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    Diagnóstico diferencial de duas lesões brancas na mucosa jugal: relato de caso

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    Leukoedema is a change that affects the jugal mucosa bilaterally, presenting as a whitish or grayish-white plaque. It has uncertain etiology, but is believed to be derived from a developmental change, while leukoplakia is a clinical term for the definition of a non-shaved white plaque that can affect the jugal mucosa and other oral sites. Its etiology may be linked to the use of tobacco, alcohol and ultraviolet radiation, being considered a potentially malignant lesion and treatment will depend on the degree of cellular dysplasia and extent of the lesion. The aim of this article is to present a clinical case of a patient diagnosed with two white lesions in the jugal mucosa. A 57-year-old female brown patient sought dental care complaining of white spots on her cheeks. She reported being a smoker for 35 years, having the habit of consuming a pack and a half a day. After clinical examination, the diagnostic hypotheses of leukoedema and leukoplakia were raised. Incisional biopsy, followed by histopathological analysis, confirmed the diagnosis of leukoedema with overlapping leukoplakia. Leukoedema does not require treatment as it is a variation of normality. However, it may be clinically associated with disorders that require intervention, as in the case presented, generating masking of characteristics and, consequently, diagnostic confusion.Leucoedema é uma alteração que afeta a mucosa jugal, bilateralmente, apresentando-se como uma placa esbranquiçada ou branco-acinzentada. Possui etiologia incerta, mas acredita-se que seja proveniente de uma alteração de desenvolvimento, enquanto isso a leucoplasia é um termo clínico para a definição de uma placa branca não raspável que pode afetar a mucosa jugal e outros sítios orais. Sua etiologia pode estar ligada ao uso de tabaco, álcool e radiação ultravioleta, sendo considerada uma lesão potencialmente maligna e o tratamento dependerá do grau de displasia celular e extensão da lesão. O objetivo deste artigo é apresentar um caso clínico de uma paciente diagnosticada com duas lesões brancas na mucosa jugal. Paciente do sexo feminino, de 57 anos de idade, parda, procurou atendimento odontológico com queixa de manchas brancas em suas bochechas. Ela relatou ser fumante por 35 anos, tendo o costume de consumir um maço e meio por dia. Após o exame clínico, foram levantadas as hipóteses diagnósticas de leucoedema e leucoplasia. A biópsia incisional, seguida de análise histopatológica, confirmou o diagnóstico de leucoedema com leucoplasia sobreposta. O Leucoedema não requer tratamento, pois é uma variação da normalidade. No entanto, pode estar clinicamente associado a transtornos que requerem intervenção, como no caso apresentado, gerando mascaramento de características e, consequentemente, confusão diagnóstica

    PRESENÇA DE CONTAMINANTES INORGÂNICOS EM PESCADO DE CULTIVO E CAPTURA

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    Commercial fishing and fish farms represent important sectors in the food industry. The global demand for these products had a significant increase in the last decades, due to the growth of the population, increase in income and in urbanization. To ensure a safe product to the population, the National Plan for Control of Residues and Poisoning (PNCRC) was developed, analyzing risks in products of both fishing and farming, aiming to ensure quality in food product throughout the production chain. In this way, the current document analysis aimed to verify, through reports from 2010 to 2016, the presence of inorganic poisons in fish from farming and commercial fishing. From those reports, the number of unsatisfactory samples in regards to poisons was extracted. This study reported that only fish from commercial fishing showed sample numbers with contamination from mercury, arsenium, plumbum and cadmium, with variations from 8,61% and 25,95%. These contaminated fish shouldn’t be made available for human consumption. For this reason, the NPCRP is an important tool to manage the risks of poisoning, promoting chemical safety on food with animal origins produced in Brazil.A pesca extrativa e a criação de peixes representam importantes setores da produção alimentícia. A demanda mundial por esses produtos teve aumento significativo nas últimas décadas, fato que se deve ao crescimento populacional, aumento de renda e de urbanização. Para garantir um produto seguro à população, foi desenvolvido o Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes (PNCRC), que realiza análises de riscos em pescados de cultivo e captura, visando à garantia de qualidade por meio da produção de alimentos ao longo de sua cadeia produtiva. Desse modo, a presente análise documental teve por objetivo verificar, nos relatórios de 2010 a 2016 do PNCRC, a presença de contaminantes inorgânicos em pescados de cultivo e captura. Foram retirados dos relatórios o número de amostras em situação insatisfatória quanto à presença desses contaminantes. Verificou-se, com este estudo, que apenas os pescados de captura apresentaram números amostrais contaminados com mercúrio, arsênio, chumbo e cádmio, que variaram entre 8,61% e 25,95%. Esses peixes contaminados com compostos inorgânicos não poderiam ser encaminhados para o consumo humano. Por este motivo, o PNCRC é uma ferramenta importante para gerenciar os riscos de contaminações, promovendo a segurança química dos alimentos de origem animal produzidos no Brasil

    PREVALÊNCIA DA ESCLEROSE MÚLTIPLA NA REGIÃO SUL: UM ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO

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    A esclerose múltipla (EM) é uma afecção neurológica desmielinizante autoimune crônica que acomete preferencialmente adultos jovens (20-40 anos), provocada por mecanismos inflamatórios e degenerativos, isso compromete a bainha de mielina que reveste os neurônios das substâncias branca e cinzenta do sistema nervoso central, comprometendo a transmissão do impulso nervoso. A evolução clínica desta patologia é subdividida em surto-remissiva, progressiva primária, progressiva secundária e surto-progressiva. Como objetivo do estudo temos a comparação dos três estados da Região Sul (RE) do país, que engloba os estados do Paraná (PR), Santa Catarina (SC) e Rio Grande do Sul (RS), nos índices de internações pela EM na faixa temporal de 2014-2019, com comparação das faixas etárias (FE) de 20-29 anos, 30-39 anos e 40-49 anos. A metodologia de desenvolvimento do Resumo foi baseada na coleta e análise de dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), recorrendo ao espaço temporal de 2014-2019. Os critérios de inclusão foram os conteúdos de internações por EM, nos três estados da RE sendo eles PR, SC e RS, nas faixas etárias de 20-29 anos, 30-39 anos e 40-49 anos. Dessa forma, observa-se que a FE entre 20 a 29 anos, apresentou os menores valores percentuais (VP) em SC, os maiores no RS nos anos de 2014 e 2015, os maiores no PR em 2017, 2018 e 2019. Em 2016 apresentou valores iguais no PR e RS. A FE entre 30 a 39 anos, apresentou uma variedade maior que a FE anterior, e o RS possuiu o maior valor, exceto em 2018. A FE entre 40 a 49 anos, apresentou VP variáveis, tendo o RS maiores percentuais totais. Percentualmente os pacientes com EM dentre os atendimentos por Doenças do Sistema Nervoso (DN) representam de 2,26 a 3% na Região Sul, de 1,7 a 2,82% no PR, de 1,78 a 3,56% em SC, de 2,95 a 3,31 no RS, no período estudado. E entre os pacientes com EM do sexo masculino o percentual para a RE variou de 27 a 32% e do sexo feminino de 68 a 73% no período determinado. Dado o exposto, percebe-se que o sexo feminino é o mais acometido na região Sul, sendo que a maioria se encontra em SC. Além disso, nota-se que a FE mais acometida no PR foi entre 40-49 anos, no entanto, a menos ocorrente nesse estado foi entre 30-39 anos, ao contrário de SC e RS, em que essa FE foi a que mais apresentou casos da doença. Porém, em todas as FE estudadas, o ano com maior prevalência de EM no PR foi 2018, sendo esse o ano com menos no RS. Já em SC, o predomínio de EM foi em 2014, mesmo ano com menos no PR. Ademais, entre os pacientes que foram internados por doenças do sistema nervoso, a maioria encontra-se no estado do RS, já a menor parte é do PR. Portanto, com base no valor total entre todas as idades das regiões estudadas, pode-se concluir que o estado com maior prevalência de EM é RS, seguido do PR, e, por fim, SC

    PREVALÊNCIA DE ESTRESSE, ANSIEDADE E DEPRESSÃO EM SINTOMÁTICOS PARA A COVID-19

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    Durante uma crise social, como a pandemia da COVID-19, aumenta-se a atenção voltada à saúde mental. Isso ocorre porque, as sequelas, no âmbito da saúde psíquica, geralmente ultrapassam o número de mortes, podendo atingir até um terço da população. Dentre essas sequelas psiquiátricas, as mais comumente relatadas são ansiedade e depressão, além do aumento dos pensamentos suicidas. O objetivo desse estudo foi analisar o perfil dos participantes sintomáticos para a COVID-19, bem como determinar a prevalência de estresse, ansiedade e depressão nessa população. Realizou-se estudo de corte transversal em abril/maio de 2020, através de um questionário online divulgado nas mídias sociais. Foram incluídos brasileiros sintomáticos para a COVID-19 e excluídos os menores de 18 anos de idade e as respostas duplicadas. As variáveis incluídas foram: idade, sexo, religião, estado civil, renda mensal durante a pandemia, com quantas pessoas mora, área de ocupação, possuir doenças crônicas, estar em isolamento social, uso de bebidas alcoólicas, medicamentos para dormir, práticas de exercícios físicos, atividades de lazer e história de contato com alguém confirmado ou suspeita para a COVID-19. Além disso, foi aplicado a escala de estresse, ansiedade e depressão (DASS-21). Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da instituição, sob CAAE 30623020100005206. Incluíram-se 300 pessoas, dentre as quais 59,3% (n=178), 63% (n=189) e 63% (n=189) apresentaram sintomatologia para estresse, ansiedade e depressão, respectivamente. Em relação à caracterização dos portadores de sintomatologia psíquica foi observada uma média de idade de 31,3 anos; variando entre 18 e 63 anos. Prevaleceu o sexo feminino (n=185; 82,2%), religião católica (n=92; 40,9%), solteiros (n=118; 52,4%), possuir alguma doença crônica (n=113; 50,2%), não morar sozinho (n=209; 92,9%), não ter sua renda diminuída durante a pandemia (n=124; 55,1%) e não ficaram em isolamento social (n=130; 57,8%). No que tange a área de atuação, evidenciouse a da saúde, com 52,9% (n=119), como mais afetada. Em relação aos hábitos de vida, 40,4% (n=91) não faziam uso de bebida alcoólica, 56% (n=126) não usavam medicamentos para dormir, 72% (n=162) aumentaram a frequência das atividades e 39,1% (n=88) diminuíram a prática de exercício físico. Além disso, 57,8% (n=130) tiveram algum tipo de contato com pessoas confirmadas ou suspeitas da infecção pelo coronavírus. A partir dos resultados supracitados, foi observado uma maior prevalência de transtornos mentais nos pacientes sintomáticos para a COVID-19, o que sugere existência de impactos negativos sobre a saúde psíquica da população durante a pandemia. Portanto, devem ser criadas estratégias que objetivem a redução desses impactos, como medidas de suporte multiprofissional por meio das plataformas digitais

    ESTUDO COMPARATIVO DA INCIDÊNCIA DE INSUFICIÊNCIA CARDÍACA - EM TEMPOS DE COVID-19 E NO MESMO PERÍODO DO ANO EM 2019

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    A COVID -19 é uma doença viral desencadeada pelo novo coronavírus (SARSCoV-2). A doença leva a um quadro respiratório o qual tem início com sintomas gripais leves que podem evoluir até uma síndrome do desconforto respiratório agudo, consideravelmente fatal. 12% dos afetados pela doença viral desenvolvem uma lesão cardíaca aguda que está associada a piores resultados evolutivos, especialmente nos casos de pacientes com doenças cardiovasculares prévias. Apesar de o sistema cardiovascular não ser o principal alvo do SARS-CoV-2, ele pode ser prejudicado de diversas formas, dentre elas podemos citar: alteração na regulação neuro-humoral através lesão miocárdica direta; tempestade de citocinas decorrentes da inflamação sistêmica crônica, resultando em lesão e falência cardíaca; aumento da demanda cardiovascular associada à hipóxia, podendo evoluir para lesão miocárdica aguda; desestabilização das placas coronarianas devido ao efeito pró-trombótico e inflamação sistêmica, sendo capazes de causar infarto agudo do miocárdio; uso de medicamentos que são danosos ao sistema cardiovascular; além de distúrbios hidroeletrolíticos, levando à arritmias. Este trabalho objetivou avaliar a prevalência da insuficiência cardíaca durante o período da pandemia do COVID19 na região do Paraná, do mês de março até agosto de 2020. O referente estudo trata-se de uma pesquisa epidemiológica na qual a fonte de dados utilizada foi o registro do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Os dados obtidos para o estudo foram: óbitos, internações no período e variáveis demográficas (sexo). Durante o período de pandemia do COVID-19, entre maio até agosto de 2020 no estado do Paraná, foram registrados 818 óbitos por insuficiência cardíaca, sendo que o total de óbitos no mesmo período e região no ano de 2019 foram de 877 casos. Agora, em relação aos meses isolados de pandemia, durante o pico dos casos (maio de 2020) observamos aumento de 1 caso de óbito em relação ao ano anterior. Além disso, observa-se que, no mesmo período analisado em 2020, o número de internações por insuficiência cardíaca foram aproximadamente 37% menores que no ano anterior. Neste estudo, o sexo masculino teve prevalência no número de mortes em ambos os períodos analisados. O estudo evidenciou que, apesar da relação entre mortalidade de COVID-19 com doenças cardíacas subjacentes, como no caso a insuficiência cardíaca, os números de óbitos totais de pacientes com essa doença crônica não aumentaram no período de pandemia em comparação com o mesmo período no ano anterior. Esses dados podem refletir uma melhor preparação dos médicos, hospitais e áreas de saúde em atender pacientes em estado grave devido a pandemia, algo que refletiu positivamente no estado de saúde das pessoas portadoras dessa doença crônica

    LESÃO HEPÁTICA E POLIFARMÁCIA: UM RELATO DE CASO

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    Muitos fármacos frequentemente causam elevações assintomáticas de enzimas hepáticas devido sua farmacocinética e metabolização hepática. Entretanto, hepatite aguda por droga clinicamente significante ou piora nos parâmetros de função hepática é rara. A lesão hepática induzida por medicamentos – DILI (Drug Induced Liver Injury) pode ser definida como lesão no fígado causada por medicação ou toxina que levem a anormalidades em exames laboratoriais hepáticos, e sua apresentação clínica pode ir de assintomática à falência hepática. O tratamento da DILI baseia-se na abstinência precoce do fármaco e tratamento secundário das possíveis lesões hepáticas; em casos graves, o transplante de fígado poderá ser uma opção terapêutica. No relato, encontra-se paciente masculino, 45 anos, apresentando quadro intenso de icterícia generalizada em face, tronco, abdome e membros. Acompanham acompanhada de colúria, dor em região epigástrica e de hipocôndrio direito, inapetência e constipação. Ao interrogatório sintomatológico nega outras queixas. Antecedentes pessoais: Diabetes Mellitus 2 há 10 anos em uso de Metformina e Glicasida, epilepsia há 25 anos em tratamento com trileptal, ácido valproico e clonazepan, tireoidectomia há 13 anos em uso de Puran T4, transtorno depressivo maior há 10 anos em uso de sertralina, fibromialgia há 10 anos em uso de amitriptilina. Refere quadro de pneumonia há 12 dias, tendo realizado tratamento com amoxicilina com clavulanato por 7 dias, terminando o seu uso há 5 dias. Ao exame físico apresentou abdome distendido, ausculta com ruídos hidroaéreos intensos, percussão timpânica, traube maciça, palpação com dor em hipocôndrio direito e região epigástrica e fígado palpável 8 cm do RCD e baço palpável em 4 cm do RCE. Exames sorológicos de hepatites virais negativo. Tomografia computadorizada demonstrou hepatoesplenomegalia. Exames laboratoriais com: TGO o dobro do normal para idade e sexo, TGP elevado em três vezes, FA elevado em quatro vezes. Acompanhado em internação hospitalar por 11 dias. Prescrição inicial de Buscopan, Bromoprida, Lactulona, Ácido valprocoico, Puran T4, Ranitidina, Dextro de 12/12h, Insulina conforme protocolo do serviço. Ao 11º dia recebeu alta hospitalar, com ajuste de dosagens e prescrições. Dessa forma, conclui-se que dentro os medicamentos mais prevalentes nas hepatites medicamentosas, está presente a amoxicilina com clavulanato, a qual o paciente fez uso. A real incidência de hepatopatia farmacoinduzida é difícil de ser determinada, pois na maioria das vezes essas alterações são assintomáticas e passam despercebidas. Em muitas situações, o atendimento médico somente é procurado se a sintomatologia for extrema. Vale ressaltar que o paciente acima somente procurou assistência quando o quadro ictérico estava muito acentuado, de modo que a sua assistência se iniciasse tardiamente ocasionando maiores consequências

    COMPARAÇÃO ENTRE EXERCÍCIO RESISTIDO MÁXIMO E SUBMÁXIMO COM DIFERENTES PERÍODOS DE INTERVALO DE RECUPERAÇÃO ENTRE SÉRIES SOBRE AS CONCENTRAÇÕES DE TESTOSTERONA TOTAL E CORTISOL EM INDIVÍDUOS JOVENS TREINADOS

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    The aim of this research was to verify the influence of maximal and submaximal resistance exercises with different rest intervals between sets on total testosterone and cortisol levels in young trained individuals. Six young trained people (22±3,3 years) performed 4 resistance training sessions with various intensities and rest intervals between sets (RI). The sessions were as follows: (sub60): 3x10 reps, 70% of 10RM, RI 60sec.; (max60): 3x8-12 reps, 95% 10RM, RI 60sec; (sub180): 3x10 reps, 70% 10RM, RI 180sec; (max180): 3x8-12 reps, 95% 10RM, RI 180sec. The exercises performed were: bench press, leg press, lat pulldown and leg extension. Blood samples were collected ten minutes before and right after the training sessions in order to determine the total testosterone and cortisol levels. An increase in the total testosterone level was found in sub60 (17±10%; p=0,013), sub180 (20±12%; p=0,005) and max60 (20±14%; p=0,014). As for cortisol, a reduction was noticed only in sub180 (-38±10%; p=0,001). Increases at the testosterone/cortisol ratio were found at sub60 (p=0,044) and sub180 (p=0,003). The total testosterone values were higher at sub60 compared to sub180 (p=0,039) and max180 (p=0,048) at POS time. The resistance training session involving submaximal exercises and long rest intervals between sets (sub180) was effective in raising total testosterone and reducing cortisol levels in young trained people, resulting in a high testosterone/cortisol ratio and favoring a better anabolic environment.O objetivo desta pesquisa foi investigar a influência do exercício resistido máximo e submáximo com diferentes períodos de intervalo de recuperação entre séries sobre as concentrações de testosterona total e cortisol em jovens treinados. Seis jovens treinados (22±3,3 anos) realizaram 4 sessões de treinamento resistido com diferentes intensidades e períodos de intervalo de recuperação entre séries (PI). As sessões apresentavam as seguintes características: (sub60): 3x10 rep., 70% de 10RM, PI 60seg.; (max60): 3x8-12 rep., 95% de 10RM, PI 60seg.; (sub180): 3x10 rep., 70% de 10RM, PI 180seg.; (max180): 3x8-12 rep., 95% de 10RM, PI 180seg. Os exercícios utilizados foram: supino reto, pressão de pernas, puxada pela frente na polia alta e cadeira extensora. Dez minutos antes e imediatamente após as sessões de treinamento, amostras de sangue foram coletadas para determinação das concentrações de testosterona total e cortisol. Foi constatado aumento na concentração de testosterona total na sub60 (17±10%; p=0,013), sub180 (20±12%; p=0,005) e max60 (20±14%; p=0,014). Para o cortisol, foi observado redução apenas na sub180 (-38±10%; p=0,001). Aumentos na relação testosterona/cortisol foram encontrados na sub60 (p=0,044) e sub180 (p=0,003). Os valores da testosterona total foram mais elevados na sub60 em relação a sub180 (p=0,039) e max180 (p=0,048) no momento POS. A sessão de treinamento resistido envolvendo exercícios submáximos e período de intervalo de recuperação entre séries longo (sub180) foi efetiva em elevar a testosterona total e reduzir o cortisol em jovens treinados, resultando em uma alta relação testosterona/cortisol e favorecendo um melhor ambiente anabólico

    ANÁLISE FACIAL DE CRIANÇAS COM MICROCEFALIA NO ESTÁGIO DA DENTADURA DECÍDUA

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    A atenção à saúde oral engloba o desenvolvimento dentário, o sistema estomatognático e o crescimento craniofacial na primeira infância a fim de reduzir significativamente medidas curativas. Mas, e quanto aos indivíduos com microcefalia? O presente estudo explora o diagnóstico morfológico da face destas crianças. A população do estudo correspondeu a 7 crianças brasileiras com microcefalia, sem síndromes associadas e dentadura decídua completa. A coleta de dados consistiu na análise das características faciais obtidas de fichas clínicas e fotos de frente e perfil da face em repouso. Na análise em norma frontal, foi observada a predominância do tipo dolicofacial (100%). Na análise em norma lateral verificou-se o predomínio de crianças Padrão II (85,71%) em relação ao Padrão I (14,29%). Foi avaliado também que a proporção de Microcefalia grave (-3 DP) foi maior no sexo masculino (p= 0,04). Não se observou associação entre a gravidade da microcefalia e o tipo facial (p> 0,05), embora o padrão Tipo II tenha sido mais predominante na microcefalia grave (100% dos casos). É fundamental o alerta para o acompanhamento longitudinal do vetor de crescimento mandibular destes indivíduos, significativo para diagnóstico e prognóstico do tratamento ortopédico enquanto há crescimento craniofacial

    PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO DA TUBERCULOSE EM IDOSOS NO ANO DE 2010 A 2019, NO ESTADO DE SÃO PAULO

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    A tuberculose é uma doença infecciosa transmitida predominantemente por via aérea, de evolução crônica, que compromete principalmente os pulmões, cujo agente etiológico é a bactéria Mycobacterium tuberculosis (MT). Apesar de já existirem recursos tecnológicos para seu tratamento, permanece na atualidade como um importante problema de saúde pública mundial, em virtude da ampla dispersão geográfica e a emergência de casos multirresistentes. Destacam-se como fatores de risco da tuberculose em idosos: diabetes, tabagismo, alcoolismo, AIDS, doenças mentais e drogas ilícitas. O trabalho tem como propósito verificar a prevalência dos fatores de risco para tuberculose em idosos a partir de 65 anos de idade em São Paulo. Foi realizado um estudo transversal descritivo epidemiológico, sobre a prevalência da tuberculose e dos seus principais fatores de risco em idosos, por meio do Portal do Ministério da Saúde, DATASUS, através de dados secundários do Sistema de Informação de Agravos e Notificação (SINAN). Os critérios de inclusão avaliados foram os fatores de risco, a faixa etária e o período de notificação. Foram observados 13548 casos de tuberculose em idosos no período avaliado. A maior prevalência esteve no ano de 2019, com 1623 doentes. O ano de 2010 marcou a menor prevalência, com 1236 casos. De acordo com os dados, dentro dos fatores de risco, houve uma prevalência de diabetes com 2400 casos, seguido do tabagismo com 1823, alcoolismo 1353, AIDS 273, doenças mentais 255 e drogas ilícitas 111. A frequência relativa do fator de risco mais predominante é de 17,71% de diabetes, enquanto a menor é de 0,82% referente a drogas ilícitas. Visto que, a frequência relativa dos fatores como o tabagismo, alcoolismo, AIDS e doenças mentais, constam respectivamente com 13,45%, 9,99%, 2,0% e 1,88%. Portanto, observou-se que os casos de tuberculose aumentaram significativamente em idosos no Estado de São Paulo. Além disso, a diabetes foi o fator de risco mais associado com a tuberculose, representando 17,71% dos casos notificados. Dessa forma, é necessário investir em políticas públicas destinadas a prevenção da tuberculose e dos fatores de risco para essa doença, principalmente a diabetes que obteve maior impacto nos casos avaliados. Vale ressaltar que apesar da imunização ativa para a tuberculose ser obrigatória ao recém-nascido, medidas de incentivo a prevenção dos fatores de risco como a alimentação saúdavel, a prática de exercícios físicos, uso de preservativo e o não uso drogas lícitas e ilícitas, devem ser tomadas

    A PERCEPÇÃO DOS BOLSISTAS DO PROJETO DE EXTENSÃO “A INSERÇÃO DA UNIVERSIDADE NO FUTEBOL” A RESPEITO DA RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA

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    In Physical Education, there is a discussion about the theory and practice dichotomy, and how much one provides support to the other to obtain legitimacy. This leads to thinking about the training of the new professionals in the area. In the training environment, there are theoretical subjects, which seem to be far from a reality outside of the university. This causes a misinterpretation of the real situation of education. The aim of this study was to verify the perception of the scholarship students about the extension Project “The insertion of the university in soccer” regarding the dimension theory and practice in the Physical Education training. It was conducted qualitative research, with a qualitative approach, and composed of five scholarship students from the extension project. The data were collected through an open questionnaire, applied to the students, and analyzed with the theoretical framework searching for the results. The data analysis indicates the tension maintenance between theory and practice, which the first one concentrates on the setting of a conceptual framework far from the practice conceived as a limited “experience of yourself” during an educational activity. However, the extensionists practices allowed to widen the knowledge of the professional expertise and, paradoxically, the application of the theories learned in the academic environment.Na Educação Física há uma discussão sobre a dicotomia teoria e prática, e quanto uma dá subsídios para a outra obter legitimidade. Isso leva a pensar sobre a formação de novos profissionais na área. No ambiente de formação, há disciplinas teóricas que parecem estar longe da realidade externa à universidade. Isso faz com que haja uma distorção da situação real de ensino, ocasionando uma falta de contextualização com a realidade e, consequentemente, afetando o desenvolvimento integral do profissional. O objetivo do estudo foi verificar a percepção dos bolsistas sobre o projeto de extensão “A inserção da Universidade no Futebol” em relação à dimensão teoria e prática na formação em Educação Física. Foi uma pesquisa descritiva exploratória, e com abordagem qualitativa, cuja amostra foi composta por 5 bolsistas do projeto de extensão referido. Os dados foram colhidos através de um questionário aberto, aplicado com os bolsistas, e analisados juntamente com o referencial teórico em busca dos resultados. Os resultados mostraram que ainda existe uma separação entre teoria e prática na formação dos estudantes, tendo em vista que, em suas respostas, é explicitado esse distanciamento. Os investigados compreendem a importância da extensão universitária para sua formação e, também, como contribuinte para conhecimento da realidade profissional e aplicação das teorias vistas na universidade. Todos entrevistados pretendem seguir carreira no futebol e futsal, seja em clubes ou escolas. Conclui-se que apesar da existência do afastamento entre teoria e prática, o projeto de extensão auxilia os universitários a minimizarem esta questão problemática

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