Periódicos científicos (Universidade Federal do Espírito Santo)
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Capítulo XXXIV: A uma alma sensível
Capítulo XXXIV do romance Memórias póstumas de Brás Cubas
Capítulo LV: O velho diálogo de Adão e Eva
Capítulo LV do romance Memórias póstumas de Brás Cubas. 
Capítulo LXXIII: O luncheon
Capítulo LXXIII do romance Memórias póstumas de Brás Cubas. 
Capítulo LXXXIII: 13
Capítulo LXXXIII do romance Memórias póstumas de Brás Cubas. 
Capítulo XCVII: Entre a boca e a testa
Capítulo XCVII do romance Memórias póstumas de Brás Cubas
Avaliação do conforto térmico de ovinos Santa Inês por meio de parâmetros fisiológicos e índices bioclimáticos
Ovinos são animais rústicos, e que apresentam bons desempenhos mesmo em ambientes extremos. Isso não significa que eles não precisam de cuidados com clima e temperatura, uma vez que os mesmos são homeotérmicos. Sendo assim, é importante que o ambiente apresenta faixas de temperatura dentro de limites aceitáveis, para sua produtividade. O objetivo do trabalho foi avaliar o conforto térmico de ovinos da raça Santa Inês no outono, por meio de parâmetros fisiológicos e índices bioclimáticos. Foram obtidos dados de 21 animais, de três diferentes categorias, sendo sete cordeiros, sete fêmeas gestantes e sete fêmeas vazias, distribuídos aleatoriamente em um delineamento em blocos casualizados, em um esquema de fatorial simples 3x4 (três categorias e quatro horários distintos), com 5 repetições. Foram avaliados a temperatura ambiente, a umidade relativa e o índice de temperatura globo negro e umidade (ITGU). Para realização das coletas dos dados climatológicos, foram distribuídos uniformemente pela área experimental seis pontos diferentes, cinco na área externa e um no aprisco. Como dados fisiológicos, foram avaliadas a temperatura retal (TR) e frequência respiratória (FR), aferidas com os animais acondicionados no aprisco no momento da coleta e liberados ao pasto em seguida. A TR foi obtida mediante termômetro clínico digital, introduzido no reto do animal até haver estabilização na temperatura, quando esta era mensurada. Já a FR foi obtida pela contagem dos movimentos laterais do flanco do animal durante o tempo de trinta segundos, e posteriormente multiplicado por dois para obtenção dos movimentos por minuto. Todos os dados foram mensurados em quatro horários distintos durante cinco dias seguidos. Para os índices bioclimáticos foram obtidas as médias e os resultados foram descritos em gráficos. A temperatura de conforto térmico para ovinos está entre 20 e 30ºC, sendo considerada crítica ao limite superior, acima de 34ºC. Analisando os dados obtidos, apenas o primeiro dia apresentou situação de conforto térmico, nos demais a temperatura registrada foi superior ao ideal. Considerando a faixa ideal de umidade relativa para os animais domésticos entre 60 e 70%, o ambiente ficou dentro da normalidade em apenas um dia de observação. Nos demais, apesar de ultrapassar valores de 75%, esta não influenciou negativamente na dissipação de calor, segundo os resultados obtidos nos parâmetros fisiológicos. Em relação ao ITGU, não existe classificação para os ovinos, sendo usado como referência os valores estudados para os bovinos. Com os valores calculados de ITGU foi observado que apenas o último dia foi confortável para os animais. Foram notadas diferenças significativas (P<0,05) para temperatura retal em quase todos os horários, entretanto, estão dentro da normalidade para ovinos. Os dados de frequência respiratória indicam que os animais, com exceção do horário de 08:00 horas, sofreram estresse leve, indicando a necessidade de dissipar calor pela frequência respiratória para manter sua homeostase, frente às variações climáticas observadas. Com base nos resultados encontrados foi possível observar que de acordo com as oscilações existentes nos elementos climáticos, foi preciso que os animais compensassem através de ajustes fisiológicos essas variações existentes, para se adequarem a sua zona de conforto térmico
Perfil do consumidor e fatores que influenciam o consumo de carne ovina no município de Vargem Alta - ES
A cultura de criar ovinos surgiu por volta do ano 9.000 a.C., na Ásia Central, e depois se difundiu por todo o mundo, estando presente nas mais diversas condições de clima e relevo. No Brasil, a produção se concentra na região Nordeste e Sul, e conta com um efetivo de aproximadamente 14 milhões de cabeças. O estado do Espírito Santo colabora com cerca de 30 mil animais. Apesar de a ovinocultura ser uma importante atividade do agronegócio brasileiro, esta tende a ser informal, e essa informalidade faz com que se torne difícil estimar o consumo individual de carne ovina, que gira em torno de 0,7 a 1,5 kg por ano. Então, mesmo a atividade sendo promissora, ainda esbarra nos quesitos hábito alimentar, tradições culinárias, educação no gosto do consumidor, além de fatores pessoais. Sabendo que há produtores na região, pois é um local com potencial para criação de ovinos, o objetivo do presente estudo foi avaliar o perfil do consumidor de carne ovina no município de Vargem Alta, a fim de entender melhor suas exigências e hábitos de compra. Foram entrevistadas 112 pessoas por meio de formulário online desenvolvido pelo “Google Forms”, elaborado com 18 questões englobando o consumo de carne ovina e informações sobre o perfil do respondente. Sobre o nível de escolaridade, a maior parte dos entrevistados concluiu o ensino médio (28,6%), logo em seguida os que apresentam nível de escolaridade com pós-graduação, correspondendo a 25,9% e uma menor parcela com ensino fundamental completo (4,5%). Em relação à renda mensal, 69,6% possuem mais de um salário-mínimo. Quando interrogados sobre a frequência de consumo de carne ovina, 66,1% responderam que consomem raramente, 20,2% nunca consumiram, 7,3% consomem semanalmente e 6,4% quinzenalmente. Mesmo sendo a minoria (22,3%), aqueles que nunca consumiram a carne ovina alegaram que o motivo do não consumo é devido ao hábito alimentar (43,6%), e por falta de disponibilidade do produto (23,1%). O principal local de compra apontado pelos respondentes foi direto do produtor (51,1%), seguido por frigoríficos/açougue (18,1%), e 40% responderam escolher o produto de acordo com a qualidade e 26,3% pela procedência. Em relação aos cortes de carne, 56% não tem preferência pelo tipo de corte, 27,6% preferem pernil (corte traseiro), seguido do corte dianteiro (paleta) com 9,2%, 3,1% preferem costela e 4,1% preferem lombo. Ao avaliar a idade do animal, com relação à sua maturidade, observou-se que 39,6% preferem carne de animais jovens. O abate clandestino é uma problemática, tanto para a comercialização quanto qualidade da carne, visto que 51% ainda compram direto do produtor. Assim, conclui-se que mesmo o consumo de carne ovina ser pouco expressivo no município de Vargem Alta, existe um mercado em potencial e que políticas devem ser adotadas para que as partes de abate e inspeção sejam melhoradas. Estudos como esse são de suma importância para toda a cadeia produtiva, para que ocorram melhorias na qualidade dos produtos que chegam até o consumidor, fazendo com que a demanda e exigências sejam atendidas e consequentemente fortalecendo o mercado da ovinocultura
Das mil cenas do cotidiano capixaba (2012)
Prefácio de Jeanne Bilich (In memoriam), de 2012, sobre o livro Adeus, amigo e outras crônicas, de Francisco Aurelio Ribeiro
Histórias capixabas, de Francisco Aurelio Ribeiro (2019)
Resenha de Getúlio Marcos Pereira Neves, de 2019, sobre Histórias capixabas, de Francisco Aurelio Ribeiro
Poemas de Lino Machado: uma antologia
Apresenta uma seleção dos poemas de Lino Machado, publicados em Sob uma capa (2010) e Entre dois vetores (2014)