Periódicos científicos (Universidade Federal do Espírito Santo)
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    Capítulo LXXXIV: O conflito

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    Capítulo LXXXIV do romance Memórias póstumas de Brás Cubas.&nbsp

    Entrevista – Francisco Aurelio Ribeiro: o cigano e o país habitável (1995)

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    Entrevista de Francisco Aurelio Ribeiro a Adilson Vilaça, de 1995

    O foco narrativo em Ora, pombas! (1997)

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    Artigo de Sonia Luzia C. Machado (In memoriam), de 1997, sobre o livro Ora, pombas!, de Francisco Aurelio Ribeiro

    Francisco Aurelio Ribeiro (2005)

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    Verbete de Pedro J. Nunes, de 2005, sobre a obra de Francisco Aurelio Ribeiro

    "O menino e os ciganos": um encontro entre a rua e a literatura (2019)

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    Artigo de Letícia Queiroz de Carvalho, de 2019, sobre "O menino e os ciganos", de Francisco Aurelio Ribeiro

    Trabalho fragmentado, direitos diluídos: a alienação neoliberal sob o fenômeno da "pejotização"

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    Este artigo analisa o fenômeno da pejotização no contexto da mentalidade neoliberal, destacando seus impactos na precarização das relações de trabalho e na intensificação da alienação. A pejotização, marcada pela substituição de contratos regidos pela CLT por vínculos de prestação de serviços, transfere ao trabalhador as responsabilidades jurídicas e tributárias, permitindo às empresas reduzir custos e evitar encargos trabalhistas. A partir de uma revisão teórica, o estudo examina como essa prática fragmenta direitos, individualiza responsabilidades e naturaliza a exploração. A cultura do desempenho, aliada ao discurso meritocrático, legitima tais transformações e culpa os indivíduos por suas próprias condições de vida

    Violence and public health in Brazil: impacts on marginalized populations and the need for intersectoral policies

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    Introdução: A violência no Brasil constitui um grave problema de saúde pública, manifestando-se de forma direta, simbólica e estrutural, com efeitos devastadores sobre populações vulneráveis. Jovens negros e mulheres figuram entre os grupos mais atingidos, o que evidencia a íntima relação entre violência, desigualdade social e racismo institucional. Nesse cenário, torna-se essencial compreender como a violência afeta a saúde coletiva e quais estratégias têm se mostrado eficazes em sua prevenção e enfrentamento. Objetivos: Analisar a relação entre violência e saúde pública no Brasil, com foco em suas diversas manifestações – direta, simbólica e estrutural – e nos impactos sobre as populações mais vulneráveis. Métodos: Por meio de uma revisão integrativa da literatura, foram identificados estudos que abordam a violência em diferentes contextos sociais, destacando os efeitos na saúde física e mental das vítimas, com especial ênfase em jovens negros e mulheres. O método consistiu na seleção de artigos científicos que tratassem da violência sob uma perspectiva sociológica e de saúde pública, buscando evidenciar como a desigualdade social e o racismo institucional contribuem para a perpetuação da violência. Resultados: Os resultados indicam que a violência tem impactos duradouros na saúde física e mental das vítimas, com altas taxas de ansiedade, depressão e transtorno de estresse pós-traumático. Além disso, políticas públicas que integram saúde, educação e segurança mostraram-se mais eficazes na redução da violência em áreas de alta criminalidade. Conclusão: Conclui-se que o enfrentamento da violência requer uma abordagem intersetorial, que considere não apenas ações no campo da segurança pública, mas também a promoção da inclusão social e o fortalecimento das políticas de saúde mental.Introduction: Violence in Brazil is a serious public health problem, manifesting in direct, symbolic, and structural forms, with devastating effects on vulnerable populations. Black youth and women are among the most affected groups, highlighting the close relationship between violence, social inequality, and institutional racism. In this context, it is essential to understand how violence impacts collective health, and which strategies have proven effective in its prevention and response. Objectives: To analyze the relationship between violence and public health in Brazil, focusing on its various manifestations – direct, symbolic, and structural – and its impacts on the most vulnerable populations. Methods: Through an integrative literature review, studies were identified that addressed violence in different social contexts, emphasizing its effects on the physical and mental health of victims, particularly Black youth and women. The method involved selecting scientific articles that approached violence from a sociological and public health perspective, aiming to demonstrate how social inequality and institutional racism contribute to the perpetuation of violence. Results: The findings indicate that violence has long-lasting effects on victims’ physical and mental health, with high rates of anxiety, depression, and post-traumatic stress disorder. Moreover, public policies that integrate health, education, and public safety have proven more effective in reducing violence in high-crime areas. Conclusion: It is concluded that addressing violence requires an intersectoral approach that goes beyond public security actions, encompassing the promotion of social inclusion and the strengthening of mental health policies

    A CENTRALIDADE DO RACISMO E DO SEXISMO NO DESENVOLVIMENTO DO CAPITALISMO NO BRASIL

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    O artigo examina a formação social brasileira a partir dainter-relação entre colonização, racismo e sexismo, destacando acentralidade da exploração racial e de gênero na consolidação docapitalismo no Brasil

    A QUESTÃO ÉTNICO-RACIAL NA FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL: UMA ANÁLISE DOS CURRÍCULOS BRASILEIROS

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    Este artigo apresenta uma análise preliminar sobre a inserção da temática étnico-racial na formação em Serviço Social nasUniversidades Federais vinculadas à ABEPSS. Com base nas Diretrizes de 1996 e em abordagem histórico-crítica, busca-secompreender sua articulação aos fundamentos da profissão e identificar como essa temática aparece nos PPCs, especialmentenos componentes curriculares e Núcleos de Fundamentação.&nbsp

    O FINANCIAMENTO DA POLÍTICA DE SAÚDE NO GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO NO CONTEXTO DO AJUSTE ESTRUTURAL E DA PANDEMIA POR COVID-19

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    Este estudo apresenta resultados de pesquisa e tem como objetivo  compreender o orçamento da política de saúde destinado pelo governo do estado do Espírito Santo no contexto do ajuste estrutural de 2016 e da pandemia por COVID-19, visando analisar a configuração do financiamento e suas implicações para o desenvolvimento desta política. No plano de trabalho metodológico tem-se aqui uma perspectiva de análise da totalidade social e a observação crítica da realidade da política. Evidencia-se que não éprioridade do governo o fortalecimento da atenção primária como ordenadora da rede de atenção à saúde, assim como o Controle Social tem sempre ocupado os índices de menor alocação de recursos. Esses processos acabam enfraquecendo a transparência pública e o exercício do controle social. Compreender a particularidade da configuração do orçamento da política de saúde no âmbito do governo estadual é de extrema importância,principalmente quando se analisa as fontes de financiamento que podem indicar a progressividade ou a regressividade desta política; a magnitude dos gastos; objeto de intervenção da política; e o destino ou direção do gasto, isto é, quais os programas, ações e as prioridades do governo. O estudo também verifica onde e como os recursos estão sendo aplicados e sua origem

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