopes Neto escreveu sete breves textos em prosa, denominados Argumento de outras lendas - Missioneiras, em que encontramos, de modo mais explícito, a recepção em sua literatura da tradição indígena. As lendas são as seguintes: A mãe do ouro, Cerros Bravos, A casa de M’Bororé, Zaoris, O Angüera, Mãe mulita e São Sepé/Lunar de Sepé. É possível encontrar em outros textos, ao longo de sua obra, também, a referência à tradição indígena. Nosso objetivo é apresentar a recepção da tradição indígena na literatura simoniana, mostrando como o autor recriou tradições escritas e orais anteriores. Nosso enunciado problemático é: Dentro desse contexto sócio-literário e dos debates em torno dos problemas e da identidade nacional, em que Simões Lopes Neto contribuiu para inserir-lhe algo da identidade e da cultura gaúcha sulriograndense? Diante disso, podemos propor a seguinte hipótese: O índio, pois, era o Brasil, assim como para Simões Lopes Neto, o gaúcho era o pampa. Ao tratar, das lendas Missioneiras, o autor procura incorporar um fator comum entre a tradição brasileira e a identidade rio-grandense, fazendo com que o personagem indígena assuma dentro da cultura regional do Rio Grande do Sul, o papel de elo integrador da nacionalidade
A questão da cruz na teologia de Bruno Forte
O texto aborda a relação entre a cruz e a esperança cristã no pensamento teológico do teólogo italiano Bruno Forte. Nesta problemática, situaremos a perspectiva do sofrimento humano à luz da ressurreição de Jesus Cristo. Sendo que a concepção de Bruno Forte sobre a questão possibilita novas interpretações, onde sua cristologia dogmática de viés histórico poderá abrir ulteriores elaborações na reflexão cristológica contemporânea
Comentários Sobre a Renovação Carismática Católica e o Ambiente Universitário
Neste manuscrito pretende-se abordar, de forma preliminar, aspectos de interesse entre a Renovação Carismática Católica (RCC) e o ambiente universitário, tendo especial atenção para com a necessidade da evangelização no mundo contemporâneo, conforme rogado sempre pela Igreja Católica Apostólica Romana. Serão apresentadas breves considerações sobre o surgimento da RCC, bem como do Ministério das Universidades Renovadas da RCC do Brasil e de sua atuação nos campi universitários de todo o país. Por fim, seguem algumas observações sobre a evangelização e sobre a Encíclica Fides et Ratio, do Papa João Paulo II, tratando das relações entre fé e razão
A Escola Humanista: o combate com a Escola dos Comentadores
O texto objetiva a tentativa de compreender a Escola Humanista e a sua influência no âmbito Jurídico. Nisso emerge a atitude de superar o método ultrapassado da Escola dos Comentadores e instaurar uma nova visão de mundo. Daí emerge o confronto entre dois métodos: mos gallicus e mos italicus. Logo, a Escola Humanista ensaia as primeiras mudanças que ocorrerão no iluminismo
A PROBLEMÁTICA DO “NADA” EM “L’ACTION” (1893) DE M. BLONDEL
Estuda-se a II Parte de ‘L’Action’ (1893) de M. Blondel, que examina a solução negativa daação. Após expor, brevemente, os principais argumentos a favor do “nada”, Blondel mostra que a Filosofia Crítica é a raiz do pessimismo metafísico, porquanto pôs em conflito a razão especulativa e a razão prática, rompendo a unidade fecunda da ação, o que acabou desembocando no voluntarismo niilista de Schopenhauer. Contudo, não se pode afirmar o nada do homem e da ação em nome da experiência e da ciência. Há contradições no sistema voluntarístico de Schopenhauer. A palavra final do pessimismo é “querer ser”. Existe algo, e a vontade sempre quer algo. Distinguindo “vontade que quer” (‘volonté voulante’) e “vontade querida” (‘volonté voulue’), Blondel aponta para a abertura infinita da “vontade que quer”: a própria “ação” exige o transcendente
FRAGMENTOS PARA UMA HISTÓRIA DA IGREJA
Este artigo faz um sobrevoo pela História da Igreja, reunindo numa síntese os dados essenciais: a Igreja Apostólica, a Igreja no Império Romano, as grandes heresias e suas soluções nos primeiros Concílios Ecumênicos, a difusão do Cristianismo entre os Povos Germânicos, a Igreja Medieval, o “descobrimento” da América, o movimento da Reforma Protestante e a Reforma Católica com o Concílio de Trento, a Igreja e a Modernidade, culminando no Concílio Vaticano II, a Igreja atual. Poderá servir de material para um curso rápido ou como base para uma informação mínima sobre o assunto