Revistas Eletrônicas Unijuí (Univ. Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sulnatureza)
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    Quo vadis Banco Mundial? El Estado y el desarrollo en la agenda y discursos del organismo desde la mirada latinoamericana

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    El artículo analiza el papel asignado por el Banco Mundial al Estado en la motorización de los procesos de desarrollo en la última década y media. Para ello estructuramos el trabajo en cuatro partes: en la primera , y siguiendo los documentos del BM de inicios de la primera mitad “larga” de la década del ’90 (1990/97), exploramos cómo se construyó y cuáles fueron las características de la plataforma conceptual que dio inicio a las reformas mercantilizadoras y al tratamiento marginalizador del Estado en la motorización del desarrollo. Exploramos luego, en la segunda parte, el aparente “giro estatista” del BM (1997), tratando de dar cuenta de cómo la recuperación del Estado – que hace el organismo – y la insistencia en sus capacidades como instrumento de desarrollo no parecen revertir sino, funcionalizar la plataforma – neoliberal – consolidada desde inicios de la década. En la tercera parte , y como constitutivo de un segundo período que alcanza la última parte de la década del ’90 y continúa hasta nuestros días, analizamos el más reciente ingreso dentro de la agenda del BM de un cuerpo teórico institucionalista que, sosteniendo las “reformas de segunda generación” impulsadas por el mismo BM, ha colocado al Estado como una institución más, anulando su especificidad estratégica como actor motorizador del desarrollo. En la cuarta parte  concluimos con una revisión y articulación de los aspectos antes indicados, destacando cómo el difuso y zigzagueante recorrido dado por el BM al Estado manifiesta una clara continuidad centrada en la defensa de los postulados neoliberales defendidos a inicios de la década y – producto de ello – un permanente desplazamiento del Estado de las áreas productivo industriales. Resaltamos la manera en que esto último incomoda al organismo frente a los resultados históricos mostrados por los países que no siguieron sus recomendaciones ni programas, así como ante las demandas crecientes – claramente visualizables en América latina – de contar con un Estado activo y motorizador del desarrollo económico, capaz de compatibilizar el crecimiento interno y la cohesión social con la inserción en el mercado internacional. Se argumenta, finalmente, acerca del desafío que pesa sobre las sociedades latinoamericanas para enfrentar un camino de desarrollo autónomo que – más allá de los planteos de los organismos financieros, como el BM, y atendiendo a las limitaciones que parecen pesar sobre éstos para desarrollar una redefinición estructural de su agenda – se cimiente sobre una estatidad altamente enraizada y cualificada para dar respuestas a las demandas antes mencionadas

    Liberdade e Poder em Amartya Sen: uma leitura crítica

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    Como fica evidente no título, este artigo apresenta uma análise crítica de algumas formulações desenvolvidas por Amartya Sen, especialmente no que se refere à ausência de discussões que levem em conta as relações de poder e que dêem maior conseqüência à relação entre indivíduo e sociedade. Serão apresentadas, ao mesmo tempo, evidências de que a perspectiva seniana não se constitui em alternativa ao discurso dominante na economia, tanto na sua intenção mais analítica quanto na sua orientação mais normativa. O que pode ser concluído é que suas formulações se apresentam, mais propriamente, como uma sofisticação teórica dos princípios que atualmente regem o liberalismo. Não vai, portanto, muito além do que já está sendo adotado enquanto referência governamental pela maior parte dos países

    Análise-Diagnóstico de Sistemas Agrários: uma interpretação baseada na Teoria da Complexidade e no Realismo Crítico

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    A “Análise-Diagnóstico de Sistemas Agrários” (ADSA) é um método de estudo da agricultura concebido para o estabelecimento de linhas estratégicas de desenvolvimento local relacionadas ao setor agropecuário. Porém, a cientificidade da ADSA ainda é motivo de controvérsia, na medida em que seus procedimentos diferem substancialmente dos propostos pelos métodos usuais de pesquisa. No artigo é realizada uma interpretação da ADSA como um método de análise de situações de desenvolvimento local cuja fundamentação pode ser realizada a partir da Teoria da Complexidade e do Realismo Crítico. Conclui-se que tais abordagens podem proporcionar sólidos fundamentos aos princípios metodológicos sobre os quais se baseiam os procedimentos da ADSA, assim como trazer contribuições importantes quanto ao seu papel na promoção do desenvolvimento

    O Direito de Ingerência Ecológica dos Estados

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    Eis a crise ecológica: riscos de redução da camada de ozônio, poluição química e radiativa, desflorestamento – são apenas alguns exemplos da ameaça ecológica que paira sobre o planeta. Nesse sentido, emerge no plano internacional a necessidade de ser reconhecido o direito de ingerência no domínio do ambiente, nos casos de riscos ecológicos maiores. Tal direito se impõe diante da ineficácia dos Estados de proteger o meio ambiente ou quando não consegue fazer com que seus nacionais o façam. A ingerência de um Estado no território de outrem, em matéria ecológica, tem a função de prevenir a ocorrência de um dano ao meio ambiente ou então minimizar seus efeitos

    As Estratégias de Competitividade para a Cadeia Produtiva do Arroz: o caso das cooperativas da Fronteira-Oeste do Rio Grande do Sul (Brasil)

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    O agronegócio do arroz brasileiro ocupa uma posição estratégica, tanto pela sua representatividade econômica quanto pela sua relevância na segurança alimentar. A análise da cadeia produtiva do arroz, na Fronteira-Oeste do Rio Grande do Sul (Brasil), diante de uma economia globalizada, tema deste trabalho, tem como objetivo apresentar alternativas e estratégias que venham tornar o setor arrozeiro mais competitivo. Neste contexto, as cooperativas da Fronteira-Oeste são o foco central do estudo pela sua forte participação na economia orizícola sul-rio-grandense. Busca-se identificar as dificuldades enfrentadas pela cadeia produtiva gaúcha, diante da globalização econômica, especialmente do Mercosul, e a postura das cooperativas orizícolas da Fronteira-Oeste do RS, apresentando propostas de estratégias para torná-las mais competitivas e contribuir assim para o desenvolvimento regional sustentável. Como conclusão, o trabalho destaca a necessidade da intercooperação e da estruturação de uma central regional de compras que valorize os produtos e as marcas das cooperativas

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