Portal de Periódicos do UNILUS (Centro Universitário Lusíada)
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    COLABORADORES DA EDIÇÃO 61

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    SINTOMAS AUDITIVOS E VESTIBULARES EM PACIENTES ADULTOS PÓS-COVID-19/SARS-COV-2: REVISÃO DE LITERATURA

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    Efeitos otológicos, manifestados por alterações auditivas, zumbido e vertigem em pacientes infectados pelo SARS-CoV-2, vírus que desencadeou uma pandemia desde 2020. Objetivo: Este trabalho visa relacionar sintomas auditivos e vestibulares como sequelas de infecção por COVID-19. Metodologia: revisão bibliográfica na base de dados SciELO, LILACS e PubMed, de textos completos em português e inglês, publicados entre 2016 a 2022. Foram encontrados 261 estudos e selecionados 11 com relevância neste estudo. Resultados: artigos evidenciaram relação entre audição, zumbido, vertigem, e infecção por COVID-19. Foram apresentados perdas e sintomas auditivos e vestibulares em pacientes diagnosticados com o coronavírus, porém há poucos estudos que comprovem a relação. Considerações finais: a escassez de artigos ressalta a importância de mais estudos entre a relação de sintomas auditivos e vestibulares a partir da infecção por COVID-19.AUDITORY AND VESTIBULAR SYMPTOMS IN POST-COVID-19/SARS-COV-2 ADULT PATIENTS: LITERATURE REVIEWOtological effects, manifested by hearing changes, tinnitus and vertigo in patients infected by SARS-CoV-2, a virus that has triggered a pandemic since 2020. Objective: This work aims to relate auditory and vestibular symptoms as sequelae of COVID-19 infection. Methodology: bibliographic review in the SciELO, LILACS and PubMed database, of full texts in Portuguese and English, published between 2016 and 2022. 261 studies were found and 11 relevant to this study were selected. Results: articles showed a relationship between hearing, tinnitus, vertigo, and COVID-19 infection. Hearing and vestibular losses and symptoms have been reported in patients diagnosed with coronavirus, but there are few studies that prove the relationship. Final considerations: the scarcity of articles highlights the importance of further studies on the relationship between auditory and vestibular symptoms following COVID-19 infection

    O PAPEL DO ENFERMEIRO NA PREVENÇÃO E CONTROLE DA SIFILIS EM GESTANTES E PARCEIROS

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    a sífilis é uma infecção sexualmente transmissível, de notificação compulsória e tratamento na rede pública. Objetivo: descrever fatores que facilitam e dificultam a adesão ao tratamento completo da sífilis e atuação do enfermeiro na adesão, prevenção e tratamento das gestantes e parceiros. Metodologia: trata-se de uma revisão narrativa da literatura, através de busca bibliográfica no portal da biblioteca virtual em saúde. Resultados: os fatores que dificultam o tratamento estão relacionados a condições sociais da gestante e parceiro e com falhas na atenção integral e acolhedora à saúde. Já os facilitadores estão pautados em uma atenção integral e acolhedora da saúde, com presença de educação em saúde e importante atuação do enfermeiro. Conclusão: a atenção para adesão ao tratamento da sífilis em gestantes e parceiros deve ser relacionada aos princípios de atenção integral e acolhedora

    DEPRESSÃO PÓS-PARTO E SUAS FACETAS: CONSEQUÊNCIAS PARA O BINÔMIO E A VISÃO DO ENFERMEIRO

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    A Depressão Pós-Parto (DPP) é a segunda desordem psíquica que mais acomete mulheres no puerpério e difere da Tristeza Materna (TM) e Psicose Puerperal (PP) por conta do grau de sofrimento mental e incapacidade. A Tristeza Materna é considerada uma alteração de humor comum logo após o parto normalizando-se em poucos dias, contudo a Psicose Puerperal é a faceta mais grave da DPP sendo considerada uma emergência psiquiátrica. Objetivo: entender a Depressão Pós-Parto em suas facetas através de um resgate literário. Metodologia: estudo de revisão bibliográfica narrativa com caráter educativo feito nas bases de dados BVS e SCIELO com os descritores DEPRESSÃO PÓS-PARTO e DEPRESSÃO PÓS-PARTO e DEPRESSÃO PUERPERAL respectivamente seguido de filtros e critérios previamente estabelecidos. Resultados: foram selecionados 16 artigos organizados em um quadro e divididos em 3 categorias para sua discussão, sendo elas "A DPP, sinais e sintomas e fatores associados" trazendo tristeza, angústia, culpa, distúrbios de sono e alimentares, bem como falta de apoio da família e do parceiro, baixa escolaridade, déficits socioeconômicos como dados importantes; já na categoria "conhecimento, percepção e estratégias dos enfermeiros frente à DPP" foi encontrado que ainda há prejuízo no entendimento e capacitação dos enfermeiros frente à DPP e seu enfrentamento; e como "consequências da DPP no desenvolvimento infantil" o maior prejuízo está relacionado às consequências variadas no desenvolvimento do bebê pelo prejuízo do  vínculo no binômio mãe-bebê, e também com o núcleo familiar. Conclusão: o período perinatal causa mudanças na vida da mulher, mais vulnerável ao sofrimento psicológico e emocional. O profissional enfermeiro tem papel fundamental na detecção dos sintomas depressivos e na prestação de apoio a essa mulher, conferindo autonomia e reforçando o enfrentamento à maternidade. O cuidado deve deixar de ser tão tecnicista e passar a enxergar o ser humano por trás de determinadas condições, fazendo com que se torne mais humanizado e efetivo

    OS BENEFÍCIOS DO USO DA VITAMINA D NA PREVENÇÃO DE PRÉ ECLÂMPSIA: UMA REVISÃO DA LITERATURA

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    Objetivo: O objetivo desta revisão da literatura é investigar a relação entre a vitamina D e a pré-eclâmpsia em gestantes, com foco na prevenção dessa condição. Esta revisão busca identificar estudos que analisaram a influência da suplementação e a deficiência de vitamina D na incidência, gravidade ou desfechos relacionados à pré- eclâmpsia em gestantes em qualquer estágio da gravidez.Métodos: A palavras-chave utilizadas foram "Pré-eclâmpsia", "Pré- eclâmpsia/hipertensão gestacional", "Vitamina D", "Suplementação de vitamina D", "Deficiência de vitamina D", "Prevenção" e "Gravidez", que foram pesquisadas nas bases de dados: PubMed, LILACS e UpToDate.Resultado: Os 5 artigos sugerem que a suplementação de vitamina D durante a gravidez parece ser benéfica na prevenção da pré-eclâmpsia, independentemente do momento do início da suplementação ou do tipo de intervenção, embora haja algumas ressalvas sobre os níveis pré-existentes de vitamina D.Conclusão: Apesar dos indícios sólidos da relação entre a vitamina D e a pré- eclâmpsia nos artigos revisados, é crucial destacar a necessidade de mais pesquisas e estudos clínicos bem conduzidos para estabelecer diretrizes eficazes na prevenção dessa condição. Isso pode ter um impacto significativo na saúde das gestantes e na redução dos riscos da pré-eclâmpsia.    Palavras-chave: "Pré-eclâmpsia"; "Pré-eclâmpsia/hipertensão gestacional"; "Vitamina D"; "Suplementação de vitamina D"; "Deficiência de vitamina D"; "Prevenção" e "Gravidez”

    USO DA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA NA REABILITAÇÃO CARDIOVASCULAR

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    Introdução: Um dos responsáveis pelo controle cardiovascular é o sistema nervoso autônomo (SNA), através de sua atividade, podemos modular uma maior ou menor ação da via simpática e parassimpática. A variação da distância entre os intervalos RR, vista no eletrocardiograma, é conhecida como variabilidade da frequência cardíaca (VFC). Portanto, alterações nos padrões da VFC no indivíduo podem indicar um comprometimento em sua saúde. Logo, o monitoramento da VFC durante o tratamento fisioterapêutico é relevante pois, além de ser um método não invasivo, possibilita avaliar a eficácia da intervenção, observando ao longo do tratamento como está a adaptação fisiológica e a manutenção desse SNA. Objetivo: Reunir evidências relacionadas a eficácia do uso da variabilidade da frequência cardíaca como instrumento de avaliação na reabilitação cardiovascular. Metodologia: O trabalho consiste em uma revisão sistemática, a pesquisa foi executada com levantamento de dados bibliográficos nas plataformas SciELO e PubMed, com seleção de artigos publicados no período entre janeiro de 2013 e janeiro de 2023. Resultados: Os resultados indicam que a VFC pode ser utilizada na fisioterapia de forma a avaliar a função cardiovascular, pois a VFC é uma medida não invasiva reprodutível que corresponde ao equilíbrio entre os componentes simpáticos e parassimpáticos do sistema nervoso autônomo e do nó sinoatrial e quando não equilibrados, a fisioterapia pode intervir através de exercícios físicos no intuito de regular o sistema nervoso autônomo e por consequência melhorando a VFC. Conclusão: O uso da VFC é bem vasto, podendo ser usado para diagnósticos, evitar lesões e principalmente no auxílio da fisioterapia, proporcionando dados que facilitam no direcionamento do objetivo e conduta fisioterapêutica

    SAÚDE AUDITIVA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS): REVISÃO DE LITERATURA

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    A população é beneficiada pelo Sistema Único de Saúde existente no Brasil, uma vez que ele permite que as pessoas tenham maior acesso a consultas, medicamentos, tratamentos e fiscalizações adequadas de modo a proporcionar saúde e bem estar. A distribuição de serviços e dispositivos é realizada para atingir o maior número de indivíduos possível, até para locais de difícil acesso e pessoas com deficiência. Um desses grupos é o de pessoas com deficiência auditiva, que são beneficiadas por atendimentos fonoaudiológicos visando prevenção e promoção da saúde, tratamentos e dispositivos que possam ser necessários, como os dispositivos eletrônicos de amplificação sonora, também chamada de aparelhos de amplificação sonoros individuais, sistema de frequência modulada, microfone remoto, prótese auditiva ancorada no osso e implante coclear. É de extrema importância a comunicação efetiva entre os profissionais e os pacientes. Objetivo: Descrever informações sobre ações de prevenção e promoção da saúde, como quais são os procedimentos e dispositivos que são disponibilizados pelo governo para a população e como funcionam todos os âmbitos da saúde pública para pessoas com deficiência auditiva. Método: Foi realizada uma revisão de literatura narrativa em bases científicas Scientific Eletronic Library Online (SciELO), Literatura Latino-Americanas e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), de artigos em português, com os seguintes descritores: “Fonoaudiologia x Sistema Único de Saúde”, “Fonoaudiologia x Política Nacional de Atenção à Saúde Auditiva”, “Fonoaudiologia x Tecnologia sem Fio”, “Política Nacional de Atenção à Saúde Auditiva x Sistema Único de Saúde”, “Tecnologia sem Fio x Sistema Único de Saúde”, “Política Nacional de Atenção à Saúde Auditiva x Tecnologia sem Fio”, sendo encontrados 63 e selecionados 29 artigos, além de ser utilizado um tratado e um site oficial do governo. Resultados: Foram encontradas informações sobre os critérios de seleção dos dispositivos, as Portarias responsáveis por esses critérios, e sobre o modo como é   realizada a comunicação entre os profissionais da saúde e as pessoas com deficiência auditiva. Em relação aos dispositivos, nota-se uma satisfação dos usuários quanto ao sistema de seleção, sendo pontos negativos apenas a fila de espera e a frequência do uso de alguns dispositivos por usuários que tem pouca facilidade em manusear altas tecnologias. Considerações finais: É notável uma a defasagem, principalmente, na área da comunicação, visto que muitas vezes nã

    AVALIAÇÃO DA VIA DE HIPÓXIA EM PACIENTES PÓS COVID

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    A COVID-19 é uma doença infecciosa primordialmente do trato respiratório, desencadeada pelo vírus SARS-CoV-2. Manifestou-se inicialmente em Wuhan, China, no ano de 2019 e disseminou-se tomando proporções pandêmicas. Analisando as alterações fisiopatológicas, verifica-se correlação entre a infecção por coronavírus e quadros de sepse. Muitos pacientes que sobrevivem a sepse desenvolvem a síndrome pós-sepse (SPS). Uma das manifestações clinicas da SPS é o quadro de hipóxia, que pode se agravar de acordo com o volume de oxigênio consumido associado a diminuição na extração de oxigênio pelos tecidos periféricos e alterações profundas na microcirculação. O objetivo deste trabalho é verificar se a via de hipóxia se mantem alterada em pacientes que tiveram COVID-19 grave e sobreviveram em comparação com indivíduos que nunca apresentaram teste positivo para COVID-19. Os monócitos foram isolados do sangue e submetidos a qPCR para avaliação da expressão gênica de HIF-1α e outros genes associados a vida da hipóxia. As avaliações foram realizadas em 46 pacientes diagnosticados com COVID-19 e provenientes do Hospital Municipal Guilherme Álvaro e Santa Casa de Santos, na cidade de Santos. Os resultados foram analisados usando o teste não paramétrico de Mann Whitney, considerando estatisticamente significante p<0.05. A expressão do HIF-1α se mostrou diminuído no grupo COVID quando em comparação ao grupo controle (p<0,0001), os outros genes avaliados não demonstraram diferença estatística significante. Desta forma, ainda é necessário a realização de estudos complementares para melhor compreensão da via de hipóxia em pacientes pós-COVID

    LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO NEURO PSIQUIÁTRICO: Dilemas e perspectivas

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    O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma patologia multissistêmica que envolve quase todos os órgãos do corpo com manifestações clínicas e apresenta anormalidades imunomediadas que leva a disfunção de múltiplos órgãos. Os sinais e sintomas mais comuns envolvem lesões de pele, articulares, inflamação de serosas, nefrite e alterações hematológicas. As manifestações neuropsiquiátricas do LES embrica no Lúpus Eritematoso Sistêmico Neuro Psiquiátrico (LESNP). Os desdobramentos do LESNP podem ocorrer de maneira difusa ou focal no sistema nervoso central e sistema nervoso periférico, grande parte dos pacientes irão desenvolver as manifestação no início da doença ou dentro de 1 a 2 anos depois diagnóstico. Sinais e sintomas como transtorno convulsivo, síndrome desmielinizante, cefaleia, psicose, transtornos do humor dentre outros, foram relatados dentro da patologia LESNP.O objetivo desse trabalho é realizar revisão narrativa sobre o LESNP, considerando seu impacto na vida dos pacientes, métodos diagnósticos e formas de tratamentos, além das perspectivas futuras para o manejo da patologia. O presente estudo se trata de uma revisão narrativa através de pesquisa documental por conveniência utilizando como base de dados Google Acadêmico, Scielo e Pubmed sumariamente. Como referencial, os artigos datam preferencialmente dos últimos 5 anos.A patogênese do LESNP é complexa e pouco compreendida. A massiva maioria das pesquisas na tentativa de detalhar a patogênese, diagnósticos e tratamento se fundamenta em teste animais. Autoanticorpos, complementos e citocinas podem ser a chave no diagnóstico da LESNP, o tratamento está intimamente ligado a patogênese. Contudo, estudos mais detalhados são necessários no aprimoramento das técnicas utilizadas para manejar o LESNP.Palavra-chave: Lúpus Eritematoso Sistêmico, Lúpus Eritematoso Sistêmico + Neuropsiquiátrico, Tratamento e Diagnóstico

    O PAPEL DA CARGA VIRAL DO HIV NO DESENVOLVIMENTO DA HIPERTEN-SÃO ARTERIAL SISTÊMICA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

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    As doenças oportunistas e a mortalidade relacionada à AIDS diminuíram drasticamente com o uso mais eficaz e disseminado da terapia antirretroviral altamente ativa (HAART). No entanto, como as PVHIV estão vivendo mais, a doença cardiovascular surgiu como uma comorbidade crônica importante. A incidência de hipertensão arterial sistêmica (HAS) em PVHIV ainda não está clara. A fisiopatologia inflamatória da hipertensão arterial seria o elo que correlaciona a infecção viral pelo HIV com um risco maior de desenvolver essa comorbidade. Além da inflamação crônica causada pelo vírus, a toxicidade dos medicamentos antirretrovirais também pode contribuir para a manutenção da inflamação. O objetivo deste trabalho é avaliar a associação entre a carga viral do HIV e a progressão da hipertensão arterial sistêmica em indivíduos vivendo com HIV/AIDS. Foi feita uma revisão sistemática recuperando a literatura publicada até 28 de março de 2023, sem restrições de data. Seis autores avaliaram de forma independente, incluindo estudos relevantes sobre o resultado da hipertensão arterial sistêmica em PVHIV/AIDS, com dados de carga viral do HIV. Cinco estudos de coorte observacionais foram incluídos na revisão final, com textos completos disponíveis para leitura, extração de dados e síntese qualitativa. Os artigos analisados revelaram uma alta incidência de hipertensão em pacientes vivendo com HIV/AIDS. O resultado da carga viral do HIV como possível fator de risco para o desenvolvimento de hipertensão foi evidenciado em três dos cinco artigos analisados qualitativamente. Outras variáveis, como a contagem de linfócitos T CD4 e o uso de terapias antirretrovirais, apresentaram achados mistos. A heterogeneidade dos estudos impossibilitou a realização de uma meta-análise, e a escassez de informações sobre o tema fundamentou a necessidade de novos estudos para esclarecer os problemas mencionados acima.Palavras-chave: Carga viral, HIV, Hipertensão

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